Vitrali Moema

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Ler para uma criança fortalece os vínculos afetivos com ela

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A leitura dos adultos para as crianças fortalece os vínculos e ajuda a formar a personalidade.

A leitura dos adultos para as crianças fortalece os vínculos e ajuda a formar a personalidade.

 

Estreitar o relacionamento é um dos grandes benefícios da leitura

Publicado em O Globo

Além de estimular habilidades cognitivas e intelectuais, a leitura traz benefícios sociais e emocionais para quem compartilha a história. Ouvir narrativas na primeira infância, isto é, de zero a seis anos, contribui para melhorar o relacionamento entre a criança e o adulto, estreitando vínculos fundamentais para o desenvolvimento infantil pleno e saudável.

A formação da personalidade está diretamente ligada a este relacionamento entre a criança e o adulto. Por isso, vale a participação dos pais, avós, professores e cuidadores oferecendo a leitura para as crianças e aproveitando o momento de forma alegre e prazerosa. Para a coordenadora de Mobilização Social da Fundação Itaú Social, Cláudia Sintoni, os adultos devem inclusive escolher livros pelos quais também se interessem.

“O maior benefício da leitura é esse vínculo, esse afeto, essa relação que está sendo criada mediada pelo livro”, diz Cláudia.

Para que a experiência seja realmente de troca, e não vire uma leitura automática, o adulto deve ter em mente que a disponibilidade importa mais do que o tempo. Por exemplo, passar 15 minutos todos os dias lendo com a criança é mais efetivo do que forçar um momento de leitura, ou querer ler uma história até o fim quando a criança não está disposta.

“O livro tem que estar ali fácil, e fazer parte da rotina. Tem de ser na hora que for gostoso para os dois, e os dois aproveitarem esse momento. Por isso que a gente fala que o vínculo é o mais importante”, lembra Cláudia.

Momento para relaxar

Como a leitura representa um momento de troca de afeto entre adulto e criança, é importante que aconteça naturalmente. Muitas vezes, os pais ficam preocupados por ter pouco tempo em sua rotina, e acabam criando uma barreira que desmotiva a leitura.

Para resolver isso, Cláudia dá uma dica: pais que trabalham muito o dia inteiro podem experimentar a leitura como um momento de descontração, e até mesmo antiestresse.“A gente fala para o adulto que a primeira coisa é ele ter esse pensamento, de que poder ser muito bom e muito gostoso para ele também. Pode ser um presente para o adulto”, diz Cláudia.

Autora de ‘Comer, rezar, amar’ assume relacionamento com escritora síria

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Elizabeth Gilbert e o ex-marido, o brasileiro José Nunes - Agência O Globo

Elizabeth Gilbert e o ex-marido, o brasileiro José Nunes – Agência O Globo

 

Elizabeth Gilbert, que foi casada com brasileiro, desabafa: ‘Eu a amo, ela me ama’

Publicado nem O Globo

RIO – Autora do best seller “Comer, rezar, amar”, sucesso nos cinemas estrelado por Julia Roberts, Elizabeth Gilbert anunciou que seu casamento com o brasileiro José Nunes chegou ao fim neste ano. Na sequência, a escritora assumiu um relacionamento com a também autora síria Rayya Elias.

Em um longo post no Facebook, publicado nessa quarta, Elizabeth conta que decidiu declarar seus sentimentos por Rayya depois de saber que a amada sofre de câncer no pâncreas e no fígado. “A morte, ou a perspectiva da morte, tem uma maneira de expulsar tudo o que não é real”, disse a escritora.

“Nesse espaço de realidade dura e absoluta, fui confrontada com essa verdade. Eu não apenas amo Rayya. Eu estou apaixonada por Rayya. E eu não tenho mais tempo para negar esta verdade”.

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Elizabeth conheceu Nunes durante a viagem para escrever suas memórias. Publicado em 2006, “Comer, rezar, amar” foi traduzido para mais de 30 idiomas e vendeu mais de 10 milhões de cópias ao redor do mundo. O personagem Felipe, interpretado no cinema pelo espanhol Javier Bardem, foi inspirado nele. Os dois se casaram em 2007.

A relação dos dois também foi pano de fundo para a sequência do livro, “Comprometida”. A escritora confirmou que seu relacionamento com Rayya foi o motivo para sua separação de Nunes, mas pediu privacidade e respeito ao fazer o anúncio. As duas contam que resolveram tornar público o relacionamento “pelo bem da nossa própria integridade”.

RG Rio de Janeiro (RJ) 13/09/2010 Filme Comer, rezar e amar. Foto divulgação - Agência O Globo

RG Rio de Janeiro (RJ) 13/09/2010 Filme Comer, rezar e amar. Foto divulgação – Agência O Globo

“Rayya e eu estamos juntos”, disse Elizabeth. “Eu a amo, e ela me ama. Estou caminhando por essa jornada do câncer com ela, não só como amiga, mas como parceira. Estou exatamente onde eu preciso estar. O único lugar onde eu poderia estar”.

12 motivos para sair com uma pessoa ‘viciada’ em livros

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Nina Bahadur, no Brasil Post

O cineasta John Waters disse certa vez: “Se você for para casa de alguém e a pessoa não tiver nenhum livro, não transe com ela”.

Excelente conselho.

Posso ser tendenciosa quando digo que leitores são pessoas legais e interessantes – afinal de contas, eu era a criança que levava livros para a mesa do jantar –, mas há vantagens concretas para sair com alguém que ama ler. E não me refiro apenas às pessoas interessadas em ficção ou grandes histórias de guerra – gostar de romances de vampiros para jovens adultos ou thrillers ou livros à la 50 Tons de Cinza também vale. Não há nada mais sexy do que alguém com um livro.

Eis 12 razões pelas quais é ótimo sair com alguém que lê:

1. Você sabe que tudo bem para ela ficar sozinha. Quem lê consegue se divertir por horas sem você. Sim, você pode acabar sendo ignorado por uns dias quando sai o novo Outlander, mas uma pessoa que consegue ficar bem só com a companhia de um livro não vai ficar chateada quando você trabalhar até tarde. Jamie está esperando.

 

2. Ela é empática. Estudos mostram que pessoas que lêem ficção são particularmente compreensivas. Isso faz todo sentido — leitores podem se colocar no lugar de qualquer personagem. Quando você lê, está constantemente empatizando, tentando entender por que um determinado personagem está agindo daquela maneira.

3. Ela tem pensamento crítico. Ela é alguém com quem você pode discutir uma decisão difícil, e saiba que ela vai considerar cuidadosamente todos os fatores envolvidos. As pessoas que leem têm ótimas habilidades analíticas, portanto um leitor estará mais bem equipado para avaliar situações e encontrar a solução certa.

4. Ela tem senso de perspectiva. O caminho dela pro trabalho não é tão ruim quanto o que está acontecendo em O Conto da Aia, desde seu trajeto não envolva ser transportada para uma sociedade totalitária e forçada a ter filhos para outros casais.

5. Ela se entretém facilmente. Solte-a numa livraria ou numa feira de livros de rua: é a ideia dela de paraíso. Uma leitora só precisa de uma boa história e de um lugar para sentar para viver uma aventura.

6. Ela vai te ensinar coisas. Leitoras acumulam muitos fatos aleatórios e geralmente conseguem explicar as coisas de uma forma clara e concisa. Elas são a melhor companhia para um jogo de perguntas e respostas e os piores adversários para jogar Master.

7. Ela é curiosa. Alguém que deseje tirar mais da vida — mais histórias, mais informações, mais experiências — vai manter as coisas interessantes.

8. Ela é provavelmente uma boa ouvinte. Qualquer pessoa que possa passar horas e horas lendo histórias dos outros vai estar interessada no que você tem a dizer.

9. É fácil comprar presentes para ela. (e temos dicas excelentes).

10. Ela tem uma excelente memória para detalhes. Sua bebida favorita? Aniversário da sua mãe? Seu ódio absoluto de massagens? Tranquilo. A leitura melhora a memória. E, vamos combinar, é ótimo namorar com alguém que vai se lembrar de comprar papel higiênico no caminho de casa.

11. Ela está envolvida no mundo, e eu não me refiro só ao universo ficcional em que ela está imersa no momento. As pessoas que lêem são mais propensas a votar (http://arts.gov/sites/default/files/CivicEngagement.pdf), participar de eventos culturais e ser mais envolvidas em suas comunidades.

12. E a melhor coisa de sair com uma leitora? Ela provavelmente vai incentivá-lo a pegar um livro para que você possa ter todos os benefícios da leitura. Além disso, ler junto na cama é muito melhor do que jogar Candy Crush.

O problema não é você, são seus erros de português

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Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. A produção deste texto não é uma vivência específica, mas a soma de experiências próprias, bem como a de pessoas próximas levemente exigentes e com esperanças de encontrar um eu que conjugue o verbo amar.

Luana Peres, no Obvious

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Toda relação é idealizada e, antes que se concretize, algumas expectativas, inevitavelmente, são criadas. Eu, bem como algumas amigas, sempre fui muito exigente. Imaginava e listava uma série de adjetivos que a pessoa perfeita deveria ter. Inteligência, bom humor, beleza, integridade, ambição, romantismo, sensibilidade, coragem, determinação, bom gosto e algumas semelhanças políticas e ideológicas.

Acontece que, conforme o tempo passa e você envelhece, percebe que estas exigências são muito altas.
(Até porque, nem você mesma as atinge)

Logo, os critérios para um suposto envolvimento vão ficando menores e chega um momento que você pensa: Tem todos os dentes na boca? Toma banho? Cursou o ensino fundamental?

Se respondeu SIM para, pelo menos, duas destas questões, tem chances!

(ATENÇÃO: não se empolguem! Este é o último estágio e envolve desespero exacerbado e um medo irracional de ficar sozinha para sempre)

Obviamente, não estou neste estágio e ainda tenho esperança de atingir parcialmente o meu ideal. Portanto, minha lista permanece com algumas exigências básicas. Partindo deste princípio, eu posso tolerar bermuda com meias, um gosto musical duvidoso, manias estranhas e até a escolha de um candidato que detesto. Eu compreendo um leve fanatismo por futebol, algum exagero alcoólico e uma péssima memória para datas importantes.

Agora, o que não dá para aceitar, de jeito nenhum, é uma pessoa que não sabe, minimamente, escrever. E não estou falando de erros bobos cometidos por todos nós e totalmente aceitáveis.

(Aposto que pessoas mais exigentes que eu devem estar, neste momento, buscando falhas neste texto e, já adianto, vão encontrar muitas. Eu encontro uma dezena cada vez que releio algo que escrevi)
Enfim, estou falando de N antes de P e B, de nome próprio com letra minúscula e de verbo que não acompanha o sujeito. Eu até queria relevar seu estado ANCIOSO, o MENAS, o ESTEJE e o SEJE que você soltou. Eu poderia tolerar um MAIS ao invés de MAS e até algumas abreviações excessivas desta linguagem cibernética. O problema é que o seu AGENTE (e não estou falando do agente da lei) não me deu chances. Você se perdia nos porquês, no onde e no aonde. Colocava um Ç no lugar de um (ou dois) S e um S no lugar de um Z!

Quantos Rs comidos? Quantos Ls substituindo Us de forma indevida?

Eu queria muito fechar os olhos (ou os ouvidos), mas te ouvir dizendo que iria SE arrumar para sair era DE MAIS para mim. Aliás, o seu mim conjugava tanto verbo que eu sentia que estava me relacionando com um índio. Percebi que ter concluído o ensino básico, passado no vestibular e entrado para um curso superior não significava absolutamente nada, ortograficamente e coerentemente falando.

“Não te amo mais”, “Estou te traindo com sua melhor amiga”, “Sou um psicopata”, “você está gorda”!
Não, nada disso foi dito!

As palavras que me penetraram o ouvido, olhos e coração foram:
ENQUANDO, DENOVO, DEREPENTE, EM FIM, NÓIS, FELIS e CONCERTEZA!

Bem, eu queria fugir das frases clichês para explicar o motivo de não ter dado certo, mas preciso dizer…

O problema não é você, são seus erros de português.

Obs.: Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. A produção deste texto não é uma vivência específica, mas a soma de experiências próprias, bem como a de pessoas próximas levemente exigentes e um tanto esperançosas.

10 passos para planejar a carreira de professor

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Especialistas de recursos humanos apontam caminhos que podem fazer diferença na carreira do professor

Publicado na Revista Educação

É inevitável constatar que, diante do desprestígio social, a carreira do professor há tempos deixou de seduzir os jovens universitários. Sobram indicadores para apontar a queda livre. O que surpreende é o que está na contramão desse senso comum: a constatação de que existem professores bem-sucedidos, realizados profissionalmente e com salários bem acima da média do mercado. Afinal de contas, seria possível sonhar com o casamento entre realização profissional e prática do magistério?
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Especialistas em recursos humanos apontam caminhos que, segundo eles, podem, sim, fazer a diferença na carreira. Um deles, segundo Marcelo Maghidman, da Tafkid Marketing Educacional e Cultural, é vincular precocemente teoria e prática. “Essa experiência é determinante na progressão da carreira”, sinaliza. E lembra que o diploma inicial é condição necessária, mas está longe de dar respostas a todas as exigências da profissão. O que se espera – e que faz a diferença – é que o professor, como qualquer outro profissional de outros setores, invista em sua formação.

Gutemberg Leite, da Meta Consultoria em RH, alerta, no entanto, que é preciso ter cautela com o modismo da educação continuada. “Os variados cursos oferecidos nem sempre têm conexão com o aprimoramento do professor, levando-o à dispersão, pressionando-o a estudar temas que não irão contribuir como um fator positivo em sua prática em sala de aula”, pontua.

Seja qual for a escolha, há demandas que, em tese, o professor precisa cumprir. Hoje, além da formação específica e pedagógica, qualquer professor deveria saber planejar e gerenciar sua carreira e seu tempo (no âmbito de suas práticas de classe e fora delas). E mais: saber falar inglês, conhecer as novas tecnologias, dominar o uso do computador, navegar e utilizar a internet e as redes sociais.

Veja abaixo 10 dicas de especialistas em recursos humanos para planejar a carreira.

1 – Identificar a vocação
A carreira bem planejada é aquela que está alinhada com o sonho pessoal e com aquilo que o profissional de ensino tem a oferecer.

2 – Fixar objetivos claros e metas de curto, médio e longo prazo
Para projetar o futuro, é sempre bom avaliar os passos já percorridos. Bons questionamentos sobre o que se quer valem mais do que respostas prontas. Qual a direção a seguir, qual a expectativa de desenvolvimento, o que é preciso fazer para alcançar os objetivos propostos? Um cronograma de ações ajuda a
dar concretude ao processo.

3 – Desenvolver a inteligência sociorrelacional
É a capacidade de estabelecer vínculos interpessoais e mantê-los positiva e progressivamente, em particular no ambiente educacional. Manter viva e bem cuidada sua rede de relacionamentos.

4 – Estar Atualizado
Isso vale para diversas frentes: conteúdos, métodos, linguagens, tendências setoriais. No caso da educação, significa também estar atualizado sobre o ambiente educacional, conhecer o que é valorizado e suas carências. Isso pode ajudar, por exemplo a escolher uma especialização em área onde haja mais oportunidades.

5 – Aprimorar competências e qualificações
Mais do que a maioria dos outros campos, o conhecimento renovado é um aspecto central para os educadores. E isso vale não só para aquilo que se adquire no âmbito formal.

6 – Ter sensibilidade, visão de conjunto e de contexto
Significa que além de tratar os fatores pessoais é preciso estar atento a questões externas capazes de interferir no desenvolvimento do seu projeto.

7 – Manter atitudes construtivas e positivas

Esse tipo de postura ajuda a lidar com as dificuldades de uma maneira lúcida e pragmática, fugindo do rame-rame de lamentação muito comum entre docentes.

8 – Qualidade de vida
Conferir como a atividade escolhida interfere em sua saúde e bem-estar.

9 – Planejamento financeiro
Fazer reserva financeira para empreender seu projeto

10 – Revisão anual de seu plano

Cotejar suas ambições com a realidade é essencial para fazer ajustes e aprimoramentos.

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