Vitrali Moema

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Brasileiro gasta seis minutos com leitura

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Publicado no CenárioMT

O brasileiro ocupa seis minutos do dia com leitura. O dado é apontado por uma pesquisa apresentada em uma confederencia de estudos pilotos do IBGE que ocorre no Rio de Janeiro, a autora da pesquisa é a economista Cintia Agostinho. Segundo o  levantamento, mais de 60% dos entrevistados tem dias de 29 horas. Isso acontece porque as atividades simultâneas praticadas aumentam o dia quatro horas e 52 minutos.

Se o brasileiro gasta seis minutos com leitura, o norteamericano chega a passar 37 minutos dedicados ao hábito. O dia do brasileiro começa às 6h15 e normalmente neste horário ele está ouvindo o noticiário.

A pesquisa feita em cinco unidades da federação mostra que o morador do Distrito Federal é quem passa mais tempo estudando. São 45 minutos diariamente, contra 13 dos gaúchos. Os brasilienses são os que conseguem equilibrar mais as relações entre trabalho, afazeres domésticos e dormir.

Quanto a socialização, os gaúchos são os que mais passam tempo com amigos. São 53 minutos. Diariamente os Pernambucanos passam três minutos em atividades físicas, em média.

Entre as atividades principais do cotidiano, homens e mulheres precisam de 11 horas e 46 minutos e têm, em média, 4,5 horas de tempo livre.

Casais sem filhos dormem mais. Eles dormem oito horas e nove minutos e elas oito horas e 27 minutos. A diferença é de quase uma hora diária para quem é casado e tem filhos.

O levantamento foi feito no Pará, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, em 2009. Um por cento realiza trabalho voluntário.

Alunos relatam tortura e ameaças de morte em escola no RS

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Publicado por UOL

Duas funcionárias de uma escola municipal no interior do Rio Grande do Sul foram presas acusadas de torturar os alunos. Segundo testemunhas, elas deixavam as crianças de zero até seis anos sem comida e trancadas no banheiro. Em alguns casos as crianças eram ameaçadas de morte. Uma atendente e uma merendeira irão responder pelo crime de tortura. A diretora da escola vai responder por omissão. Reportagem exibida no SBT Brasil.

Clube do livro

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Em tempos de e-books, livrarias cariocas apostam em encontros presenciais para atrair leitores, que discutem obras, conhecem autores e trocam ideias sobre títulos variados

Publicado na Veja

Clube do Livro da Saraiva: encontros temáticos atraem leitores interessados em discutir autores, livros e estilos como a literatura fantástica. Foto: Saraiva

Com livros a um clique de distância, baixáveis em questão de segundos no computador e em leitores digitais, pode ser que a ida às prateleiras das lojas se torne um hábito cada vez menos comum. Na contramão dessa nova realidade virtual, livrarias cariocas se mobilizam para promover reuniões e encontros temáticos para os amantes da literatura: os chamados clubes do livro. Funciona assim: periodicamente, os participantes se reúnem na livraria para debater um assunto, autor ou livro específico. “É uma oportunidade para encontrar pessoas que gostam de livros específicos e conseguir um apanhado de sugestões que inclui desde livros recentes até clássicos”, afirma a designer Samara Maia Mattos, que tem um blog sobre livros e é frequentadora do Clube do Livro da Saraiva, realizado mensalmente na filial do Rio Sul. A ideia de discutir literatura em grupo tem agradado aos clientes e amantes dos livros. “As pessoas sentem necessidade de trocar opiniões, debater suas leituras”, acredita a jornalista Frini Georgakopoulos, que desde 2009 é mediadora e curadora do Clube do Livro da Saraiva.

Já foram tema de encontros desde literatura de terror e clássicos nacionais como Senhora, de José de Alencar, até Shakespeare. “Tive um professor incrível na escola que promovia essas discussões e busco replicar isso no clube, que acabou virando um lugar para o público descobrir livros novos e aprender”, diz Frini, que viu os encontros começarem com dez pessoas e pouco tempo depois já recebia cerca de 100 em eventos mais disputados. “Há uma carência de lugares abertos, não-acadêmicos, para se ler, discutir e se divertir através da literatura”, justifica Guilherme Preger, coordenador do Clube da Leitura do Baratos da Ribeiro, criado em 2007 no sebo homônimo em Copacabana. Hoje, os encontros literários quinzenais são organizados pelos próprios frequentadores da loja, antes famosa por eventos musicais como o Clube do Vinil. Além de livros, há espaço para leitura de contos escritos pelos próprios participantes. “Focamos em livros em prosa, a maioria narrativa, romances e contos. Os últimos motes foram textos de escritores como Edgar Allan Poe e Rubem Fonseca”, explica.

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Kroton e Anhanguera se unem e criam maior grupo de educação do mundo

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Juntas, empresas terão mais de 1 milhão de alunos e valor de mercado de R$ 12 bilhões

Pedro Carvalho, no IG

Greg Salibian/iG -  Rodrigo Galindo, presidente da empresa resultante da fusão: "possibilidade de sinergias relevantes"

Greg Salibian/iG –
Rodrigo Galindo, presidente da empresa resultante da fusão: “possibilidade de sinergias relevantes”

A Kroton e a Anhanguera, os dois maiores grupos de educação do País, anunciaram uma fusão nesta segunda-feira (22), numa operação que cria o maior conglomerado do setor do mundo. A companhia resultante teria faturamento bruto de R$ 4,3 bilhões, mais de um milhão de alunos e valor de mercado próximo a R$ 12 bilhões.

A Kroton terá cerca de 57,5% da empresa combinada, enquanto os acionistas da Anhanguera ficarão com 42,5%. As ações da Anhanguera serão incorporadas pela Kroton. Os atuais acionistas da Anhanguera receberão 1,364 ação da Kroton após a aprovação da fusão, que depende de análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O presidente da empresa será Rodrigo Galindo, atual presidente da Kroton, e o conselho de administração passa a ser comandado por Gabriel Mário Rodrigues, que lidera o conselho da Anhanguera. “Será uma empresa maior e mais eficiente, os dois grupos têm complementaridade geográfica e possibilidade de sinergias relevantes”, disse Ricardo Scavazza, atual presidente da Anhanguera, que fará parte do conselho da empresa resultante, em teleconferência com o mercado financeiro nesta manhã.

A Anhanguera tem forte presença em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A Kroton está mais estabelecida no Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina e Paraná. Na empresa resultante, 73% da receita virá do ensino superior em campus, 23% do ensino superior em polos associados e 4% de educação básica. O grupo terá cerca de 800 unidades de ensino superior e 810 escolas associadas.

Além de aumentar a área de atuação, a complementaridade geográfica faz os administradores acreditarem que não haverá maiores problemas no Cade. “Nosso market share [ participação de mercado ] nacional é baixo, e os múnicipios onde há sobreposição de atuação [ ou seja, onde essa participação subiria ] são muito poucos”, diz Galindo.

“Teremos valor de mercado próximo a US$ 5,9 bilhões (R$ 12 bilhões), o dobro da segunda maior empresa do setor [ a chinesa New Oriental, que vale cerca de US$ 3 bilhões ]. O ebitda [ lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ] será de cerca de US$ 1 bilhão, seremos uma empresa bastante relevante”, afirma Galindo.

As duas empresas são listadas no Novo Mercado da BM&F Bovespa e, segundo Galindo, existe expectativa de que agora o grupo passe a fazer parte do IBovespa, índice de referência da bolsa paulistana. O anúncio da fusão fez os papéis da companhias dispararem. A ação da Kroton saltou 8,14%, a R$ 27,19, enquanto o da Anhanguera fecharam com alta de 7,91%, a R$ 36,85. O Ibovespa subiu 0,68%.

Após a aprovação do negócio, serão emitidas 198,8 milhões de ações da Kroton. No dia 30, a empresa vota em assembleia um desdobramento de ações, que poderia alterar a relação de troca dos papéis – os acionistas da Anhanguera passariam a receber 0,45 ação da Kroton.

“Foi um negócio entre iguais, o espírito é de uma fusão”, disse Galindo. “Poderia haver emissões tanto de uma empresa quanto de outra, mas vimos vantagens jurídicas na emissão da Kroton”, afirmou.

Até a aprovação do Cade, as empresas se mantêm independentes. “Não haverá, por enquanto, troca de informações estratégicas e nenhuma integração”, afirma Galindo. “O time de integração terá representantes das duas companhias, que têm várias integrações e captações de sinergia em seus históricos”, lembra, uma vez que os grupos cresceram em parte com fusões e aquisições.

Por problemas estruturais, alunos do RS têm aulas em igrejas e CTGs

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Na cidade de Montenegro, região metropolitana de Porto Alegre, duas escolas foram fechadas por falta de PPCI (Plano de Prevenção e Combate a Incêndios). Até o problema ser resolvido, os alunos estudam em igrejas e CTGs (Centros de Tradição Gaúcha) / Charles Dias/Agência RBS

Na cidade de Montenegro, região metropolitana de Porto Alegre, duas escolas foram fechadas por falta de PPCI (Plano de Prevenção e Combate a Incêndios). Até o problema ser resolvido, os alunos estudam em igrejas e CTGs (Centros de Tradição Gaúcha) / Charles Dias/Agência RBS

Publicado por UOL

Quase dois meses depois do início do ano letivo, mais de cem escolas estaduais do Rio Grande do Sul enfrentam problemas para cumprir o calendário de aulas devido a problemas estruturais. A solução, para mais de 10 mil alunos dos cerca de 2 milhões matriculados na rede pública, é improvisar salas de aula em igrejas e CTGs (Centros de Tradição Gaúcha), como na cidade de Montenegro –região metropolitana de Porto Alegre.

Um levantamento feito pelo CPERS (Centro de Professores do Rio Grande do Sul) mostrou que metade das escolas estaduais públicas não têm ou não sabem se têm plano de prevenção contra incêndio. De acordo com o estudo, realizado por sistema de amostragem em 355 unidades de ensino de todas as regiões do Rio Grande do Sul, 61% das escolas que responderam ao questionário afirmaram não ter condições mínimas de funcionamento. Nos casos mais graves, a única alternativa é os alunos saírem da escola para terem aulas em outro lugar.

É o caso de escola estadual Coronel Alvaro de Moraes, em Montenegro. As turmas de 1º ano à 5ª série do ensino fundamental foram abrigadas na Estação da Cultura, onde ocorrem atividades artísticas da cidade. Os estudantes da 6ª a 8ª série, por sua vez, foram encaminhados a um CTG. De acordo a Associação de Pais e Mestres da escola, o local é úmido, não tem classes e nem a estrutura didática de uma sala de aula. Além disso, nas sextas-feiras em que há baile as atividades são suspensas mais cedo.

Na escola Coronel Januário Corrêa, também em Montenegro, um princípio de incêndio foi registrado em março devido a um vazamento de gás na central do prédio. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros da cidade, Jorge Oscar Soares, as duas escolas foram consideradas inseguras pela corporação e tiveram as aulas suspensas.

Segundo a 2ª Coordenadoria Regional de Educação, as obras na escola Coronel Álvaro de Moraes já se iniciaram e serão concluídas em até 90 dias. Na escola Coronel Januário Corrêa há uma ordem de serviço assinada, mas a reforma não tem data para começar.

A Divisão Técnica de Prevenção de Incêndios do Comando do Corpo de Bombeiros explica que as vistorias em escolas só são feitas após a elaboração do PPCI (Plano de Prevenção e Combate a Incêndio).

A secretária adjunta da Educação, Maria Eulalia Nascimento, não informou quantas escolas estão interditadas no Estado. Segundo ela, se a situação for considerada emergencial e o valor da reforma for de até R$ 410 mil o governo pode encaminhar dispensa de licitação.

Reformas
O estudo do CPERS também apontou que 40% das escolas estaduais necessitavam de algum tipo de reforma no início das aulas, no final de fevereiro. Isso significa pouco mais de mil escolas das cerca de 2,6 mil existentes no Estado.

Segundo a Secretaria Estadual da Educação, 139 reformas em escolas estaduais estão atualmente em andamento. A promessa da pasta é revitalizar todas as instituições de ensino da rede estadual até o final de 2014. “Ainda temos demandas emergenciais, pontuais, que estamos dando andamento. Mas a nossa ação hoje é fazer projetos completos e permitir que as escolas tenham uma qualidade melhor”, afirma o diretor administrativo da secretaria, Cláudio Sommacal.

dica do Rodrigo Cavalcanti

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