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Em 5 anos, rede pública perde 3,9 mi de matrículas no fundamental e médio

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Publicado por UOL

Desde 2009, as redes estaduais e municipais de ensino perderam 3,9 milhões de matrículas no ensino fundamental e médio regular, segundo dados do Censo Escolar 2013 publicados no Diário Oficial da União desta segunda-feira (23).

Em maio de 2013 estavam matriculados 24.225.452 alunos no ensino fundamental público, o número é 13% menor do que o apresentado no censo escolar de 2009.

A redução vem sendo identificada ano a ano e costuma ser explicada pelo ajuste demográfico, com menos crianças entrando no sistema escolar e mais alunos frequentando o ano adequado à sua idade. No entanto, o ensino médio também teve queda no período. Este ano 7.046.435 estudantes estão matriculados em escolas municipais e estaduais. O número é 3% menor do que o identificado em 2009.

As matrículas na rede pública caíram também na EJA (Educação de Jovens e Adultos). Segundo os dados preliminares do Censo Escolar, 3.102.816 de estudantes se matricularam nessa modalidade em cursos de ensino fundamental e médio da rede pública. O número é 31% menor do que o registrado pelo censo realizado em 2009.

O ensino infantil público foi o único a ter aumento no número de matrículas. Em 2009, eram 4,98 milhões de crianças em creches e pré-escolas da rede municipal e estadual. Em 2013, foram matriculados 5.337.995 alunos na educação infantil municipal e estadual.

EVOLUÇÃO DAS MATRÍCULAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA EM 5 ANOS

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A assessoria de imprensa do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) informou que só comentará os dados finais do Censo, pois os resultados preliminares podem sofrer alteração após o período de retificação.

Censo
As informações do Censo Escolar servem de base para distribuição de recursos públicos para municípios e Estados, como o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e o Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar).

De acordo com o MEC, a publicação dos dados atende ao dispositivo da Lei 11.494/2007, conhecida como Lei do Fundeb.

Colégio na Bulgária usa heavy metal como sinal de início de aulas

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Brian Johnson e Angus Young, do AC/DC: acordes no início e fim das aulas na Bulgária Foto: Getty Images

Brian Johnson e Angus Young, do AC/DC: acordes no início e fim das aulas na Bulgária
Foto: Getty Images

Publicado por Terra

Os alunos de um colégio de ensino médio da Bulgária saberão quando as aulas começam e terminam com os acordes de “Touch Too Much” e “Thunderstruck”, da banda AC/DC, anunciou nesta segunda-feira o prefeito da cidade de Kavarna, às margens do Mar Negro.

Tsonko Tsonev, prefeito dessa cidade de 12 mil habitantes e um conhecido fã de hard rock e heavy metal, revelou essa peculiar medida durante a abertura do ano escolar no colégio.

“Ao longo de 40 segundos, anunciando respectivamente o início ou o fim das aulas, ao invés do sinal tradicional serão tocadas interpretações de grupos célebres do mundo do rock”, explicou o prefeito.

Tsonev explicou que o sinal mudará mensalmente. Em outubro será a vez de os alunos escutarem Ronnie James Dio, integrante de grupos como Rainbow e Black Sabath. Outros escolhidos pelo diretor para “anunciarem” o início ou fim das aulas são Billy Idol, Whitesnake, Metallica e Manowar.

dica do Chicco Sal

Universitária em cadeira de rodas perde aula por falta de acesso

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Estudante de Arquitetura da Unifor, em Fortaleza, fica impedida de chegar à sala porque rampa do prédio é íngreme demais
Relato de aluna no Facebook ganha apoio de milhares de internautas

William Helal Filho em O Globo

Lorena diante da rampa de acesso ao prédio Reprodução do Facebook

Lorena diante da rampa de acesso ao prédio Reprodução do Facebook

RIO – A estudante Lorena Melo Martins, de 22 anos, faz faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Fortaleza (Unifor), mas está enfrentando dificuldades para frequentar o curso devido aos problemas de acessibilidade do prédio, na capital do Ceará. Ela passou por uma operação no joelho e, obrigada a usar uma cadeira de rodas, não consegue chegar à sala de aula porque a rampa até o segundo andar é íngreme demais. Depois de perder várias aulas, a aluna fez um relato sobre seu drama no Facebook. O post já tem mais de 6,2 mil compartilhamentos e 170 comentários.

“Todos os dias venho pra aula e não consigo chegar nas salas de aulas por causa da péssima acessibilidade da universidade”, conta ela, antes de descrever com detalhes os diversos apelos feitos à Unifor e os constragimentos que sofreu. “Já me humilhei, chorei e perturbei as pessoas aqui na universidade por uma coisa que é minha de DIREITO! Não só minha, mas de TODOS!”.

De acordo com seu texto na rede social, Lorena pediu à coordenadoria do curso para passar sua turma a uma sala no térreo. Mas, em vez disso, a direção deixou à disposição três pessoas para ajudá-la a subir a rampa todos os dias. No começo, deu certo, ainda que de mal jeito, mas, nesta segunda-feira (12), a aluna chegou ao local no horário certo e não havia ninguém para ajudar. Depois de um telefonema, veio um funcionário.

“O segurança demorou 20 minutos pra chegar. Mesmo assim, ele não conseguiu me levar, pois tenho 1,80m e sou gorda. Impossível subir a rampa do bloco C”, critica a estudante, que perdeu a aula nesse dia. “Já é a terceira semana de aula que começo perdendo”.

O direito de ir e vir é de todo brasileiro, previsto no Artigo 5 da Constituição Federal. A Lei de Acessibilidade, criada em 2004, exige que toda construção de uso coletivo ofereça facilidades a cadeirantes. De acordo com o arquiteto Arthur Fortaleza, da Unifor, a faculdade tem cerca de 20 blocos. Nove deles foram construídos em 1972. Nestes, as rampas de ligação com os andares superiores são mais íngremes do que as demais. Os alunos sentem a diferença mesmo caminhando. Para pessoas em cadeira de rodas, ele reconhece, é bem complicado.

– Até o momento, todos os problemas que aconteceram por causa das rampas haviam sido contornados, com mudanças de salas. Mas isso não foi possível neste caso. Estamos para apresentar à diretoria um plano que prevê melhorias na acessibilidade do campus – diz Artur.

Já a estudante termina seu relato com um desabafo.

“Enfim, a Unifor é uma das maiores universidades particulares do Nordeste, é um local de uso coletivo, ou seja, tem OBRIGAÇÃO de ser acessível. Amigos arquitetos e estudantes da Unifor, gostaria de pedir a ajuda de vocês para, juntos, termos uma universidade acessível para todos. Isso é NOSSO direito!”

Livro ‘Cinquenta Tons de Cinza’ perpetua violência contra mulheres, diz pesquisa

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Pesquisa afirma que livro Cinquenta Tons de Cinza perpetua violência contra mulheres

Pesquisa afirma que livro Cinquenta Tons de Cinza perpetua violência contra mulheres

Publicado por Vírgula

A obra Cinquenta Tons de Cinza, que se transformou em um best-seller mundial, perpetua o problema da violência contra as mulheres, afirmou um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista Journal of Women’s Health.

A professora Ana Bonomi, da Universidade estadual de Ohio, e suas colaboradoras na pesquisa chegaram à conclusão que o abuso emocional e sexual domina o romance no qual a principal personagem feminina, “Anastasia”, sofre danos como resultado.

dica da Judith Almeida

Restaurante comunitário de Palmas ganha biblioteca

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Para levar o livro para casa, não é necessário cadastro.
O projeto é da Associação Amigos do Bem.

Publicado por G1

Restaurante comunitário ganha biblioteca (Foto: Reprodução/TV Anhanguera TO)

Restaurante comunitário ganha biblioteca
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera TO)

A biblioteca do restaurante comunitário da região norte de Palmas foi inaugurada nesta segunda-feira (29).

Membros da academia tocantinense de letras, representantes governamentais e membros da Associação Amigos do Bem se reuniram, na hora do almoço, para anunciar a presença da biblioteca no restaurante.

A estante no canto do estabelecimento guarda obras dos mais diversos gêneros, todas doadas pela comunidade. A ideia é promover inclusão social através da leitura e oferecer mais uma opção de cultura e lazer aos trabalhadores que passam todos os dias pelo local. Dá para ler depois do almoço ou levar o livro para casa. Não é necessário fazer cadastro.

A biblioteca dentro do restaurante é um projeto da Associação Amigos do Bem. Segundo o presidente da associação, Cícero Guimarães, o objetivo é “democratizar o conhecimento para que as pessoas tenham acesso gratuito a leitura”.

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