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TNT encomenda The Angel of Darkness, sequência de The Alienist

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Bruno Tomé, no Observatório do Cinema

A TNT está expandindo o universo baseado nos livros de Caleb Carr. Após estrear a série The Alienist, baseada em livro do autor, a emissora encomendou uma produção que segue a continuação da história, The Angel of Darkness (O Anjo das Trevas).

Os livros, que se passam na Nova York do século 19, acompanham misteriosos assassinatos, enquanto o protagonista, um alienista, ajuda a formular o perfil do assassino. Após o desfecho de The Alienist, The Angel of Darkness bota novamente o Doutor Laszlo Kreizler em busca de um novo criminoso.

Dessa vez, Laszlo e seus companheiros precisam descobrir o paradeiro da filha de um diplomata espanhol. Para melhorar (ou piorar) a situação, a época é de clima tenso entre Estados Unidos e Espanha.

Detalhes da nova série não foram divulgados, mas espera-se que seja uma continuação direta da série baseada no primeiro livro. Em The Alienist, o elenco foi formado por Daniel Brühl, Luke Evans, Brian Geraghty e Dakota Fanning.

Enquanto isso, a direção ficou por conta de Jakob Verburggen. Curiosamente, o diretor havia comentado recentemente a possibilidade de continuar com a história através de The Angel of Darkness. A fala foi concedida ao The Hollywood Reporter.

“Partimos para fazer uma série baseada no primeiro livro de Caleb Carr, então nós fechamos a história e o arco dos personagens. Mas nós também nos apaixonamos por eles. Há um segundo livro, com mais aventuras para esses personagens viverem. Mas eu não sei de nada por nossa parte. Acho que isso é mais com a Paramount e a TNT”, finaliza.

The Alienist foi exibida no início do ano pela TNT.

Compra livros e não os lê? Os japoneses criaram palavra específica para isso

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Vitor Paiva, no Hypeness

Se você não pode ver uma livraria que já sente subir pelo corpo o impulso de comprar uma porção de livros, independentemente de se conseguirá de fato lê-los, saiba que existe uma palavra específica para tal hábito, diretamente do Japão: tsundoku. Juntando os termos tsumu (“empilhar”) e doku (“ler”) em tradução livre, o tsundoku nada mais é do que a tão comum prática de comprar livros e empilha-los sem chegar a ler – quem nunca o fez, que atire o primeiro livro.

E não se trata de um hábito moderno, ao qual podemos justificar com a velocidade ou a falta de tempo da atualidade: segundo reportagem da BBC, a palavra já é encontrada em textos e publicações japonesas há mais de um século. Tsundoku não se trata, no entanto, de termo ofensivo, e nem mesmo carrega um sentido crítico em sua aplicação: quem compra os livros, segundo a etmologia do termo, tem ao menos a intenção de lê-los – diferentemente da bibliomania, na qual a pessoa simplesmente tem o desejo de possuir os livros.

Em tempos de e-book, o tsundoku pode parecer ameaçado de extinção, mas se nem o vinil chegou a desaparecer (e suas vendas seguem crescendo em perfeita comunhão com o domínio dos serviços de streaming de música), o livro físico também seguirá seduzindo o público por muito tempo. Além de oferecer uma leitura mais tranquila, concentrada e menos sujeita a distrações que o livro eletrônico, o livro físico é ainda um belo objeto, que posto em uma estante parece oferecer mais vida a uma casa.

Claro que para que ele não se torne somente um pomposo objeto de decoração, é preciso superar o tsundoku e realmente coloca-lo em sua verdadeira função: de ser lido.

Conheça o menino de oito anos que é escritor premiado pela NASA

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João Paulo com Jayathma Wickramanayake ONU (Créditos: Fernanda Calfat)

Samuel Strazzer, no Meom

Bilíngue, palestrante internacional e escritor premiado pela NASA. Esse é o caso de sucesso de João Paulo Guerra Barrera de oito anos de idade… isso mesmo, apenas oito anos. Com esta idade ele é o escritor bilíngue mais novo do mundo.

O menino prodígio mora na cidade de São Paulo e já tem dois livros publicados. Quando tinha seis anos de idade ele disse aos pais que queria gravar um filme. Eles responderam que antes de fazer um filme deveria escrever uma história. Foi aí que o garoto começou a escrever. Seu primeiro livro levou o menino a vencer o concurso NASA AMES Space Settllement Contest, na categoria mérito literário. O garoto é o mais jovem vencedor da história do concurso.

João Paulo terá um estande na 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 03 a 12 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Durante a Bienal, o menino será embaixador da visitação escolar no evento. Ele também fará uma palestra na arena cultural as 11h do dia 9 de agosto com o tema “Sonhando Alto”.

Obras e viagens

O primeiro livro de João se chama “No mundo da Lua e dos planetas – In the world of the Moon and the planets”. A obra conta a história de três amigos que constroem um foguete com materiais recicláveis e saem pelo espaço para aprender ciência. Com esse livro João venceu o NASA AMES Space Settllement Contest, na categoria mérito literário. Este é um concurso mundial promovido pela NASA para jovens com até 18 anos. João Paulo se tornou o mais jovem vencedor da história quando recebeu o prêmio em 2016.

Livro “Morando no Espaço – Living in Space”

Com oito anos de idade, João publicou seu segundo livro “Morando no espaço – Living in Space” em que o trio de amigos volta ao espaço para construir uma estação espacial. A obra tem como um dos temas a sustentabilidade. Por conta disso, João foi convidado para um encontro com a Secretária Geral da ONU para a Juventude, Jayathma Wickramanayake, na sede da ONU em Nova Iorque. No encontro eles discutiram pontos da agenda da ONU 2030 que tem como tema o desenvolvimento sustentável.

Em sua viagem pelos Estados Unidos, João teve encontros com o Embaixador e Cônsul-geral Enio Cordeiro no consulado Geral do Brasil em Nova Iorque, fez uma doação de seus livros bilíngues para a BEA – Brazilian Endowment for the Arts (Biblioteca Brasileira de Nova Iorque) e visitou a Mantena Global Care (organização de ajuda a imigrantes latinos em comunidades de baixa renda na cidade de Newark-NJ).

Em junho deste ano João Paulo foi convidado para dar uma palestra no Massachusetts Institute of Technology (MIT). O menino foi palestrante do encerramento da 5ª Conferência Mundial do ensino promoção e manutenção do Português como língua de herança.

Conheça destinos turísticos famosos da literatura

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Publicado no Massa News

Ler é viajar. Mas que tal viajar de fato para lugares que servem de cenário para importantes obras da literatura mundial? Amantes dos livros e de turismo podem ficar bastante motivados a conhecer os locais que inspiraram seus autores favoritos quando a leitura termina. Por isso, selecionamos alguns destinos imperdíveis para amantes de literatura que não só querem conhecer mais sobre suas histórias preferidas, mas também aproveitar cidades turísticas e tudo o que elas têm para oferecer.

Como alguns destinos são internacionais, é preciso planejar a viagem com antecedência, principalmente na hora de procurar por passagens aéreas. Uma forma de conseguir bons preços é emitir passagens por meio de programa de fidelidade, o que gera boa economia.

La Mancha, Espanha (“Dom Quixote”, Miguel de Cervantes)

“Dom Quixote” é um clássico de Miguel de Cervantes, escrito no início do século XVII, que conta a história de um anti-herói: um pequeno fidalgo castelhano que enlouquece após ler muitos romances de cavalaria. O livro se passa na região de La Mancha, um semi-árido na Espanha central, caracterizado por sua vegetação ressequida e inúmeras colinas. A icônica cena de Dom Quixote lutando contra moinhos de ventos, em delírio, torna-se real numa visita à região, especialmente aos locais que mantêm moinhos medievais, como a “Ruta de Don Quijote” – percurso feito pelo personagem -, o Campo de Criptana e Consuegra.

Kyoto, Japão (“Memórias de uma gueixa”, Arthur Golden)

A obra de Arthur Golden “Memórias de uma gueixa”, publicada em 1997, inspirou o filme homônimo de grande sucesso, mas sua história também tem inspirado uma série de turistas curiosos pela cidade de Kyoto, onde se passa o enredo. Kyoto é sinônimo do passado e da cultura japonesa e nos remete diretamente ao livro. São milhares de templos budistas, 400 santuários e diversos monumentos tombados como Patrimônio da Humanidade. No distrito de Gion, é possível visitar as casas de chá na rua Hanamikoji, onde se desenvolve uma parte da vida de Sayuri, personagem principal do romance.

Ilhéus, Bahia (“Gabriela, cravo e canela”, Jorge Amado)

A história de “Gabriela, cravo e canela”, de Jorge Amado, tem como cenário a super turística cidade de Ilhéus. Publicado em 1958, é um dos mais célebres romances da literatura nacional e tem os acontecimentos sociais e políticos da cidade como fios condutores do enredo. Em Ilhéus é possível conhecer praias e toda a beleza natural da cidade, além de visitar fazendas de cacau para degustação e o lendário cabaré Bataclan.

Moscou, Rússia (“Guerra e paz”, Leon Tolstói)

“Guerra e paz”, de Leon Tolstói, se passa durante a campanha de Napoleão Bonaparte pela invasão da Rússia até a retirada do exército francês do país. A obra é composta por quatro longos livros e é ambientada em diversas cidades russas. O destaque vai para Moscou onde está localizado o Kremlin, um complexo fortificado que seria o principal alvo de Napoleão. Na capital também é possível conhecer outros cenários do livro, como a Academia Militar e o Museu da Batalha de Borodino. Em São Petersburgo, a obra nos leva a visitar o Cemitério Piskaryovskoye, a Fortaleza de Pedro e Paulo e o Museu Hermitage, todos parte da mesma história.

Estocolmo, Suécia (“Millennium”, Stieg Larsson)

A trilogia “Millenium”, de Stieg Larsson, conquistou grande sucesso mundial e seu primeiro livro chegou aos cinemas com o filme “Os homens que não amavam as mulheres”. A história acontece na lindíssima cidade de Estocolmo, na Suécia, onde os personagens Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander fazem de tudo para desvendar crimes contra mulheres. O turismo por lá se especializou tanto em virtude da obra de Larsson que o Museu da Cidade de Estocolmo oferece a Millennium Tour, passando pelos principais cenários do livro.

Rio Grande do Sul (“O tempo e o vento”, Érico Veríssimo)

A história da criação do Rio Grande do Sul é o enredo principal de “O tempo e o vento”, de Érico Veríssimo, que narra as vidas das famílias Terra, Cambará, Caré e Amaral. Ambientada na fictícia cidade de Santa Fé, a obra mistura ficção com dados históricos e acaba servindo como um convite para conhecer terras gaúchas. Qualquer destino rio-grandense que remeta às tradições locais faz lembrar a história de “O tempo e o vento”.

Florença e Ravena, Itália (“A divina comédia”, Dante Alighieri)

Dante Alighieri lançou “A divina comédia” entre 1304 e 1321, em pleno período medieval. Séculos depois, a obra continua sendo referência para a literatura mundial. Embora a jornada do personagem principal percorra o céu e o inferno, muito das referências do autor partem das cidades em que ele viveu, especialmente Florença e Ravena, na Itália. Em Florença, Dante viveu a maior parte de sua vida e é uma das cidades italianas mais procuradas pelos turistas atraídos por sua arte, catedral e museus. Ravena preserva suas características medievais e é onde Dante escreveu a maior parte da “Divina comédia”.

Departamento de Magdalena, Colômbia (“Cem anos de solidão”, Gabriel García Marquez)

Vencedor do Nobel de literatura, Gabriel García Márquez ambientou “Cem anos de solidão” na fictícia cidade de Macondo. Porém, a inspiração foi o Departamento de Magdalena, uma região no norte da Colômbia conhecida pelas cidades de Aracataca e Cartagena. García Marquez nasceu em Aracataca e a cidade tornou-se um bom destino turístico, graças a seus ótimos restaurantes, hotéis e atrativos, como prática de atividades de lazer, mergulho e esportes aquáticos. Já Cartagena, além de histórica, é praiana e está em constante clima de festa.

8 fatos sobre George Orwell, autor de ‘A Revolução dos Bichos’ e ‘1984’

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Larissa Lopes, na Galileu

Uma série de acontecimentos políticos trouxe um grande nome da literatura inglesa de volta ao pódio dos livros mais lidos e vendidos dos últimos meses. Com um olhar crítico e além de seu tempo, George Orwell se tornou uma fonte para compreender o presente através de sua distopia literária. Se você também foi cativado pelas prosas assertivas de 1984 e A Revolução dos Bichos, conheça abaixo oito fatos sobre a vida do autor que comemoraria 115 anos em 2018.

1 – Pseudônimo

Apesar de estar impresso nas capas de todos os seus livros, George Orwell não é o verdadeiro nome do autor. Nascido Eric Arthur Blair, o escritor assumiu o pseudônimo de George Orwell desde o lançamento do seu primeiro livro, Na Pior em Paris e Londres, em 1933. Por isso, a maioria das pessoas que realmente conheciam seu primeiro nome eram da família ou amigos muito próximos que o conheciam antes da fama. O nome teria surgido por causa de uma grande reviravolta na vida de Orwell, após vivenciar diversos conflitos armados e internos enquanto servia ao Império Britânico. Seu sobrenome deriva do Rio Orwell, que deságua no sudeste da Inglaterra.

2 – Família e criação

O escritor nasceu em 25 de junho de 1903, na cidade de Motihari, que na época pertencia à Índia Britânica. Era filho de um oficial britânico à serviço da Coroa e sua mãe, de origem francesa, era filha de um comerciante de Myanmar. Em 1911, se mudou para a cidade inglesa de Sussex com sua família, onde viveu nos padrões da classe média baixa. Ingressou em um internato preparatório onde se destacava pelos primeiros traços de brilhantismo e por ter menos condições econômicas do que seus colegas de classe.

GEORGE ORWELL NA BBC EM 1940 (FOTO: BBC, VIA WIKIMEDIA COMMONS)

Por sua inteligência, conseguiu ser aprovado em duas escolas de elite: Winchester e Eton. Optou pela segunda, onde permaneceu estudando entre 1917 e 1921 graças a bolsa de estudo que lhe foi concedida. “[Era] a mais cara e esnobe das Public Schools da Inglaterra”, descreveu Orwell no prefácio à edição ucraniana de A Revolução dos Bichos. Em Eton, publicou seus primeiros textos nos periódicos da escola e teve aulas com Aldous Huxley, autor de Admirável Mundo Novo.

Quando terminou o colegial, decidiu seguir a tradição familiar no exército e não frequentou nenhuma universidade mais tarde.

3 – Conflitos armados e internos

Orwell se alistou na Polícia Imperial da Índia em 1922 e serviu durante cinco anos, tempo suficiente para que o autor começasse a detestar o imperialismo britânico. Dessa experiência, foram criados alguns ensaios como Shooting an Elephant e A Hanging, e o livro Dias na Birmânia, que denuncia a verdadeira face do Império Britânico na Índia e, consequentemente, em todo o mundo.

Foi durante uma folga do serviço, em 1927, enquanto estava na Inglaterra, que Orwell finalmente decidiu abandonar a carreira pública e militar para se tornar escritor. Viveu em Paris entre 1928 e 1929, onde começou a escrever os primeiros rascunhos de obras que o próprio autor afirma ter destruído por causa de sua pouca qualidade. Sem estabilidade, o autor passou fome em alguns momentos e se viu obrigado a conviver com criminosos e mendigos das cidades.

“Tornei-me pró-socialista mais por desgosto com a maneira com os setores mais pobres dos trabalhadores industriais eram oprimidos e negligenciados do que devido a qualquer admiração teórica por uma sociedade planificada”, comentou o autor sobre a posição política que mais tarde viria a defender.

Em 1933, lançou seu primeiro livro — no qual Eric assumiu seu pseudônimo — e, três anos depois, retornou à rotina de conflitos armados. Junto com sua esposa, Eileen O’Shaughnessy, lutou na Guerra Civil Espanhola, onde um disparo de um francoatirador fascista atingiu a sua garganta, o que o deixou sem poder falar por algumas semanas.

Apesar desse e de outros acidentes, Orwell entrou para a milícia do Partido Operário de Unificação Marxista, onde atuou com vários trotskistas espanhóis.

4 – Influência brasileira

De acordo com o biógrafo Jeff Meyers, autor de Orwell: Wintry Conscience of a Generation, a gaúcha Mabel Lilian Sinclair Fierz, filha de um casal inglês que se mudara para a Inglaterra aos 17 anos, foi uma figura extremamente importante na vida profissional e pessoal de Orwell.

Foi ela que convenceu o editor Leonard Moore a publicar em 1933 o primeiro livro do escritor, Na Pior em Paris e Londres. Além disso, também ajudava Orwell a melhorar sua relação com o pai, que o criticava por ter abandonado o serviço imperial e começado a viver na boemia. Segundo Meyers, Mabel também foi amante do escritor e morreu em 1990, aos 100 anos.

5 – Morte

Apesar de ter trabalhado no Exército por muitos anos, não foi um conflito armado que tirou a vida de George Orwell. O escritor morreu aos 46 anos, no dia 21 de janeiro de 1950, em Londres, por causa de um quadro de tuberculose. Foi enterrado na Igreja Anglicana All Saints’ Churchyard, onde o túmulo o identifica apenas como Eric Arthur Blair, sem sinal de seu famoso pseudônimo.

TÚMULO DE GEORGE ORWELL (FOTO: BRIAN ROBERT MARSHALL / GRAVE OF ERIC ARTHUR BLAIR (GEORGE ORWELL), ALL SAINTS, SUTTON COURTENAY)

6 – Jornalismo

O gosto por conflitos e por contestar o poder aproximou Orwell não só da literatura como também do jornalismo. Hoje, a Orwell Foundation, organização criada pelo primeiro biógrafo do escritor, Sir Bernard Crick, se dedica a reconhecer grandes trabalhos jornalísticos e jovens talentos da escrita política.

7 – Grandes admiradores

Com um texto crítico e preciso, os romances de George Orwell acumulam admiradores até hoje. Alguns dos mais famosos são David Bowie e Anthony Burgess, autor de Laranja Mecânica, que foi influenciado por 1984, obra que considera uma das cinco distopias mais importantes da literatura.

O mesmo livro também era um dos favoritos do icônico David Bowie, que, em uma entrevista à Rolling Stones em 1974, revelou que estava até trabalhando na adaptação da obra para a TV. O projeto teria o formato musical, mas nunca vingou.

8 – Best-seller

Em janeiro de 2017, o livro 1984 liderou a lista de mais vendidos da Amazon após a posse de Donald Trump, 45º presidente dos Estados Unidos. De acordo com a editora norte-americana que publica a obra, as vendas tiveram um aumento de 10.000%.

E essa não foi a primeira vez que o livro de 1949 ressurgiu nos carrinhos de compra virtuais por conta de algum escândalo da vida real. Em 2013, a venda de 1984 aumentou 6.888% depois que Edward Snowden revelou o caso de monitoramento de dados nos Estados Unidos. Da 12.859ª posição da lista dos mais vendidos, o livro saltou para a 184ª. Outra edição, que incluía também A Revolução dos Bichos, ocupou o 11º lugar do ranking.

Em 2017, os editores da Amazon colocaram 1984 em primiero lugar da lista de 100 livros para ler antes de morrer.

*Com a supervisão de Thiago Tanji

 

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