Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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A PUC-SP anuncia sua primeira festa literária!

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Fachada da PUC-SP e detalhe do teatro Tucarena. A 1ª FliPUC acontece de 23 a 25 deste mês! || Créditos: Divulgação

Fachada da PUC-SP e detalhe do teatro Tucarena. A 1ª FliPUC acontece de 23 a 25 deste mês! || Créditos: Divulgação

Publicado no Glamurama

A cidade de São Paulo acaba de ganhar uma nova festa literária. De 23 a 25 de outubro acontece no campus Monte Alegre, no bairro de Perdizes, a “1ª FliPUC – Festa Literária Internacional da PUC-SP”. Durante três dias, os estudantes da universidade e a população apaixonada por livros poderão desfrutar de instigantes mesas e de uma ótima seleção de livros com descontos que chegam a 50%. As mesas de debate ocorrem no Tucarena, enquanto a feira de livros estará montada no saguão em frente ao auditório. O evento terá como grande homenageado o educador, pedagogo e filósofo brasileiro Paulo Freire, uma das personalidades mais importantes da história da PUC-SP.

Para sua 1ª edição, a FliPUC propõe um debate sobre as múltiplas expressões e interfaces da literatura no mundo contemporâneo. Daí, seu tema, Literatura Transversal, com mesas que debatem as seguintes questões: “Caminhos da Crítica”; “Literatura e Cultura Indígena”; “Repensar a Arte e a Literatura – Redes e Literatura”; “Ciência e Tecnologia na África – Racismo e Ciência”; “Literatura e Memória”; “Literatura e Política”; “Literatura e Arte do Passado ao Presente”; “Tudo na Literatura” e “Repensar a cultura”. “Hoje, as festas literárias são uma realidade por todo o Brasil, surgidas a partir de uma iniciativa pioneira de editores e autores que gostavam de curtir férias em Paraty. A Flip iniciou há mais de uma década uma tradição que se expande por diversas cidades”, diz José Luiz Goldfarb, curador do evento, ao lado de Lucia Santaella. Agende-se!

1a FliPUC – Festa Literária da PUC-SP
De 23 a 25 de outubro
Onde: Campus Monte Alegre da PUC-SP, à rua Monte Alegre, 984, no bairro de Perdizes (Debates no Tucarena, Feira de Livros no saguão em frente ao auditório do Tucarena, Esquenta FliPUC no Teatro Tuca e Show de Encerramento no Tucarena)
Entrada para os debates e show de encerramento: Franca.
Curadoria: José Luiz Goldfarb e Lucia Santaella.
Realização: PUC-SP e Educ – Editora da PUC-SP.
Telefone para informações sobre o evento: 11-3670-8085

Prefeitura de Ribeirão Preto planeja criar ‘Uber do Professor’

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Professor seria acionado por meio de aplicativo(Foto: ThinkStock)

Professor seria acionado por meio de aplicativo(Foto: ThinkStock)

Proposta, ainda em fase de elaboração, é chamar substituto por aplicativo quando docente faltar; categoria é contrária

Publicado na PEGN

Um projeto da prefeitura de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, quer criar um sistema de trabalho que foi apelidado pelos servidores de “Uber da Educação” ou “Professor Delivery”. A ideia é pagar por aulas avulsas a docentes, sem ligação com o município, sempre que faltarem profissionais na rede municipal de ensino.

O professor não teria vínculo empregatício com a prefeitura e o acionamento se daria por aplicativos, mensagens de celular ou redes sociais. Após receber a chamada, o professor teria apenas 30 minutos para responder se aceita a tarefa e uma hora para chegar à escola –caso contrário, outro seria acionado no seu lugar.

Mesmo sem chegar oficialmente à Câmara da cidade, o projeto já foi parar no Legislativo neste mês. Um grupo de professores distribuiu aos vereadores cópia da proposta preliminar e reivindicou que a ideia seja barrada. Um dos argumentos é de que o projeto seria inconstitucional.

Suelly Villela, secretária municipal de Educação da gestão Duarte Nogueira (PSDB), defende a importância do projeto para a rede local de ensino. O objetivo, de acordo com ela, é “solucionar a grave situação de ausências de professores em sala de aula, motivadas por faltas ou licença-saúde, em período inferior a 30 dias”.

De acordo com Suelly, que atuou como reitora da Universidade de São Paulo (USP) entre 2005 e 2009, a falta de professores traz prejuízo à formação dos alunos, que “são dispensados das aulas com frequência”, principalmente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

O projeto, explicou ela, foi submetido à consulta da comunidade escolar e está em fase de análise das sugestões enviadas à secretaria.

Críticas. O Conselho Municipal de Educação (CNE) fez parecer contrário à proposta do Executivo. Segundo a análise do órgão, a alternativa terá lacunas do ponto de vista qualitativo e criará regime laboral precário. O órgão recomenda estudos mais aprofundados antes do envio da matéria à Câmara.

Na opinião do professor Sandro Cunha, que leciona História na rede municipal, o projeto fere o princípio da isonomia, por tratar de forma desigual os funcionários a serviço da prefeitura. Já na avaliação da advogada trabalhista Danielle Dias Moreira, a contratação de professores substitutos não é ilegal, mas pode trazer questionamentos futuros nos tribunais. “O professor chamado várias vezes poderá ir à Justiça e pedir o reconhecimento do vínculo empregatício”, argumenta.

A rede municipal de Ribeirão Preto tem 109 escolas da rede direta e outras 24 conveniadas. O sistema tem 3.159 professores, sendo 400 emergenciais, de acordo com dados da própria secretaria. São cerca de 48 mil estudantes matriculados.

Para garantir curso em Yale, aluna de SP faz vaquinha virtual e vende brigadeiros no colégio

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Laís da Silva, de 16 anos, ganhou uma bolsa para fazer um curso de verão na Universidade Yale (Foto: Arquivo pessoal/Laís da Silva)

Laís da Silva, de 16 anos, ganhou uma bolsa para fazer um curso de verão na Universidade Yale (Foto: Arquivo pessoal/Laís da Silva)

 

Bolsista do programa Ismart em um colégio particular de São Paulo, Laís da Silva, de 16 anos, precisa juntar cerca de R$ 10 mil para pagar a passagem e taxas.

Ana Carolina Moreno, no G1

A estudante de São Paulo Laís Gonzales da Silva, de 16 anos, descobriu, na semana passada, que foi aprovada com bolsa integral em um curso de verão da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Como não tem condições de arcar com os gastos da passagem de avião e das taxas de visto, ela decidiu buscar ajuda pela internet e com os amigos: criou uma vaquinha virtual e começou a vender brigadeiros na escola em que estuda, o Colégio Bandeirante, como bolsista do programa Ismart.

Em uma semana, a adolescente já conseguiu juntar quase 20% do valor total que calcula ter que gastar para poder fazer o curso Explo Focus Presentes, que oferece aos estudantes um olhar sobre os bastidores dos negócios de entretenimento e comunicação.

Em entrevista ao G1, Laís explicou que o curso, para o qual ganhou bolsa de estudos integral de Yale, a atraiu for oferecer habilidades que ela gostaria de dominar melhor. “A arte e o entretenimento são super poderosos e acho que eu posso usar deles para conscientizar as pessoas sobre as mudanças ambientais, por exemplo”, explicou a jovem, que já decidiu as carreiras que quer seguir: ciências políticas e engenharia ambiental.

Motivada pela história de outros jovens bolsistas do programa do Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos (Ismart), ela decidiu que quer fazer graduação fora do país, provavelmente nos Estados Unidos. “Quando eu estava no 9°ano eu decidi que era isso que eu queria. Eu queria ser uma inspiração para as pessoas. Além disso, o sistema para entrar nas universidades é mais holístico e isso faz toda a diferença quando comparado com o sistema de vestibulares atuais no Brasil. Lá, existe a possibilidade de fazer duas graduações, ‘major’ e ‘minor’, e como eu quero fazer dois cursos completamente diferentes, essa era uma oportunidade ótima pra mim”, disse ela, que também cogita a possibilidade de fazer o ensino superior na Holanda.

A carreira porém, ela pretende seguir no Brasil. “Por mais que eu queira fazer graduação no exterior, eu quero muito mudar e proteger o meio ambiente brasileiro, mudar as leis ambientais daqui.”

Mudança de vida

Há três anos, porém, a vida de Laís estava bem distante de todos esses planos. Em 2014, ela ainda estudava em uma escola pública no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. Laís conta que a mãe, professora da rede pública, lutou para que ela estudasse na melhor escola do bairro e, no 7º ano do ensino fundamental, ela foi uma de dois alunos indicados pela professora da turma para participar do processo de seleção do Ismart. Depois de cursar durante um ano as atividades online do Ismart, ela acabou selecionada para o programa.

No 9º ano, ela estudou meio período em uma escola pública e, na outra parte do tempo, fez o curso preparatório para o vestibulinho do ensino médio do Colégio Bandeirante. Acabou aprovada, com bolsa integral tanto no Bandeirante quanto em um curso de inglês extracurricular.

Desde então, ela diz ter se adaptado ao novo ritmo de vida, que inclui ir ao colégio seis vezes por semana.

“Até entrar no Band eu queria ser veterinária ou bióloga. Depois eu comecei a pensar em biologia marinha, até descobrir a engenharia ambiental. Já as ciências políticas nem passavam perto do meu plano de carreira, até que eu fiz o MONU-EM, que é um modelo das Nações Unidas. Isso aconteceu no ano passado, e eu me apaixonei pela diplomacia. Depois de muita duvida eu cheguei à conclusão de que eu poderia fazer os dois: trabalhar no governo para alterar as leis ambientais. E agora esse é meu grande sonho.”

Agora, ela tenta juntar cerca de R$ 10 mil para garantir sua primeira viagem para fora do Brasil. Entre 15 e 29 de julho, ela ficará no campus da Universidade Yale para participar do curso. E já antecipa o que pretende tirar das atividades, além da prática do inglês e da visita aos museus e bibliotecas. “Eu sempre fui contra o fato de que a arte, no geral, é elitizada… E aprendendo o business por trás do entretenimento, eu acredito que possa tentar mudar essa realidade.”

Cemitério vira espaço de leitura na zona sul de São Paulo

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(Foto: Ilustração / Tânia Rêgo/ Agência Brasil)

(Foto: Ilustração / Tânia Rêgo/ Agência Brasil)

 

Publicado na Isto É

Em uma rua sem saída no extremo sul de São Paulo, cinco mulheres e um rapaz caminham para a única propriedade daquelas bandas: o Cemitério de Colônia, fundado em 1829 em terreno cedido por Dom Pedro I no distrito de Parelheiros. Diferentemente do que a localização sinaliza, contudo, o diminuto cortejo não estava ali para participar de um rito fúnebre, mas para encorpar o vai e vem pelo terreno causado por uma insuspeita atividade: a literatura. Ali, onde costumava ser a casa do coveiro, funciona desde 2009 a Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura.

Frequentadores afirmam não estranhar a localização, que, em geral, passa despercebida. A exceção ocorre apenas na proximidade do Dia das Bruxas, quando a biblioteca promove o Sarau do Terror, espetáculo artístico que costuma arrastar 150 pessoas para o meio de sepulturas centenárias.

É nesse ambiente, que muitos associam ao medo, que Sidineia Chagas, de 23 anos, busca realizar um sonho: transformar Parelheiros em um grande polo cultural. Ativista em coletivos como o time de futebol Perifeminas, ela é a gestora da Caminhos da Leitura – que ajudou a fundar com a ONG Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (Ibeac). Sobre a experiência, ela já fez relatos em eventos de Brasília a Berlim.

“A biblioteca é a minha base, aqui temos sonhos coletivos. Minha missão daqui para a frente é ajudar a fortalecer outros grupos para atender as necessidades da região”, diz a jovem, que ingressou no projeto sob protestos de familiares, especialmente por, na época, estar grávida do filho Octávio Henrique, de 8 anos.

“Hoje eles participam também, mas, no início, eu sofria muita pressão para arrumar emprego, até porque não recebia apoio financeiro. Agora, eles entendem que aqui é o meu ativismo e a minha fonte de renda”, explica a jovem.

Paulistana, a garota se mudou para o bairro Colônia em 2004 após um episódio de violência envolvendo a família. Na biblioteca, ajudou a organizar o acervo de mais de 4 mil livros, dentre os quais estão obras de autoria de sua principal referência literária, Carolina de Jesus, escritora que, assim como ela, é negra e morou na região.

Aqui e ali. Hoje, além do cemitério, a biblioteca se espalha por três unidades básicas de saúde e no Cantinho de Histórias, espaço criado há um ano em uma casa de Parelheiros. Além do empréstimo de livros, há atividades culturais e de formação, como sessões de cinema e oficinas de culinária – tudo organizado da forma acessível. “Os livros infantis estão em prateleiras baixas para incentivar a autonomia”, exemplifica o mediador de leitura Bruno de Souza, de 21 anos.

Segundo Bel Santos Mayer, coordenadora do Ibeac, o projeto tem o propósito de ser “democrático” desde o início, quando a ONG decidiu concentrar as ações em um único território. “Pesquisamos qual era o pior bairro de São Paulo para se viver. Pretendíamos mostrar que nenhum lugar é ruim de verdade, e os moradores nos buscaram porque também queriam potencializar as coisas boas daqui.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fãs aguardam 16 horas para um autógrafo de Nicolas Sparks

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Sparks: “Eu ainda acredito no amor verdadeiro” (Gisela Schober/Getty Images)

Sparks: “Eu ainda acredito no amor verdadeiro” (Gisela Schober/Getty Images)

 

Leitores esperaram na porta de um shopping em São Paulo

Bruno Meier, na Veja

Fãs aguardando, ansiosos, na porta do local de um grande evento, à espera da chegada do ídolo: não foi só no show de Justin Bieber que isso aconteceu. Na semana passada, havia leitores esperando na porta de um shopping em São Paulo pelo momento em que o best-seller americano Nicholas Sparks, 51 anos, apareceria para autografar seus romances melosos. Com vinte livros publicados, oito deles adaptados para o cinema, Sparks vendeu 100 milhões de exemplares no mundo (mais de 5 milhões no Brasil). Em sua passagem pelo país, Sparks tentou manter a forma e a rotina — acordou às 4 e meia da manhã para se exercitar na academia do hotel, mas não cumpriu a meta de escrever uma página por dia. Depois de 25 anos de casamento, Sparks divorciou­-se, o que decepcionou as fãs mais românticas. O autor de Querido John pede calma: “Eu ainda acredito no amor verdadeiro”.

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