Vitrali Moema

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Estante com livros virados para a parede faz blogueira de decoração receber ameaças de agressão

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Uma estante de livros nunca causou tanta raiva Foto: Pixabay / @Free-Photos

Publicado no Estadão

Lauren Coleman adotou a tendência para dar aparência mais neutra à sua estante e a apresentou a ideia a uma revista de design de interiores

Uma tendência em decoração de casas gerou polêmica no Reino Unido e levou uma blogueira de moda a ser ameaçada. Lauren Coleman foi humilhada e recebeu promessas de agressão porque deixou os livros de sua estante com as lombadas viradas para a parede.

“Eu posso aceitar uma piada, mas não previa esse nível de abuso. E de pessoas que dizem amar livros tanto quanto eu. A coisa toda foi ridícula”, contou Lauren ao The Times. Ela disse que foi xingada e que internautas ameaçaram ir até sua casa para agredi-la.

Ela falou que tomou a decisão após ver a ideia na internet. “Eu só queria criar um fundo bom para as outras coisas da minha estante”, disse. A intenção era criar um fundo neutro, pois muitos livros de cores variadas podem deixar a aparência carregada.

Sua casa foi fotografada para uma revista de design de interiores, a Ideal Home. Lauren escreveu em seu blog que os comentários violentos começaram a surgir quando um comediante postou a foto da estante dela e a chamou de “completa idiota”.

Os piores comentários chegaram através do Facebook e a blogueira reclama que não recebeu apoio da empresa, mesmo após reportar a situação. “Recebi uma mensagem automática dizendo que minha reclamação não cumpria os critérios requeridos e que eu deveria bloquear os usuários”.

Confira a foto que originou tudo:

5 passos para adquirir o hábito da leitura

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Bruna Lopes Valente, no Administradores

Não é todo mundo que tem o hábito de ler um pouco todos os dias, seja um livro impresso ou digital, jornal ou revista, tirar um tempo todos os dias para ler, só traz benefícios. Mas os brasileiros ainda precisam melhorar muito seus hábitos de leitura.

Segundo matéria do Estadão realizada em maio de 2016, cerca de 44% da população brasileira não lê e mesmo com o crescimento no percentual de leitores de 50% em 2011, para 56% em 2015 (pesquisa do Instituto Pró-Livro divulgada em maio de 2016), ainda é baixo o número de leitores no Brasil, comparado a outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Associated Press revelou em 2006, que o número de não leitores era de apenas 27%. Já na França, uma pesquisa de 2005 realizada pelo Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP), revelou que somente 19% da população não tinha o hábito de ler.

Mesmo com dados de 10 anos atrás, podemos perceber que países como Estados Unidos e França, leem muito mais que nós brasileiros. Então o que fazer para mudar essa realidade?

Vejamos 5 passos para criar o hábito de ler.

1 – Descubra sobre o que você gosta: Descobrir sobre o que você gosta de ler sem ter esse hábito, pode soar meio estranho, mas não se você analisar o que você gosta na vida, em geral. Por exemplo, se você é daqueles que gosta de assistir um bom filme, escolha um livro que tenha sido adaptado para o cinema, existem diversos livros como ‘O Hobbit’, ‘O Regresso’, ‘O iluminado’ entre outros.

2 – Reserve um tempo para a leitura: É certo que é cada vez mais difícil arrumar tempo para novas tarefas, pois já temos os estudos, trabalho, família e ainda o merecido descanso. Então como fazer isso? Procure ler ao menos 15 minutos todos os dias, nos fins de semana, um pouco antes de dormir mas leia, tente conciliar as suas atividades diárias com aqueles minutinhos para o seu livro.

3 – Tenha sempre um livro com você: Mas se você é daqueles que não tem tempo para nada, que o dia precisaria ter mais de 24 horas pra conseguir fazer tudo, calma, você também pode ter um tempo para ler. Sabe àquela hora em que você está no transporte público indo para casa ou para o trabalho, ou chegou mais cedo em um compromisso, pois é, aí está o seu tempo! O bom de carregar um livro com você é que enquanto você espera por alguma coisa, você pode ler. Garanto que a sua espera ou a sua viagem, vai ser bem mais rápida se você estiver na companhia de um livro.

4 – Visite feiras de livros ou bibliotecas: Visitar locais como feiras e bibliotecas, além de te apresentar a diversas obras e gêneros literários, te conecta a pessoas que também gostam de livros ou que estão buscando essa paixão ou hábito.

5 – Não desista e tenha paciência: No início vai parecer chato, difícil mas logo você verá como é maravilhoso ler. Seja paciente com a sua leitura independente do tamanho do livro ou daquela matéria no jornal ou revista que te chamou a atenção, leia com calma. Todo começo é difícil eu sei, mas não desista!

Viu só como é possível começar a ler. Além de dar asas a imaginação, saber sobre o passado, imaginar outros universos e ficar antenado com o que está acontecendo no mundo, a leitura só traz benefícios! Então leia, você verá como é bom!

E você, já leu um pouquinho hoje? Escolha um livro, jornal ou revista e divirta-se!

Pesquisador identifica 164 textos de Lima Barreto assinados com pseudônimos

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O professor Felipe Botelho Corrêa tira o pó do busto de Lima Barreto: pesquisa foi feita durante seu doutorado na Inglaterra - Fernando Lemos

O professor Felipe Botelho Corrêa tira o pó do busto de Lima Barreto: pesquisa foi feita durante seu doutorado na Inglaterra – Fernando Lemos

 

Crônicas, publicadas nas revistas ‘Careta’ e ‘Fon-Fon’, saem pela primeira vez em livro

Leonardo Cazes, em O Globo

RIO – “J. Caminha”, “Leitor”, “Aquele”, “Amil”, “Eran”, “Jonathan”, “Inácio Costa”. Todos esses pseudônimos assinavam crônicas nas revistas ilustradas “Fon-Fon” e “Careta” nas primeiras décadas do século passado, mas os seus verdadeiros autores permaneciam desconhecidos. Não mais. Todos os textos saíram da mesma pena, a de Afonso Henriques de Lima Barreto (1881-1922). O trabalho do jovem pesquisador carioca Felipe Botelho Corrêa, de 33 anos, hoje professor do King’s College em Londres, resultou na descoberta de 164 textos inéditos em livro e que agora estão reunidos na obra “Sátiras e outras subversões” (Penguin-Companhia), que será lançada na próxima segunda-feira, com um debate com a professora da UFRJ Beatriz Resende, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon. Antes, no sábado, Corrêa participa de um bate-papo com o escritor e jornalista Fernando Molica na Cadeg, em Benfica, às 16h. O debate é parte da Flupp Pensa.

A pesquisa, realizada durante seu doutorado na Universidade de Oxford, consistiu numa verdadeira investigação de detetive. Já se sabia que Lima Barreto tinha escrito em revistas ilustradas, e alguns de seus pseudônimos foram apontados pelo seu biógrafo, Francisco de Assis Barbosa, autor de “A vida de Lima Barreto”, lançado em 1952. Outra fonte preciosa foram os manuscritos de Carlos Drummond de Andrade guardados na Fundação Biblioteca Nacional. O poeta mineiro começou a escrever um dicionário de sinônimos da literatura brasileira, mas nunca chegou a concluí-lo. Nos textos, há referência a alguns dos pseudônimos utilizados pelo escritor carioca. A partir das pistas dadas por Barbosa e Drummond, Corrêa foi atrás das provas que confirmassem as informações — e não só as encontrou, como descobriu outros pseudônimos.

— Essas revistas eram satíricas, então (o pseudônimo) era uma forma de o autor não responder pelo texto, evitar perseguição política. O que não consegui desvendar foi se era o Lima que escolhia o pseudônimo ou o editor. Tem alguns casos que é claramente ele que escolhe porque são referências à sua trajetória — afirma Corrêa.

Já alguns nomes, como “Leitor” e “Aquele”, foram mais difíceis de decifrar. O professor explica como conseguiu identificar a autoria:

— O processo da descoberta é cruzar os textos conhecidos com os textos que não são conhecidos. Quando começa a ver alguma informação que bate, percebe que tem algo ali e sai em busca de outras para confirmar. Digitalizei toda a obra do Lima Barreto para facilitar a busca por palavras.

PROJETO LITERÁRIO EM REVISTA

Nas suas crônicas, o escritor falou muitas vezes do subúrbio, do bairro de Todos os Santos, onde vivia, e até da sua própria rua. Reclama da qualidade das calçadas, do serviço prestado pelos trens, do abandono em comparação com as áreas nobres da cidade. Tudo incrivelmente atual. Lima Barreto também comenta as notícias de jornal e faz troça dos políticos da Primeira República. Corrêa argumenta que ele escrevia para essas revistas, muito populares na época e que alcançavam tiragens de até 100 mil exemplares, não para ganhar dinheiro apenas. A vontade de se comunicar com um público mais amplo era parte do seu projeto literário.

— Lima tenta traduzir numa linguagem acessível questões intelectuais. A sátira e a caricatura são uma maneira de chegar às pessoas. Ele lia muito os russos, especialmente Tolstoi, que falava que a arte tem um poder de contágio, de comunhão de ideias. Era isso que Lima buscava.

O professor defende que Lima Barreto não era um pré-modernista, como ficou caracterizado pelos escritores e intelectuais que vieram depois dele, mas sim um modernista:

— Lima Barreto era um modernista, e não um pré-modernista como ficou marcado aqui no Brasil, no sentido do que se fazia e se entendia no mundo como projeto modernista. Se eu conseguir mudar isso, fico feliz.

LEIA TRECHOS DE CRÔNICAS DE ‘SÁTIRAS E OUTRAS SUBVERSÕES’

“Um bom ministro”

“Logo que o prestante cidadão foi empossado ministro da Agricultura, tratou de acabar com a burocracia.

A diretoria de agricultura não lhe pareceu corresponder ao nome. Não havia nela absolutamente nem um pé de couve. O ministro energicamente mandou retirar as mesas, todo o aparelho burocrático e espalhar terra nos salões das seções e semear couves.

Os empregados foram incumbidos de tratar dos canteiros, regar as mudas, transplantá-las e deixar por completo a mania de redigir pareceres e ofícios.

A diretoria de contabilidade foi transformada em horto florestal com baobás e jequitibás, gênero tartarin. Essa ideia foi muito gabada e elogiada pelo aspecto prático que oferecia, pois em breve poderíamos deixar de importar pinho-de-riga.

Calculou-se mesmo que, dentro de cinco anos, com essa floresta tartarinesca do ministro, a economia nacional ganharia cerca de cem milhões de contos.

O telhado do edifício do Ministério foi aproveitado para o plantio de fumo.

O ministro, que era administrador e bom observador, tinha notado que, quase sempre, nos telhados de casas velhas, nascem pés de fumo silvestres. (…)”

“Notas avulsas”

“Uma tarde destas, não sei por quê, deu-me na telha tomar um bonde do Catete e ir até o largo do Machado.

Há muitos anos não ia eu por aquelas bandas, embora sejam as do meu nascimento.

Tenho mesmo indiferença por elas, donde se pode inferir que a pátria pode ser muito bem o lugar em que nascemos, mas nem sempre é aquele que amamos.

Embarquei no bonde e fui desfrutando a paisagem urbana. Rua Senador Dantas! Como está mudada! Não tem mais a beleza ou as belezas de antigamente! Para onde foram? Voltaram para o cemitério? Quem sabe lá? Passeio Público. A mesma quietude. Lapa. A coluna das sogras lá está impávida a retesar fios e cabos. Tudo pouco mudado. Vamos adiante. Estamos em frente ao Palácio do Catete. Há na porta um vaivém de gentes e automóveis. Que há? É sua excelência, que vai para Petrópolis. Parece que embarcou no automóvel. Ao meu lado, um cidadão, olhando o telhado do palácio, pergunta a um amigo próximo:

— Por que é, Costa, que, quando ele sobe, a bandeira desce? (…)”

“Morro Agudo”

“Noticiam os jornais que os moradores de “morro Agudo”, localidade situada à margem da Estrada de Ferro Auxiliar à Central, protestaram contra a mudança de nome da respectiva estação, mudança imposta pela diretoria da Estrada que precedeu à atual.

Vem a pelo lembrar de que forma horrorosa os mesmos engenheiros vão denominando as estações das estradas que constroem.

Podemos ver mesmo nos nossos subúrbios o espírito que preside tal nomenclatura.

É ele em geral da mais baixa adulação ou senão denuncia um tolo esforço para adquirir imortalidade à custa de uma placa de gare. (…)”

Anotar à mão é melhor para memorizar do que usar o computador, aponta estudo de universidades

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Publicado no Amo Direito

Você costuma fazer suas anotações à mão, no bom e velho caderno, ou prefere usar o notebook ou tablet? Se você usa a segunda opção, é bom repensar a escolha. Um estudo publicado na revista “Psychological Science” indica que tomar notas no papel é melhor para a memorização de conceitos do que digitar.

O levantamento foi feito com alunos de Princeton e UCLA, duas universidades americanas, pelos pesquisadores Daniel Oppenheimer e Pam Mueller. Dois grupos foram colocados para assistir a uma palestra (sobre assuntos que não fossem de conhecimento comum), sendo instruídos a fazer notas da maneira que achassem melhor. Ao primeiro grupo foram dados blocos de anotações, e ao segundo, notebooks.

Após a palestra, os estudantes fizeram um exame com perguntas pontuais sobre assuntos da palestra. O resultado foi significativo: as pessoas que anotaram à mão obtiveram um bom número de acertos nas questões, enquanto as que usaram os notebooks demonstraram uma compreensão consideravelmente menor dos temas abordados.

O estudo indica, também, que os alunos que digitaram suas anotações escreveram mais palavras, no exame, do que os que usaram a caneta, mas que as respostas tinham menos profundidade e conteúdo.

Os pesquisadores apontam que uma explicação possível seja a de que pessoas que anotam à mão costumam prestar mais atenção às informações para selecionar melhor o que será passado para o papel, enquanto as que usam o computador acabam por tentar anotar literalmente tudo o que está sendo dito, sem se ater aos principais tópicos. Os estudiosos indicam que processar o conteúdo e fazer a anotação usando as próprias palavras é essencial para fixar bem o assunto.

Por Ana Lourenço
Fonte: guiadoestudante abril

Marvel confirma nova HQ da Gwenpool

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João Paulo Carollo, no Poltrona Nerd

Depois de participar de um especial de natal e de aparecer na revista de Howard, o pato, Gwenpool vai receber sua própria HQ que terá roteiros de Christopher Hastings e arte do time Gurihiru, que é composto por Chifuyu Sasaki e Naoko Kawano. O time de artistas já tinha cuidado das outras aparições da personagem.

Segundo o roteirista, o que o levou a aceitar essa série foi a visão peculiar de Gwenpool sobre o universo Marvel:

“A grande questão envolvendo ela, é que ela diz ser de um mundo – ‘algum tipo de mundo real’ – e sabe que o universo Marvel é ficcional. Então a série é sobre ela acreditando que realmente está em um mundo de fantasia sem consequencias.”

Uma arte promocional também foi divulgada para promover a nova revista:

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Gwenpool apareceu pela primeira vez em uma capa alternativa de Deadpool’s Secret Secret Wars #2, em junho, mês que a Casa das Ideias dedicou a capas com o tema de Gwen Stacy. Além das aparições nas HQs, a personagem foi um dos principais cosplays durante a San Diego Comic Con. A revista sairá em abril nos EUA.

Com informações de Comic Book Resources

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