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De Jane Austen a Tolstói: Confira sete clássicos para ler nas férias

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A escritora Jane Austen (VEJA.com/Divulgação)

Aproveite os dias de folga para se dedicar a obras como ‘Grande Sertão: Veredas’ e ‘Orgulho e Preconceito’

Publicado na Veja

Procura uma leitura de peso para levar na mala de viagem? Ou ficou em casa durante as férias e acha que finalmente chegou a hora de se dedicar àquele livro canônico de que todos falam? Confira na lista abaixo sete livros clássicos – de romances que retratam o Império Russo a brasileiros com sotaque regional – que são boas pedidas para a lista de leitura das folgas:

Guerra e Paz


(Companhia das Letras/Divulgação)

Obra-prima do escritor russo Liev Tolstói, é aconselhada para quem tem bastante tempo livre nas férias – são 1.536 páginas, divididas em dois volumes na edição em capa dura lançada pela Companhia das Letras. O livro acompanha cinco famílias da aristocracia russa entre os anos de 1805 e 1820, em meio às Guerras Napoleônicas – foi nesse período que o imperador francês invadiu o império russo. Tolstói trata de guerra, sim, mas também de festas de arromba da alta sociedade e das vidas amorosas e do cotidiano de Natacha, Andrei, Pierre, Nikolai e Sônia, traçando um perfil rico e preciso da Rússia do século XIX com a ajuda de seus personagens.

Grande Sertão: Veredas


(Nova Fronteira/Divulgação)

Criada a partir de vivências e observações do mineiro Guimarães Rosa em uma viagem ao Mato Grosso, é uma das obras mais relevantes da literatura brasileira. Único romance do autor de Sagarana, Grande Sertão: Veredas (Nova Fronteira) conta a história de Riobaldo, um ex-jagunço que narra as suas experiências de vida a um interlocutor desconhecido. Ele fala de suas reflexões sobre o bem e o mal, o diabo, as guerras entre jagunços no sertão e seu grande amigo, Reinaldo (ou Diadorim, que mais tarde ele confidencia ser seu nome verdadeiro). O livro é reconhecido e aclamado não só por sua narrativa e temática, mas principalmente por sua linguagem – Rosa usou o período em que ficou no interior do Brasil para aprender como falavam os populares que moravam longe das grandes capitais, uma linguagem que retrabalhou ao seu modo, empregando no romance palavras pouco conhecidas, regionalismos e neologismos.

Cem Anos de Solidão


(Record/Divulgação)

Obra mais conhecida do Nobel de literatura colombiano Gabriel García Márquez, Cem Anos de Solidão (Record) narra a trajetória de gerações e gerações dos Buendía e as transformações, boas e ruins, por que passa a fictícia aldeia de Macondo, onde mora a enorme família. A história tem início com José Arcadio Buendía e Úrsula Iguarán e segue até os trinetos do casal, cujos nomes são repetidos de familiares anteriores. O romance é salpicado de elementos fantasiosos, um dos motivos que tornaram García Márquez conhecido e o alçaram a um dos principais nomes do realismo mágico.

Orgulho e Preconceito


(Penguin Companhia/Divulgação)

O romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito (várias editoras) já foi citado por dezenas de outras obras literárias, ganhou adaptações para o cinema e até paródias – como Orgulho e Preconceito e Zumbis (sim, é isso mesmo). Nada se compara, porém, à leitura do clássico. No livro, a autora dá um panorama de como é ser uma mulher sem posses no final do século XVIII pelos olhos da protagonista, Elizabeth Bennet. A moça de 20 anos, no entanto, foge dos estereótipos de mocinha indefesa e inocente que sonha em encontrar o príncipe encantado que irá resgatá-la da miséria. É forte, decidida e até, por que não, petulante, até conhecer – e entrar em feroz embate – com o nobre Fitzwilliam Darcy.

Os Irmãos Karamázov


(Editora 34/Divulgação)

Obra do escritor russo Fiódor Dostoiévski escrita em 1879, Os Irmãos Karamázov (Editora 34) é uma das mais importantes da literatura mundial. O romance acompanha a história de uma família chefiada pelo mesquinho Fiódor Karamázov e formada também por seus filhos: Dmitri, movido pelo orgulho, Ivan, o intelectual, e Aliócha, considerado o mais puro e religioso – além deles, é possível que o criado da casa, Smirdiákov, seja também um filho bastardo do patriarca. Envolvido em um triângulo amoroso que tem em um de seus vértices seu filho Dmitri, Karamázov acaba morto e o romance ganha traços de gênero policial. Para muito além da trama do “quem matou?”, o livro se debruça sobre questões existenciais e filosóficas e promove um mergulho na alma humana.

Fundação

(Editora Aleph/Divulgação)

Livro que rendeu a Isaac Asimov o prêmio Hugo de melhor série de todos os tempos em 1966, Fundação (Editora Aleph) é o primeiro volume de uma trilogia clássica da ficção científica. Narra a história do Império Galáctico, em um futuro no qual a Terra foi deixada para trás e a humanidade se aventurou espaço afora. No planeta Trantor, Hari Seldon descobre que a época dourada do Império está prestes a acabar e 30.000 anos de trevas e barbaridades esperam a raça humana. O conhecimento é a única forma de salvação e Seldon cria a Fundação, entidade responsável por escrever a Enciclopédia Galáctica com todo o conhecimento humano reunido. Asimov vai muito além do espaço sideral, da tecnologia e das batalhas para explorar de forma crítica e realista a formação das sociedades e a construção da ideologia através da política e da religião.

O Morro dos Ventos Uivantes

(Zahar/Divulgação)

Único romance da britânica Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes (várias editoras) causou choque ao ser lançado, em 1847. Não é para menos – a história do romance de Catherine Earnshaw e seu irmão adotivo, Heathcliff, passeia entre o amor e o ódio extremos, em uma trama intensa sobre paixão, repulsa e obsessão. Com personagens complexos, que fogem do maniqueísmo tradicional, o livro acompanha a história do órfão Heathcliff, tratado com desprezo por Hindley, irmão de sangue de Catherine, mas com carinho pela moça. Humilhado por vários anos, ele sai da casa da família apenas para voltar anos depois, rico e com sede de se vingar do irmão adotivo.

Henry Cavill protagonizará série baseada na saga de livros “The Witcher”

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Publicado no UOL

Los Angeles (EUA), 4 set (EFE).- O ator britânico Henry Cavill será o protagonista da série que a Netflix está preparando sobre a saga de romances de fantasia “The Witcher”, informou nesta terça-feira a plataforma digital em comunicado.

Cavill dará vida ao caçador de monstros Geralt de Rivia, que é o personagem principal dos romances publicados pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski.

Lauren Schmidt Hissrich, que trabalhou como produtora em séries como “Os Defensores”, será a showrunner (principal responsável por uma série) em “The Witcher”.

Alik Sakharov, Charlotte Brändström e Álex García López serão os diretores dos oito episódios desta nova série.

A carreira de Cavill decolou após ser escalado para encarnar o Superman, personagem com o qual estreou no filme “Homem de Aço” (2013).

O britânico também interpretou o herói nos filmes “Batman Vs Superman – A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017).

Cavill participou este ano em “Missão Impossível: Efeito Fallout”, a sexta aventura da famosa saga de ação protagonizada por Tom Cruise e que, até o momento, arrecadou no mundo todo cerca de US$ 650 milhões.

As seis tramas que são a base de (quase) todas as histórias já contadas

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Keira Knightley e Matthew Macfadyen em cena do filme ‘Orgulho e preconceito’, de 2005 (Foto: Divulgação)

 

Pesquisadores analisaram mais de 1,7 mil romances e chegaram a seis formas de narrativas. Mas será que elas podem ser aplicadas às nossas histórias mais populares?

Publicado no G1[via BBC Brasil]

Minha contribuição mais bonita à cultura”. Assim foi como o romancista Kurt Vonnegut descreveu sua antiga tese de mestrado em antropologia, “que foi rejeitada porque era simples e divertida demais”. A tese sumiu sem deixar rastro, mas Vonnegut continuou a promover a grande ideia por trás dela: “As histórias têm formas que podem ser desenhadas em papel gráfico”.

Em uma palestra em 1995, Vonnegut esboçou vários arcos narrativos – os desdobramentos de ações dramáticas de uma história – em um quadro negro, traçando como a sorte do protagonista muda ao longo de um eixo que se estende de “boa” a “má”. Esses arcos incluem: “homem no buraco”, no qual o personagem principal entra em apuros, e em seguida sai dele (“as pessoas adoram essa história, elas nunca se cansam!”); e “o menino fica com a menina”, no qual o protagonista encontra uma pessoa maravilhosa, perde-a, e depois a reencontra.

“Não há razão por que as formas simples de histórias não possam ser inseridas em computadores”, ele ressaltou. “São formas lindas”.

Graças a novas técnicas de mineração de texto, isto foi feito. O professor Matthew Jockers, da Universidade de Nebraska, e, posteriormente, pesquisadores do Laboratório de História Computacional da Universidade de Vermont, ambos dos EUA, analisaram dados de milhares romances. Com isso, eles chegaram a seis tipos básicos de histórias – também chamados de arquétipos – que formam os blocos de construção para narrativas mais complexas. São eles:

Ascensão – Da pobreza à fortuna, ou de má a boa sorte
Declínio – Declínio de bom a mau, uma tragédia
Icarus – ascensão e depois declínio da sorte
Oedipus – declínio, ascensão e declínio de novo
Cinderela – ascensão, queda, ascensão
Homem no buraco – queda, ascensão

Os pesquisadores se basearam na chamada análise de sentimento. Essa é uma técnica estatística comumente usada por marqueteiros para analisar posts de mídia social. Com base em dados públicos, a cada palavra é alocada uma “pontuação de sentimento”. Dessa forma, uma palavra pode ser categorizada como positiva (feliz) ou negativa (triste), ou pode ser associada a até oito emoções mais sutis, como medo, alegria, surpresa e anseio. Por exemplo, a palavra “abolir” é negativa e associada à raiva.

Ao fazer a análise de sentimento em todas as palavras de um romance, poema ou peça e traçar os resultados em relação ao tempo, é possível perceber as mudanças de humor ao longo do texto, revelando um tipo de narrativa emocional. Embora não seja um sistema perfeito – já que foca em palavras isoladas, ignorando o contexto -, ele é surpreendentemente perspicaz quando aplicado a trechos maiores de texto.

As ferramentas para fazer análises de sentimento estão livremente disponíveis, e boa parte da literatura de domínio público pode ser baixada de bancos de dados online como o Projeto Gutenberg. A BBC Culture pesquisou algumas das histórias britânicas mais populares para tentar aplicar as seis formas narrativas.

A Divina Comédia (Dante Alighieri, 1308-1320)

Tipo de narrativa: Ascensão

O poema épico de Dante conta sua jornada imaginária ao inferno, acompanhado do poeta Virgílio. Obviamente, as coisas começam mal na Divina Comédia, com uma pontuação baixa de sentimento que se afunda ainda mais à medida que a dupla desce aos círculos do inferno. Há traços de “um homem no buraco” na história, que acaba sendo literal em um texto tão alegórico como esse.

Tendo sobrevivido milagrosamente ao inferno, eles então escalam a Montanha do Purgatório onde as almas dos excomungados, preguiçosos e luxuriosos residem. E Beatriz – a mulher ideal de Dante – acaba substituindo Virgílio como companhia. A ascensão do casal ao paraíso é marcada pelo aumento da alegria à medida que o poeta compreende a verdadeira natureza da virtude, e sua alma se torna plena “do amor que move o sol e outras estrelas”.

Madame Bovary (Gustave Flaubert, 1856)

Tipo de narrativa: Declínio

Em dado momento da história de Flaubert, a dona de casa entediada e desleal – a protagonista, Emma Bovary – reflete que, se sua vida até então foi tão ruim, a parte a ser vivida será com certeza melhor.

Não é bem assim. Emma embarca em relações amorosas falidas e desesperadas, que oferecem apenas um breve respiro a um tédio angustiante. Bovary é uma mulher criativa casada com o homem mais sem graça do mundo, acumula dívidas exorbitantes e acaba se suicidando com arsênico.

Seu marido de luto, após descobrir suas várias infidelidades, também morre, e a então filha órfã do casal vai viver com uma tia pobre, que a manda trabalhar em uma fábrica de algodão. É uma clássica tragédia, conduzida implacavelmente rumo ao total declínio.

Romeu e Julieta (William Shakespeare, 1597)

Tipo de narrativa: Icarus

Romeu e Julieta é comumente considerada uma tragédia por conta da descrição do próprio Shakespeare, mas, quando a analisamos, a história se alinha mais à forma de Icarus: ascensão e declínio. Afinal, o menino precisa encontrar a garota e se apaixonar antes que ambos se percam. O pico romântico acontece quando se passa cerca de um quarto da peça, na famosa cena da varanda, na qual eles declaram amor eterno um ao outro.

É uma descida morro abaixo a partir daí. Romeu mata Tybalt e foge. Logo, o plano de Friar de forjar a morte de Julieta traz um pequeno salto de esperança à trama, mas, depois que a jovem bebe a poção, nada consegue evitar o final trágico.

Orgulho e Preconceito (Jane Austen, 1813)

Tipo de narrativa: Homem no buraco ou Cinderela

A primeira metade do romance de Austen traz um animado baile (embora comedido), gracejos e propostas de casamento cômicas. como a do vigário Mr Collins. As coisas ficam mais sombrias quando Bingley parte, e Elizabeth começa a se estranhar com Darcy (mas por um mal-entendido, obviamente).

O sentimento do romance entra em um território decisivamente negativo depois da proposta desastrosa de Darcy, alcançando seu ponto mais baixo quando Lydia foge com o desonesto Wickham. Isso, claro, serve de oportunidade para Darcy provar a que veio, o que ele faz com dignidade e segurança. Assim, ele ganha o coração de Elizabeth e assegura um comedido final feliz, em que todos estão ligeiramente mais sábios do que antes.

Frankenstein (Mary Shelley, 1818)

Tipo de narrativa: Oedipus

O influente romance de Shelley narra a lamentável vida de Victor Frankenstein e sua Criatura. O primeiro narrador é o capitão Robert Walton, que, em cartas à sua irmã, conta o enredo de Victor – que aparece em primeira pessoa no texto. Num certo ponto, a Criatura assume a narrativa, transformando o romance em uma história dentro de uma história dentro de uma história. Esse é o momento de respiro da trama, que em geral segue uma trajetória descendente desde o início, com a descrição de Victor sobre sua vida feliz, até o surpreendente final.

Em um momento crucial, a dois terços do romance, a Criatura oferece a Victor uma saída – fazer para ele uma companheira feminina. Mas Victor recusa. Desse ponto em diante, seu destino está selado. “Lembre-se, eu estarei contigo na noite de seu casamento”, ameaça a Criatura. E assim o faz.

O Patinho Feio (Hans Christian Andersen, 1843)

Tipo de narrativa: Complexa

Embora seja curta, a famosa fábula de Hans Christian Andersen tem estrutura complexa. Ela incorpora tipos narrativos de “dois homens no buraco” (ou melhor, um pato no buraco) dentro de uma narrativa de “ascensão”. Ou seja, as coisas melhoram ao longo da história para o patinho, mas há flashes de luz e escuridão no caminho.

Ele sai do ovo (oba!), mas sofre bullying por ser diferente (ahhh). Ele descobre que pode nadar melhor que os outros patos e sente um indício de afinidade com o grupo de cisnes em sobrevoo (oba!). Em seguida, quase morre no inverno gelado (ahhh). E finalmente torna-se um cisne, de uma forma completamente prevista desde o início. A ideia é essa, claro: “Nascer num ninho de pato não tem importância se ele vem do ovo de um cisne”. A história termina com a pontuação mais alta, aquele que sempre foi um cisne exclama que “nunca sonhou com tamanha felicidade”.

Editora americana lança seleção de 76 contos de Machado de Assis

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O escritor brasileiro Machado de Assis (1839-1908) – Divulgação

‘The Collected Stories of Machado de Assis’ tem tradução de Margaret J. Costa e Robin Patterson

Paul Sehgak, em O Globo[via The New York Times]

SÃO PAULO – Para Stefan Zweig, Machado de Assis (1839-1908) era a resposta brasileira a Charles Dickens. Para Allen Ginsberg, ele era um outro Franz Kafka. Harold Bloom chamou-o de descendente de Laurence Sterne, e Philip Roth o comparou a Samuel Beckett. No prefácio de “The Collected Stories of Machado de Assis” (Liveright), que reúne contos traduzidos por Margaret Jull Costa e Robin Patterson, o crítico americano Michael Woods invoca Henry James, Henry Fielding, Anton Chekhov, Vladimir Nabokov e Italo Calvino – em apenas dois parágrafos.

Para complicar ainda mais as coisas, Machado sempre me lembrou Alice Munro. Mas o que é isso? Que tipo de escritor induz tantas caracterizações arrebatadoras e loucamente inconsistentes? Que tipo de escritor pode aparecer em tantas fantasias diferentes?

O insistentemente inclassificável Machado nasceu na pobreza, neto mestiço de escravos libertos. Ele não teve educação ou treinamento formal; como Mark Twain, seu contemporâneo, ele começou como aprendiz de impressor. Egresso de um regime feroz de autoaprendizado, ele se estabeleceu, inicialmente, como escritor de pequenos romances sobre e para as mulheres da elite dominante.

Capa de ‘The Collected Stories of Machado de Assis’ – Reprodução

Mas em 1879 seu estilo mudou – ou melhor, floresceu. Uma doença crônica (ele sofria de epilepsia) e a quase perda da visão despertaram sua atenção. O suave romântico se transformou em um irônico doente, cujas intromissões autorais, cortes secos e pequenas subversões influenciaram experimentalistas americanos como John Barth e Donald Berthelme.

Cinco romances foram produzidos nesse período – incluindo a obra-prima “Memórias póstumas de Brás Cubas” (1881) – cimentaram sua reputação. Se essa coleção de 76 contos (selecionados de mais de 200) não os alcançam em qualidade, pelo menos oferecem um ponto de vista diferente e valioso – especialmente para os leitores que gostam de estar atentos à vida e à arte.

25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo divulga primeiros autores internacionais

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Publicado no Cine Mundo

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, organizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), confirmou na manhã desta quinta-feira (12), a presença dos primeiros autores internacionais para sua 25ª edição, que acontecerá entre os dias 03 e 12 de agosto de 2018.

Durante os 10 dias de Bienal, os visitantes poderão ter contato com autores, em bate-papos e palestras exclusivas, na “Arena Cultural”, entre outros ambientes pensados especialmente para a ocasião. Um dos maiores espaços do evento – com capacidade para 400 pessoas – a Arena já recebeu nomes como Harlan Coben, Cassandra Clare, Lucinda Riley e Kiera Cass. Para esta edição, os primeiros confirmados são: Victoria Aveyard, Soman Chainani, Yoav Blum e Lauren Blakely. Sua curadoria é feita pela Câmara Brasileira do Livro, em parceria com as editoras participantes do evento.

Conheça mais sobre os primeiros autores internacionais confirmados:

VICTORIA AVEYARD

Victoria Aveyard cresceu numa cidadezinha em Massachusetts e frequentou a Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles. Ela se formou como roteirista e tenta combinar na sua escrita seu amor por história, explosões e heroínas fortes. Sua série “A Rainha Vermelha”, publicada pela Editora Seguinte, já vendeu mais de 400 mil exemplares no Brasil e teve os direitos cinematográficos adquiridos pela Universal. O filme será dirigido por Elizabeth Banks.

 

SOMAN CHAINANISOMAN CHAINANI

Soman Chainani é fascinado por conto de fadas. Best-seller do New York Times, o escritor tem publicado pela editora Gutenberg a aclamada série “A escola do bem e do mal” que teve seu terceiro volume lançado em 2016. Após uma pausa de dois anos, o autor volta para a alegria dos fãs com o quarto volume em tempo para a Bienal do Livro de São Paulo! Graduado em Harvard, ainda na universidade escreveu uma tese sobre os motivos pelos quais as mulheres malvadas eram representadas como vilãs irresistíveis. Além de escritor, Soman é um roteirista aclamado, seus filmes já foram exibidos em mais de 150 festivais ao redor do mundo, tendo ganhado mais de 30 prêmios de júri e público.

 

YOAV BLUM

Yoav Blum nasceu em 1978, em Israel. Seu primeiro romance, “Os criadores de coincidências”, se tornou um best-seller instantâneo em Israel antes de ser traduzido para diversos idiomas. O romance foi adquirido pela Editora Planeta após um concorrido leilão e foi publicado no Brasil em 2017. Com mais de 50 mil cópias vendidas em Israel, o livro já teve os direitos adquiridos para o cinema.

 

LAUREN BLAKELY

Autora best-seller do New York Times e nº 1 do Wall Street Journal, a autora best-seller Lauren Blakely é conhecida por seu estilo contemporâneo de romance que é quente, divertido e sexy. Mora na Califórnia com sua família e planejou romances inteiros enquanto caminhava com seus cachorros. Com quatorze best-sellers do New York Times, já vendeu mais de 2,5 milhões de livros. Seu trabalho foi traduzido em onze idiomas, e ela ama criar contato direto com leitores em todo o mundo.

Para maiores informações sobre o evento acesse o site www.bienaldolivrosp.com.br

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