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Bienal do Livro | Jenny Han esbanja simpatia durante o Encontro com autores

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Bárbara Alen, no Cabana do Leitor

Um dos espaços mais disputados na Bienal do Livro é o auditório em que acontecem as atividades de Encontro com Autores; no último sábado (02/09), quem marcou presença no horário da manhã foi a fofíssima Jenny Han, autora da séria “Para todos os garotos que já amei”.

A autora já chegou muito animada e sorridente, respondeu todas as perguntas da maneira mais sincera. Na primeira parte, a mediadora fez algumas perguntas e logo passou a bola para os fãs que estavam desesperados para ter o seu momento com a autora e tirar aquela casquinha e dizer o quanto ela é fofa.

Uma das perguntas abordadas foi o fato de como ela vem encarando o governo Trump e a questão dos imigrantes, e ela foi muito bem na resposta ao dizer que para ela esse livro representa qualquer garota que entrar em uma livraria, ela com certeza vai ver a si mesma, principalmente se ela tiver outras descendências. Para ela, histórias assim são bem raras nos Estados Unidos. Outra coisa que ela destaca é o fato de tentar levar para a história experiências que todo mundo passa na vida.

Sobre o filme, ela diz: “As gravações já terminaram! E eu estive no set recentemente e foi uma experiência maravilhosa ver meus personagens nas telas e ganhando vida”. Mas nem tudo é maravilha. Ela falou sobre a dificuldade é achar atrizes asiáticas, e no caso dela precisava de 3! Mas deu tudo bem e no final as atrizes se deram muito bem e Janel Parrish, que fará a Margot, acabou se tornando uma verdadeira irmã mais velha.

Também foi perguntado como ela se sentia ao saber que os personagens não são reais, muito divertida ela disse: “Eu não fico triste, eu tenho muito da Lara Jean, mas também tenho muito da Margot e Kitty. Todos os meus personagens têm um pouco de mim neles. Então, para mim, eles são reais, porque eu sou real! (risos)”. Maravilhosa, não é? Um dos momentos mais tristes do encontro foi quando a Frini, mediadora, perguntou se realmente não existia chance de termos mais uma história das irmãs Song, e a resposta foi um claro “Não!”, mas ela explicou: “Na verdade eu ia fazer apenas 2 livros, o terceiro foi surpresa pra mim. Estou desenvolvendo um novo, mas é muito cedo,porém espero que gostem”. Ok, foi ruim e bom ao mesmo tempo, pois já sabemos que temos coisas novas vindo!

Se ela deu dicas para quem quer começar a escrever? Claro que deu, a fofíssima disse que todos os dias ela tem inspirações só de observar as coisas do cotidiano, porém o mais importante é encontrar a sua própria voz, não existe nenhuma história a ser completamente única, o que será original é o seu ponto de vista. E o que ela faz quando bate aquele desespero de acabar a inspiração? Ela também responde: “Quando estou perdendo a inspiração eu escuto música, assisto filme, ligo para um amigo e isso me faz voltar. ”

Para quem ainda não leu a trilogia Para todos os garotos que já amei, temos aqui no site a resenha de todos eles! E para você que ainda não foi a Bienal, corra, ela vai até o dia 10/09.

Não perca!

‘Feminismo não é coisa do passado’, diz Paula Hawkins na Bienal

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Escritora participou de bate papo com o público na XVIII Bienal do Livro - Analice Paron / Agência O Globo

Escritora participou de bate papo com o público na XVIII Bienal do Livro – Analice Paron / Agência O Globo

 

Autora de thrillers de sucesso, britânica falou sobre questões de gênero e violência

Publicado em O Globo

RIO — Em um encontro com leitores brasileiros na Bienal do Livro do Rio, na tarde deste sábado, a escritora britânica Paula Hawkins, nascida no Zimbábue, comentou os seus dois best-sellers, “A garota no trem” e “Em águas sombrias” (ambos publicados pela Record), e saudou a chegada de uma nova geração de autoras de thrillers, da qual ela faz parte e que seguem a trilha aberta por Agatha Christie. Nos seus romances, as protagonistas sofrem com episódios de violência e Paula afirmou que a luta feminista continua fundamental. A mediação foi da jornalista e escritora Frini Georgakopoulos.

— Eu sou feminista — disse a escritora, levantando a plateia que estava no Auditório Madureira, no Riocentro. —Mas eu não preciso sentar para escrever pensando sobre isso. As coisas em que eu acredito entram naturalmente nas minhas histórias.

Para Paula, a ficção é um terreno fértil para tratar dessas questões.

— Eu me interesso por questões de gênero e violência. Esse é um problema no Reino Unido. A violência doméstica não está piorando, mas também não está melhorando. É um problema que persisti por décadas. Toda semana mulheres são assassinadas por seus parceiros. Não acho que o feminismo seja algo do passado, há muita coisa a fazer. Na ficção, é possível entrar na cabeça de quem comete a violência, imaginar a vida dessa pessoa, de onde a violência vem.

A escritora falou também sobre a experiência de ter um romance seu, “A garota no trem”, adaptada para o cinema. Paula é fã de Alfred Hitchcock e de séries de crime, como as nórdicas “The Killing” e “The Bridge”, além, é claro, de “Game of Thrones — a autora pediu para a plateia não falar nada porque ela ainda não conseguiu assistir o final da última temporada. No caso da adaptação do seu romance, ela se surpreendeu ao ver os personagens ganharem vida.

— Foi incrível, extraordinário e muito estranho (risos). É muito estranho ver os personagens que você criou andando por aí. Eu não estava envolvida na produção, mas visitei o set, conheci os atores — lembrou Paula. — Ao contar uma história em imagens você muda essa história e a maneira como você se sente em relação aos personagens. É preciso aceitar isso. O livro é o livro, o filme é o filme.

Paula Hawkins disse que já está trabalhando num novo romance. Sem querer adiantar muita coisa, ela disse que os seus leitores podem esperar “muita morte e desespero, muitos personagens complicados, provavelmente mulheres complicadas”.

— Eu espero que não demore muito para terminar — disse a autora. — Sou ambiciosa, quero que os meus romances fiquem cada vez mais complexos, mais pesados. Estou trabalhando para isso.

Livro mostra que criação de super-heróis foi inspirada em mitologia e política

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A identidade secreta dos super-heróis, livro de Brian J. Robb, investiga os bastidores do sucesso de personagens de quadrinhos

Alexandre de Paula, no UAI

(foto: Columbia/Divulgação)

(foto: Columbia/Divulgação)

A história e a origem dos super-heróis dos quadrinhos escondem alguns segredos. Embora possa parecer tema superficial, a base para a criação dos personagens, em alguns casos, está em referências inesperadas, como a filosofia, o Renascimento e a política. Em A identidade secreta dos super-heróis, o escritor americano Brian J. Robb conta os bastidores e a história da criação de sucessos das HQs.

Robb explica que os quadrinhos, principalmente os de super-heróis, foram mesmo buscar suas fontes em referências mais antigas. “Suas origens secretas vêm de mitos e lendas. Super-homens, dotado pelos deuses, abundam em lendas antigas, enquanto figuras folclóricas, como Robin Hood, inspiraram muitos heróis modernos. DC e Marvel reinventaram os mitos gregos para suas audiências modernas, seja em 1940 ou 1960. Superman deve muito a Hércules, Mulher Maravilha vem das Amazonas, enquanto Flash é uma reinvenção de Hermes”, aponta.

Tudo isso, acredita Robb, continua a acontecer e a se refletir nos quadrinhos atuais. “Essas influências ainda estão sendo reinventadas e reinterpretadas para os leitores do século 21”, comenta. Um outro caso, por exemplo, seria o fato de Batman ter sido inspirado em trabalhos de Leonardo Da Vinci.

A obra investiga o que havia por trás de tudo o que foi usado para criar e dar forma aos super-heróis americanos. Além disso, apresenta também as relações e a influência deles com heróis criados, depois, em outros países, como Inglaterra, Japão e Índia.

POLÍTICA

Desde o início, a história dos super-heróis americanos está intimamente ligada à política. Na capa de sua primeira HQ, o Capitão América aparece dando um soco em Hitler, por exemplo; as relações entre EUA e Rússia na Guerra Fria foram exaustivamente exploradas nos quadrinhos, entre outros casos.

“É impossível separar os quadrinhos da política. Superman luta pela verdade, pela justiça e da maneira americana, enquanto Batman luta em nome dos oprimidos. Ambos os personagens foram criados na época da Segunda Guerra Mundial, entre tantos outros casos. Política sempre foi uma parte do DNA dos super-heróis e continua a ser”, ressalta Robb.

Para o autor, os super-heróis acompanharam, sim, algumas mudanças da sociedade. Sexismo, racismo e homofobia, por exemplo, são temas que foram contemplados pelos quadrinhos. “Alguns super-heróis foram respostas às mudanças na sociedade. Culturalmente, um super-herói pode ajudar a sociedade a compreender a si mesma, tornando tais mudanças mais amplamente aceitáveis”, argumenta.

Deuses Americanos | Série trará conteúdo adicional que não está no livro

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Jefferson Sato, no Jovem Nerd

Uma das obras de maior sucesso de Neil Gaiman está finalmente ganhando uma adaptação, mas o quão fiel Deuses Americanos será em relação ao livro original? Segundo o elenco e o próprio autor (via Nerdist), a série não seguirá totalmente o material de origem, mas isso não é necessariamente algo ruim neste caso.

Isso porque a série vai adicionar e explorar trechos que não estão ou são apenas citados na obra original como uma forma de aprofundar mais os personagens e de contar uma história mais detalhada. Bruce Langley, que interpreta o Technical Boy, explica: Onde temos um pequeno vislumbre de personagens nos livros, tem uma área inteira de: ‘o que eles fizeram? Quem sabe?’

Já Emily Browning, que interpreta Laura Moon, confirmou que a primeira temporada representa apenas as 100 primeiras páginas do livro.

“A primeira temporada é apenas as 100 primeiras páginas do livro! Eu acho que vai ser muito legal para os fãs do livro. Eles poderão ver o que já amam da história, mas ainda existem surpresas para eles também.”

Outra mudança será feita para atualizar a história para os tempos atuais, confirmada pelo próprio Neil Gaiman. Na série, Laura não será mais uma agente de viagens de uma pequena cidade. O motivo é bastante simples: não existem mais agentes de viagens de uma pequena cidade hoje em dia.

Por fim, Orlando Jones, que interpreta Mr. Nancy, foi perguntado o que os fãs mais devem esperar para ver na série. Sua resposta foi curta e direta: “Bilquis”.

No livro de Neil Gaiman, toda entidade divina que é adorada se torna real, e seu poder varia de acordo com a quantidade de adoradores que tem. Então divindades como Odin estão fracas, perdendo seus lugares para novos deuses como a Internet, Estradas e a Mídia.

Deuses Americanos estreia em 30 de abril nos Estados Unidos e em 1º de maio no Brasil, através da Amazon Prime Video.

Obra que inspirou filme Entrevista com Vampiro vai virar série!

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Graziele Fontes, na Cabana do Leitor

Entrevista com Vampiro, um dos filmes sobre vampiros mais comentados e que jamais foi esquecido, uma obra prima da década de 90, vai virar série, de acordo com o site Variety. A Paramount TV e a Anonymous Content conseguiram os direitos dos 11 livros escritos por Anne Rice e ficará encarregada da adaptação. Se eu estou frenética? É claro que estou.

O roteiro vai ser de Christopher Rice, filho da autora que também será o produtor executivo ao lado de sua mãe. Além deles, David Kanter e Steve Golin estão envolvidos no projeto.

“É inegável que Anne Rice criou um paradigma contra o qual todas as histórias de vampiros são medidas”, disse Amy Powell, presidente da Paramount TV. “O mundo rico e vasto que ela criou com ‘The Vampire Chronicles’ é inigualável e sofisticado com tons góticos dos anos 90 que serão perfeitamente adequados para cativar o público. A série está repleta de personagens convincentes liderados por Lestat, sem dúvida um dos maiores personagens originais, literários ou não. Estamos muito felizes em colaborar com Anne, Christopher e a equipe do Anonymous Content nesta série épica”.

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