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Jovem em SP ajuda irmã a pagar faculdade vendendo comidinhas deliciosas

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Publicado no Razões para Acreditar

O Pedro Adegas, estudante da ESPM, em São Paulo, publicou no seu Facebook um relato contando a história de um homem chamado Antonio Cesar, que vende comidas feitas pela irmã, estudante da Belas Artes, para ajudar a pagar a faculdade dela.

“Esses dias tava saindo da faculdade e dei de cara com esse cara vendendo algumas coisas, todo alegre. Comecei a trocar uma idéia com ele e descobri que são comidas feitas pela irmã dele, que ele vende enquanto ela está na aula, pra ajudar a pagar a faculdade dela (Belas Artes)”, escreveu Pedro.

Antonio vende pão de batata com catupiry e calabresa, chocolate quente e potes de biscoitos amanteigados “que derretem na boca” em frente ao prédio da faculdade, à noite. Cada item é vendido por R$ 5. “Comprei um de cada e é tudo realmente gostoso”, garante Pedro.

Tanto é que ele pegou o número do telefone do Antonio para passar a pessoas dispostas a ajudá-lo de alguma forma. “Ele me pediu ajuda pra fazer com que as pessoas saibam que ele tá sempre ali e assim, ajudar nas vendas, que subindo, ajudariam um pouco a pagar a mensalidade da faculdade da irmã.”

Deu certo!

Em conversa com o Pedro, ele nos contou que com toda a mobilização que o post gerou, muita gente comprou os produtos dele. E acabou chegando à reitoria da Belas Artes, que o procurou para dizer que tinha dado uma bolsa para a irmã dele por conta do post que ele fez. O Antonio, personagem principal da história, viu que sua missão foi cumprida, quis voltar para sua cidade natal, e novamente os estudantes se mobilizaram para comprar sua passagem de avião e conseguiram arrecadar valor suficiente para que ele voltasse para casa.

“A maior parte das escolas formam robôs incompetentes”, afirma Shinyashiki

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Com mais de 8 milhões de livros vendidos, Roberto é um dos palestrantes mais requisitados do país

Isabela Borrelli, no Startse

Roberto Shinyashiki é empresário, palestrante, médico psiquiatra e terapeuta, com MBA e doutorado em Administração de Empresas pela FEA/USP. Ele esteve recentemente, junto com a StartSe, nos maiores centros de inovação do mundo atrás de conhecimentos transformadores que podem ser aplicados na Educação.

Com mais de 8 milhões de livros vendidos, Roberto é um dos palestrantes mais requisitados do país. Sua visão sobre a importância das pessoas no processo de transformação de empresas e mercados é única.

Em sua palestra no Edtech Conference, Shinyashiki foi direto ao ponto sobre o que ele acha de educação hoje: “Aquela criança que tem aula [no formato atual] pensa que é um robô e pensa como um robô. Mas ele não tem inteligência artificial no robô! É preciso ler Paulo Freire e Rubens Alves. A maior parte das escolas são formadoras de robôs incompetentes”.

O formato de ensino hoje é muito criticado exatamente por não ter mudado em aproximadamente um ano. E não só por isso, mas também por não respeitar a diversidade, outro ponto levantado pelo palestrante.

“O mundo é diversidade, é alimentar essa diversidade. As pessoas querem determinar o certo, querem criar uma verdade. Parece que não dá para 10, 2, 20 pessoas estarem certas ao mesmo tempo sobre um tema. Não tem uma única forma. Lidamos com grupos de seres humanos”, afirmou o empresário.

Malala Yousafzai anuncia livro sobre refugiados

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Foto: Divulgação

Romance deve ser lançado em setembro nos Estados Unidos

Publicado no Destak Jornal

Depois do sucesso de “Eu sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã”, a paquistanesa anunciou seu segundo livro intitulado “We Are Displaced” (“Estamos deslocados”, em tradução livre). A publicação tem lançamento previsto para o dia 9 de setembro, nos Estados Unidos, pela Little, Brown Books for Young Readers. A informação é da EW.

O livro focará na experiência de pessoas refugiadas e mostrará “como é viver um um mundo completamente diferente do que o único que você já conheceu”. Yousafzai usa sua própria experiência para narrar a história, mas inclui depoimentos de pessoas que conheceu enquanto viajava para campos de refugiados.

Universitário é salvo após bala atingir livro que estava em mochila

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Bala parou em livro acadêmico de aluno que estava em local de chacina em Fortaleza
(foto: Arquivo pessoal)

Tiroteio ocorreu na Praça da Gentilândia, local da cidade cearense que costuma reunir centenas de jovens

Publicado no Correio Braziliense

Um estudante universitário foi salvo por um livro que estava em sua mochila quando foi atingido por uma bala de um revólver calibre 38 durante um tiroteio que aconteceu na última sexta-feira (09/3), na cidade de Fortaleza, no bairro do Benfica, local que costuma reunir centenas de universitários na cidade. Bandidos chegaram armados ao local e saíram atirando, o que ocasionou a morte de três pessoas. Ataques simultâneos no mesmo bairro mataram outras quatro pessoas, totalizando sete vítimas na chacina do Benfica.

O aluno beneficiado pelo ‘milagre’, que não quis se identificar, afirmou que “os caras chegaram atirando na região onde ficam as barracas de carne e depois foram se aproximando mais das pessoas e atirando. Foi onde acertaram um homem e uma mulher. “Depois um cara moreno com um 38 deu um tiro pro lado da esquina, que possivelmente acertou minha mochila”, contou. As informações são do G1.

No momento da confusão, o estudante disse não ter sentido o impacto da bala. Ele completa dizendo que só percebeu que sobreviveu graças ao livro “Introdução à Mecânica dos Fluidos” quando organizava a mochila para ir a aula, já nesta segunda-feira, (12/3).

Musicais de Harry Potter vêm ao Brasil pela primeira vez

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Harry Potter: musical e exposição tem inspiração no bruxinho
Eduardo Garcia/R7

 

Projeto será apresentado em uma arena móvel para 4 mil pessoas no estacionamento do Shopping Eldorado, em São Paulo, de 8 a 11 de março

Helder Maldonado, no R7

Pela primeira vez o Brasil vai receber o Harry Potter In Concert. O projeto, uma série de musicias baseados nos livros de J. K. Rowling será apresentado em uma arena para 4 mil pessoas no estacionamento do Shopping Eldorado, em São Paulo, de 8 a 11 de março.

O espetáculo, uma parceria entre a produtora 4i, Warner e Film Concert Series, está previsto para ser dividido em oito anos, acompanhado assim a sequência das histórias escritas pela britânica.

O capítulo que será apresentado em 2018 é a Pedra Filosofal, história que introduz os fãs às aulas de bruxaria de Hogwarts. Nesse formato, a música de John Williams ganha mais destaque e uma orquestra acompanha o filme sendo projetado em uma tela de cinema.

Segundo Davi Tiozi, que trouxe o projeto para o Brasil, tudo que envolve o musical é grandioso.

O investimento aplicado na apresentação, estrututura e na exposição Casa dos Bruxos, que fica ao lado da arena móvel, chegou à casa dos R$ 3 milhões.

Também foram contratados 80 músicos para o show. A ideia do produtor foi reunir instrumentistas que tivessem conhecimento das histórias. Por isso, ele não optou por uma orquestra formada.

— É um desafio, já que ninguém havia tocado junto antes. Mas eu queria trabalhar com pessoas conhecessem o livro ou o filme. Só trabalharemos com mão de obra estrangeira na parte técnica e com o maestro.


Harry Potter In Concert: primeira vez no Brasil
Divulgação

Inicialmente, apenas São Paulo deve receber o musical. Mas Davi já negocia com outras cidades para que o Harry Potter In Concert passe a ser um show itinerante.

— Estudamos agora a viabilidade econômica e demanda por algo desse estilo em outras praças. Mas não devemos parar por aqui. Os convites já surgiram e propostas de parceria também.

Casa dos Bruxos

Ao lado do show, os fãs podem desde o fim de janeiro visitar a Casa dos Bruxos. O projeto, que não é uma atração licenciada, tem objetos e ambientes que fazem alusão à bruxaria pop de Harry Potter.

Lá dentro, show de magia, vendas de itens relacionados ao universo do personagem, cosplay de Harry e Hermione e até mesmo corujas vivas fazem parte do roteiro.

Aliás, a escolha por trabalhar com animais de verdade pode não parecer, mas tem relação com o sucesso da franquia em nível mundial nas duas últimas décadas.

Segundo o treinador de animais Wagner Ávila, responsável pelo espaço, com a popularização dos livros e filmes, pessoas no mundo todo tiveram interesse em comprar corujas para domesticar.

No entanto, por não ser nada interativo e ter hábitos selvagens, o animal teve rejeição dos donos e passou a ser abandonado. O trabalho de Wagner é conscientizar o público sobre isso, além de mostrar de perto a beleza de espécies brasileiras.

— As pessoas que compraram corujas não tinham ideia de que são pássaros que se alimentam de roedores e começaram a mudar os hábitos deles por nojo ou medo. O resultado foram diversos problemas de saúde nos animais. Além disso, corujas não interagem como os papagaios. Isso frustrou muitas pessoas que adotaram os bichos apenas pela questão estética. Estou aqui para aletar sobre essa realidade também.

Quem for à exposição, pode sair de lá carcterizado como Harry Potter, inclusive adquirindo varinhas exclusivas produzidas com madeiras tipicamente brasileiras na Escola de Magia e Bruxaria, que foi apelidada carinhosamento de “Hogwarts brasileira”.

A dona do espaço, Vanessa Godoy, explica que a loja surgiu da ideia de adaptar para a cultura nacional as histórias que as crianças viam nos filmes de Hollywood e, assim, introduzir nosso folclore aos jovens.

— É uma fusão de Harry Potter com Brasil, o que gerou produtos únicos e exclusivos.

Harry é herói moderno

Poucos personagens se mantém em alta na cultura pop por tantos anos. Harry Potter é uma dessas excessões. Criado em 1997 pela escritora inglesa J.K. Rowling, o bruxinho há 21 anos continua popular entre o público infantil e mantem a fidelidade entre os adultos que cresceram consumindo filmes, livros, desenhos e produtos licenciados.

Traçada sob uma longa tradição na literatura infantil inglesa — o ambiente dos internatos — as histórias são pautadas em mitologia, lendas e mistério. Traduzido em mais de 60 países. Harry Potter é influenciador de uma série de filmes que se tornaram clássicos do cinema infantil, com diversos recordes batidos em bilheteria ao longo da história e ajudaram a lançar as carreiras de Emma Watson e Daniel Radcliffe.

Davi Tiozzi enxerga Harry como o mais bem-sucedido herói da era moderna. Para ele, o bruxinho pode ser comparado com os maiores personagens da DC e da Marvel no que diz respeito à popularidade e perenidade.

— Nada se igualou a ele nas últimas duas décadas. Temos um caso de sucesso inesperado que agradou completamente pais e filhos e gerou diversos frutos na cultura pop, como jogos, audiobooks e adaptações no teatro. Isso não acontece sempre. E nem sempre que acontece dura tanto.

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