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Prêmio Oceanos 2017 divulga lista de 51 obras semifinalistas

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Vencedores do prêmio Oceanos 2016: 1. José Luís Peixoto, com “Galveias”.(Companhia das Letras). 2. Juliàn Fuks, com “A Resistência” (Companhia das Letras). 3. Ana Martins Marques, com “O livro das semelhanças” (Companhia das Letras). 4. Arthur Dapieve, com “Maracanazo e outras histórias’ (Alfaguara).

Vencedores do prêmio Oceanos 2016: 1. José Luís Peixoto, com “Galveias”.(Companhia das Letras). 2. Juliàn Fuks, com “A Resistência” (Companhia das Letras). 3. Ana Martins Marques, com “O livro das semelhanças” (Companhia das Letras). 4. Arthur Dapieve, com “Maracanazo e outras histórias’ (Alfaguara).

 

Entre autores classificados, 31 são brasileiros, 19 são portugueses e um é angolano

Publicado em O Globo

SÃO PAULO – O Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa divulgou nesta terça-feira os 51 semifinalistas do concurso deste ano, que passou a contemplar obras escritas e editadas em português com primeira edição em 2016, publicadas em todos os países lusófonos e não lusófonos. O limite de 50 selecionados previsto no regulamento foi extrapolado em razão de empates nas últimas colocações. A lista completa está disponível no site do Itaú Cultural, no link dedicado à premiação literária.

Dos autores que tiveram obras classificadas, 31 são brasileiros (nove deles estreantes), 19 são portugueses (11 deles inéditos no Brasil) e um é angolano. Foram recebidas 1.215 inscrições, entre livros publicados no Brasil (1031), em Portugal (176), Angola (1), Moçambique (2) Cabo Verde (2), Espanha (2), Quênia (1).

Os estreantes brasileiros são os poetas Dimitri BR (“Ocupa”), Eliza Caetano (“O caderno das inviabilidades”), Franklin Alves Dassie (“Grandes mamíferos”) e Izabela Leal (“A intrusa”); os romancistas Martha Batalha (“A vida invisível de Eurídice Gusmão”), Paulliny Gualberto Tor (“Allegro ma non tropo”) e Pedro Cesarino (“Rio acima”), e as contistas Rejane Gonçalves (“Escrevo para dinossauros”) e Marcela Dantés (“Sobre pessoas normais”).

Apenas dois livros classificados foram publicados no Brasil e em Portugal: “Se o passado não tivesse asas”, do angolano Pepetela (editoras Dom Quixote e Leya Brasil) e “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, da brasileira Martha Batalha (Companhia das Letras e Porto Editora).

O júri inicial do Oceanos foi composto por 50 brasileiros e 15 portugueses. Este mesmo corpo de jurados escolheu os integrantes dos júris intermediário, que escolherá as 10 obras finalistas, e final, que vai determinar os quatro vencedores: Ana Mafalda Leite e António Guerreiro, de Lisboa; Beatriz Resende e Eucanaã Ferraz, do Rio de Janeiro; Eliane Robert Moraes, Heloisa Jahn e Mirna Queiroz, de São Paulo; e Maria Esther Maciel, Ricardo Aleixo e Sérgio Alcides, de Belo Horizonte.

A lista com os dez finalistas sairá na segunda quinzena de outubro, em data a ser definida, e os vencedores serão revelados em dezembro. O valor total dos prêmios em dinheiro é de R$ 230 mil, sendo R$ 100 mil para o primeiro lugar, R$ 60 mil para o segundo, R$ 40 mil para o terceiro e R$ 30 mil para o quarto.

Prêmio Oceanos aceitará livros em português de qualquer país

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Eduardo Saron, Ana Sousa Dias, Manuel da Costa Pinto e Selma Caetano durante coletiva de imprensa para anúncio das mudanças no Oceanos - Alessandro Giannini

Eduardo Saron, Ana Sousa Dias, Manuel da Costa Pinto e Selma Caetano durante coletiva de imprensa para anúncio das mudanças no Oceanos – Alessandro Giannini

 

Inscrições para concurso literário começa nesta sexta-feira

Alessandro Giannini, em O Globo

SÃO PAULO — O Itaú Cultural anunciou na manhã desta quinta-feira a internacionalização do Oceanos — Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa. A partir deste ano, serão aceitos livros publicados em quaisquer países, contanto que escritos em língua portuguesa. Até o ano passado, eram aceitos apenas títulos de autores brasileiros e portugueses publicados no Brasil. As inscrições começam nesta sexta-feira e podem ser feitas por meio do site do instituto (www.itaucultural.org.br).

— Chegamos ao momento que eu tanto acalentava há muito tempo. Estamos eliminando três palavras do regulamento: “publicados no Brasil”. A partir deste ano, qualquer livro em língua portuguesa publicado em qualquer lugar do mundo no ano anterior ao prêmio poderá concorrer. Ficou muito mais fácil — disse Selma Caetano, durante coletiva de imprensa para anúncio das mudanças no Oceanos.

Como parte da ampliação do concurso literário, o Itaú Cultural apresentou também a crítica literária portuguesa Ana Sousa Dias, que passa a integrar o corpo de curadores com os brasileiros Selma Caetano, que coordena o grupo, e Manuel da Costa Pinto. A ideia, segundo o triunvirato de curadores, é possibilitar que obras brasileiras, portuguesas e africanas sejam representadas de forma mais ampla e concorram em igualdade de condições.

— Creio que as pessoas vao se surpreender com a quantidade e a qualidade dos livros portugueses que surgirão. Vai ficar mais complicado, mas vai ficar mais completo. Com a vantagem de termos esse mapeamento da cena literária em língua portuguesa — disse Ana Sousa Dias.

Ainda segundo os participantes da coletiva, livros editados em Brasil e Portugal que sejam inscritos pelas duas editoras serão considerados. Mas, segundo os curadores, para avaliação será considerada a primeira edição. No caso das edições simultâneas, o autor terá a prerrogativa de escolher qual será avaliada.

O processo de avaliação, em si, permanece inalterado, assim como o valor total dos prêmios em dinheiro (R$ 230 mil) e a distribuição entre os quatro vencedores (R$ 100 mil para o primeiro lugar, R$ 60 mil para o segundo, R$ 40 mil para o terceiro e R$ 30 mil para o quarto).

Os inscritos passam por três peneiras, sendo que todos os livros serão lidos. Na primeira etapa, os curadores indicam um júri de avaliação formado por 40 especialistas que, entre julho e setembro, leem todos as obras e indicam por meio de votação os 50 melhores. Na segunda, entre setembro e novembro, um júri intermediário, formado por seis integrantes eleitos pelo corpo de jurados da fase anterior, avalia os semifinalistas e elege os dez melhores entre eles. Na última etapa, os mesmos seis jurados escolhem os quatro vencedores.

O prêmio tem um custo total de cerca de R$ 1,4 milhão, dos quais R$ 800 mil são incentivados por Lei Rouanet e R$ 600 mil de modo direto pela instituição. Os valores incluem a premiação de R$ 230 mil.

Em dez edições, o Oceanos premiou cinco autores não-brasileiros. No ano passado, foram recebidas 740 inscrições, entre as quais estavam 14 livros de autores portugueses, dois de angolanos e um de um autor moçambicano. Os quatro vencedores foram, pela ordem do primeiro ao quarto: “Galveias”, do português José Luís Peixoto; “A resistência”, de Julián Fuks; “O livro das semelhanças”, da poeta mineira Ana Martins Marques, e o livro de contos “Maracanazo e outras histórias”, do jornalista carioca Arthur Dapieve.

Recentemente, Selma e Costa Pinto passaram 20 dias em Portugal conversando com editores locais sobre a premiação e foram recebidos pelo ministro português da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes. Com isso, a expectativa é de que o aumento no número de inscritos seja da ordem de 50%.

– Nessas conversas, os editores portugueses estimaram entre 200 e 300 inscrições de livros lusos a mais – disse Selma Caetano.

Costa Pinto acrescentou que a produção de poesia portuguesa também pode ganhar destaque.

– Portugal é o país da poesia. E há uma produção muito grande, inclusive de pequenas editoras – disse o crítico literário e curador do prêmio.

Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, disse que para este ano não haverá ampliação do prêmio em dinheiro, mas nãos descartou a possibilidade para o próximo ano.

– Estamos estudando isso para a edição de 2018 – disse ele.

José Luís Peixoto, escritor português, ganha o Prêmio Oceanos 2016

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O escritor potuguês José Luís Peixoto ganha o Prêmio Oceanos 2016 (Foto: Reprodução/Facebook/José Luís Peixoto)

O escritor potuguês José Luís Peixoto ganha o Prêmio Oceanos 2016 (Foto: Reprodução/Facebook/José Luís Peixoto)

 

Autor leva R$ 100 mil pela conquista do antigo Portugal Telecom. Julián Fuks (2º), Ana Martins Marques (3º), Arthur Dapieve (4º) também levaram; entrega foi nesta terça-feira (6) em SP.

Cauê Muraro, no G1

O escritor português José Luís Peixoto foi anunciado, nesta terça-feira (6), ganhador do Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa, antigo Prêmio Portugal Telecom. Pelo romance “Galveias” (Companhia das Letras), o autor levou R$100 mil. A cerimônia de entrega aconteceu no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo.

O título da obra vencedora é extraído do nome da aldeia natal de Peixoto, na região do Alentejo, em Portugal. Em nota, a organização descreve o texto como “um mergulho no Portugal profundo, rural, com uma narrativa que alinha personagens emblemáticos desse universo arcaico a partir de um evento (a queda de um meteorito em Galveias) que deflagra a narrativa e, simbolicamente, confere um sentido cósmico a essa comunidade que se extingue entre rústica violência, desolação, melancolia e choque com a modernidade”.

Em segundo lugar no Oceanos 2016, ficou Julián Fuks, com o romance “A resistência” (Companhia das Letras), que rendeu R$ 60 mil ao autor. Depois, vieram Ana Martins Marques, com o volume de poesias “O livro das semelhanças” (Companhia das Letras), que ganhou R$ 40 mil, e Arthur Dapieve, com a coletânea de contos “Maracanazo e outras histórias” (Alfaguara), que ganhou R$ 30 mil.

Os vencedores passaram por três etapas desde as inscrições, incluindo fase semifinal com 50 obras selecionadas e fase final, com dez. Além dos quatro ganhadores, os finalistas foram os brasileiros Marcelo Rubens Paiva, Eucanaã Ferraz, Antonio Carlos Viana, Marcos Siscar, Nuno Ramos e o português Gonçalo M. Tavares.

O júri da fase final foi formado pela professora e ensaísta Beatriz Resende, pelos escritores Cristovão Tezza, José Castello e Rodrigo Lacerda e pelos poetas Heitor Ferraz Mello e Sérgio Alcides.

740 livros avaliados
Pelo regulamento, podiam concorrer ao Oceanos 2016 livros em língua portuguesa (nos gêneros Poesia, Romance, Conto, Crônica e Dramaturgia) publicados em primeira edição no Brasil em 2015.

Nos demais países lusófonos, podiam concorrer livros lançados originalmente entre 2012 e 2015 e publicados no ano passado por editora brasileira ou sediada no Brasil.

Antigo Portugal Telecom
Até 2014, o Oceanos se chamava Portugal Telecom. Mas, depois que a empresa foi vendida para uma operadora francesa, o Itaú Cultural assumiu a organização e mudou o nome para Oceanos, que teve sua primeira edição no ano passado.

Além disso, a partir de 2015 não houve mais divisão em categorias. Criado em 2003, o Portugal Telecom se dividia nas categorias Romance, Poesia e Conto/Crônica.

No ano passado, o Oceanos foi vencido por Silviano Santiago, com o romance “Mil rosas roubadas” (Companhia das Letras). O segundo lugar ficou com Elvira Vigna, pelo livro “Por escrito” (Companhia das Letras). Depois, vieram Alberto Mussa, com “A primeira história do mundo” (Record), e Glauco Mattoso, com “Saccola de feira” (NVersos).

Veja, abaixo, os ganhadores do prêmio Oceanos 2016:
1º lugar: “Galveias” (Companhia das Letras), de José Luís Peixoto
2º lugar: “A resistência” (Companhia das Letras), de Julián Fuks
3º lugar: “O livro das semelhanças” (Companhia das Letras), de Ana Martins Marques
4º lugar: “Maracanazo e outras histórias” (Alfaguara), de Arthur Dapieve

Veja, abaixo, os demais finalistas do prêmio Oceanos 2016:
“Ainda estou aqui” (Alfaguara), de Marcelo Rubens Paiva
“Escuta” (Companhia das Letras), de Eucanaã Ferraz
“Jeito de matar lagartas” (Companhia das Letras), de Antonio Carlos Viana
“Manual de flutuação para amadores” (7Letras), de Marcos Siscar
“Sermões” (Iluminuras), de Nuno Ramos
“Uma menina está perdida no seu século à procura do pai” (Companhia das Letras), de Gonçalo M. Tavares

Prêmio Oceanos divulga 50 obras semifinalistas em primeira etapa

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Matilde Campilho, José Eduardo Agualusa e Mia Couto: finalistas do prêmio Oceanos 2016 - Divulgação

Matilde Campilho, José Eduardo Agualusa e Mia Couto: finalistas do prêmio Oceanos 2016 – Divulgação

 

Concurso literário distribui R$ 230 mil e anuncia finalistas em 18 de novembro

Alessandro Giannini, O Globo

SÃO PAULO – Com um número recorde de 740 livros inscritos, o Oceanos — Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa divulgou, nesta quarta, o resultado de sua primeira etapa, com a seleção dos 50 semifinalistas, escolhidos por um júri de 42 especialistas. Foram classificados para a próxima fase 18 livros de poesia, 25 romances, seis antologias de contos e uma de crônicas. Os autores concorrem a um total de R$ 230 mil em prêmios.

Segundo os organizadores, nesta edição houve um crescimento do número de concorrentes de outros países de língua portuguesa editados no Brasil, entre os quais os portugueses António Lobo Antunes, Gonçalo M. Tavares e Matilde Campilho; os moçambicanos Mia Couto e Lica Sebastião; e o angolano José Eduardo Agualusa, colunista do Segundo Caderno. Houve também um aumento no espectro de editoras, resultado da aceitação do envio de cópias digitais:

— Participam 24 editoras, da artesanal à digital, passando pelas grandes casas, como Companhia das Letras, Record, Alfaguara e outras. Há, por exemplo, uma de Recife, a Mariposa Cartonera, que trabalha com edições artesanais — explica Selma Caetano, idealizadora e uma das curadoras do prêmio.

O júri da próxima etapa terá a crítica literária Flora Süssekind, os escritores Cristovão Tezza, José Castello e Rodrigo Lacerda e os poetas Heitor Ferraz e Sérgio Alcides. Entre este mês e novembro, eles vão avaliar as obras semifinalistas e, em 18 de novembro, indicam os dez finalistas. No dia 6 de dezembro, serão anunciados os quatro vencedores. A lista completa de concorrentes está no site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br.)

Chico Buarque e Cristovão Tezza estão entre os semifinalistas do prêmio Oceanos

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Publicado na Veja

Substituto do Prêmio Portugal Telecom de Literatura, o Oceanos anunciou nesta quinta-feira os 63 semifinalistas de sua primeira edição. Pelo regulamento, os inscritos concorrem entre si independentemente do gênero. Entre os selecionados, O Irmão Alemão, livro de Chico Buarque já vencedor do Prêmio APCA; Minha Vida Sem Banho, que rendeu a Bernardo Ajzenberg o Casa de Las Américas, e Fio, coletânea de poemas de Sonia Barros ganhadora do Prêmio Paraná de Literatura. Também disputam o prêmio Cristovão Tezza com O Professor, Luiz Ruffato com Flores Artificiais e o historiador Boris Fausto com O Brilho do Bronze: Um Diário.

Concorrem ainda o português de origem angolana Valter Hugo Mãe, o português José Luis Peixoto e os angolanos Pepetela e Ondjaki. Os doze finalistas serão anunciados em novembro e os quatro vencedores serão conhecidos em dezembro. O primeiro colocado ganha 100.000 reais. O segundo, 60.000, o terceiro, 40.000 e o quarto, 30.000 reais.

O Oceanos 2015 recebeu a inscrição de 664 obras, mas apenas 592 foram validadas. Elas foram avaliadas por um júri inicial composto por 100 especialistas em literatura, entre escritores, críticos, tradutores, ensaístas e professores de literatura – que escolheram, ainda os oito jurados que estarão nas próximas etapas do prêmio. São eles: Luiz Costa Lima, Eduardo Sterzi, Italo Moriconi, Sérgio Alcidez, Eliane Robert de Moraes, Eneida Maria de Souza, Regina Zilberman e Josélia Aguiar. Os curadores Noemi Jaffe, Rodrigo Lacerda e Selma Caetano também votam.

(Com Estadão Conteúdo)

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