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Livros podem derrotar o terrorismo, diz Malala Yousafzai

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Jovem paquistanesa baleada por talibãs inaugura, em Birmingham, a maior biblioteca pública da Europa

Publicado no Tvi24

Malala Yousafzai com o pai Ziauddin (REUTERS/Darren Staples)

Malala Yousafzai com o pai Ziauddin (REUTERS/Darren Staples)

Malala Yousafzai, a estudante paquistanesa baleada na cabeça pelos talibãs por defender o direito das meninas à educação, afirmou esta terça-feira, no Reino Unido, que os livros podem derrotar o terrorismo.

De acordo com a edição online do «The Guardian», a jovem de 16 anos fez um discurso na cidade que a adotou, Birmingham, antes de descerrar uma placa na inauguração da maior biblioteca pública da Europa.

«Desafiei-me a ler milhares de livros e a ganhar força com o conhecimento. Canetas e livros são as armas para derrotar o terrorismo», afirmou a jovem que, em outubro de 2012, viajou para a cidade inglesa para ser operada, após um ataque no momento em que seguia para a escola no Paquistão.

«Não há uma arma mais poderosa do que o conhecimento, nem maior fonte de conhecimento do que a palavra escrita», argumentou Malala Yousafzai, num discurso que durou sete minutos.

Malala Yousafzai inaugura biblioteca em Birmingham (REUTERS/Darren Staples)

Malala Yousafzai inaugura biblioteca em Birmingham (REUTERS/Darren Staples)

A adolescente, candidata ao Prémio Nobel da Paz 2013, exprimiu-se com desenvoltura, apesar do grave ferimento que sofreu. A jovem mostra apenas um pouco de rigidez no lado esquerdo do rosto.

Malala Yousafzai frequenta a escola em Birmingham, cidade que tem uma grande população paquistanesa e para onde a família da jovem se mudou.

A biblioteca de Birmingham é um dos grandes projetos para recuperar o centro da cidade e conta com mais de um milhão de livros, incluindo as primeiras edições das obras do dramaturgo inglês William Shakespeare

Holanda inaugura 1ª escola ‘Steve Jobs’ que ensina os alunos em iPads

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Metodologia da Steve Jobs School desenvolve criatividade das crianças.
Ao todo serão inauguradas 12 unidades para atender mil alunos.

Menina ouve música em iPad da Steve Jobs School, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)

Menina ouve música em iPad da Steve Jobs School, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)

Publicado por G1

Uma escola onde cada estudante recebe um iPad conectado na internet. Nada de lousa, giz, professor passando lição, nem uniformes. A Holanda experimenta um novo formato de ensino voltado totalmente para a tecnologia e a interatividade do aluno com o conteúdo. A cidade de Sneek inaugurou esta semana a primeira unidade da Steve Jobs School, a escola experimental criada a partir dos conceitos e da tecnologia desenvolvidos pelo fundador da Apple que morreu em 2011.

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Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren
/Reuters)

Pela metodologia da escola, as crianças “vão escolher o que desejam aprender com base no que passar a ter curiosidade”. A escola explica em seu site oficial que “o ensino baseia-se nos talentos de cada estudante e tem como objetivo trazê-los para desenvolver e fortalecer, nomeadamente por meio da cooperação. A pedagogia e didática levam em conta o estilo de aprendizagem individual do aluno”.

Ao todo serão 12 escolas espalhadas pela Holanda. A iniciativa é da O4NT (Educação para um novo tempo), uma ONG que promove a inclusão de iPads para a educação infantil. A proposta é oferece as ferramentas e o conteúdo para crianças de 4 a 12 anos. A previsão é que mais de 1 mil crianças vão estudar neste modelo.

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Menino mexe em iPad durante a aula (Foto: Michael
Kooren/Reuters)

Além do espaço físico, a escola oferece um ambiente virtual de aprendizagem para as crianças. “O ensino é focado em adquirir as habilidades do século 21 como a criatividade, a inovação eo pensamento crítico, resolução de problemas, habilidades motoras empréstimos comunicação, colaboração, adaptabilidade, liderança, produtividade e social. Os alunos irão fazer uso do mais recente hardware e software. Como eles adquiram as competências básicas implicitamente definidos para as escolas primárias”, diz a escola em sua apresentação.
Os pais são peças fundamentais para ajudar os alunos a desenvolver suas habilidades, segundo a Steve Jobs School.

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Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren/Reuters)

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A primeira unidade da escola Steve Jobs School foi inaugurada em Sneek, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)

Ex-atriz pornô Sasha Grey lança livro em São Paulo

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Rodrigo Levino, na Folha de S. Paulo

Quando virou uma estrela do cinema pornô, em 2006, a atriz americana Sasha Grey, 25, explicava que o seu codinome (o nome real é Marina Ann Hantzis) era uma referência a Dorian Gray, personagem do escritor Oscar Wilde.

Hoje ela pode se considerar colega do autor inglês. Sasha lança em São Paulo o seu romance de estreia, “Juliette Society”, que conta a história de um clube de sexo mantido por figurões da alta sociedade.

Muito do que trata o livro, por óbvio, tem inspiração na carreira de mais de 100 filmes da atriz, que extrapolou o mundo pornográfico e atuou em filmes, digamos, mais sérios, como “Confissões de Uma Garota de Programa”, de Steven Sordebergh.

Sasha Grey

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Sasha Grey durante o lançamento de seu livro ‘Juliette Society’, em Madrid – Chema Moya/Efe

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A ex-musa pornô Sasha Grey, 25 anos, lança seu primeiro romance “Juliette Society” (Editora Leya, 236 págs.) – Francesco Carrozzini

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A grande virada da vida profissional da atriz começou em 2009, quando o diretor Steven Soderbergh a escolheu para protagonizar “Confissões de uma Garota de Programa” (foto) – Divulgação

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Sasha Grey, nome artístico de Marina Ann Hantzis, durante a estreia do filme adulto “I Melt With You” no Festival de Sundance em 2011 – Lucas Jackson/Reuters

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A artista está no suspense “Open Windows” (ainda sem título em português ou data de estreia prevista), ao lado de Elijah Wood – Chema Moya/Efe

Aposentada dos sets de filmes adultos desde 2011, milionária, vocalista de uma banda de rock industrial, Sasha disse em entrevista à Folha, de Ibiza (no Mediterrâneo), onde passava férias, que a motivação do livro foi além da literária.

“A literatura erótica se tornou um assunto de massa muito por causa da internet e de livros como ‘Cinquenta Tons de Cinza’, mas ela sempre vendeu muito bem, sempre teve mercado. Não concordo com essa impressão de que é um ‘boom’ recente. Talvez por isso o meu agente insistiu durante anos para que eu escrevesse um livro”, disse rindo.

A mesma internet a ajudou a se tornar uma celebridade global. Uma busca por seu nome no Google arrasta mais de 23 milhões de citações. Além de cenas de sua afamada disposição na cama, é possível encontrar defesas de sua atuação como uma espécie de militância feminista.

“A internet impulsionou as causas feministas, tornou o debate globalizado, mas, por outro lado, é onde o assunto é igualmente ridicularizado.”

Antes de se arriscar no mundo das editoras e livrarias, Sasha Grey abriu em 2009 uma produtora de filmes pornôs, que durou apenas três meses. “Foi meu primeiro grande fracasso”, conta. Segundo ela, o insucesso foi motivado principalmente porque a produtora não se adequava à “caretice” do público médio americano.

EUA querem que Apple encerre acordos de e-books

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Justiça americana concluiu no mês passado que empresa combinou com distribuidoras aumento do valor de livros eletrônicos em 2010

Fachada da loja Apple em Nova York, nos Estados Unidos (Lucas Jackson/Reuters)

Fachada da loja Apple em Nova York, nos Estados Unidos (Lucas Jackson/Reuters)

Publicado por Veja

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e dezenas de advogados estaduais propuseram nesta sexta-feira uma ação por causa das acusações de que a Apple participou de um esquema ilegal para determinar os preços de livros eletrônicos. Se a proposta for aprovada pela Justiça, a Apple teria de encerrar os acordos existentes com cinco grandes editoras: Hachette Book Group, HarperColllins Publishers, Holtzbrinck Publishers, Penguin Group e Simon & Schuster Inc.

Além disso, a Apple ficaria impedida por cinco anos de assinar novos contratos de distribuição. Nenhum representante da empresa foi encontrado para comentar o caso. “Sob os termos da proposta do Departamento de Justiça, a conduta ilegal da Apple vai terminar e a empresa e seus altos executivos não vão mais poder conspirar para prejudicar a competição no futuro”, disse Bill Baer, advogado-assistente responsável pela divisão antitruste do Departamento de Justiça.

Segundo a acusação divulgada no início de julho, a Apple combinou com as editoras a mudança do modelo de venda de e-books no início de 2010. À época, com o mercado dominado pela Amazon, novidades e best-sellers custavam 9,99 dólares. Pelo novo sistema, os preços dos livros mais vendidos passaram a variar entre 12,99 a 14,99 dólares, com 30% de comissão para a Apple. Conforme fechavam acordo com a empresa fundada por Steve Jobs, as editoras passaram a pressionar a Amazon a adotar o mesmo modelo.

dica do Jarbas Aragão

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