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Less Than Zero | Hulu está desenvolvendo série baseada em livro de Bret Easton Ellis

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Rafael Gonzaga, no Omelete

O Hulu, serviço de streaming que ainda não está disponível no Brasil, anunciou que está desenvolvendo Less Than Zero, uma nova série baseada no romance homônimo de Bret Easton Ellis. O próprio Ellis, o roteirista Craig Wright (Lost, Six Feet Under) e a Fox 21 Television Studios se uniram para dar vida à adaptação. Ellis e Wright serão os produtores executivos da série. (via ComingSoon)

Less Than Zero é oficialmente descrita da seguinte forma: “Situada na Los Angeles do início dos anos 1980, Less than Zero se tornou um clássico atemporal. Este romance hipnotizante é um retrato cru e poderoso de uma geração perdida que experimentou sexo, drogas e insatisfação em uma idade muito precoce. Vivem em um mundo moldado pelo niilismo casual, pela passividade e pelo excesso de dinheiro em um lugar desprovido de sentimento ou esperança.

Clay volta para casa para as férias de Natal e reingressa em uma paisagem de privilégio ilimitado e entropia moral absoluta, onde todos dirigem Porches, jantam em restaurantes caros e cheiram montanhas de cocaína. Ele tenta renovar seu sentimentos por sua namorada, Blair, e por seu melhor amigo do colegial, Julian, que está se envolvendo com ilegalidade e heroína. O feriado de Clay se transforma em uma vertiginosa espiral de desespero que o leva através das festas implacáveis ​​em mansões reluzentes, bares decadentes e clubes de rock underground e também pelo mundo obscuro de LA depois de escurecer.”

Less Than Zero já foi adaptado para o cinema em 1987, no filme Abaixo de Zero estrelado por Robert Downey Jr., James Spader, Jami Gertz e Andrew McCarthy. Ellis co-escreveu o filme com Harley Peyton e também escreveu uma continuação do livro, publicada em 2010. Os livros de Ellis anteriormente transformados em filmes também incluem Psicopata Americano, Regras da Atração e Informers – Geração Perdida.

Não há previsão para o lançamento de Less Than Zero.

A Máquina do Tempo de H.G Wells ganha edição em capa dura pela editora Suma

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(Foto: Divulgação)

Primeiro romance de Wells narra as aventuras de um cientista britânico após desenvolver máquina que viaja pelo tempo

Fernando Rhenius, no Vavel

A editora Suma divulgou nesta terça-feira, 20, a capa de A Máquina do Tempo, primeira obra de H.G Wells. Lançado em 1895, o livro foi um dos primeiros a tratar sobre viagens no tempo.

Tudo gira em torno de um cientista inglês que acaba desenvolvendo uma máquina que pode viajar no tempo. Com uma narrativa envolvente, a obra de Wells ao lado de “Guerra dos Mundos” e “O Homem Invisível” são classificadas como romance científico, abrindo caminho para uma série de obras sobre o tema.

A Máquina do tempo ganhou duas adaptações para o cinema, uma em 1960 estrelada por Rod Taylor como ator principal. em 2002 veio a segunda adaptação dirigida por Gore Verbinski e Simon Wells, este neto de Wells. O cientista foi interpretado por Guy Pearce.

Confira abaixo a sinopse divulgada pela editora

A Máquina do Tempo é o primeiro romance de H.G. Wells. Depois de vários rascunhos e versões, foi finalmente publicado em 1895. O livro teve sucesso instantâneo no Reino Unido, e sua fama logo se espalhou por outros países. Chamado de “homem de gênio”, considerado um pioneiro, Wells abriu caminho não só para seus livros e sua visão de mundo, mas para novas possibilidades temáticas na literatura. A Máquina do Tempo é o primeiro e mais importante romance moderno sobre viagens no tempo, e um clássico da literatura mundial. Com uma narrativa envolvente, H.G. Wells cria a fabulosa jornada de um cientista inglês a um mundo futuro, desconhecido e perigoso. Acompanhamos suas descobertas, seu deslumbramento e o horror que, aos olhos do viajante, aos poucos se anuncia.

Michael B. Jordan irá protagonizar ‘Fahrenheit 451’, novo filme original HBO

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(Photo by Jason Merritt/Getty Images)

Andreza Nunes, no Cine Mundo

A carreira de Michael B. Jordan está em uma ótima fase, com Pantera Negra em cartaz nos cinemas sendo considerado pela maioria dos críticos como um dos melhores filmes da Marvel. A novidade da vez é que o ator acabou de ser confirmado no filme original da HBO, Fahrenheit 451, que se baseia no romance homônimo do escritor norte-americano, Ray Bradbury.

O livro é um romance distópico publicado no ano de 1953, apresentando uma futura sociedade americana onde os livros são proibidos e há “bombeiros” que queimam qualquer exemplar encontrado.

Na adaptação da HBO, Jordan interpretará Montag, um jovem bombeiro que abandona o seu mundo após brigar com o seu mentor, Beatty (Michael Shannon), e luta para recuperar a própria humanidade. O elenco também contará com Sofia Boutella e Lilly Singh.

A HBO não confirmou a data de estreia, mas promete que será ainda este ano.

Após 200 anos, ‘Frankenstein’ continua referência do gênero terror

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‘Frankenstein de Mary Shelley’ com Robert De Niro, em 1995 Foto: Tristar Pictures

 

Livro publicado em 1º de janeiro de 1828 pela autora inglesa Mary Wollstone Shelley teve primeira versão cinematográfica em 1910

Publicado no Estadão

O livro Frankenstein, publicado em 1º de janeiro de 1828, chega aos 200 anos como referência indiscutível do gênero terror tanto na literatura quanto no cinema, no qual teve inúmeras adaptações.

A inglesa Mary Wollstone Shelley (1797-1851), segunda mulher do poeta Percy Shelley, de quem adotou o sobrenome, publicou sua grande obra quando tinha apenas 20 anos, embora tivesse começado a escrevê-la aos 18, desafiada pelo poeta Lord Byron, com quem ela e o marido passavam férias na Suíça em 1816.

O romance, cujo título completo é Frankenstein, ou o Moderno Prometeu (em alusão ao mito grego que influenciou muitos artistas românticos), saiu inicialmente sem o nome da autora. Recebeu críticas variadas na estreia, mas depois alcançou fama com as adaptações feitas primeiro para o teatro, e, já no século 20, para o cinema.

A primeira versão cinematográfica da obra é de 1910. A ela se seguiram mais de 150 adaptações em múltiplos formatos, todas contribuindo para definir para o grande público o “monstro” criado no romance pelo cientista Victor Frankenstein.

O filme que forjou a imagem do ser fabricado em laboratório, que no livro não tem nome, foi Frankenstein, de 1931, no qual Boris Karloff aparece com um par de parafusos no pescoço como evidência de sua origem antinatural. Segundo críticos, a sequência de 1935, A Noiva de Frankenstein, é muito mais fiel ao romance, no qual o monstro, longe de ser inconsciente e desalmado, é um ser complexo, que faz perguntas profundas sobre sua origem e o propósito de sua existência.

Fruto da imaginação de uma quase adolescente, não é de se estranhar que a história de Frankenstein tenha cooptado tantas gerações de jovens e inspirado séries como Os Monstros, A Família Adams e até Scooby-Doo.

Com A Maldição de Frankenstein, de 1957, no qual Christopher Lee aparece com cicatrizes e pele transplantada – caracterização mais condizente com o romance –, chega ao público o primeiro filme de terror em que são vistos sangue e vísceras.

A adaptação franco-italiana Carne para Frankenstein, de 1973 (à qual o artista americano Andy Warhol teria “emprestado” o nome no título original (Andy Warhol’s Flesh for Frankenstein), tem uma pegada mais sexy, sangrenta e cruel e, segundo especialistas, pode ser interpretada como uma crítica ao fascismo.

Outra versão, mais sofisticada, é Frankenstein de Mary Shelley, protagonizada por Robert De Niro e dirigida por Kenneth Branagh.

No Reino Unido, Danny Boyle dirigiu em 2011 uma adaptação teatral com Benedict Cumberbath e Jonny Lee Miller alternando-se nos papéis de Victor Frankenstein e de seu monstro. Atualmente está em cartaz em Londres, com grande sucesso de público, o musical Mel Brook’s Young Frankenstein.

Em maio de 2017, a Universal anunciou uma nova versão de A Noiva de Frankenstein, ainda sem data de lançamento, que em princípio será dirigida por Bill Condon e poderá ser protagonizada por Javier Bardem e Angelina Jolie.

O bicentenário do influente romance de Mary Shelley está sendo comemorado no Reino Unido com uma edição especial de moedas de £ 2, enquanto em países como os Estados Unidos (onde tem legiões de seguidores) estão sendo promovidos inúmeros eventos científicos e literários.

Embora seja particularmente conhecida pelo livro Frankenstein, Mary Shelley, filha do filósofo político William Godwin e da filósofa e pioneira feminista Mary Wollstonecraft – que morreu pouco depois do nascimento da filha –, também escreveu biografias, ensaios, artigos de viagens e peças de teatro.

Após a morte do marido, em 1822, no naufrágio de seu barco na costa italiana de Viareggio, Mary Shelley, que dedicou boa parte da vida a promover sua obra, voltou para a Inglaterra, concentrando-se em criar o único filho do casal e cuidar da carreira.

A precoce escritora, que perdeu um filho nascido prematuro e teve vários abortos, passou seus últimos anos sofrendo de várias doenças. Morreu de um tumor cerebral aos 53 anos. / TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ

‘Tartarugas até lá Embaixo’ será o novo livro de John Green nos cinemas

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Publicado no Cineset

A baixa repercussão de “Cidades de Papel” não desanimou a 20th Century Fox em investir de novo em uma adaptação dos livros de John Green. A mais recente obra do escritor, “Tartarugas até lá Embaixo” será o próximo romance do escritor a ganhar versão para os cinemas. As informações são do site da Variety.

“Tartarugas até lá Embaixo” acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Ainda não há nomes definidos para o elenco (as fãs, claro, desejam ver Ansel Elgort no elenco).

“A Culpa é das Estrelas” segue sendo o grande sucesso cinematográficos de John Green nos cinemas: o romance faturou US$ 307,2 milhões ao redor do planeta contra US$ 85,5 milhões de “Cidades de Papel”.

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