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Confira e descubra a melhor forma de você criar sua própria técnica de estudo para o vestibular

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Estudante

Publicado no Amo Direito

Conforme a data dos vestibulares se aproxima, muitos estudantes já começam a preparação final para as provas, retomando o estudos de assuntos que merecem mais atenção. No entanto, não existe uma fórmula pronta para estudar. Cada aluno tem o seu próprio método de revisar os conteúdos: alguns são mais visuais, outros mais auditivos. Muitos estudantes lidam bem com números e com o raciocínio lógico, já outros dominam a fala e a escrita.

Sabendo disso, separamos 4 técnicas de estudo para o vestibular, de acordo com os tipos de perfil de cada estudante. Confira a seguir e descubra a melhor forma de fazer a sua revisão final:

1 – Afinidade com a escrita
Se você costuma ter uma boa inteligência verbal, facilidade em escrever e domina os conhecimentos sobre gramática e interpretação de textos, uma boa técnica na hora de estudar é fazer anotações dos conteúdos mais importantes. Também pode ser interessante elaborar fichas – resumo , para facilitar a fixação da matéria. Geralmente, pessoas que possuem facilidade com a escrita costumam ter um elevado poder de síntese. Por isso, é interessante saber aproveitá-lo.

2 – Afinidade com os números
Em geral, esses estudantes costumam ter mais facilidade nas matérias de exatas, como Matemática e Física, por exemplo. Eles costumam lidar bem com cálculos e têm raciocínio lógico apurado. Na hora de fazer a revisão, eles podem utilizar gráficos e tabelas e até mesmo organizar os conteúdos de acordo com uma ordem numérica. A sua lógica também pode ser útil para classificar os assuntos de acordo com categorias.

3 – Afinidade com elementos visuais
Se você tem um perfil mais visual na hora de estudar, provavelmente você se encaixa nessa categoria. Estudantes que possuem essa característica costumam ser bastante criativos e têm gosto por assuntos relativos à arte. Na hora de estudar, eles podem usar a habilidade com as imagens para fazer desenhos relativos à matéria no próprio caderno, para memorizar os assuntos mais facilmente. Uma outra técnica é fazer uma espécie de “cartão de memória” com desenhos relativos ao conteúdo.

4 – Afinidade com a música
Em geral, estudantes que possuem inteligência musical costumam ser mais auditivos, tendo um gosto especial pela música, além de muitas vezes apresentarem uma noção de ritmo desenvolvida. Ele pode usar essa habilidade para estudar e, além disso, é capaz de ouvir música enquanto estuda. Pesquisas comprovam, inclusive, que ouvir música clássica pode facilitar o aprendizado.

Fonte: Universia Brasil

Descubra como revisar o conteúdo das matérias antes de uma prova de maneira mais eficiente

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Publicado no Amo Direito

Fazer uma boa revisão antes de uma prova é importante estratégia para obter um bom resultado. Descubra como revisar o conteúdo de maneira eficaz.

Independentemente da maneira como você prefere estudar, a revisão de conteúdo é a maneira ideal para se preparar para a prova. Por isso, é importante que você preste atenção a como você costuma revisar a matéria e conheça estratégias para melhorar suas revisões.

Segundo o jornal The Guardian, o primeiro passo para melhorar os seus estudos antes de uma prova é entendendo como o seu cérebro funciona. Quando você estuda os neurônios fazem mais conexões e estimulam uma área chamada hipocampo – estrutura responsável pela memória. Entretanto, nem todas as informações são registradas por essa área: algumas delas são simplesmente perdidas. E agora, como contornar isso?

Uma das maneiras mais comuns de estimular a memorização de um conteúdo no hipocampo é pela repetição. Se você precisa decorar a anatomia de uma árvore para a aula de biologia, por exemplo, comece a repetir várias vezes as suas partes. Ao longo do dia, faça exercícios para recordar esses nomes e os escreva em uma folha de papel.

Outra técnica que pode ser utilizada é a repetição espaçada, ou seja, o ato de repetir um conteúdo estudado em períodos diferentes. Ao aprender uma nova informação, você deve estudá-la no mesmo dia. Depois, estudar novamente depois de alguns dias. Após isso, estudar mais uma vez após semanas. Estimular o seu hipocampo a recuperar essa informação em tempos espaçados faz com ela esteja mais registrada na memória e seja dificilmente esquecida.

Além disso, o The Guardian frisa que o hipocampo precisa de atenção e foco para conseguir memorizar uma informação. Ao dar atenção exclusiva a um único assunto, o cérebro entende que aquele momento é importante e, por isso, deve ser memorizado. Por isso, quando você estudar uma matéria difícil, evite mexer no celular ou escutar música. Seu cérebro deve estar totalmente focado nos estudos para que você memorize o conteúdo.

Os descansos também são importantes. Quando o hipocampo entra em contato com muitas coisas novas em pouco tempo ele tende a filtrar essas informações e memorizar somente algumas. Evite estudar por horas seguidas e tire pausas de aproximadamente 30 minutos para descansar.

Por fim, não deixe de dormir bem. Enquanto dormimos nosso cérebro, principalmente o hipocampo, consolida tudo o que foi aprendido ao longo do dia e registra essas memórias. Pessoas que não dormem bem têm mais problemas de memória e isso pode ser prejudicial para estudantes.

Essas técnicas poderão facilitar os seus momentos de estudo e melhorar seus resultados em provas e trabalhos. Bons estudos!

Fonte: Universia Brasil

Verbete de Simone de Beauvoir na Wikipedia é atacado após prova do Enem

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Beauvoir é nome fundamental do feminismo

Beauvoir é nome fundamental do feminismo

 

Publicado no Catraca Livre

Depois de um trecho da obra da filósofa Simone de Beauvoir ser citado na prova do Enem deste sábado (24), o verbete em português da Wikipedia sobre a escritora francesa foi editado mais de 30 vezes.

Foram incluídas algumas frases que diziam que a autora escreveu livros de estupro e alguns usuários a acusaram de pedofilia – em referência ao boato de que a filósofa se envolvia com suas alunas.

Na prova do Enem, uma questão da parte de ciências humanas trazia um trecho do livro “O Segundo Sexo”, a principal obra da filósofa. No dia seguinte, no domingo (25), a redação veio com o tema “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira” . Os temas abordando o feminismo geraram muita polêmica na internet.

No domingo, a partir das 13h, segundo o histórico de edições do Wikipedia, usuários começaram a alterar o verbete sobre a escritora.

Em uma das edições, um usuário disse que a autora teria escrito “romances, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e uma autobiografia. Só não entendia nada de biologia”.

Mais tarde, a frase foi editada para “Escreveu livro de estupro, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, biografias e uma autobiografia”. Essas novas edições foram apagadas e rapidamente corrigidas.

A “Folha de S. Paulo” apurou que, depois de muitas edições feitas ao longo do dia, a página foi “protegida” e agora só pode ser editada por editores certificados pelo site.

Estudante tira nota máxima na OAB: “é só uma prova, difíceis são os 5 anos da faculdade”

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Ex-aluna de escolas públicas, Vicenza Sousa Santos, de 24 anos, está focada nas provas finais do curso de direito e acredita que serão mais desafiadores que o exame da Ordem

Publicado na Época Negócios

Vicenza Sousa Santos, 24 anos, tirou nota máxima na segunda fase do XVII exame da OAB (Foto: Reprodução/Vicenza Sousa Santos)

Vicenza Sousa Santos, 24 anos, tirou nota máxima na segunda fase do XVII exame da OAB (Foto: Reprodução/Vicenza Sousa Santos)

Antes de mergulhar em inúmeras páginas de processos e passar horas dentro de escritórios, quem quer se tornar um advogado precisa superar um obstáculo. O aspirante tem de ser aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Vicenza Sousa Santos, de 24 anos, conseguiu tal feito. Mas além de estar apta a advogar, carrega uma marca ainda mais impressionante: a nota máxima no teste.

A jovem, prestes a concluir a graduação em direito, estudou toda a sua vida em escolas públicas estaduais na cidade de São Paulo. Após terminar o ensino médio, ficou um ano parada por questões financeiras até se matricular na Universidade São Judas, onde conta com bolsa de estudos de 40%, dada pela própria instituição. Para ajudar nos 60% restantes, desde o segundo semestre do curso, ela recorreu ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), do governo federal.

Vicenza dedicou os últimos cinco anos aos estudos e, boa parte deste tempo, a estágios. Ela atuou nas áreas trabalhista e tributária — esta última, escolheu para a prova da OAB. “Me ajudou. Se você faz isso no seu dia a dia fica mais fácil”, diz ela. Na segunda fase do teste, os alunos podem escolher a área com que mais se identificam.

O exame da Ordem, obrigatório para obter o direito de advogar no Brasil, é composto de duas fases. A primeira com questões de múltipla escolha e a segunda apenas com perguntas dissertativas. Vicenza conseguiu nota 10 na segunda prova, a máxima possível para os candidatos. “Para a primeira fase, eu não estudei. Para a segunda fase, fiz um cursinho e foi suficiente.”

Embora a marca que alcançou seja notável, Vicenza minimiza a dificuldade. “É claro que é diferente, mas eu nunca me preocupei absurdamente com a OAB, como a maioria das pessoas. Eu sempre falei ‘gente, é mais difícil passar cinco anos na faculdade do que fazer a OAB, é só uma prova’.”

Para o futuro, ela tem como planos iniciar uma pós-graduação e seguir na profissão. “Agora, eu estou focada nas provas da faculdade que, inclusive, acho que serão mais difíceis que a OAB. Depois eu pretendo advogar, talvez montar meu próprio escritório. Ainda estou pensando em possibilidades para o ano que vem”, diz. “O que tenho certo mesmo é começar uma pós-graduação em direito tributário e continuar a advogar. O mercado de trabalho não perdoa.”

Tema de redação gera relatos de candidatas vítimas de violência

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‘Me identifiquei’, disse uma estudante do Rio que prestou a prova

Ceres-Sousa

Publicado em O Globo

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) trouxe à tona o relato de candidatas sobre suas próprias situações de violência. No Rio, a estudante Daiana dos Santos, de 26 anos, afirmou que se identificou com o tema da prova.

– Já passei por uma situação de violência e não denunciei, poque tive medo. Acabei saindo de casa e fui procurar abrigo na casa de parentes. Me identifiquei com o tema- contou Daiana acrescentando que os casos estão se tornando mais graves e o número de vítimas tem aumentado.

Angelina Baclan, de 21 anos, conhece bem o drama da violência. Ela conta que sua mãe, fugiu de Londrina, interior do Paraná, para Curitiba carregando os filhos pequenos devido ao comportamento agressivo do pai de Angelina, que era alcoólatra.

– Meu pai veio atrás, ameaçou tirar a guarda dos filhos, foi muito difícil. É um tema super importante, interessante e que conheço muito- disse a candidata.

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Angelina usou a experiência para fazer a redação. Por ver a mãe sofrer agressões, ela toma remédios antidepressivos desde os 12 anos e diz temer relacionamentos afetivos

– Escrevi também em como essa violência afeta os filhos. Minha mãe voltou com meu pai. Ele parou de beber. Mas ela é submissa, minha vó também era. Eu quero é acabar com esse ciclo – complementou.

Já no Piauí, outra candidata afirmou que não encontrou dificuldade para escrever a redação, uma vez que precisou apenas recordar a própria história.

– O tema sobre a violência contra a mulher foi fácil, porque a gente precisava apenas contar as próprias experiências e argumentar que a violência persiste. Eu mesma fui vítima de abusos- relatou Ceres Sousa.

No Rio, Brenda Evangelista considerou o tema muito relevante e contou sobre uma ocorrência dentro da própria família:

– Pode ajudar as pessoas a refletir sobre o assunto. Tem muitos casos de violência no país. Inclusive, já houve um caso dentro da minha família – contou Brenda que faz Publicidade numa faculdade privada e tenta ganhar uma bolsa.

Também Rio, Beatriz Ferrão, de 18 anos, comentou sobre a proposta e contou que foi fácil desenvolver a redação, já que participa de um coletivo feminista na escola onde estuda:

No meu colégio há muitas discussões que debatem o feminismo. Isso me ajudou a fazer a prova. Durante as conversas, pensamos em alternativas para as mulheres saírem de situações de violência.

Assim que os portões da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) se abriram, a primeira a sair do local foi a candidata Amanda Lucena, de 17 anos, que tenta vaga em uma faculdade de Administração. Ela fez questão de ressaltar a importância da discussão sobre a problemática da violência contra a mulher no país.

– Me senti representada ao ler o tema da redação. A discussão é atual e muito importante, pois é uma realidade que vivenciamos no dia a dia. Acho que fui bem – disse a jovem, que fez o Enem pela primeira vez. – É um teste complicado, mas estou confiante.

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