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Faltou pouco para passar no vestibular? Planejamento e leitura são fundamentais para sucesso nos estudos

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Publicado no O Diário

Preparar-se com antecedência para os vestibulares é fundamental para obter sucesso e a tão sonhada vaga na universidade. Que tal aproveitar o início do ano para elaborar um cronograma de estudos? Seguir esta primeira dica é um passo importante para conseguir bons resultados. É o que afirma Mariana Bruno Chaves, especialista em literatura infantil e gerente de desenvolvimento de material didático de Língua Pátria do Kumon, maior franquia de educação do país.

Mariana ressalta que estudar um pouco todos os dias, sempre no mesmo horário, e focar na leitura, independentemente do assunto, também são pontos importantes. “Para conseguir se desenvolver e aprimorar sua capacidade linguística, o candidato precisa estudar em um ambiente que estimule a concentração e também criar alguns hábitos e rotinas”, completa a profissional.

“Tanto para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), quanto para os vestibulares das mais conceituadas universidades do país, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre outros, exigem que o candidato saiba administrar o tempo e a ansiedade para realizar uma boa prova”, diz Mariana.

Colocar em prática os ensinamentos da profissional pode ajudar nos enunciados dos exercícios, na narração de feitos históricos, nas descrições dos textos de geografia e química, que deixarão de ser “monstros enigmáticos” e se tornarão textos que poderão ser “decifrados” facilmente. “Os benefícios da leitura não se restringem somente aos estudos de língua portuguesa, pois levam o estudante a um universo de descobertas e aprendizagem por todas as áreas do conhecimento”, completa.

Com o grande número de candidatos, a redação do ENEM acaba sendo uma grande peneira, e somente os mais preparados conseguem a pontuação mínima desejada. Este ano, apenas 53 estudantes tiraram a nota máxima (1.000 pontos), e mais de 300 mil zeraram na redação. O número de participantes que conseguiram nota máxima, comparado com o ano de 2014, teve uma queda de quase 80%.

A estudante Clarissa Gosling Rancura Ribas Chaves, de Vila Velha/ES, ainda está comemorando o sucesso obtido no ENEM. Ela obteve 960 pontos na redação, o que lhe rendeu uma vaga para o curso de enfermagem, na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Estudante do Kumon desde os 6 anos de idade, ela frequenta as disciplinas de português, matemática e inglês. “Todo o aprendizado me ajudou muito na parte objetiva da prova, pois é necessário muita concentração e raciocínio rápido. Como o tempo de prova é o curto, é importante aproveitar cada segundo. Antes de entrar para o Kumon, eu notava que esses eram meus pontos fracos”, diz Clarissa que, mesmo aprovada, optou por estudar mais um ano para conseguir entrar no curso de Medicina.

Confira mais dicas elaboradas pela especialista:

1. Reservar um tempo do dia para ler – Uma das maiores dificuldades de quem precisa ler muito é a falta de concentração. Seguir esta dica fará com que o estudante assimile com mais facilidade o conteúdo.

2. Ler o texto em voz alta sempre que sentir dificuldade – Essa prática auxilia muito na compreensão textual, já que, quando lemos em voz alta, não apenas decodificamos as letras visualmente, mas também escutamos aquilo que está sendo decodificado, podendo, assim, verificar o sentido do que está escrito ao mesmo tempo em que aguçamos nossa percepção. “Não é possível fazer isso nas provas, mas essa prática ajuda na compreensão durante os estudos”.

3. Ler primeiro os enunciados para saber o que está sendo pedido – Parece besteira, mas não saber o que pede a questão é um erro comum. Por isso, é preciso ler os enunciados e as alternativas com atenção, buscando fazer as possíveis conexões.

4. Durante o estudo, fazer anotações, paráfrases e comentários – Para conseguir compreender um texto, é recomendável fazer uma paráfrase, que nada mais é do que uma explicação ou uma nova apresentação do conteúdo, seguindo as ideias do autor. Comece sublinhando as ideias principais, selecione as palavras-chave que identificar no texto e, se precisar, desenhe o esqueleto do texto em tópicos ou em pequenas frases. Você pode usar setinhas, canetas coloridas para diferenciar as palavras do seu esquema. Depois de encontrar as ideias ou palavras básicas, reescreva o texto de acordo com seu entendimento, expressando sua opinião sobre o tema.

5. Procurar informações extras sobre os textos, livros ou matérias estudadas – Complementar com informações adicionais o material de estudo também auxilia na absorção do conteúdo que está sendo visto. Na Internet, grupos de estudos e páginas dedicadas aos vestibulandos, contém dicas de onde buscar esses materiais.

6. Ao ler os textos, ficar atento às ilustrações – Além de ajudar a formar a imagem do que está sendo lido, as ilustrações complementam o entendimento do texto.

7. Leia bastante, procure livros com assuntos preferidos, inclusive revistas e gibis – O estudante que desenvolve sua habilidade de leitura adquire um vocabulário mais amplo, tem mais facilidade em compreender os elementos textuais e, assim, consegue aplicar esse conhecimento em todos os tipos de textos.

8. Treinar fazendo muitas redações durante o ano pode garantir uma boa nota na redação – Quem lê bem escreve bem. Para redigir boas redações, não basta conhecer as técnicas de escrita, é preciso demonstrar que domina o conteúdo acerca do tema proposto. Portanto, é importante atualizar-se durante todo o ano, estar atento aos assuntos, notícias, pesquisas e temáticas da sociedade atual. Para isso, uma boa dica é ler jornais, sites de notícias nacionais e internacionais, ficar de olho nos lançamentos de livros, nos profissionais, cientistas e pesquisadores que estão se destacando, por exemplo. Com isso, ao menos uma vez por semana, é possível escolher um dos temas e escrever sobre ele.

5 dicas para conciliar trabalho e estudos

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Determinação e disciplina são duas qualidades importantes para todos os concurseiros. Para os que além de estudar ainda precisam trabalhar, elas são essenciais.

Marluci Fontana, no Ache Consursos

Não é todo mundo que, ao decidir por concorrer a um cargo público, consegue se dedicar integralmente aos estudos. Muitos não podem se dar ao luxo de ficar em casa estudando e precisam trabalhar, inclusive, para poder pagar inscrições, cursinhos e materiais. Sendo assim, esses concurseiros buscam, com determinação e muita disciplina, encontrar a melhor fórmula possível para não deixar o cansaço da rotina atrapalhar a trajetória pela realização de um sonho ou objetivo. Neste artigo vamos elencar cinco dicas que poderão ser muito úteis se este também é o seu caso.

1. Seja prático com o seu material

Para que você possa aproveitar melhor os seus estudos você precisa ser prático com o material que utiliza. Se você costuma ler em livros ou polígrafos normalmente extensos e pesados, uma boa dica é desmembrá-los. Isso mesmo, sem dó ou piedade. Livro bonito é importante para decoração, para estudante ele só vale se passar o conteúdo. Mas, por que destruí-los? Simples. Se você separar o seu material em capítulos, por exemplo, poderá carregar com você, para onde for, o material e isso não irá ser um peso extra na sua bolsa ou mochila. Além disso, separando os textos em partes você poderá organizar e estipular metas para as leituras diárias. Garanto que será muito mais tranquilo e possível de alcançá-las. Outra coisa que você pode fazer para facilitar os seus estudos é ler em voz alta e gravar os conteúdos explicados ou resumidos. Grave no celular e ouça enquanto vai ao trabalho, se desloca no trânsito ou espera uma consulta. Essas simples atitudes farão a sua rotina de estudo mais produtiva e assim você aproveitará todos os intervalos que tiver.

2. Aproveite todo e qualquer tempo

Com o material organizado é hora de colocar em prática a dica anterior. No carro enquanto espera o trânsito fluir, no ônibus enquanto vai para o trabalho, na fila do banco, na sala de espera do médico, na caminhada ou durante o treino da academia, em todo e qualquer tempo livre aproveite para ler ou ouvir os seus resumos gravados. Não tem problema se a sua leitura não terá a companhia do marca texto porque você está se exercitando e não poderá grafar o que achar relevante. Leia mesmo assim. Mesmo que você não faça, neste primeiro momento, anotações ou destaque uma parte importante do texto, o assunto estará na sua cabeça e isso já é um grande passo para quem não tem muita disponibilidade para se dedicar 100% aos estudos. O intervalo do almoço é outro momento oportuno para você atualizar os seus conhecimentos. Normalmente, as empresas liberam uma ou duas horas para o funcionário almoçar e sempre sobram uns minutinhos de folga nesse período. Não desperdice-os! Eles são preciosos e, neste caso, vale o ditado, tempo é dinheiro. Depois do almoço, faça exercícios, leia e faça anotações.

3. Faça um planejamento e siga-o com rigor

Focar nos estudos não é uma coisa muito fácil, para quem trabalha e ainda precisa estudar o esforço para se manter focado é ainda maior. Por isso, por menos tempo livre que você tenha, não deixe de planejar os seus dias. Organize em uma folha de papel mesmo a sua rotina. Anote os dias da semana, os horários e as atividades que você precisa cumprir durante o dia. Aponte tudo, desde o horário que você acorda, calcule o tempo que leva para estar pronto, o quanto demora para chegar ao trabalho, enfim, descreva a sua programação diária. Vendo no papel, você perceberá quais as lacunas que poderão ser preenchidas com estudo. Agende esses momentos e siga-os à risca. Programe-se, por exemplo, para antes de dormir resolver exercícios e provas antigas. A essa altura da noite, você já está mais cansado e, naturalmente, o sono começa a chegar, então imagine se for ler? Vai dormir em cima do material. Os exercícios ajudam a despertar o sono e ainda a praticar todo o conteúdo que você leu e ouviu durante o dia.

4. Acordar mais cedo

Sim, imagino que você se canse no trabalho e, por isso, todo minutinho extra na cama é mais do que valioso. No entanto, se acordar uma hora mais cedo do que é habitual para você, poderá dar uma lida nos seus resumos e já sair de casa com a sensação de fazer o certo. Além disso, especialistas apontam que, estudar no período da manhã é melhor para absorver as informações, já que a mente está descansada. Por isso, aproveite para ler o que for mais teórico, aprender algo novo, esse é o momento mais indicado para as atividades que exigem um esforço maior para a aprendizagem. E, no fim, você contabiliza mais uma hora de estudos bem aproveitada.

5. Qualidade é melhor que quantidade

Não culpe-se por não ter disponibilidade de estudar 10 horas por dia. Tem gente que tem esse tempo livre e não consegue se dedicar. Tudo tem o seu lado bom e o ruim. O bônus de estar em casa 24 horas por dia é ter tempo para estudar, porém nem todos que possuem essa condição conseguem aproveitá-la. Os motivos são muitos. A pressão por estar ?apenas? estudando e a falta de dinheiro geram ainda mais ansiedade, fator que boicota muitos concurseiros e aí está o ponto negativo. Por outro lado, quem trabalha e ainda estuda, cria oportunidades para estar em contato com o conteúdo, se atualizando. Os sábios dizem, e isso dá pra associar em tudo na vida, que não importa a quantidade de tempo e sim a qualidade dele. De nada adianta dez horas lendo um livro se aquelas informações não forem assimiladas. Faça dos 20 minutos que lhe sobram no intervalo do almoço o melhor tempo de estudo que poderia ter. No final, somando tudo, você poderá se surpreender com a qualidade do seu aprendizado.

Mais do que simplesmente estudar: planeje seus objetivos nos estudos e aumente suas notas

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Nota A

Publicado no Amo Direito

Mais do que simplesmente estudar, é necessário planejar os objetivos e como seus estudos devem ser feitos para aumentar suas notas. Veja algumas dicas para ajudar você.

Estudar é um dos grandes desafios enfrentados pelos jovens em suas vidas. Para ser bem sucedido, é necessário manter a motivação e perseverança pelas boas notas e rendimento. Um dos maiores erros cometidos pelos estudantes e que mais prejudicam sua trajetória acadêmica é a falta de planejamento de seus estudos. Deixar tudo para a última hora ou não organizar corretamente como cada conteúdo será estudado traz consequências extremamente negativas tanto para os estudos quanto para a motivação dos alunos, pois as frustrações enfrentadas são cada vez maiores.

Planejar é pensar com antecedência como as coisas serão feitas. Para isso, você pode manter um calendário com as datas de prazos finais de trabalhos, dias de provas e atividades avaliativas e outras tarefas. Atualmente, há diversos aplicativos para celulares e tablets que podem ajudar você a se manter organizado e a não perder datas importantes.

Planejar seus estudos permite que você coloque um tempo entre cada sessão para que possa absorver e relacionar melhor cada matéria estudada. Fazer tudo de última hora prejudica seu rendimento, pois você não consegue absorver todas as matérias e relacioná-las de maneira adequada, além de afetar seu sono e atenção no dia seguinte.

Quando suas atividades estiverem em dia, você terá tempo para se concentrar de forma equilibrada em uma única tarefa sem se preocupar com o tempo ou com outras coisas que poderiam ser negligenciadas. Além disso, você terá mais tempo livre para aproveitar sem ter que se preocupar com trabalhos atrasados.

Fonte: noticias universia

Professor: saiba como estimular a leitura nos seus alunos em 2015

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Descubra 3 métodos para incluir no seu planejamento de aulas que mudarão a percepção dos estudantes quanto à leitura

Fonte: Shutterstock Justificar a leitura falando sobre o amanhã apenas os desmotiva, aumentando as chances de eles preferirem procrastinar a abrir um livro

Fonte: Shutterstock

Publicado por Universia

Justificar a leitura falando sobre o amanhã apenas os desmotiva, aumentando as chances de eles preferirem procrastinar a abrir um livro

Segundo a última edição do estudo “Retratos da Leitura no Brasil”, o brasileiro lê, em média, 4 livros por ano, dos quais conclui apenas 2. Esta pesquisa, que analisou o período contido entre os meses de junho e julho de 2011, embora não tenha sido atualizada ainda, demonstra uma realidade perceptível atualmente nas escolas: são poucos os alunos que lêem porque gostam.

Diante deste cenário, como um professor poderia incentivar a leitura nos seus estudantes? Para responder esta pergunta, a Universia Brasil reuniu alguns conselhos que podem te ajudar a solucionar esta questão na sala de aula. Confira a seguir:

1 – Benefícios da leitura hoje
Uma maneira de mostrar como a leitura é benéfica e divertida é apresentando como o livro que vocês estão lendo pode ser relacionado com o momento que eles estão vivendo hoje. Esse método é eficaz porque crianças e adolescentes gostam de compreender os impactos que as atividades feitas em sala podem ter em suas vidas no presente e não em um futuro distante e incerto, como na universidade ou no trabalho. Deste modo, justificar a leitura falando sobre o amanhã apenas os desmotiva, aumentando as chances de eles preferirem procrastinar a abrir um livro.

Então, para que você possa criar um vínculo entre o presente e o livro, por que não perguntar sobre o que eles querem aprender ou discutir? A partir dessa conversa, você pode escolher o livro mais adequado a este tópico e propor atividades relacionadas com ele, como escrever um diário de leitura, montar uma apresentação de teatro ou até promover debates sobre questões que os preocupam e que são retratadas na obra.

2 – Não foque apenas nos livros
Embora as pessoas relacionem mais a leitura aos livros, é importante que sua aula não se limite a eles. Ou seja, utilize outros textos, ainda que sejam mais informais do que os clássicos da literatura, para mostrar que toda leitura é válida e deve ser valorizada. Você pode recorrer a uma variedade grande de veículos, como jornais, revistas, blogs e até mesmo músicas. O importante é que exista uma relação entre o conteúdo e o texto, de modo que a aplicação deste material leve os alunos a uma reflexão.

3 – Apresente leitores como exemplos a serem seguidos
Tendo em vista a média de leitura nacional, é comum que muitos pais não tenham também o hábito de ler, fato que pode influenciar a maneira como alguns estudantes lidam com os textos. Para reverter essa situação, mostre quais pessoas que eles admiram tem na leitura uma forma de entretenimento e conhecimento. Apresentando outros exemplos relevantes além dos pais, aumentam as chances de eles darem uma oportunidade para os livros que você levar para a sala de aula.

Gabriel Chalita planeja criar evento literário em São Paulo

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Publicado por Folha de S.Paulo

Gabriel Chalita, 45, deputado federal de São Paulo pelo PMDB até janeiro de 2015, não concorreu a nenhum cargo público neste ano, mas está cheio de projetos literários.

Autor de mais de 70 livros, que segundo ele já venderam 10 milhões de cópias, pretende presidir a APL (Academia Paulista de Letras), criar um evento literário em São Paulo e concluir um livro de ficção iniciado há sete anos.

Retrato do escritor e político Gabriel Chalita, em São Paulo, em setembro passado / Bruno Poletti - 10.set.2014/Folhapress

Retrato do escritor e político Gabriel Chalita, em São Paulo, em setembro passado / Bruno Poletti – 10.set.2014/Folhapress

Na sexta (10), ele deu a palestra “Semiótica na Educação e o Desafio de Formar Novos Leitores” na Feira do Livro de Frankfurt, maior evento editorial do mundo, na Alemanha. Antes, concedeu a seguinte entrevista à Folha.

***

Folha – Por que o sr. não se candidatou a nenhum cargo público nestas eleições?

Gabriel Chalita – Decidi focar na vida de escritor, que é algo caro e prazeroso para mim. Cumpri minha missão como deputado ao presidir a Comissão de Educação da Câmara [em 2013] no momento em que o Plano Nacional de Educação foi discutido. É um excelente plano, que foca na melhoria da carreira do professor, no currículo e na ligação da família com a escola, pontos centrais para melhorar a educação brasileira.

E o que está escrevendo?

Dois livros. No “Inteligência Alpha” resgato ideias de Aristóteles para mostrar como desenvolver a inteligência emocional dos alunos. O outro é uma ficção, “O Julgamento de Maria Aurora”. Tem livro que escrevo em duas semanas, mas este estou escrevendo há sete anos, sempre acho que falta algo.

Além disso, escrevo muito por encomenda de editoras. Como escritor não posso reclamar, meus livros saem com tiragem de 50 mil cópias. Vendi ao todo 10 milhões, mesmo sem ter livros comprados pelo governo federal.

O sr. tem algum outro projeto além de escrever livros?

Devo presidir a Academia Paulista de Letras a partir do fim do ano. Tenho ainda de ser eleito, mas a princípio sou candidato único.

Quero criar em São Paulo um grande evento literário, algo que misture a Feira de Frankfurt com a Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo, mas espalhado pelas livrarias de São Paulo.

Além disso, três peças minhas devem ser encenadas em 2015. Uma delas, “Muito Louca”, será dirigida por José Possi Neto. Meu livro “Mulheres de Água” está sendo adaptado para TV. E continuo dando aula [de direito] na universidade, porque amo. Nasci para ser professor.

O sr. veio a Frankfurt exclusivamente para palestrar?

Não. Também me encontrei com agentes literários para falar da venda de meus livros para o exterior. “Sócrates e Thomas Moore” já foi vendido para o Líbano, e “Os Dez Mandamentos da Ética”, para a Espanha. Agora há interesse de outros países.

Não sente falta da política?

A política tem coisas boas e ruins. Não gosto de falar para não desanimar as pessoas, mas o Brasil não pode ter a quantidade de partidos que tem. Perde-se muito tempo na Câmara, por exemplo, cada vez que um partido orienta sua bancada a votar. Gosto de fazer muitas coisas. Mas estarei à disposição para ajudar.

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