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Mulheres dominam a lista de autoras mais vendidas do Reino Unido em 2017

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Divulgação/Hulo

Margaret Atwood liderou o ranking, que contou com apenas um homem

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

As mulheres dominaram o ranking de livros mais vendidos do Reino Unido em 2017. De acordo com uma análise do site The Bookseller’s analysis (Via The Guardian), nove das dez posições do top 10 pertencem à autoras, com destaque para Margaret Atwood – escritora de Alias Grace e O Conto da Aia (que deu origem à série The Handmaid’s Tale) – que somou 2,8 milhões de euros ano passado em livros vendidos no ano passado.

Sarah Perry, autora de The Essex Serpent, ficou com segunda colocação com cerca de 1,6 milhão de euros. Helen Dunmore ficou em terceiro lugar e seus livros, The Birdcage Walk e a coleção de poesias Inside the Wave, fizeram algo em torno de 1,1 milhão de euros em 2017. O restante do top 5 conta com Naomi Alderman e Elena Ferrante.

O primeiro e único homem a aparecer no ranking é Haruki Murakami, que ficou com a sexta posição.

Brasil perde seis universidades em ranking das mil melhores do mundo; britânica lidera

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USP

USP

Esta é a primeira edição do ranking que é liderada por duas universidades britânicas, a Universidade de Oxford e de Cambridge

Publicado no InfoMoney

SÃO PAULO – O Brasil deixou de ter seis universidades entre as melhores do mundo na edição deste ano do ranking Times Higher Education, divulgado nesta terça-feira (5). Antes, o país tinha 27 universidades entre as colocadas, número que agora caiu para 21.

Foram dez as universidades que saíram do ranking: a UFPR (Universidade Federal do Paraná), UFBA (Universidade Federal da Bahia), UFG (Universidade Federal de Goiás), UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), UFLA (Universidade Federal de Lavras), UFV (Universidade Federal de Viçosa), UFF (Universidade Federal Fluminense), UEL (Universidade Federal de Londrina) e UEM (Universidade Estadual de Maringá).

Ao mesmo tempo, outras quatro universidades entraram para as mil melhores pela primeira vez. São elas a Unifei (Universidade Federal de Itajubá), UnB (Universidade de Brasília), UFPel (Universidade Federal de Pelotas) e a UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa).

O ranking organiza as 200 primeiras universidades em posições numerais e, após essas, as demais são organizadas em blocos. Dentre as brasileiras classificadas, a USP (Universidade de São Paulo) é a que se encontra na melhor posição, no grupo de 251ª a 300ª. A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) ocupam os grupos de 401ª a 500ª e 501ª a 600ª, respectivamente.

Em um estudo específico das universidades da América Latina, o Times Higher Education chegou a considerar a Unicamp a melhor da região, ficando à frente até da USP. Nesta análise regional, apesar de os critérios avaliados serem os mesmos (ensino, pesquisa, citações, visão internacional e transferência de conhecimento), os pesos são distribuídos de forma diferente.

Melhores do mundo
Esta é a primeira edição do ranking que é liderada por duas universidades britânicas, a Universidade de Oxford e de Cambridge. No ano passado, Oxford ainda liderava, mas era seguida pela norte-americana Instituto de Tecnologia da Califórnia.

Os Estados Unidos ainda são maioria entre as dez primeiras universidades do ranking, com sete colocadas entre elas.

Confira a seguir quais são as dez primeiras colocadas do ranking:

Sem título

USP perde a majestade, e Unicamp é a melhor universidade da América Latina

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Ranking da Times Higher Education tem 5 universidades brasileiras entre as 10 melhores.

Ana Beatriz Rosa, no HuffpostBrasil

A Universidade de São Paulo (USP) perdeu o posto de melhor universidade da América Latina no último ranking da Times Higher Education, instituto que avalia anualmente as melhores universidades do mundo.

Agora, quem lidera a lista é a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

As outras brasileiras, a Universidade Federal de São Paulo, Universidade Federal do Rio de Janeiro e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) também aparecem entre as 10 primeiras colocadas.

Phil Baty, editor dos rankings, considerou positiva a competição entre a USP e a Unicamp pelo topo do ranking.

Ele classificou a Universidade de São Paulo como a mais “tradicional” das duas instituições, enquanto a Universidade Estadual de Campinas é a mais conhecida por ser “especializada em pesquisas médicas e científicas”.

O Brasil é o país mais presente na lista da América Latina. São 32 universidades que aparecem no ranking. Além do Brasil, Chile, Colômbia e México também estão entre os países com as 10 melhores universidades.

Outra pesquisa recente da Times Higher Education em parceria com o Centre for Global Higher Education da University College London identificou sete países que devem se tornar referências no ensino superior.

Este novo grupo é chamado de “TACTICS” e é composto por Argentina, Chile e Colômbia.

O Chile está logo atrás do Brasil, com 15 universidades entre as 50 melhores. O país apresenta 11 a mais do que no ranking ano passado.

A Colômbia, por sua vez, possui cinco universidades no ranking. Já Argentina entra na lista pela primeira vez neste ano, conquistando duas classificações na tabela.

Veja a lista das 10 melhores universidades da América Latina:

1ª Posição: Universidade Estadual de Campinas, Brasil.

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2º Posição: Universidade de São Paulo, Brasil.

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3ª Posição: Pontíficia Universidade Católica do Chile.

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4ª Posição: Universidade do Chile.

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5ª Posição: Universidade dos Andes, Colômbia.

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6ª Posição: Instituto de Tecnologia e Ensino Superior de Monterrey, México.

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7ª Posição: Universidade Federal de São Paulo, Brasil.

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8ª Posição: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil.

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9ª Posição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil.

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10ª Posição: Universidade Nacional Autônoma do México.

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As 15 universidades brasileiras mais respeitadas no mundo

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Caloura da USP é pintada em recepção aos novos alunos (Marcos Santos da USP Imagens/Divulgação)

Caloura da USP é pintada em recepção aos novos alunos (Marcos Santos da USP Imagens/Divulgação)

Ranking global da conceituada consultoria QS coloca a USP no top 150 do planeta. Confira a lista com as brasileiras mais bem avaliadas

Camila Pati, na Exame

São Paulo – Como tem sido ao longo dos anos o ranking de universidades publicado pela consultoria QS coloca a Universidade de São Paulo (USP) em primeiro lugar entre as brasileiras ranqueadas.

A melhor colocação de uma instituição brasileira, na 121ª posição, fica, no entanto, distante do top 10 da lista, que traz o prestigiado MIT em primeiro lugar.

O ranking publicado anualmente leva em conta a reputação acadêmica (40% da nota), o prestígio entre os recrutadores (10% da nota), a proporção de professores por aluno (20% da nota), número de citações de pesquisas (20% da nota) e a internacionalização (5% da nota).

Confira quais, além da USP, são as 14 melhores instituições de ensino, de acordo com a lista de 2018 da QS. (A lista completa com todas as universidades está no site da consultoria) Confira: As 100 melhores e piores instituições de ensino superior

1. Universidade de São Paulo
Universidade USP
Posição no ranking 2018 121
Posição no ranking 2017 120
Posição no ranking 2016 143

2. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Universidade Unicamp
Posição no ranking 2018 182
Posição no ranking 2017 191
Posição no ranking 2016

3. Universidade Federal do Rio de Janeiro
Universidade UFRJ
Posição no ranking 2018 311
Posição no ranking 2017 321
Posição no ranking 2016 323

4. Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Universidade Unesp
Posição no ranking 2018 491-500
Posição no ranking 2017 501-500
Posição no ranking 2016 481-490

5. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Universidade PUC-SP
Posição no ranking 2018 501-550
Posição no ranking 2017 501-500
Posição no ranking 2016 501-

6. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Universidade PUC-RJ
Posição no ranking 2018 501-550
Posição no ranking 2017 501-550
Posição no ranking 2016 501-550

7. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Universidade Unifesp
Posição no ranking 2018 501-550
Posição no ranking 2017 501-550
Posição no ranking 2016 491-500

8. Universidade Federal do Rio Grande Do Sul (UFRGS)
Universidade UFRGS
Posição no ranking 2018 501-550
Posição no ranking 2017 461-470
Posição no ranking 2016 451-460

9. Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade UFMG
Posição no ranking 2018 551-600
Posição no ranking 2017 551-600
Posição no ranking 2016 551-600

10. Universidade de Brasília
Universidade UnB
Posição no ranking 2018 651-700
Posição no ranking 2017 601-650
Posição no ranking 2016 491

11. Universidade Federal de São Carlos

Posição no ranking 2018 651-700
Posição no ranking 2017 651-700
Posição no ranking 2016 651-700

12. Universidade Federal de Santa Catarina

Posição no ranking 2018 751-800
Posição no ranking 2017 701-750
Posição no ranking 2016 701-750

13. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Posição no ranking 2018 801-1000
Posição no ranking 2017 701-750
Posição no ranking 2016 701-750
14. Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Posição no ranking 2018 801-1000
Posição no ranking 2017 701-750
Posição no ranking 2016 651-700
15. Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Posição no ranking 2018 801-1000
Posição no ranking 2017 701-750
Posição no ranking 2016 701-750

Uso do cordel ajuda escola de João Pessoa a liderar ranking de educação

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Estudantes fizeram um jardim suspenso inspirados na leitura da obra de Saint-Exupéry

Estudantes fizeram um jardim suspenso inspirados na leitura da obra de Saint-Exupéry

 

Valéria Sinésio, no UOL

Na sala de aula, as crianças fazem fila para pegar os cordéis, empilhados em uma estante improvisada. A literatura regional, típica do Nordeste, tem sido aliada de professores na Escola Municipal Doutor José Novais, em João Pessoa, para contar a história de autores famosos, como Augusto dos Anjos, Ariano Suassuna e José Lins do Rego.

Os versos e rimas também ajudam os alunos na compreensão de uma das obras mais famosas do mundo, “O Pequeno Príncipe”, do escritor Antoine de Saint-Exupéry.

Essa iniciativa convive com o método tradicional –a tabuada, por exemplo, ainda é utilizada em sala de aula — e tem ajudado a escola a superar a meta do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) desde 2007.

A instituição possui a maior nota entre as escolas municipais e estaduais de João Pessoa. Também supera a média das escolas privadas da capital paraibana. Atingiu 7,3 no Ideb 2015, quando a meta da escola era 6,0.

O cordel na sala de aula vai além da representação de um elemento regional. É um dos fatores que ajuda a compreender o desempenho da escola nos índices de avaliação, segundo explicou o diretor-geral, Fernando Menezes. “O cordel é trabalhado pelos alunos dentro de uma perspectiva mais ampla, na qual a leitura é explorada de diversas formas. A partir da escolha da obra literária, os professores trabalham de forma interdisciplinar, visando o melhor aproveitamento possível”, diz.

Prova disso é que os ensinamentos de Antoine de Saint-Exupéry estão por toda a escola. Na entrada, por exemplo, os alunos fizeram um jardim que passou a representar simbolicamente a rosa da obra. No pátio, os desenhos nas paredes também mostram que os alunos tiveram uma boa compreensão do livro. Para completar, em sala de aula, eles fizeram os próprios cordéis recontando a história.

Cantinho da leitura

Cordéis ficam à disposição para incentivar a leitura na escola

Cordéis ficam à disposição para incentivar a leitura na escola

Há, em cada sala de aula da escola José Novais, um lugar especial: o “cantinho da leitura”. Segundo o bibliotecário Wellington de Souza, é uma forma de levar os livros para perto dos alunos, uma vez que a estrutura física da biblioteca não deixa os visitantes confortáveis.

“Eles gostam demais, e até reclamam se a gente demora a trocar os livros. Os empréstimos são frequentes, e isso nos dá alegria. É uma felicidade sem tamanho ver um aluno levando os livros para ler em casa”, destacou.

Os projetos de leitura e escrita desenvolvidos na escola já renderam prêmios e reconhecimentos do potencial da escola.

Segundo a vice-diretora Valéria Simoneth, não existe segredo para dar certo. “Há, na verdade, compromisso de todos que fazem a escola. Só para citar um exemplo, aqui, se um professor falta, o aluno não fica sem aula. Logo encontramos outro professor para substituir. Muitas vezes, eu mesma vou para a sala de aula”, afirmou.

Depois do recreio

As regras disciplinares da escola incluem reunir os alunos após o recreio no pátio para cantar o Hino Nacional, seguido do hino da escola. Para finalizar, fazem a oração do Pai-Nosso e depois retornam para a sala de aula, em fila e em silêncio.

Apesar da boa nota, os diretores dizem que a escola também enfrenta problemas, como qualquer outra escola pública do Brasil. A falta de verba e a violência no entorno da escola são os principais deles.

“Temos ex-alunos que foram mortos, crianças com pais presos, outras que tiveram algum parente assassinado. A escola precisa enxergar essa realidade e buscar, junto à família, ser uma ponta de esperança quando tudo parece desilusão”, diz Menezes.

Oficina na escola que tem a melhor nota no Ideb da cidade

Oficina na escola que tem a melhor nota no Ideb da cidade

 

O que é o Ideb?

Criado em 2007, o Ideb é o índice que avalia a qualidade dos ensinos fundamentais e médio em escolas públicas e privadas a partir de dois componentes: a aprendizagem em matemática e em língua portuguesa e a taxa de fluxo (aprovação, reprovação e abandono escolar).

A “nota” do ensino básico varia numa escala de 0 a 10. Conforme meta do MEC (Ministério da Educação), o Brasil precisa alcançar até 2021 a média 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental.

O indicador é divulgado a cada dois anos e é calculado com base nos dados do Censo Escolar (com informações enviadas pelas escolas e redes), e médias de desempenho nas avaliações do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), como a Prova Brasil.

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