Vitrali Moema

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Greve dos caminhoneiros adia Feira do Livro de Brasília

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Publicado em O Globo

RIO — A 34ª Feira Internacional do Livro de Brasília foi adiada por causa da greve dos caminhoneiros, que acontece em todo o país desde a semana passada. O anúncio foi feito na página no Facebook do evento.

A feira será realizada agora entre 8 e 17 de junho, no Shopping Pátio Brasil. Os organizadores não deram mais detalhes ainda sobre a nova programação.

Stranger Things | 2ª temporada é elogiada por Stephen King no Twitter

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“É assim que se faz entretenimento”, disse o autor

Arthur Eloi, no Omelete

Stranger Things é um dos maiores sucessos recentes da Netflix, tendo conquistado prêmios no Emmy e recordes no Twitter. Agora, o seriado obteve mais uma conquista: o reconhecimento de Stephen King.

Falando no Twitter, King comenta a a segunda temporada. Veja abaixo:

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Stranger Things 2, senhoras e senhores. É assim que se faz entretenimento: sem enrolação e ousado. Direto ao ponto“, disse o autor cujo a obra teve grande influencia no programa, com títulos como It – A Coisa e O Outono da Inocência, que foi adaptado para as telas no longa Conta Comigo, de 1986.

Além disso, King é conhecido por comentar obras alheias de terror e ficção científica: o escrito discorre sobre o gênero no livro Dança Macabra, e também é considerado o responsável pelo sucesso de Uma Noite Alucinante (Evil Dead em inglês), ao ter incentivado o público a dar uma chance ao agora-clássico trash em uma crítica publicada em 1982.

Todos os capítulos de Stranger Things estão disponíveis no catálogo da Netflix.

“Guia Politicamente Incorreto”: Escritores se dizem enganados por série

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Publicado no UOL

O jornalista e escritor Lira Neto é um dos que acusa a produção da série "Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil" de falta de transparência Imagem: Reprodução

O jornalista e escritor Lira Neto é um dos que acusa a produção da série “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil” de falta de transparência Imagem: Reprodução

Historiadores, jornalistas e escritores que deram depoimentos para a série “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, que estreou no sábado (21) no History Channel, decidiram retirar sua participação no programa alegando que houve falta de transparência nas gravações.

Lira Neto, biógrafo da cantora Maysa e do ex-presidente Getúlio Vargas, foi o primeiro a se manifestar, na sexta-feira, dizendo-se ludibriado por não ter sido informado de que tipo de produção estava participando. Depois dele, também manifestaram o mesmo sentimento o escritor Laurentino Gomes (“1808”) e a antropóloga Lilia Schwarcz, mas a lista não para de crescer.

Baseada nos livros escritos pelo jornalista Leandro Narloch, a série é apresentada pelo youtuber Felipe Castanhari. Em entrevista ao UOL, Castanhari defendeu o ponto de vista dos entrevistados.

“No dia de estreia do programa acabou chegando em mim a questão do Lira Neto. Na mesma hora entrei em contato com o Matheus Ruas, que disse que foi um grande mal-entendido e que iria resolver. Um dia depois vi que outros profissionais também haviam se manifestado a favor do Lira, dizendo terem passado pela mesma situação. E eles estão certos, quem participa precisa saber do que está participando, é de direito do entrevistado saber em qual veículo será veiculado ou para qual propósito sua entrevista será utilizada”, afirmou o youtuber.

“Repito aqui o que o Narlock já disse, eu imaginava que todos os 55 entrevistados sabiam qual era o objetivo das entrevistas, uma vez que as entrevistas exigem aprovação formal, que todos os entrevistados assinaram. De qualquer forma, estou aguardando um retorno do canal e da produtora que conduziu as entrevistas, para saber qual a posição deles. Na minha opinião, o correto seria retirar os depoimentos dos que não se sentiram confortáveis. Tenho certeza que a produtora fará de tudo para manter o nível do programa, que está excelente!”, completou Castanhari,

Segundo novo post de Neto em seu Facebook, o jornalista Thales Guaracy e as historiadoras Mary Del Priore e Isabel Lustosa também não foram informados do formato da série.

“Falei com o diretor/entrevistador da série, Matheus Ruas, que enfim reconheceu o erro ético e, para remediar a barbaridade, comprometeu-se a retirar minha participação dos episódios, bem como eliminar qualquer menção a meu nome no material de divulgação”, escreveu Neto. “Falei também com o próprio Leandro Narloch, que se disse ‘revoltado’ com o procedimento do entrevistador, considerou o fato ‘lamentável’, pediu-me desculpas e disse que escreverá pessoalmente a todos os atingidos, ‘concordando com a reclamação e com o pedido’ de retirá-los da série”.

Na publicação original, Neto contava que, à época da gravação, foi informado de forma genérica de que estava participando de uma série sobre a história do Brasil, e que Ruas pediu “explicitamente para responder às questões como se, do outro lado da lente, sentado na poltrona, estivesse o Homer Simpson”. O escritor relata que só soube agora em que série seu depoimento seria veiculado.

“Sinto-me violentado em fazer parte de qualquer produção que recorra à superficialidade e ao polemismo fácil. Neste momento em que se confunde jornalismo com entretenimento, bravata com reflexão, inconsistência com leveza, creio que seja necessário reafirmar o compromisso com a responsabilidade e o rigor da pesquisa histórica”, escreveu.

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Reprodução
O youtuber Felipe Castanhari no programa “Guia Politicamente Incorreto” Imagem: Reprodução

Laurentino Gomes respondeu aos comentários de neto em seu Twitter dizendo que o mesmo ocorrera com ele e que depois recebeu um pedido de desculpas do History. Em entrevista ao jornal “O Globo”, Lilia Schwarcz disse que o canal retirou sua participação. “Eu liguei, conversei com eles e disse que com esse título não seria possível participar. Não é uma abordagem que nos representa. Eu gostei muito da equipe de produção, mas não me disseram qual era o programa. É uma abordagem sensacionalista”, afirmou.

Narloch usou seu Facebook para se manifestar e se disse “bastante frustrado”. “Fiquei muito triste ao saber disso, mas entendo a queixa dos entrevistados e concordo com o pedido [de retirar os depoimentos]. Quem participa precisa saber do que está participando. O entrevistado tem todo o direito de saber com quem está conversando e qual o objetivo da entrevista – não só para decidir se aceita falar, mas para moderar suas opiniões”, escreveu.

“Desde o começo, o History tomou a ótima decisão de ouvir gente com convicções políticas diferentes das minhas e incluir declarações que até contrariavam o que eu afirmo no livro. Adorei essa ideia. Com tanta intolerância à divergência de ideias hoje em dia, nada melhor do que criar um debate elegante sobre temas delicados da história do Brasil. E acredito que esse trabalho foi feito: a série está excelente, divulga muito bem a história do país para os brasileiros mais jovens. Mas eu imaginava, é claro, que todos os 55 entrevistados sabiam qual era o objetivo das entrevistas. Até porque a entrevista exige aprovação formal, que todos os entrevistados assinaram. Como há alguns anos eu insisto em livros e artigos, há verdades que precisam ser ditas. Pedi ao History para acatar o pedido dos entrevistados e retirar os trechos em que aparecem. É uma pena, pois sem as declarações deles o debate empobrece. Apesar dessa mancada, a produtora fez um programa ótimo e acredito que conseguirá reeditar os episódios mantendo a série rica e divertida”, completou.

A reportagem do UOL tentou contato com o diretor Matheus Ruas, mas não teve um retorno até o momento da publicação. Em nota, o History Channel afirmou que está apurando o ocorrido junto à produtora Fly, responsável pela série. Veja a nota:

A série inclui opiniões diferentes, algumas que contrariam as afirmações do livro. O History conseguiu criar um programa jovem, relevante, com mais de sessenta historiadores e jornalistas com argumentos e visões divergentes. O History acredita que a tolerância e o diálogo devem prevalecer. Cortar alguns dos entrevistados certamente empobreceria o debate e o equilíbrio que o canal busca com a série.

Todos os entrevistados assinaram a autorização de uso de imagem. Ainda assim, o History está esclarecendo a situação com a produtora Studio Fly e se manifestará oportunamente.

Bienal do Livro: faltam dois dias para o maior evento literário de Sergipe

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Publicado no Itnet

Faltam apenas dois dias para o início da IV Bienal do Livro de Itabaiana, maior evento literário de Sergipe. Este ano, a Bienal será realizada no Shopping Peixoto, em um espaço amplo e repleto de diversidades para a realização das atividades. A expectativa é de que mais de 50 mil pessoas participem do evento durante os três dias.

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A Bienal revelará e lançará diversos talentos, tanto de Itabaiana como também de todo o estado. Com uma programação bastante diversificada, haverá além de lançamentos de livros também exposições culturais, muita música, arte e homenagens. Confira a programação completa da IV Bienal do Livro através do site: Bienal do Livro de Sergipe Venha viajar com a gente!

Literatura negra é destaque na programação da Flica 2017

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Evento terá espaço com série de atividades, a exemplo de lançamentos de livros e bate-papo com escritoras e escritores negros

Publicado no IBahia

A literatura negra será destaque na Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), entre os dias 5 e 8 de outubro, em Cachoeira, no Recôncavo baiano. A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), inclusive, organiza uma série de atividades, a exemplo de lançamentos de livros e bate-papo com escritoras e escritores negros, além de manifestações culturais de matriz africana.

De quinta-feira (5) a sábado (7), no Espaço Educar para Transformar, estão previstos lançamento e divulgação de diversos livros, a exemplo do infantil ‘Bucala: A pequena princesa do Quilombo do Cabula’, de Davi Nunes; ‘Mulheres negras e museus de Salvador: Um diálogo em preto e branco’, de Joana Flores; e ‘Política, economia e questões raciais – a conjuntura e os pontos fora da curva, 2014 a 2016’, de Elias Sampaio.

Ainda haverá o lançamento das obras ‘Parem de nos matar’ e ‘Canções de amor e dengo’, de Cidinha da Silva; e ‘Dia bonito pra chover’ e ‘Sobejos do mar’, escritos por Lívia Natália. As autoras participam, inclusive, de bate-papo com o público, na área do anfiteatro.

O público ainda poderá conferir um acervo de livros da biblioteca do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, com publicações especializadas em temas que tratam das relações étnico raciais, história da África, dentre outros.

Programação da Sepromi

Quinta-feira (5)

15h30 – Lançamento do livro ‘Bucala: A pequena princesa do Quilombo do Cabula’ / Autor: Davi Nunes

17h – Lançamento do livro ‘Mulheres negras e museus de Salvador: Um diálogo em preto e branco’/ Autora: Joana Flores.

Sexta-feira (6)

14h30 – Lançamento do livro ‘Política, economia e questões raciais – a conjuntura e os pontos fora da curva, 2014 a 2016’ / Autor: Elias Sampaio

16h – Lançamentos dos livros ‘Parem de nos matar” e ‘Canções de amor e dengo’ / Autora: Cidinha da Silva (com bate-papo / Diálogos Insubimissos)

Sábado (7)

14h30 – Lançamento do livro ‘Comentários ao Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia’ / Organizador(a): Sérgio São Bernardo e Cléia Costa Santos;

16h – Lançamentos dos livros ‘Dia bonito pra chover’ e ‘Sobejos do mar’ / Autora: Lívia Natália (com bate-papo / Diálogos Insubimissos)

16h – Grupo cultural ‘As Paparutas’ – samba da comunidade quilombola Ilha do Paty (São Francisco do Conde) – pelas ruas de Cachoeira

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