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Jovem entra em universidade sem concluir ensino médio após Enem

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Adolescente teve nota suficiente para ingressar na federal de Lavras, MG.
Sem concluir ensino médio, estudante conseguiu na Justiça fazer matrícula.

Publicado por G1

1O estudante Guilherme Lopes sempre estudou em escola pública e nunca teve problemas com notas. No ano passado, quando ainda cursava o 2º ano do ensino médio, o adolescente resolveu fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pela segunda vez e conseguiu uma nota tão boa que pôde garantir uma vaga na Universidade Federal de Lavras (Ufla) (MG). Como ainda não havia concluído o ensino médio, ele foi barrado na hora de fazer a matrícula e a família teve que entrar na Justiça para conseguir o direito de Guilherme de estudar na universidade.

A mãe do adolescente, Aparecida Lopes, conta que nunca precisou se preocupar com as notas do filho e que ele sempre esteve à frente da idade escolar. “Sempre foi muito aplicado e muito esforçado”, diz a mãe. Mesmo assim, o estudante não esperava um resultado tão bom no Enem. “Era uma questão apenas de treinamento (fazer a prova). No ano que vem eu ia prestar vestibular, então seria muito mais fácil para acostumar com a prova”, afirma Guilherme.

A boa pontuação alcançada por Guilherme pôde garantir uma vaga em um curso superior em universidades que aceitam a nota do Enem. O estudante decidiu tentar a matrícula para o curso de engenharia de automação da Ufla, mas como precisava ter o certificado de conclusão do ensino médio, não pôde se matricular no curso. Para conseguir, a família entrou na Justiça.

“Eu procurei um advogado e a gente teve que entrar com um mandado de segurança, primeiro contra a Secretaria de Educação para emitir o certificado de conclusão do ensino médio através da prova do Enem. Só que aí já tinha passado o prazo da matrícula, então tivemos que entrar com outro processo contra a universidade para assegurar o direito de matrícula”, lembra o estudante.

Estudante do ensino médio conseguiu na Justiça ingressar em universidade (Foto: Reprodução EPTV)

Estudante do ensino médio conseguiu na Justiça ingressar em universidade (Foto: Reprodução EPTV)

Agora que conseguiu, o adolescente está ansioso. As aulas na universidade começam nesta segunda-feira (13) e ele não tem dúvidas de que vai dar conta do recado. “É o curso que eu queria, sempre dei muito certo com essa área de tecnologia, então vai dar tudo certo e eu vou tentar explorar ao máximo a universidade”, completa Guilherme.

Enem

O Enem é uma oportunidade para os estudantes tentarem uma vaga em universidades de todo o Brasil. No Sul de Minas, a Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e a Universidade Federal de Alfenas (Unifal) só adotam o Enem como vestibular. Na Universidade Federal de Lavras (Ufla), 60% das vagas são para alunos aprovados com nota do Enem e o restante é para alunos do processo seriado.

As inscrições para o exame deste ano começam nesta segunda-feira (13) e podem ser feitas até o dia 27 pela internet através da página do Inep que você acessa por aqui. É preciso informar a opção de língua estrangeira, o local de realização das provas e se há necessidade de atendimento especial no dia das provas. O Enem será realizado nos dias 26 e 27 de outubro.

Entre as novidades deste ano, está o maior rigor nas correções, principalmente nas redações. A mudança foi motivada após candidatos do Enem do ano passado terem colocado no texto uma receita de miojo e o hino do Palmeiras e ganharem 500 pontos na redação mesmo com as citações. A partir deste ano, se no texto tiver qualquer trecho que fuja do tema proposto, o estudante vai tirar zero.

Bacharéis consideram exame da OAB mais fácil que o anterior

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Segundo OAB, mais de 124 mil pessoas estavam inscritas para o teste.
Questões de ética foram consideradas fáceis pela maioria dos candidatos.

Após a prova, Fernanda Wakim encontra o namorado, Felipe Grecco (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Após a prova, Fernanda Wakim encontra o namorado, Felipe Grecco (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Rodrigo Ortega, no G1

Bacharéis que prestaram a 1ª fase do 10º Exame de Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), neste domingo (28), disseram que a prova estava mais fácil do que a edição anterior. O teste, que teve duração de cinco horas, foi encerrado às 18h. No entanto, alguns candidatos reclamaram que havia enunciados difíceis de serem entendidos.

As questões sobre ética foram consideradas fáceis pela maioria dos bacharéis. Direito do Trabalho, Direito Penal e Direito Constitucional foram citados pelos candidatos como os conteúdos mais difíceis.

Fernanda Wakim, 23 anos, estudou até 12 horas por dia para o exame e diz que teve “muito apoio psicológico” do namorado, Felipe Grecco, 24 anos que foi buscá-la após a prova. “Achei mais fácil do que a última, em que saí desolada e teve pouca aprovação. Ética foi o tema mais fácil. Em Direito Penal, a prova estava mal escrita, com questões difíceis de entender. Em três que não entendi só deixei uma interrogação e desisti”, afirma.

Luciana Nunes, 24 anos, fez o exame da OAB neste domingo (28) em SP (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Luciana Nunes, 24 anos, fez o exame da OAB neste
domingo (28) em SP (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

“O exame estava mais fácil que a última prova, que eu prestei e foi bem mais complicada. Direito Constitucional estava mais difícil, em minha opinião. Ética foi mais fácil, apesar de eu ter achado algumas questões com esse tema um pouco complicadas. Eu fiz cursinho, estudei durante quatro horas por dia nos últimos meses para esta primeira fase e por isso estou saindo mais confiante”, diz Luciana Nunes, de 24 anos. Ela faz o exame pela terceira vez e saiu quase uma hora antes do horário marcado para o encerramento da prova, às 18h.

Priscila (esq) e Rosângela (dir.) fizeram a prova neste domingo (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Priscila (esq) e Rosângela (dir.) fizeram a prova
neste domingo (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

A jovem Priscila do Rosário, 23 anos, prestou o exame pela segunda vez. “Não estava difícil o exame, mas Direito do Trabalho estava confuso, as questões tinham várias interpretações, dava dúvida.” A reclamação dela também foi feita por outras pessoas que prestaram a prova. A amiga Rosângela Hafez, 40 anos, concorda que a prova não estava difícil. “Foi mais fácil do que a do ano passado. Estou confiante.”

Daniel Barbosa e a amiga, Raíssa Freitas (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Daniel Barbosa e a amiga, Raíssa Freitas
(Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Daniel Barbosa, 23 anos, tenta pela segunda vez e diz que o exame “não foi dos mais difíceis.” Ele cita ética como um tema fácil e Direito Tributário e do Trabalho como difíceis. Amiga de Daniel, Raíssa Freitas, de 23 anos, tenta pela terceira vez passar no exame. “Em Direito do Trabalho, esperava que caíssem coisas atuais, como a PEC das domésticas, mas não caiu”.

Olga Keller, de 47 anos, faz o exame pela quarta vez, mas não tentou a prova anterior. “Direito Tributário foi a parte mais difícil, mas confesso que estudei pouco. Mas Direito Civil achei fácil. Saí de casa confiante e vou voltar um pouco menos. Em geral, foi difícil”, diz.

Olga Keller, 47 anos, após exame da OAB (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Olga Keller, 47 anos, após exame da OAB (Foto:
Rodrigo Ortega/G1)

A turma de amigos Karina Marcato, Marcelo Lima, Thiago Cratão e Natália Rente diz com unanimidade que a prova estava mais fácil que a anterior. “Em relação à outra, essa prova estava mais interpretativa, às vezes difícil de entender”, diz Karina. No ranking deles, as questões mais fáceis eram de Direito Tributário e ética, e as mais difíceis de Direito Constitucional e do Trabalho.

Após prova, grupo de amigos diz que teste foi mais fácil que o anterior (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Após prova, grupo de amigos diz que teste foi mais
fácil que o anterior (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Primeira fase

De acordo com a OAB, mais de 124 mil candidados estavam inscritos para o teste. A prova teve 80 questões de múltipla escolha. Os candidatos precisam acertar 40 questões para passar para a segunda fase, que está marcada para o dia 16 de junho.

O Exame de Ordem é obrigatório para obter a carteira da OAB, necessária ao exercício da profissão de advogado.

O gabarito preliminar do exame foi divulgado na noite deste domingo. O resultado preliminar com os nomes de quem passou para a segunda fase será divulgado no dia 8 de maio. De 8 a 11 de maio, os candidatos que não foram aprovados para a segunda fase podem entrar com recurso no site da OAB.

O resultado final, que inclui a análise dos recursos, será divulgado no dia 28 de maio.

A prova prático-profissional (segunda fase) será realizada no dia 16 de junho, das 13h às 18h (horário de Brasília). O resultado preliminar dos aprovados sairá no dia 9 de julho. O resultado final, após análise de recursos, será divulgado no dia 26 de julho.

Cotistas têm desempenho inferior entre universitários

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Érica Fraga, na Folha de S.Paulo

Alunos de graduação beneficiários de políticas de ações afirmativas, como cotas e bônus, têm apresentado desempenho acadêmico pior que os demais estudantes nas universidades públicas do país, mostram estudos recentes.

As pesquisas também concluem que a diferença de notas perdura até o fim dos cursos e costuma ser maior em carreiras de ciências exatas.

Universitários que ingressaram em instituições públicas federais por meio de ação afirmativa tiraram, em média, nota 9,3% menor que a dos demais na prova de conhecimentos específicos do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), que avalia cursos superiores no país.

No caso das universidades estaduais, cotistas e beneficiários de bônus tiveram nota, em média, 10% menor.

Os dados fazem parte de estudo recente dos pesquisadores Fábio Waltenberg e Márcia de Carvalho, da UFF (Universidade Federal Fluminense), com base no Enade de 2008, que pela primeira vez identificou alunos que ingressaram por políticas de ação afirmativa.

Foram analisados os desempenhos de 167.704 alunos que estavam concluindo a graduação nos 13 cursos avaliados em 2008, como ciências sociais, engenharia, filosofia, história e matemática.

“Encontramos diferenças razoáveis. Não são catastróficas como previam alguns críticos das ações afirmativas, mas é importante registrar que existe uma diferença para não tapar o sol com a peneira”, diz Waltenberg.

Para ele, o desnível atual é um preço baixo a se pagar pela maior inclusão. Mas ele ressalta que, com a ampliação da política de cotas (que atingirão 50% das vagas das federais até 2016), é possível que o hiato entre as notas se amplie.

EVASÃO MENOR

Pesquisa recente feita pelo economista Alvaro Mendes Junior, professor da Universidade Cândido Mendes, sobre o resultado de ações afirmativas na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) revela que o nível de evasão entre os cotistas na universidade é menor do que entre outros estudantes.

Mas os dados levantados por ele –que acompanhou o progresso de alunos que ingressaram em 2005 em 43 carreiras– confirmam as disparidades de desempenho.

O coeficiente de rendimento (média das notas) de alunos não beneficiários de ações afirmativas que se formaram até 2012 foi, em média, 8,5%, maior do que o dos cotistas. Em carreiras como ciência da computação e física essa diferença salta para, respectivamente, 43,2% e 73,2%.

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Autista adquire direito de estudar em Instituto Federal do ES

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Justiça decidiu em favor do jovem que reivindica cota para deficientes.
Eduardo fez o processo na ampla concorrência e obteve 170 pontos.

Eduardo fez o processo na ampla concorrência e obteve 170 pontos. (Foto: Fernando Estevão/ TV Gazeta)

Eduardo fez o processo na ampla concorrência e obteve 170 pontos. (Foto: Fernando Estevão/ TV Gazeta)

Amanda Monteiro e André Falcão, no G1

Eduardo Meneghel Barcellos da Costa, 15 anos, não deixou o autismo limitar sua vontade de estudar. No último dia 10, ele conseguiu uma liminar da Justiça Federal para que pudesse ingressar no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Ele participou do processo seletivo, fez prova para concorrer uma vaga no curso Agropecuária Integral, no campus de Alegre, mas como o instituto não dispõe de reserva de vaga nem outro meio de inclusão para pessoas com deficiência previsto no edital, Eduardo fez o processo na ampla concorrência e obteve 170 pontos, ficando como suplente. Com esse resultado, o pai de Eduardo decidiu buscar meios legais para garantir ao filho a entrada no Ifes.

1Eduardo conta que, quando soube da pontuação, pensou em desistir. “Fiquei desanimado. Mas quando meu pai falou que a gente ia lutar por isso, eu me animei. Como demorou muito, eu não estava achando que a gente ia conseguir. Mas a gente conseguiu. Agora estou ansioso para estudar”, conta.

Para o pai de Eduardo, o professor Maurice Barcellos da Costa, ele teve desvantagem em relação aos demais candidatos diante da deficiência que apresenta, embora tenha tido um resultado bastante satisfatório para a sua condição, considerando que o primeiro aprovado fez 310 pontos e a última aprovada fez 220 pontos. “Candidatos cotistas foram aprovados uns com 110 pontos, outros com 140 pontos. Ou seja, se tivesse acesso privilegiado de acordo com suas peculiaridades, o Eduardo certamente seria aprovado”, diz o pai.

Maurice fez um requerimento administrativo ao Ifes, expondo os motivos com embasamento legal pedindo que fosse adotada medidas para que Eduardo fosse matriculado, mas o instituto negou. “Com a negativa do Ifes, entramos de imediato no Ministério Público Federal, que fez uma recomendação ao Ifes para providenciar a matrícula do Eduardo. O Ifes também negou essa recomendação, alegando que cumpriu o edital. Recorremos à Justiça, ajuizamos ação, a Justiça Federal fez toda análise do processo e novamente o MPF opinou, recomendando à Justiça que determinasse ao Ifes a criação da vaga. No dia 10 de abril saiu a decisão do juiz com a liminar garantindo a matricula do Eduardo”, conta o pai.

O desejo de Maurice é que o caso de Eduardo seja exemplo para todas as pessoas com limitações e também um incentivo para que as instituições busquem medidas inclusivas. “Estaremos sempre dispostos a participar com mais pessoas, com quem está nessa luta e tem alguma dificuldade de aceso à informação, alguma dificuldade de condições de mover ação semelhante, que tenha isso como exemplo. E também que as instituições se preparem melhor e venham dar essas condições para as pessoas com deficiência, sem que para isso seja preciso luta na Justiça. A legislação vigente já dá embasamento para a inclusão”, afirma.

A gente conseguiu. Agora estou ansioso para estudar”
Eduardo Meneghel, estudante

O reitor do Ifes, Denio Rebelo, informou que a procuradoria jurídica do instituto está estudando o caso, mas afirmou que a decisão judicial será cumprida. Denio afirma que ainda não existe ainda uma política pública já definida de forma legal em relação a pessoas com algum tipo de necessidade especial. “Não temos isso previsto no edital. Mas temos alunos cegos, surdos e cadeirantes, várias pessoas com deficiência que fizeram o processo seletivo da nossa instituição na ampla concorrência e são alunos regulares”, disse.

As aulas do curso começaram e fevereiro, mas a Justiça também determinou que Eduardo tenha a reposição de todas as aulas. O pai afirma que vai tentar permanecer com o filho durante um período de adaptação, em Alegre. Eduardo agora conta os dias para começar a estudar. “Meu pai me ajuda pra caramba, estou devendo muito para ele. É um exemplo para todo mundo”, diz.

Outro lado

O Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) esclarece que o aluno Eduardo Meneghel Barcellos da Costa não foi aprovado para a seleção de que participou. Ele concorreu a uma vaga de Ampla Concorrência do curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio do campus de Alegre, mas ficou como suplente.

O Instituto informa ainda que o processo seletivo é regido por um edital – que determina os critérios da seleção – e a instituição precisa atender às normas descritas neste documento. Não há, por parte da legislação vigente em âmbito federal, uma política de cotas para pessoas com necessidades específicas.

A decisão judicial recebida pelo Instituto Federal do Espírito Santo no dia 12 de abril fixa prazo de dez dias para que “a instituição adote todas as providências para intimar o autor e orientá-lo sobre os procedimentos a serem adotados para início das aulas, de tal forma que, no máximo a partir do 11º dia o autor já possa frequentar as aulas”. A Procuradoria Jurídica do Ifes deu início à análise do processo no dia 15 de abril, primeiro dia útil após o recebimento.

Decisão da Justiça. (Foto: Fernando Estevão/ TV Gazeta)

Decisão da Justiça. (Foto: Fernando Estevão/ TV Gazeta)

Adeus aos dias cinzas!

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Ediouro volta a encostar na Sextante

Cassia Carrenho, no PublishNews

Após 35 semanas de domínio em tons de cinza, a lista volta a ser mais colorida. O lado bom da vida (Intrínseca) manteve o 1 º lugar, assumido na semana passada, e, na vice liderança, aparece Casamento blindado (Thomas Nelson). O destaque da lista geral vai para o livro A prova do céu (Sextante) que saltou de 20º para 4º lugar. E viva a diversidade, né Feliciano?

As novidades na lista foram: ficção, O teorema Katherine (Intrínseca); autoajuda, Malhar, secar, definir (Princípio) e 50 coisas que você pode fazer para conter a ansiedade, ambos do grupo Lafonte, além de bons conselhos de meu pai (Fontanar); negócios, o tão esperado livro da Chefe Operacional do Facebook , Sheryl Sandberg, Faça acontecer (Companhia das Letras) e Sonho grande (Primeira Pessoa).

No ranking das editoras, a Ediouro, com 14, encostou na Sextante, com 15 livros. Na semana passada a diferença era de 3 livros. Empatados com 9 livros cada, estão a Intrínseca e Record.

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