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Fuvest 2017: Inscrições para o vestibular começam nesta 6ª-feira

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Candidatos aprovados no vestibular 2016 na Universidade de São Paulo (USP) recebem trote com tintas e confetes (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)

Candidatos aprovados no vestibular 2016 na Universidade de São Paulo (USP) recebem trote com tintas e confetes (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)

 

O prazo para os candidatos interessados começa às 10 horas de amanhã e termina às 23h59 do dia 8 de setembro

Publicado na Veja

O período das inscrições para a Fuvest 2017 começa nesta sexta feira às 10 horas da manhã. Segundo a Fundação Universitária para o Vestibular, responsável por organizar o vestibular, o prazo para os candidatos realizarem a inscrição no site termina às 23h59 do dia 8 de setembro. Este ano, a taxa custa 160 reais e pode ser paga até 9 de setembro, no horário comercial dos bancos. Em 2015, os candidatos deveriam pagar de 145 reais para realizar a prova. O resultado do pedido de isenção da taxa será divulgado também amanhã.

Nesta edição, serão selecionados 8.734 alunos para carreiras na USP e 120 para os cursos de medicina na Faculdade Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Em 21 de novembro ocorre a divulgação dos locais da primeira fase e as provas de conhecimentos gerais serão aplicadas em 27 de novembro. Já em 19 de dezembro, a Fuvest vai disponibilizar a lista dos aprovados para a segunda fase do vestibular, que ocorre nos dias 8, 9 e 10 de janeiro. Os portões se abrem 12h30 e fecham às 13 horas.

Sisu na Usp

A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e a Escola de Comunicação e Artes (ECA) já decidiram destinar parte de suas vagas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que prevê a entrada de candidatos pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A Escola Politécnica (Poli) reservou 10% das vagas no sistema de seleção, sem destinar vagas exclusivamente para os alunos oriundos do ensino público.

O número de vagas no Sisu subiu de 1.996 para 2.338.Em comparação com o vestibular 2016, houve um aumento de 45%.

Obras obrigatória
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Em março deste ano, os organizadores também divulgaram a lista de livros que os estudantes devem ler para realizar a prova. Estão relacionadas para a seleção deste ano nove obras, e a novidade é o romance Mayombe, do autor angolano Pepetela. É a primeira vez que um escritor africano aparece na relação da Fuvest.

Saiba de 6 vícios que você precisa eliminar agora da sua redação

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É preciso saber escrever com objetividade, clareza e coerência

Publicado no Paraíba Total

1369752179479-concursoNum mundo dominado por e-mails, redes sociais e aplicativos de mensagens como o WhatsApp, a comunicação escrita tem um espaço central no cotidiano. Mais do que nunca, é preciso saber escrever com objetividade, clareza e coerência — ainda mais em situações profissionais.

Ter uma boa redação não é um “luxo” dispensável: a competência é decisiva para o sucesso em qualquer segmento de atuação.

“A excelência na escrita tem impacto direto sobre a carreira”, diz Rosângela Cremaschi, professora de comunicação da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e consultora na RC7. “É comum que ela se traduza em promoções, aumentos salariais e visibilidade no mercado de trabalho”.

Além de trazer benefícios para o indivíduo, o cuidado com a linguagem também faz bem para a saúde das empresas: quanto maior a qualidade do diálogo entre as pessoas, mais fáceis se tornam os acordos. Bons textos geram bons negócios.

Mas como aperfeiçoar a sua redação e gerar oportunidades para si mesmo e para o seu empregador? Um bom começo é conhecer alguns vícios muito comuns, mas fáceis de eliminar, como os que você verá a seguir:

1. Usar expressões “difíceis” (que não significam o que você pensa)

Quem nunca leu (ou escreveu) algo como “Essa questão deve ser discutida junto ao departamento de RH”? Segundo Cremaschi, a expressão “junto a” significa “perto de”. Pode até parecer mais culto dizer que você discutiu a questão junto ao departamento, mas isso não faz sentido: escreva simplesmente que a discutiu com o departamento.

“Posto que” é outra expressão elaborada que muita gente emprega equivocadamente, afirma Diogo Arrais, professor de português do Damásio Educacional. O sentido correto é adversativo (como “embora”), e não causal (como “já que”). A norma culta prevê que você diga algo como “Posto que estivesse chovendo, fui à praia”, e não “Posto que fizesse sol, fui à praia”.

Outro exemplo é a palavra “assertivo”, muito usada no discurso corporativo com o sentido de “preciso”, “exato” e “correto”, talvez pela semelhança sonora com a palavra “acerto”. O significado, porém, é outro: uma pessoa assertiva é aquela que expõe e defende suas ideias com firmeza, autoconfiança e vigor.

2. Insistir em fórmulas prontas

Segundo o professor Diogo Arrais, do Damásio Educacional, muitos profissionais ainda enfeitam suas redações com frases consagradas, que pouco ou nada acrescentam à mensagem. Exemplos típicos da correspondência profissional são “Venho por meio desta” ou “Sem mais para o momento”.

Além de soarem pouco naturais, essas fórmulas alongam o texto desnecessariamente e criam barreiras para a compreensão do seu recado. Quer manter um diálogo mais claro e genuíno com o seu leitor? Revise seu texto e corte todas as frases e expressões que estão ali só por convenção.

3. Repetir, repetir, repetir

“Muita acredita que, para que o interlocutor compreenda bem sua mensagem, é preciso ‘reforçar’ o texto com a repetição de informações e palavras”, diz Cremaschi. Na verdade, é o contrário: a redundância só serve para cansar e desconcentrar o outro.

Para sanar o problema, a dica é usar conjunções, como “entretanto”, “porém” e “embora”, e pronomes relativos, como “dos quais”, “onde” e “cujo”, que criam conexões entre as ideias e dispensam a necessidade de retomá-las várias vezes.

Pesquisar sinônimos para as palavras que precisam ser repetidas também é interessante, recomenda Arrais. O dicionário não é o “pai dos burros”, como se costuma dizer, mas o aliado dos curiosos.

4. Ignorar possíveis duplos sentidos

Na frase “A diretora discutiu com o gerente o seu descontentamento com a equipe”, de quem é o descontentamento: da diretora ou do gerente? Desprovida de recursos como o tom de voz e as expressões faciais, a comunicação escrita é especialmente suscetível a mal-entendidos. Um erro bastante comum é negligenciar esse risco, deixando de ler o texto com o olhar do interlocutor.

“Ao escrever, dê uma pausa, vá buscar um café e depois o releia, a fim de checar se não há dupla interpretação”, diz Cremaschi.

Cuidar da pontuação também ajuda a evitar a ambiguidade. Basta ver a diferença entre “Pegue o livro, que está na gaveta” e “Pegue o livro que está na gaveta”. No primeiro caso, há um único livro, e seu lugar é a gaveta. No segundo, pode haver vários livros, mas apenas o que está na gaveta deve ser pego.

5. Cometer velhos erros

Mesmo profissionais de alto gabarito hierárquico escorregam em velhos tópicos de gramática, endereçados desde os tempos de escola. Os verbos “haver” e “fazer” são exemplos típicos. Muita gente já sabe que ambos devem permanecer no singular quando têm sentido de existência ou tempo transcorrido. No lugar de “Fazem dois anos” e “Haviam dados”, deve-se escrever “Faz dois anos” e “Havia dados”. Mas a forma incorreta ainda aparece em muitos textos profissionais, diz Cremaschi.

Em parte, a reincidência em erros antigos se explica pela correria da rotina. Mas não é apenas isso. “A maioria das pessoas escreve com pouquíssima atenção”, explica Arrais. “Para evitar esses lapsos, você precisa pensar no seu leitor e fazer uma revisão do que redigiu antes de apertar o botão ‘enviar’”.

6. Falhar na padronização

Outro vício comum é negligenciar regras básicas sobre sinais e abreviações. Não é mero formalismo: num texto profissional, a padronização ajuda a deixar a comunicação mais limpa e clara. “Quando o texto respeita um sistema conhecido, a leitura se torna mais fluida”, explica Cremaschi.

A professora chama a atenção para a notação do horário: o símbolo de hora é “h”, o de minuto é “min” e o de segundo é “s”. Para descrever uma duração, usa-se “das 9h às 10h30″, por exemplo. O símbolo “min” só será obrigatório se também forem citados os segundos. Você pode escrever, por exemplo, que uma determinada prova olímpica dura 1h15min10s.

As siglas também precisam seguir um padrão. Na primeira vez em que citar algo como o BNDES, escreva primeiro o nome correspondente por extenso, desta forma: “Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”. A partir daí, fique à vontade para usar só a sigla quando mencionar a instituição.

Jovem é presa na Índia por colar em exame

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Pais flagrados escalando muro de locais de prova para passar cola - AP

Pais flagrados escalando muro de locais de prova para passar cola – AP

 

Rubi Rai teve a maior nota em humanidades, mas depois não soube soletrar ‘ciência política’

Publicado em O Globo

RIO- Uma adolescente indiana foi presa no estado de Bihar acusada de fraude em exames de ingresso no ensino superior do país. Rubi Rai, de 17 anos, havia conquistado a maior nota da prova de humanidades.

As suspeitas sobre o resultado da jovem começaram a surgir quando o vídeo de uma entrevista dada por ela viralizou na internet. Durante a conversa, Rubi não soube soletrar “ciência política”, justamente o curso que estava estudando. Além disso, a jovem afirmou que pensava que o assunto traria tópicos sobre culinária.

“Agora temos que prender um total de 18 pessoas, incluindo a menina”, afirmou o superintendente da polícia de Bihar, Manu Maharaj.

Após o surgimento das suspeitas, Rubi foi submetida a novos exames e teve um resultado desastroso. De acordo com as autoridades, quando foi pedido a ela que escrevesse um ensaio sobre o poeta indiano Tulsidas, a menina escreveu somente “saudações a Tulsidas”.

A decisão de conduzir Rubi à prisão tem sido criticada pelo fato da jovem ser menor de idade. O argumento é de que ela deveria ir para uma casa de detenção de menores e não para uma prisão comum. As autoridades afirmam, no entanto, que ela terá que provar sua idade.

Outros estudantes também foram alvo de mandados de prisão. Um deles havia liderado o ranking na prova de Ciências, mas quando submetido ao novo exame não sabia que “H2O” era água.

No ano passado, um grupo de pais e familiares de alunos foram flagrados em Bihar escalando paredes de locais de prova para passar colar aos estudantes. O caso foi um escândalo na Índia.

China irá prender por até 7 anos estudantes que colarem no vestibular

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Estudantes deixam o local do exame nacional do ensino médio chinês, em Nanjing(VEJA.com/Reuters)

Estudantes deixam o local do exame nacional do ensino médio chinês, em Nanjing(VEJA.com/Reuters)

 

O exame nacional gaokao é considerado a prova mais importante da vida de um cidadão chinês

Publicado na Veja

Nesta terça-feira, mais de 9 milhões de jovens chineses realizam o exame nacional para entrar na universidade e, pela primeira vez, podem enfrentar até 7 anos de prisão se decidirem trapacear na prova. Os alunos que obtiverem repostas de forma ilegal também serão proibidos de realizar qualquer outro exame de educação pelos próximos três anos, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua.

Representantes do governo afirmaram que a lei, aprovada em novembro do ano passado, é necessária para preservar a imparcialidade do exame, conhecido no país como a prova mais importante da vida de um cidadão. Notas altas podem abrir caminho para uma universidade de renome e uma profissão bem paga, já pontuações baixas são motivo de vergonha para toda a família.

O gaokao, equivalente ao Enem (Exame Nacional de Ensino Médio) brasileiro, é altamente competitivo, por isso, alguns estudantes e seus familiares estão dispostos a encontrar formas inesperadas de burlar a fiscalização da prova. De acordo com o jornal The New York Times, alguns pais contratam empresas para transmitir respostas para os filhos através de microrrádios e outros subornam oficiais para terem acesso à prova antes do dia do exame.

Neste ano, mais de 80 policiais de Pequim foram deslocados para cada um dos 96 locais de prova da cidade com objetivo de monitorar os estudantes. Nas últimas edições do exame também foram instalados scanners de impressão digital nas escolas e sutiãs com aro de metal foram banidos, porque poderiam esconder dispositivos de transmissão.

Segundo o jornal chinês Global Times, oficiais da educação esperam que a possibilidade de prisão acabe de vez com os esquemas de trapaça. “Não acreditem que nenhum grupo ou indivíduo que ofereça uma ‘falsa ajuda’ no teste, pois correm o risco de sofrer com arrependimento durante toda a vida”, alertou o Ministro da Educação da China em um comunicado.

(Da redação)

Unicamp divulga lista de obras para vestibular 2018

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Relação de leituras obrigatórias inclui romances, peças de teatro, sermões e poesia

Publicado no Universia Brasil

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulgou nesta terça-feira (17) a lista de livros de leitura obrigatória que serão cobrados no Vestibular Unicamp 2018.

A lista conta com 12 obras literárias de autores brasileiros, africanos e portugueses. Anualmente, a instituição renova parte das leituras obrigatórias que compõem a lista e divulga as mudanças com um ano de antecedência, para que os professores possam preparar seu plano de aulas.

Comparada com a relação de livros que serão cobrados no Vestibular Unicamp 2017, que acontece neste ano, a nova seleção apresenta três obras diferentes: ‘O espelho’, de Machado de Assis, ‘O bem amado’, de Dias Gomes, e ‘Sermão de Quarta-feira de Cinza’, de Antonio Vieira. Para consultar as leituras que serão cobradas na prova deste ano, clique aqui.

A lista inclui diferentes gêneros literários, como romance, poesia, peça teatral, contos e sermões. O objetivo é levar diversidade e ampliar o campo de estudos do vestibulando, sem sobrecarregá-lo no volume de livros.

A seguir, confira a lista de leituras para o Vestibular Unicamp 2018:

Poesia:

– Luís de Camões, Sonetos
– Jorge de Lima, Poemas Negros

Contos:

– Clarice Lispector, Amor, do livro Laços de Família
– Guimarães Rosa, A hora e a vez de Augusto Matraga, do livro Sagarana
– Monteiro Lobato, Negrinha, do livro Negrinha
– Machado de Assis, O espelho

Teatro:

– Dias Gomes, O bem amado.

Romance:

– Aluísio Azevedo, O cortiço
– Camilo Castelo Branco, Coração, cabeça e estômago (Livro em domínio público)
– Érico Veríssimo, Caminhos Cruzados
– Mia Couto, Terra Sonâmbula.

Sermões:

Antonio Vieira
– Sermão de Quarta-feira de Cinza – Ano de 1672;
– Sermão de Quarta-feira de Cinza – Ano de 1673, aos 15 de fevereiro, dia da trasladação do mesmo Santo;
– Sermão de Quarta-feira de Cinza – Para a Capela Real, que se não pregou por enfermidade do autor.

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