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A Study in Emerald | Conto de Neil Gaiman será adaptado aos quadrinhos por Rafael Albuquerque

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Brasileiro lança a HQ baseada no conto de 2003 em junho do próximo ano nos EUA

Fábio de Souza Gomes, no Omelete

Os brasileiros Rafael Albuquerque e Rafael Scavone estão adaptando para os quadrinhos um conto clássico de Neil Gaiman de 2003 chamado A Study in Emerald, publicação que será lançada nos EUA pela Dark Horse Comics. Confira a capa:

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A Study in Emerald é um mistério supernatural que se passa no mundo de Sherlock Holmes e dos Mitos de Cthulhu de H.P Lovecraft. O conto apresenta o brilhante detetive e seu fiel parceiro enquanto tentam decifrar um terrível assassinato de proporções cósmicas. A complexa investigação leva os investigadores de Baker Street dos subúrbios de Whitechapel até o Palácio da Rainha.

O lançamento está previsto para o dia 20 de junho de 2018 nos EUA.

109 anos da morte de Machado de Assis traz traz adaptações em quadrinhos

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Considerado por muitos o maior escritor de língua portuguesa, Machado continua a ser republicado. Agora também em versão HQ

Publicado no Cosmo Nerd

“Uma existência, além da morte”, assim escreveu Euclides da Cunha no dia 30 de setembro de 1908 no Jornal do Commercio sobre o falecimento de Machado de Assis, que havia acontecido na noite anterior. Hoje, 109 anos depois, não há quem não tenha ouvido falar ou não tenha se deparado com algo relacionado ao autor. O escritor brasileiro é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior nome da literatura brasileira.

Presente em diversas listas de provas de vestibulares e estudado pelos alunos das escolas do Brasil, Machado de Assis também é citado na 4a edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, promovido pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e aplicado pelo Ibope Inteligência – como o autor mais conhecido entre os entrevistados, ficando à frente de Monteiro Lobato, Paulo Coelho e Jorge Amado. Machado aparece em segundo colocado na pesquisa, atrás apenas de Monteiro Lobato, também no quesito escritores de quem os entrevistados mais gostam.

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“Uma existência, além da morte”, assim escreveu Euclides da Cunha no dia 30 de setembro de 1908 no Jornal do Commercio sobre o falecimento de Machado de Assis, que havia acontecido na noite anterior. Hoje, 109 anos depois, não há quem não tenha ouvido falar ou não tenha se deparado com algo relacionado ao autor. O escritor brasileiro é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior nome da literatura brasileira.

Presente em diversas listas de provas de vestibulares e estudado pelos alunos das escolas do Brasil, Machado de Assis também é citado na 4a edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, promovido pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e aplicado pelo Ibope Inteligência – como o autor mais conhecido entre os entrevistados, ficando à frente de Monteiro Lobato, Paulo Coelho e Jorge Amado. Machado aparece em segundo colocado na pesquisa, atrás apenas de Monteiro Lobato, também no quesito escritores de quem os entrevistados mais gostam.

Machado de Assis
Monteiro Lobato
Paulo Coelho
Jorge Amado
Carlos Drummond de Andrade
Augusto Cury
Zibia Gasparetto
Mauricio de Souza
Cecília Meireles
Chico Xavier
Clarice Lispector
José de Alencar
Vinícius de Moraes
John Green
Érico Veríssimo

Base: Amostra (5.012) – Escritores mais conhecidos.

Os dados da pesquisa são endossados pelo crescente número de releituras e republicações das obras de Machado de Assis. Em homenagem ao autor, a Editora do Brasil acaba de lançar uma coletânea de contos adaptados na linguagem das HQs pelas mãos do ilustrador Francisco Vilachã. Neste livro, quatro histórias desse mestre da literatura veem em quadrinhos: “Missa do galo”, “Conto de escola”, “O espelho” e “Umas férias”. Contos que simbolizam muito bem a maravilha da narrativa machadiana. Intercalados por trechos de outros gêneros textuais do autor, o livro é um mergulho pelo universo de Machado e um convite para que o jovem leitor conheça um pouco mais o trabalho desse magnífico escritor.

Darkside Books apresenta Creepshow, HQ escrita por Stephen King

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Obra foi baseada no filme homônimo de 1982

Fernando Rhenius, no Vavel

A DarkSide Books revelou nesta terça-feira, 19, o lançamento Creepshow, primeira HQ escrita por Stephen King. O filme lançado em 1982 tem como diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-vivos) e King como roteirista.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

O filme é uma homenagem aos quadrinhos de terror dos anos 80. No longa King apresenta pequenas histórias, que iniciam quando, Billy é repreendido pelo pai por causa de uma revistinha de terror, intitulada como Creepshow. Enfurecido o pai acaba jogando a revista no lixo que com o vento, revela as páginas. Tudo isso em uma noite de Dia das Bruxas.

A primeira história “Dia dos pais”, Nathan Grantham (Jon Lormer), um velho, sai da sua sepultura para comer o bolo do dia dos pais e dar um fim em Bedelia (Viveca Lindfors), filha que o matou.

No segundo conto “A morte solitária de Jordy Verril”, interpretado por Stephen King, é um pequeno agricultor que presencia um meteorito cair em suas terras. Pensando em saldar suas dívidas, Verril resolve vender o objeto. Assim que toca na peça, o agricultor se transforma em planta e uma substância que “vaza” do artefato acaba transformando a vegetação da pequena fazenda.

Leslie Nielsen apresenta na terceira história. Intitulada “Indo com a Maré” Richard Vickers (Nielsen) enterra sua esposa e seu amante na areia, para serem afogados pelo mar. O destino acaba traindo mais uma vez Vickers, já que os amantes voltam para se vingar.

Uma caixa é o objeto central do quarto conto. “A Caixa” conta a história de Mike (Don Keefer), que encontra uma estranha caixa em uma faculdade com uma terrível criatura em seu interior. Finalizando o filme, “Vingança Barata”. Upson Pratt (E.G. Marshal) tem mania de limpeza, o que acaba incomodando as baratas.

Baseado no filme, King adaptou a história para os quadrinhos. A arte ficou por conta de Bernie Wrightson, um dos criadores e o primeiro ilustrador de O Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics.

‘O Diário de Anne Frank’ ganha versão em quadrinhos feita por israelenses

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Diogo Bercito, na Folha de S.Paulo

No mesmo ano em que passeatas racistas ocorreram nos EUA, com arroubos de antissemitismo, Anne Frank (1929-45) voltará às prateleiras.

Seu diário, um dos registros mais conhecidos do Holocausto, será transformado em história em quadrinhos.

Uma das ilustrações d'"O Diário de Anne Frank" em quadrinhos, que será lançado no Brasil em outubro

Uma das ilustrações d'”O Diário de Anne Frank” em quadrinhos, que será lançado no Brasil em outubro

O livro foi apresentado em Paris nesta quinta-feira (7), 70 anos após a publicação do original. O gibi será lançado em 50 países. No Brasil, o título será distribuído em 2 de outubro pela editora Record.

A adaptação foi feita por dois israelenses, o ilustrador David Polonsky e o cineasta Ari Folman. A dupla já havia trabalhado junta no filme “Valsa com Bashir” (2008), sobre a guerra no Líbano.

Folman, um filho de sobreviventes do Holocausto, trabalha simultaneamente em uma adaptação do diário para um filme de animação.

A dupla inicialmente rejeitou a oferta de trabalhar com o clássico de Anne Frank, a partir do qual tantos outros produtos culturais já tinham sido lançados, como filmes, mangás e musicais.

Polonsky e Folman foram convencidos mais tarde pela importância da história. Os últimos sobreviventes do Holocausto vêm morrendo e, com eles, seus relatos. Mas o antissemitismo persiste.

A alemã Anne Frank testemunhou a ocupação nazista da Holanda durante a Segunda Guerra (1939-1945).

Naquela década, judeus foram detidos, enviados a campos de concentração e sistematicamente assassinados —fuzilados, cremados, asfixiados em câmaras de gás (“talvez seja o modo mais rápido de morrer”, ela escreveu). Estima-se que 6 milhões de judeus tenham sido mortos.

Anne Frank viveu essa história de 1942 a 1944, escondida com a família no anexo de um apartamento em Amsterdã, confidenciando a um diário ao qual chamava de Kitty (“você será minha melhor amiga, como nunca tive na vida”). Estão ali os detalhes banais de seu cotidiano, como as brigas com a irmã, mas o livro registra também as angústias de uma garota vivendo a violência do nazismo.

Anne Frank dorme mal, e sonha em repetidas noites com o futuro nas mãos do regime de Adolf Hitler. Sua família foi capturada em 1944, e ela morreu em abril de 1945, no campo de concentração de Bergen-Belsen, Alemanha.

O texto foi descoberto, editado e lançado em 1947 por Otto, seu pai e único sobrevivente da família, que criou uma fundação com o nome da filha. Ativa ainda hoje, a fundação, aprovou a adaptação do diário aos quadrinhos. Em outras ocasiões, a entidade recusou sua chancela por preocupação com a fidelidade histórica de novas versões.

Não são abundantes as boas adaptações literárias para gibis, e neste caso havia o agravante de se tratar de um diário, formato pouco visual. Mas a HQ de “Diário de Anne Frank” faz jus ao original.

O texto foi reduzido pelos artistas israelenses e transformado em ilustrações, mas não perdeu o frescor da perspectiva de uma criança —ela tinha 15 anos ao morrer— diante das atrocidades que marcaram o século 20.

Ao jantar, Anne Frank ouve a notícia de que a princesa Juliana espera um bebê e se imagina no meio de uma fanfarra. As ilustrações acompanham o sonho.

Mas, na cama, “os maus pensamentos se insinuam”, ela escreve. E os artistas desenham Anne Frank deitada em cima de um Exército enquanto um trem e um furgão passam carregando detentos, engolidos pela fumaça.

HQs raras da Mulher-Maravilha entrarão em leilão milionário pela internet

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Expectativa é que as revistas sejam vendidas por cerca de R$ 10 milhões

Foto: Warner Bros / Divulgação

 

Expectativa é que as revistas sejam vendidas por cerca de R$ 10 milhões

Publicado no Zero Hora

A Mulher-Maravilha continua dando as cartas entre os heróis do universo DC Comics. Agora, três quadrinhos raros com a personagem vão a leilão no eBay, site americano de comércio eletrônico, no próximo dia 13 de agosto.

Entre eles, está o primeiro exemplar em que a personagem aparece, All Star Comics #8, de dezembro de 1941. Em seguida, teve sua estreia na capa do Sensation Comics #1 em janeiro de 1942, também à venda. As duas edições não chegaram a ser lançadas oficialmente, e a existência de ambas não era confirmada até agora – o que explica sua raridade.

Com o sucesso, a personagem ganhou seu próprio quadrinho, Mulher-Maravilha #1. Lançado em julho de 1942 e escrita por Charles Moulton, o exemplar também estará disponível para receber lances.

As revistas serão leiloadas por Darren Adams, dono de site de venda de quadrinhos americano. Adams já fez leilão semelhante com outro herói. Em 2014, vendeu o HQ Superman Action Comics #1 por US$ 3,2 milhões (cerca de R$ 10 milhões). A expectativa é que Mulher-Maravilha alcance valor próximo.

A ação faz parte da campanha eBay for Charity e uma parcela do valor arrecadado será doado para a Trafficking Hope, ONG dedicada à prevenção do tráfico de pessoas.

Mulher-Maravilha ganhou destaque este ano com a estreia de seu primeiro filme nos cinemas, estrelado pela israelense Gal Gadot e dirigido pela americana Patty Jenkins, após uma ponta em Batman vs Superman.

O filme faturou US$ 392 milhões nos Estados Unidos e se tornou a segunda maior bilheteria do ano no país, atrás apenas de A Bela e a Fera. Também é a maior bilheteria mundial de um filme com atores dirigido por uma mulher na história, com US$ 782,5 milhões (cerca R$ 2,5 bilhões) até agora.

O lançamento do filme teve impacto nas vendas de produtos relacionados à heroína no eBay. As compras no primeiro semestre aumentaram em 59% as vendas de 2015, segundo o site.

O termo “Wonder Woman” (nome da heroína em inglês) foi pesquisado no site mais de 460 mil vezes. Entre os itens mais populares estão selos, HQs e figurinos.

O leilão no eBay estará disponível na página ebay.com/wonderwoman a partir das 21h do dia 13 de agosto.

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