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Você estudante, confira essas 7 dicas de como evitar aquele ‘branco’ na hora da prova

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Publicado no Amo Direito

Muitos estudantes têm o hábito de associar o tempo de estudo ao sucesso obtido em uma prova. Em uma espécie de falsa sensação de segurança, alguns jovens passam horas em frente aos livros e ao final acabam não absorvendo nenhuma informação. Contudo, essa não é a maneira mais eficiente de se preparar para uma prova.

Caso você não estude corretamente, você pode até se sentir seguro no dia do exame, mas ao final é bem provável que esqueça tudo e não garanta uma boa nota. A fim de auxiliar o jovem nesse momento tão complicado, confira os principais erros que os estudantes cometem na hora de estudar, além de dar dicas para melhorar o aproveitamento dos estudos:

1. Estudar rápido demais
Muitos alunos têm o mau hábito de apenas ler uma passagem do livro pensando que assim estarão devidamente preparados para a prova. Entretanto, só isso não basta; o estudante deve ter um contato mais profundo com a matéria, deve aplicá-la a outras áreas do conhecimento.

2. Estudar sem um plano de organização definido
Cada pessoa tem o seu próprio método de organização. Na hora de estudar, procure encontrar um padrão para as suas anotações. Faça comparações e contrastes, procurando contextualizar a matéria estudada. Isso pode lhe ajudar muito.

3.Tentar aprender todo o conteúdo de uma vez só
As memórias são reforçadas pelo hábito, pela repetição. Não se engane acreditando que é possível aprender uma enorme quantidade de conteúdo em um dia só. Você até pode absorver parte do conteúdo, mas a outra parte certamente irá “evaporar” da sua memória. Quanto maior for o seu contato diário com a informação, mais você irá retê-la. Para obter sucesso na prova, procure estudar pelo menos com uma semana de antecedência.

4. Não ter o hábito de fazer leituras relacionadas á matéria estudada em aula
Para que se tenha uma maior absorção do conteúdo estudado, é muito importante que o estudante procure ler algo relacionado á matéria antes das aulas. Isso ajuda muito no aprendizado, pois cria uma espécie de “arquivo” na memória.

5. Ignorar as imagens
Trata-se de um erro bastante comum cometido pelos alunos durante as leituras. O importante é entender que as ilustrações estão presentes no texto por alguma razão. Geralmente elas apresentam informações e ideias-chave importantes para a prova.

6. Usar cartões de memorização de forma errada
Uma técnica comum entre os estudantes é fazer o uso de cartões para memorizar mais facilmente o conteúdo. O método não é ruim, contudo é preciso prestar atenção no modo correto de usá-los. Uma dica para trabalhar com eles de forma efetiva é procurar escrever termos ou ideias-chave de um lado e definições no outro. Pergunte a si mesmo repetidamente para testar a sua memória.

7. Estudar até tarde antes da prova
Muitas pessoas adoram ficar até altas horas da noite estudando. Entretanto, trata-se de uma prática muito perigosa uma noite antes da prova. O risco de prejudicar o seu sono é muito alto, e você provavelmente fará a prova no estado de “zumbi”. Lembre-se: o seu cérebro necessita de descanso para o bom funcionamento.

Caso você tenha se identificado com alguma dessas atitudes, não é tarde para rever os seus métodos de estudo. Faça uma mudança para obter melhores resultados e alcance o sucesso.

Fonte: noticias.universia.com.br

Jovens saudáveis usam remédios psiquiátricos para ir melhor em provas

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Giuliana Miranda, em Folha de S.Paulo

As novas drogas da vez entre universitários e jovens profissionais passam longe de shows e baladas. As chamadas “smart drugs” são consumidas em universidades, cursinhos e escritórios.

Para estudar por várias horas sem perder o foco, pessoas sem problemas psiquiátricos ou neurológicos estão tomando pílulas para transtorno de deficit de atenção, narcolepsia e até mal de Alzheimer.

A Folha entrevistou cinco jovens, com idades entre 25 e 30 anos, que usam psicoestimulantes sem ter necessidade terapêutica. Todos citaram o desejo de turbinar os estudos.

O médico Lucas (nome fictício), 28, diz que começou a tomar ritalina, remédio para transtorno de deficit de atenção, por causa das longas horas de trabalho e as obrigações de estudo para a residência em ortopedia. Ele diz que só assim conseguia se manter concentrado e acordado.

“Deixa você mais focado. Para mim, fez efeito, mas eu comecei a sofrer com muita ansiedade e, no fim, comecei a ter crises de pânico”, relata.

Gabriela, 22, diz que conseguiu anfetaminas com uma colega em um cursinho para o concurso de admissão à carreira diplomática. Ela diz que, tirando a perda de apetite, ela não sentiu muita diferença.

“Consigo ficar mais acordada, mas não sei se rendo mais. Tenho tomado só quando preciso dar conta de muita matéria. Não acho que estou dependente”, avalia.

DOPING

Par alguns especialistas, as “drogas da inteligência” estão para o mundo acadêmico como os esteroides anabolizantes estão para o esportivo: embora possa haver algum ganho de resultado, há risco de vários efeitos colaterais.

Existe também um dilema ético: quem usa essas substâncias antes de uma prova, como um concurso público, teria vantagem sobre seus concorrentes. “Para mim, isso é doping”, diz o psiquiatra Mario Louzã, coordenador do Programa de Deficit de Atenção e Hiperatividade no Adulto do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas.

Gilda Paolliello, professora de psiquiatria do Ipemed, pensa igual: “É concorrência desleal”. Ela diz que, em seu consultório, já consegue perceber uma grande quantidade de pré-universitários, “concurseiros” e executivos que têm abusado das substâncias.

Ao contrário de outros países, o Brasil ainda não tem dados sobre o uso “cosmético” desses remédios. O que se sabe é que a venda de psicoestimulantes aumentou 25% nos últimos cinco anos.

Juntas, as drogas dessa classe –Ritalina e Ritalina La (Novartis), Venvanse (Shire), Concerta (Janssen Cilag) e Stavigile (Libbs)– venderam 2,16 milhões de caixas entre julho de 2014 e julho de 2015.

Acredita-se que a moda tenha começado entre estudantes americanos e profissionais de Wall Street. Uma pesquisa divulgada em 2014 indica que quase um em cada cinco estudantes da “Ivy League” –grupo de universidades de elite que inclui Harvard– usaram algum tipo de “smart drug” durante o período letivo.

Em um artigo no “Journal of Medical Ethics”, Vince Cakic, da Universidade de Sidney, afirma que, no futuro, pode ser até que estudantes tenham de se submeter a exames de urina.

EFICÁCIA E RISCOS

A eficácia das “smart drugs” é polêmica. Os estudos, até agora, não têm resultados conclusivos: alguns indicam certos ganhos, outros mostram que não há vantagens para pessoas saudáveis.

Um dos exemplos é o modafinil, comercializado no Brasil como Stavigile. Seu uso registrado na Anvisa é para tratamento de narcolepsia, mas ela é muito popular entre os estudantes. Enquanto um trabalho de 2012 indicou que a modafinil conseguiu melhorar a performance cognitiva de médicos que estavam sem dormir, um trabalho de 2014 mostrou um resultado contrário; estudantes ficaram mais lentos para tomar decisões.

Especialistas alertam principalmente para a falta de estudos que indiquem possíveis danos do uso em longo prazo dessas drogas por quem não tem indicação médica.

Na internet, é fácil ter acesso a blogs e fóruns em que estudantes discutem o tema e ensinam estratégias de uso.

Embora sejam de uso controlado, os estudantes têm acesso relativamente fácil às pílulas no mercado paralelo, sobretudo em redes sociais.

“Os blogs vendem um pouco a ilusão de que você vai ficar muito inteligente e aprender tudo. Mesmo para uma pessoa sadia o aumento de concentração não é assim tão grande. Se a sua concentração já está em 100%, não vai para 200%”, explica Louzã.

Profissionais alertam também para efeitos negativos após o uso prolongado.

“Esses psicoestimulantes podem levar tanto à dependência física quanto à psíquica. Ou seja, a pessoa só consegue se sentir segura se usar” diz Gilda Paolliello.”É bem comum ter insônia e ansiedade. Além disso, o uso prolongado pode levar a problemas cardíacos, arritmia.”

Sete dicas para conseguir boas notas no Enem

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Faltam três meses para o exame que tem características especiais e exige preparo para pontuações que garantam bolsas de estudo ou certificação

Publicado no Bem Paraná

Não deixar para estudar na última hora e ficar atento a acontecimentos da atualidade divulgados diariamente em jornais e revistas. Essas são algumas das dicas para quem fez a inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e quer obter uma boa nota. Há pouco menos de três meses para as provas marcadas para os dias 24 e 25 de outubro, a preparação para as provas deve ser intensificada.

No Brasil, segundo dados do Ministério da Educação (MEC), 7.746.057 pessoas fizeram a inscrição para participar do Enem 2015. “Esse é um exame cheio de características especiais, a começar pelos conteúdos que são organizados por unidades temáticas, diferentemente das disciplinas que tradicionalmente temos nas escolas. Por isso, procurar apoio em materiais especializados para estudar é de fundamental importância”, explica o pedagogo Enerson Torres, que atua no Curso Evidente, preparatório que atualmente tem mais de oito mil alunos estudando para o Enem.

Segundo o especialista, a nota média dos candidatos tem caído a cada ano, especialmente em áreas como redação e matemática. No ano passado, 529 mil participantes do Enem tiraram zero na redação e a pontuação em matemática caiu 7,3%. De acordo com o pedagogo, o desempenho nessas áreas é maior entre os estudantes que se dedicam em ler livros, treinam a produção de textos e fazem mais cálculos. “No nosso preparatório, desenvolvemos Clube da Leitura e Clube do Cálculo. São áreas consideradas mais difíceis pelos alunos desde a educação básica, o que deve ser compensado com muito estudo”, recomenda.

Refrescar a memória – O também pedagogo especializado em Enem, Jonas Schubert, explica que a prova é composta por conteúdos vistos em todo período escolar, mas que acabam sendo esquecidos pelos estudantes que, em muitos casos, deixaram a sala de aula há anos. Por essa razão, ele recomenda que os conteúdos sejam revistos e estudados. “Criar uma rotina de estudo é fundamental para quem quer ter uma boa nota. Pelo menos uma vez por semana, o candidato precisa se dedicar para se preparar para o Enem. Quem confia na memória, sem refrescá-la, costuma ter notas ruins”, alerta o pedagogo.

Apesar deste ano o número de inscritos ter caído 11,2% em relação a 2014, o Enem é muito procurado por estudantes de todo o Brasil pelo fato de a nota do exame poder ser usada para diferentes fins. Um dos mais acessados é a certificação do Ensino Médio, que exige pontuação de 450 pontos em cada área do conhecimento e, no mínimo, 500 pontos na redação. No ano passado, mais de 67 mil pessoas conseguiram terminar o Ensino Médio usando a nota do Enem.

O exame também é usado como processo seletivo em diversas universidades e faculdades e é um dos critérios usados para a concessão de bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni). Pelas regras do Programa de Financiamento Estudantil (Fies), a nota do Enem também deve ser usada para a concessão do crédito.

7 dicas de ouro para ir bem no Enem

1- Estude: parece óbvio, mas é. Vai melhor quem se dedica para fazer a prova do que a maioria que se inscreve e aparece no dia da prova. O Enem exige dedicação.
2- Crie uma rotina: pelo menos uma vez por semana, você deve se dedicar a revisar os conteúdos do Ensino Médio, que compõe o Enem. Quem deixa tudo para a última hora descobre que é tanta coisa para rever, que a falta de antecedência na preparação prejudica – e muito.
3- Leia jornais e revistas: conhecimentos gerais são importantes para responder as questões e para entender o tema da redação. O Enem exige pensamento crítico e o candidato precisa ser bem informado. Incorpore esse hábito que ajuda também na forma de escrever.
4- Leia livros. Essa recomendação é conhecida, porém poucos praticam: quem lê muito escreve bem. A redação costuma ser o vilão do Enem para quem não tem o hábito de ler e escrever.
5- Reconheça seus pontos fracos: se matemática sempre foi sua dificuldade, não adiante jogar para baixo do tapete, pois essa disciplina pode jogar sua média para baixa e tirar a oportunidade de certificação ou bolsa de estudo. Revise os conhecimentos básicos e as principais operações.
6- Procure ajuda de especialistas: cursos preparatórios fazem diferenças. A maioria tem material didático específico para o Enem e é elaborado por professores que conhecem a prova. Não basta saber o conteúdo, é preciso conhecer a dinâmica das questões.
7- Prepare seu emocional: nervosismo atrapalha na hora da prova. O exame é longo, precisa ter paciência para responder as questões e muita atenção. Por isso, seu psicológico deve estar preparado para isso.

‘Casal vestibular’ do interior de SP acumula 21 aprovações em medicina

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O casal Larissa e Matheus celebram juntos a aprovação em 21 universidades. Maurício Glauco/EPTV

O casal Larissa e Matheus celebram juntos a aprovação em 21 universidades. Maurício Glauco/EPTV

Larissa se qualificou em 11 vestibulares um ano após Matheus passar em 10. Jovem de Franca (SP) escolheu estudar na USP e será caloura do namorado.

Publicado no Midia News

Primeiro foi ele. Recém-saído do ensino médio, ainda com 16 anos, Matheus de Freitas foi aprovado em dez vestibulares para o curso de medicina – seis em universidades estaduais e federais. Um ano depois, é a vez de sua namorada, Larissa Rodrigues Garcia, de 18 anos, que comemora a aprovação em 11 vestibulares, sendo sete em instituições públicas. E o destino dos dois é a Universidade de São Paulo (USP), onde Larissa será caloura do namorado.

A história do casal começou em 2013, um ano e meio antes das 21 aprovações, em um colégio de Franca (SP), onde o clima de romance já dividia espaço com a pressão do vestibular. Foram muitas horas de estudo e poucas de diversão.

“No começo estudávamos juntos, já que eram os dois prestando vestibular. Íamos até juntos para as provas. Já sabíamos que queríamos medicina e estávamos nos esforçando por isso”, conta Matheus.

Aprovação

Para ele, a recompensa veio rápido: assim que terminou o terceiro ano do ensino médio, foi aprovado em dez universidades, entre elas a Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e Universidade de São Paulo (USP).

Como preferia ficar perto de casa e da namorada, o estudante escolheu a USP, cujo campus é em Ribeirão Preto (SP), a 90km de Franca. Só que mesmo antes de escolher, a sorte já estava ao lado dos namorados: a família de Larissa se mudou para a mesma cidade.

“Além de ele ser uma inspiração para mim, ver o Matheus lá dentro da universidade aumentou a minha vontade de conseguir [a vaga]”, lembra Larissa. As longas horas de estudo, que muitas vezes chegaram a 14 horas diárias, colocou à prova a força da relação dos dois, que, por mais que vivessem momentos diferentes, queriam estar juntos. Enquanto ele fazia novos amigos e era apresentado ao mundo das festas universitárias, ela só tinha como companhia os livros.

Matheus conta que não foi fácil. “Eu tive que sacrificar muitas coisas para manter o relacionamento bom e ajudar ela. Eu quis mantê-la o mais estável possível e equilibrada, para que ela passasse na faculdade esse ano”. O resultado foi ainda melhor que o esperado.
A vez dela

Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), USP, Unesp e UFTM, além de outras quatro particulares. Foi na lista de todas essas faculdades que Larissa viu seu nome aparecer entre os aprovados de 2015.

“Não foi milagre, não foi inteligência extrema. Foi sentar e estudar. Mas, mesmo assim, eu nunca esperava esse resultado. Para mim, uma só já seria esplêndido, mas 11 foi inacreditável”, afirma.

Além da realização de um sonho, o resultado tem duplo motivo de comemoração. Assim como Matheus, Larissa optou pela USP, onde já fez até matrícula e será caloura do namorado, que foi para o segundo ano. “Eu já tenho vida em Ribeirão, minha família aqui, e meu namorado, até dentro da USP. Está tudo indicando que aqui é meu lugar”, comemora Larissa.

Matheus também não podia estar mais satisfeito. “É muito bom pensar que ela vai estar lá também. Espero que a gente fique mais junto, possa sair mais e curtir”, destaca.

Paraibano nota mil na redação do Enem prefere livros a festas

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Paraibano nota mil na redação do Enem prefere livros a festas

Publicado no Portal AZ

Escolher os livros ao invés de festas e baladas. Uma rotina diferente da maioria dos adolescentes, que ajudou o estudante Leoberto Batista, de 17 anos, a conseguir atingir a nota máxima na prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e também da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), em 2015. Ele mora no município de Patos, sertão paraibano, e está entre entre os 250 candidatos que conseguiram atingir mil pontos nesta edição do Enem. “Prefiro ficar com os livros a sair. Estudo o dia inteiro e, quando recebo um convite, meus amigos já sabem a resposta: tenho que estudar”, disse Leoberto.

No Sertão da Paraíba, o estudante frequentou sempre escolas particulares onde no ano passado concluiu o ensino médio. Da primeira vez em que realizou a prova, 900 pontos foram alcançados na redação. Neste ano, sua preparação para a prova do exame nacional ocorreu em um cursinho pré-vestibular, também particular. Para atingir a nota máxima nesta edição, ele contou que além de passar o dia inteiro estudando, a experiência fez toda a diferença. “Como já conhecia a prova, comecei logo pela redação, de cabeça fria”, contou ele.

Caseiro, o estudante aproveita todo o tempo possível com a leitura de livros, que vão de ficção à literatura clássica, e com os estudos de outras disciplinas. Segundo ele, festas, baladas ou coisas do tipo nunca fizeram parte da sua rotina. “Ainda hoje só saio de casa para ir à Igreja, meus amigos já sabem”, explicou o estudante.

Um segredo pessoal para uma boa redação foi revelado por ele: “debater as redações consigo mesmo antes de entregá-las”. Além disto, o estudante, que é leitor assíduo de Machado de Assis e Aluísio de Azevedo – seus autores preferidos, disse ter encontrado na leitura desses escritores uma boa base crítica para o seu texto.

“Apesar da surpresa do tema da prova, o olhar crítico da sociedade me ajudou bastante e ajudaria para qualquer tema. Na redação citei um pensamento de Karl Marx sobre a alienação comunista enfatizando essa crítica social, em conjunto, também citei um pouco do conhecimento histórico”, explicou Leoberto.

O sonho dele é cursar medicina. No momento em que viu sua nota, o sonho pareceu mais próximo da realidade. “Cheguei a chorar de alegria com a minha mãe e depois com o restante da família. No começo não queria que muitas pessoas ficassem sabendo do resultado, mas agora não é mais possível”, comentou o estudante.

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