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10 projetos criativos para incluir livros na decoração

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publicado na Exame

Se você é aquela pessoa que adora livros e não consegue se desfazer de nenhum, mas não sabe o que fazer com eles, calma! Seus livros podem ser grandes aliados na decoração da sua casa.

O Viva Decora, site que reúne projeto de diferentes arquitetos e profissionais da área, reuniu uma série de projetos em que os livros são peças-chave na decoração.

Do moderno ao clássico, veja nas imagens 10 projetos criativos e inspire-se!

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5 habilidades profissionais aprendidas durante a escola

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Entenda o que você aprendeu durante o período acadêmico que é útil no ambiente profissional

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Publicado em Universia Brasil

O universo acadêmico faz com que os estudantes adquiram uma série de conhecimentos e habilidades que serão úteis durante toda vida. Várias delas são desenvolvidas durante a escola e aprimoradas no universo acadêmico. Confira quais são elas a seguir:

1 – Pensamento crítico

Essa habilidade é desenvolvida durante a escola porque é o primeiro momento da vida em que os estudantes são expostos a problemas que precisam resolver. Assim, quanto mais desenvolvido o senso crítico, maior as chances de o estudante conseguir lidar bem com as situações complicadas que precisar enfrentar na vida profissional e pessoal.

2 – Agilidade e capacidade de adaptação

Independentemente do local em que a pessoa trabalhe, é importante saber se adaptar a todos os cenários que surgirem, como uma transição de cargo, por exemplo. Além disso, na escola os alunos aprendem a serem ágeis, para conseguirem terminar uma prova a tempo, por exemplo, e usam essa habilidade no momento de entregar resultados.

3 – Boa comunicação

Por mais que muitas pessoas não consigam desenvolver bem essa habilidade, as que conseguem iniciam esse processo durante a escola. As apresentações de trabalhos são os maiores exemplos de como melhorar e, no mundo corporativo, saber se comunicar bem é um grande diferencial. Além disso, a expressão escrita também é muito importante, já que, independentemente da carreira que o aluno irá seguir, precisará escrever, nem que sejam e-mails.

4 – Imaginação e curiosidade

Essas duas habilidades são muito conectadas e amplamente desenvolvidas durante a vida acadêmica. Os estudantes são instigados a buscar sempre mais conhecimento e, por isso, são estimulados a serem curiosos. A partir do contato com novas histórias, podem despertar a imaginação. Dentro do ambiente profissional, ser curioso e imaginativo são grandes diferenciais.

5 – Analisar bem informações

A maior parte das vezes que os professores pedem que os estudantes realizem algum trabalho, enfatizam a importância de não confiar em todas as informações disponíveis na internet. Assim, ao crescerem e ingressarem no mercado de trabalho, essas pessoas tendem a ser mais cautelosas e não acreditarem em todos os dados que são fornecidos a elas, dobrando o cuidado que têm com a veracidade.

Jovens saudáveis usam remédios psiquiátricos para ir melhor em provas

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Giuliana Miranda, em Folha de S.Paulo

As novas drogas da vez entre universitários e jovens profissionais passam longe de shows e baladas. As chamadas “smart drugs” são consumidas em universidades, cursinhos e escritórios.

Para estudar por várias horas sem perder o foco, pessoas sem problemas psiquiátricos ou neurológicos estão tomando pílulas para transtorno de deficit de atenção, narcolepsia e até mal de Alzheimer.

A Folha entrevistou cinco jovens, com idades entre 25 e 30 anos, que usam psicoestimulantes sem ter necessidade terapêutica. Todos citaram o desejo de turbinar os estudos.

O médico Lucas (nome fictício), 28, diz que começou a tomar ritalina, remédio para transtorno de deficit de atenção, por causa das longas horas de trabalho e as obrigações de estudo para a residência em ortopedia. Ele diz que só assim conseguia se manter concentrado e acordado.

“Deixa você mais focado. Para mim, fez efeito, mas eu comecei a sofrer com muita ansiedade e, no fim, comecei a ter crises de pânico”, relata.

Gabriela, 22, diz que conseguiu anfetaminas com uma colega em um cursinho para o concurso de admissão à carreira diplomática. Ela diz que, tirando a perda de apetite, ela não sentiu muita diferença.

“Consigo ficar mais acordada, mas não sei se rendo mais. Tenho tomado só quando preciso dar conta de muita matéria. Não acho que estou dependente”, avalia.

DOPING

Par alguns especialistas, as “drogas da inteligência” estão para o mundo acadêmico como os esteroides anabolizantes estão para o esportivo: embora possa haver algum ganho de resultado, há risco de vários efeitos colaterais.

Existe também um dilema ético: quem usa essas substâncias antes de uma prova, como um concurso público, teria vantagem sobre seus concorrentes. “Para mim, isso é doping”, diz o psiquiatra Mario Louzã, coordenador do Programa de Deficit de Atenção e Hiperatividade no Adulto do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas.

Gilda Paolliello, professora de psiquiatria do Ipemed, pensa igual: “É concorrência desleal”. Ela diz que, em seu consultório, já consegue perceber uma grande quantidade de pré-universitários, “concurseiros” e executivos que têm abusado das substâncias.

Ao contrário de outros países, o Brasil ainda não tem dados sobre o uso “cosmético” desses remédios. O que se sabe é que a venda de psicoestimulantes aumentou 25% nos últimos cinco anos.

Juntas, as drogas dessa classe –Ritalina e Ritalina La (Novartis), Venvanse (Shire), Concerta (Janssen Cilag) e Stavigile (Libbs)– venderam 2,16 milhões de caixas entre julho de 2014 e julho de 2015.

Acredita-se que a moda tenha começado entre estudantes americanos e profissionais de Wall Street. Uma pesquisa divulgada em 2014 indica que quase um em cada cinco estudantes da “Ivy League” –grupo de universidades de elite que inclui Harvard– usaram algum tipo de “smart drug” durante o período letivo.

Em um artigo no “Journal of Medical Ethics”, Vince Cakic, da Universidade de Sidney, afirma que, no futuro, pode ser até que estudantes tenham de se submeter a exames de urina.

EFICÁCIA E RISCOS

A eficácia das “smart drugs” é polêmica. Os estudos, até agora, não têm resultados conclusivos: alguns indicam certos ganhos, outros mostram que não há vantagens para pessoas saudáveis.

Um dos exemplos é o modafinil, comercializado no Brasil como Stavigile. Seu uso registrado na Anvisa é para tratamento de narcolepsia, mas ela é muito popular entre os estudantes. Enquanto um trabalho de 2012 indicou que a modafinil conseguiu melhorar a performance cognitiva de médicos que estavam sem dormir, um trabalho de 2014 mostrou um resultado contrário; estudantes ficaram mais lentos para tomar decisões.

Especialistas alertam principalmente para a falta de estudos que indiquem possíveis danos do uso em longo prazo dessas drogas por quem não tem indicação médica.

Na internet, é fácil ter acesso a blogs e fóruns em que estudantes discutem o tema e ensinam estratégias de uso.

Embora sejam de uso controlado, os estudantes têm acesso relativamente fácil às pílulas no mercado paralelo, sobretudo em redes sociais.

“Os blogs vendem um pouco a ilusão de que você vai ficar muito inteligente e aprender tudo. Mesmo para uma pessoa sadia o aumento de concentração não é assim tão grande. Se a sua concentração já está em 100%, não vai para 200%”, explica Louzã.

Profissionais alertam também para efeitos negativos após o uso prolongado.

“Esses psicoestimulantes podem levar tanto à dependência física quanto à psíquica. Ou seja, a pessoa só consegue se sentir segura se usar” diz Gilda Paolliello.”É bem comum ter insônia e ansiedade. Além disso, o uso prolongado pode levar a problemas cardíacos, arritmia.”

Salário baixo faz carreira de professor virar opção passageira

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carreira

Publicado no G1

No Brasil, a carreira de professor está se tornando uma passagem, um momento de transição para outras funções. O profissional fica no magistério somente até conseguir um cargo mais bem remunerado e provavelmente menos estressante.

Prova disso é que 25% dos docentes brasileiros têm menos de 30 anos e apenas 12% estão com idade acima de 50, bem diferente do que ocorre em outros países. Aqui, o professor ingressa no magistério ainda jovem, mas em poucos anos, deixa de ver perspectivas.

A baixa remuneração é a gota d’água num contexto desastroso, que combina elementos como superlotação das salas de aula, aumento da indisciplina e do desrespeito pelos mestres, indiferença das famílias e desprestígio social da profissão, falta de estrutura e de recursos nas escolas e o próprio despreparo dos professores para lidar com os desafios educativos de hoje.

Esse quadro tem como primeira consequência o chamado “mal-estar docente”: cada vez mais professores adoecem com problemas psicológicos associados a estresse, exaustão emocional, depressão, cansaço crônico e frustração.

A categoria está entre as mais sensíveis à síndrome de burnout. São profissionais que entram na educação movidos pelo desejo de mudança social e lidam diariamente com o desalinhamento entre o sonho e a impossibilidade de alcançá-lo, entre a impotência diante do sistema de ensino e a cobrança da sociedade.

Por exemplo, no Distrito Federal, só no primeiro semestre de 2014, foram emitidos 16,4 mil atestados médicos para professores da rede pública – o que significa mais da metade dos 32 mil concursados. Esses dados se repetem pelos estados e municípios brasileiros.

A segunda consequência é a perda de talentos, uma vez que muitos dos profissionais acabam aceitando propostas de trabalho em outras áreas.

No Brasil, faltam 150 mil professores em disciplinas como química, biologia, física e matemática. No total, estima-se que haja carência de 300 a 400 mil professores nas salas de aula. A solução para que os alunos não fiquem sem fazer nada é recorrer a profissionais sem a devida formação. De acordo com o Censo Escolar 2013, o Brasil tem quase meio milhão de professores ativos sem diploma de graduação, o que equivale a 21,9% do total de 2 milhões de docentes.

Esse cenário funciona como barreira de entrada para novos talentos. Uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas mostrou que apenas 2% dos jovens brasileiros querem ser professores. É justamente o oposto do que ocorre na Coreia do Sul, país que lidera os rankings da educação, onde a profissão é tão disputada que fica restrita aos jovens que mais se destacam nos estudos. É extremamente preocupante constatar que muitos dos calouros brasileiros que optam pela carreira de professor são aqueles que não teriam chance de cursar o ensino superior em outras áreas.

Livrarias da Alemanha processam a Amazon por abuso de poder

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Publicado por Folha de S.Paulo

A associação de livrarias da Alemanha anunciou nesta terça-feira (24) um processo contra a Amazon por chantagem em suas práticas comerciais e por abuso de posição dominante.

“Com suas práticas similares à chantagem com as editoras, a Amazon viola o direito à livre concorrência”, declarou em um comunicado o presidente da associação, Alexander Skipis.

A organização, que atua em nome de todas as empresas do setor, levou o caso à comissão alemã da concorrência.

Segundo os profissionais alemães, o gigante americano do comércio eletrônico pressiona algumas editoras para obter descontos de 40% a 50% se quiserem vender seus livros no serviço.

Entre as editoras afetadas estão a escandinava Bonnier, presente na Alemanha com selos como Ullstein, Carlsen e Piper.

Há mais de um ano, a Amazon enfrenta na Alemanha —seu mercado mais importante fora dos Estados Unidos— o sindicato Verdi, que reúne vários setores de prestação de serviços e organizou várias greves em seus principais centros de logística, exigindo aumento de salários.

Empregados do sindicato Verdi fazem protesto em frente a Amazon em Rheinberg, Alemanha, em junho

Empregados do sindicato Verdi fazem protesto em frente a Amazon em Rheinberg, Alemanha, em junho – Roland Weihrauch/AFP

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