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CEO da Amazon promove clube de leitura para inspirar líderes

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Jeff Bezos contou em entrevista à CNBC que usou a estratégia para estimular seu time de executivos e discutir sobre os negócios neste verão

Jeff Bezos: "Foram ótimas conversas deram a todos nós a chance de conhecer uns aos outros melhor", diz sobre clube de leitura / Mario Tama / Getty Images

Jeff Bezos: “Foram ótimas conversas deram a todos nós a chance de conhecer uns aos outros melhor”, diz sobre clube de leitura / Mario Tama / Getty Images

Luísa Melo, na Exame

São Paulo – Uma das estratégias de Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, para inspirar o seu time de executivos é organizar um clube de leitura. Ele revelou a atividade durante uma entrevista à CNBC, nesta quarta-feira, para falar da nova linha de Kindles lançada pela compahia.

No meio da conversa, o repórter Jon Fortt pergunta a Bezos o que ele faz para impulsionar, motivar ou questionar o seu time de liderança quando está junto dele no Lab 126, local onde são desenhados os projetos de hardware da companhia, no Vale do Silício. Bezos então conta: “o que eu fiz neste verão, é que nós tivemos três clubes de leitura. O nosso time de líderes se encontrou e tivemos durante três dias inteiros esses clubes de leitura e bons jantares”.

“Uma das coisas que nós fizemos foi ler esses livros de negócios juntos e falar sobre estrátegia, visão e o contexto. Esses livros realmente viraram ferramentas de trabalho que nós usamos para falar de negócios. Foram ótimas conversas deram a todos nós a chance de conhecer uns aos outros melhor”, avaliou.

Durante a entrevista, o presidente da Amazon não disse quais foram os três livros lidos pelo time de executivos, mas Jon Fort divulgou os títulos em uma postagem em seu perfil no LinkedIn.

São eles: “The Effective Executive”, de Peter Drucker, “The Innovator’s Solution”, do autor Clayton Christensen e “The Goal”, de Eliyahu Goldratt.

Veja o vídeo da entrevista:

dica do Chicco Sal

Copa de Literatura Brasileira promove disputa bem-humorada entre livros

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Primeira fase do torneio começa na próxima terça-feira com confrontos diretos entre as obras

Fernanda Oliveira no Diário Catarinense

Copa de Literatura Brasileira promove disputa bem-humorada entre livros Daniel Conzi/Agencia RBS

Copa de Literatura: torneio inspirado no futebol premia melhor narrativa longa recente Foto: Daniel Conzi / Agencia RBS

Depois de muita espera e ansiedade da torcida, na terça-feira o Brasil assiste ao início da Copa. Mas não a de futebol, naturalmente, e sim a de literatura.

Em vez dos pelo menos 4 mil metros quadrados do campo, a etérea realidade virtual. No lugar de times bem treinados, uma penca de livros. Dos gramados para a biblioteca, chega à quinta edição a Copa de Literatura Brasileira, o evento mais futeboleiro das letras do país.

Os concorrentes foram pré-selecionados pelo júri a partir da lista de narrativas nacionais longas publicadas entre 2011 e 2012. Entre os participantes, jogadores de peso como o vencedor do Prêmio Jabuti, Nihonjin, e o recente trabalho de João Gilberto Noll, Solidão Continental.

Outro forte concorrente é O Céu dos Suicidas, de Ricardo Lísias, que venceu a 4ª Copa com O Livro dos Mandarins pelo placar de 8×2. Lísias admite que não foi fácil chegar à final em 2011.

– Foi difícil. No começo não me sentia muito à vontade, não conhecia bem o terreno e estava ainda frio na competição. Aos poucos fui me aclimatando, o pessoal foi vendo o que eu podia e cheguei bem na final. Acho que fui crescendo durante o torneio – comenta o atual campeão, que destaca também O Sonâmbulo Amador como candidato à taça – simbólica – deste ano.

Na primeira fase da competição, 16 títulos se enfrentam em oito confrontos, livro contra livro: cada partida tem como juiz um crítico literário, que decide o vencedor em voto público e justificado – uma resenha, na verdade.

Após as quartas de final, a etapa de repescagem coloca frente a frente os perdedores das oitavas, ressuscitando mais quatro times. Os vencedores das quartas enfrentam os repescados naquela que foi batizada de rodada zumbi.

Daí pra frente é semifinal e a grande decisão, no dia 29 de outubro, na qual todos os jurados votam. Os jogos – a publicação dos textos no www.copadeliretarura.com.br – acontecem às terças e sextas-feiras, ao estilo Série B do Brasileirão.

– Nos anos anteriores, o estilo mata-mata deixava muitos livros com a opinião de somente um jurado. Isso será diferente em 2013 – garante Lu Thomé, que organiza a competição ao lado de Lucas Murtinho e Raphael Dyxklay.

O escritor catarinense Carlos Henrique Schroeder, que apita o penúltimo jogo das oitavas, considera a Copa mais democrática que os prêmios literários.

– Os jurados emitem suas opiniões, fazem suas resenhas e as pessoas acompanham passo a passo. A Copa não tem fins lucrativos. É independente, não tem patrocínios, só apoiadores – defende Schroeder.

Quanto ao prêmio, quem ganhar a Copa não vai receber medalha nem dinheiro. Leva para casa as quatro resenhas positivas e o título oficial de campeão, a ser batido no próximo torneio.

Confira livros, datas e jurados dos jogos da primeira rodada da Copa:

Brasileira aluna de Harvard vai para Índia pesquisar o sistema de ensino

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Tábata Amaral foi conhecer ações que poderiam ser aplicadas no Brasil.
Jovem de SP pretende se formar em astrofísica na universidade dos EUA.

Tábata Amaral (à esquerda) com as crianças das vila de Gomla, na Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata Amaral (à esquerda) com as crianças das vila de Gomla, na Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Vanessa Fajardo, no G1

Depois de concluir o primeiro ano letivo na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, uma das mais conceituadas do mundo, a brasileira Tábata Amaral de Pontes, de 19 anos, aproveitou as férias de verão para realizar mais um de seus sonhos: conhecer a Índia. Mais do que passear pelos pontos turísticos ou viver a cultura indiana, Tábata aproveita a temporada de dois meses em Maharashtra, estado da região ocidental, para estudar o sistema de ensino do país e aprender sobre soluções aplicadas por eles que funcionariam no Brasil. Tábata retorna para o Brasil nesta segunda-feira (5) e ainda passa por São Paulo, antes do reinício das aulas nos Estados Unidos.

Na Índia a brasileira trabalha com uma companhia privada chamada Mission Apollo, cujo um dos objetivos é desenvolver o gosto pela ciências entre os estudantes. Tábata passou por dez escolas de Maharashtra falar sobre o Brasil, a importância dos estudos e sua história de vida – ela é de uma família de baixa renda, estudou na rede pública até conseguir uma bolsa de estudo e migrar para particular, superou dificuldades, ganhou dezenas de medalhas de olimpíadas estudantis e foi aceita em Harvard. Também conheceu os principais jornais do país, ONGs e instituições particulares que têm trabalhos ligados à educação.

A Mission Apollo promove acampamentos e oficinas para ensinar ciências em escolas públicas e privadas de maneira divertida. Não foi à toa que Tábata quis trabalhar para esta ONG. Ela é fã de ciências, pretende se formar em astrofísica, e no Brasil participou de várias olimpíadas estudantis e ajudou a criar um projeto voluntário que treina alunos da rede pública a participar dessas competições, o Vontade Olímpica de Aprender (VOA).

Tábata com os alunos em uma escola de Baramati, onde recebeu um troféu como homenagem (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata com os alunos em uma escola de Baramati,
onde recebeu um troféu como homenagem
(Foto: Arquivo pessoal)

“Ainda que os desafios do Brasil e Índia sejam os mesmos, temos culturas muito diferentes, o que nos leva a apresentar soluções diferentes. Isso é incrível porque significa que os dois países podem trabalhar juntos para encontrar respostas”, afirma.

Para Tábata, os dois países têm problemas comum como déficit de professores e problema de infraestrutura nas escolas, porém a Índia ainda tem de superar desafios. “O número de meninas que frequentam a escola é muito pequeno comparado ao de meninos, muitas são impedidas de nascer, e as que nascem não são incentivadas a estudar e as escolas basicamente têm que caçar os alunos para preencherem as suas vagas.”

Quero levar para o Brasil algo que aprendi em uma vila rural chamada Gomla: quando as pessoas se unem para solucionarem os problemas do lugar onde vivem, coisas maravilhosas e inimagináveis surgem”
Tábata Amaral, aluna de Harvard

Inspiração
Algumas experiências chamaram a atenção de Tábata na Índia. Segundo ela, lá as escolas particulares têm de reservar 25% de suas vagas para alunos de situação financeira precária, que depois são reembolsadas pelo governo. “Outra coisa que gostei daqui é o fato de as escolas estarem incorporando cada vez mais atividades extracurriculares, como esportes e as mais diversas artes em seus currículos. Além disso, as provas escritas passaram a ser apenas uma parte da avaliação do aluno, e quesitos como fala, colaboração, ética, apresentação de projetos fazem parte da mesma.”

A jovem também teve a oportunidade de conhecer a MKCL (Maharashtra Knowledge Corporation Ltda), uma companhia que combina os setores público e privado na “alfabetização digital”. “A empresa é voltada para as pessoas com menores condições, nas áreas mais remotas, e está revolucionando a Índia. Gostaria muito que tivéssemos algo como a MKCL no Brasil e tenho muita vontade de criar uma empresa que melhore a educação nas escolas públicas do nosso país, combinando a agilidade e eficiência do setor privado, o lado social de uma ONG, e a abrangência do setor público.”

Tábata em seu primeiro passeio de elefoa, o nome dela é Rani (rainha) (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata em seu primeiro passeio de elefoa, o nome
dela é Rani (rainha) (Foto: Arquivo pessoal)

Comida, novela e cores
Tábata mora na casa de uma família com três jovens da sua idade, ela diz que a experiência está sendo muito rica e que vai sentir saudades. “Aprendi a cozinhar com eles, os ensinei a fazer comidas brasileiras, comemos no chão juntos, assistimos TV juntos, eu não entendo nada, mas novela é sempre novela… Com eles aprendi muito sobre o hinduísmo e a sua filosofia, sobre os casamentos indianos, a história do país, e até aprendi algumas palavras em hindi e outras em marathi. Amo a cultura indiana, amo as cores e alegria do país.”

A estudante afirma que nestes dois meses se habituou a ver porcos, cabras, vacas, elefantes e outros animais dividindo espaço com os carros, e presenciou cenas de pobreza e preconceito contra as mulheres. “É muito comum ver crianças carregando outras crianças no colo para pedir esmola ou ainda fazendo suas necessidades, dormindo e comendo no mesmo lugar. Também ainda é comum ver a mulher em uma posição inferior, tendo que cobrir a cabeça, estar em um ambiente separado dos homens ou nem sair de casa.”

“Assim como o Brasil, a Índia é um país de contrastes e eu estou aprendendo muito com a minha experiência. Não apenas quero levar para o Brasil o que aprendi sobre a educação e sobre como superar seus desafios, mas também algo que aprendi em uma vila rural chamada Gomla: quando as pessoas se unem para solucionarem os problemas do lugar onde vivem, coisas maravilhosas e inimagináveis surgem.”

Voluntariado
O intercâmbio foi possível graças a um programa oferecido por Harvard que cobriu as despesas, porém o trabalho de pesquisa, em si, não é remunerado. É a própria universidade que seleciona os interessados por meio de um processo seletivo que inclui currículo, carta de recomendação e redações. Como as férias de verão nos Estados Unidos são longas, duram mais de três meses, é comum os alunos aproveitarem o tempo para fazer estágios e trabalhos voluntários em outros países. Antes de viajar, ainda em Harvard, Tábata participou de um treinamento sobre a cultura e modo de vida dos indianos, dicas de como agir se for colocada em situação de risco e recebeu vacinas.

Tábata Amaral no Taj Mahal, um dos principais pontos turísticos da Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata Amaral no Taj Mahal, um dos principais pontos turísticos da Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Centro Cultural Justiça Federal promove Clube de Leitura

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Publicado no Catraca Livre

No próximo dia 2, o Centro Cultural da Justiça Federal, no Centro do Rio, abre as portas da sua sala de leitura para os amantes da literatura. No Clube da Leitura os presentes leem textos em prosa, de livre escolha, após acontece uma votação e o que agradar mais pessoas vira base para a produção de novos textos.

Qualquer pessoa pode participar, levando um texto já publicado, um conto de sua própria autoria ou, ainda, apenas como ouvinte. O evento acontece das 18h30 às 21h30, com entrada gratuita.

reprodução

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Qualquer pessoa pode participar levando um conto

Biblioteca de São Paulo promove Clube da Leitura

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Publicado por PublishNews

1Atividade ocorre nas quintas-feiras de janeiro

A Biblioteca de São Paulo (Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Santana, São Paulo/SP. Tel.: 11 2089-0800) promove todas as quintas-feiras de janeiro, das 16h às 17h, o Clube da Leitura.

O programa de construção literária coletiva é dividido em duas etapas. Na primeira, destaca-se o leitor em formação.

Por meio de textos literários são realizadas análises da criação de personagens, gêneros e linguagens de um texto e executadas produções para contribuir no processo de constituição do leitor.

Na segunda etapa, é feita a mediação de leitura, apresentação e discussão de obras literárias. As atividades são gratuitas e não é necessário fazer inscrição. Confira a programação clicando aqui.

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