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Veja 6 livros de ciência considerados obrigatórios por Mark Zuckerberg

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Douglas Ciriaco, no Tecmundo

Em 2015, Mark Zuckerberg lançou para si mesmo o desafio de ler um livro a cada duas semanas, criando um programa chamado “A Year of Books”. Foi possível acompanhar a sua empreitada por uma página no Facebook e, nesta semana, o site Business Insider reuniu seis livros sobre ciência recomendados pelo presidente e fundador da rede social mais popular do mundo.

1. Sapiens, de Yuval Harari

Em Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, o israelense Yuval Harari faz um relato sobre a história dos seres humanos sobre a Terra, que foram “de primatas insignificantes a senhores do mundo”, segundo a L&PM, editora responsável pela publicação do livro aqui no Brasil.

“Quando eu li Sapiens, eu achei o capítulo sobre a evolução do papel da religião na visa humana o mais interessante e quis me aprofundar nisso”, escreveu Zuckerberg.

2. Imunidade, de Eula Biss

Após quase morrer no parto do seu primeiro filho, a escritora estadunidense Eula Biss passou a dedicar a vida a estudar assuntos ligados à saúde, e Imunidade: Germes, Vacinas e Outros Medos é o resultado dessa busca incessante.

“Este livro explora a razão pela qual algumas pessoas questionam as vacinas, e então logicamente explica porque essas dúvidas são infundadas e as vacinas são, de fato, efetivas e seguras”, comentou o criador do Facebook.

3. The Player of Games, de Iain M. Banks

Ficção científica publicada em 1988, The Player of Games, de Iain M. Banks (ainda sem tradução no Brasil) conta a história da humanidade em um futuro próspero no qual nós conquistamos o espaço e pudemos experimentar um ótimo bem-estar graças a robôs superinteligentes.

Apesar de não ser um grande fã de ficção científica, afinal nem sempre elas apresentam rigor científico, Zuckerberg deu uma chance ao livro e curtiu.

4. A Estrutura das Revoluções Científicas, de Thomas Kuhn

Publicado originalmente em 1962, A Estrutura das Revoluções Científicas é um relato sobre a história da ciência e também da produção científica. Um marco no estudo da sociologia do conhecimento, a obra de Kuhn é clássica no gênero e foi responsável por, entre outras coisas, popularizar os termos paradigma e mudança de paradigma.

“É um livro de história da ciência que explora a questão de se a ciência e a tecnologia impulsionam consistentemente o progresso ou se o progresso está relacionado a outras forças sociais”, opinou o presidente do Facebook.

5. Genoma, Matt Ridley

O relato de Matt Ridley sobre o mapeamento do genoma humano fascinou o criador do Facebook. Em Genoma: A Autobiografia de uma Espécie em 23 Capítulos, o autor britânico vai a fundo às descobertas que revolucionaram a medicina e a prática médica ao longo das últimas décadas.

“Este livro visa contar a história da humanidade de uma perspectiva mais genética do que sociológica. Ele deve complementar outros livros de história que eu li neste ano”, afirmou Zuckerberg.

6. The Beginning of Infinity, de David Deutsch

No ensaio The Beginning of Infinity, o físico David Deutsch defende que, independente da área a ser pesquisada — seja ela esportes, arte ou política —, o método científico pode ser utilizado para se descobrir qualquer verdade.

“Este livro se encaixa ao final do ano ao falar sobre como o modo como explicamos as coisas nos abre grandes possibilidades”, comentou.

Livros da Turma da Mônica são os novos brindes do McLanche Feliz

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Foto: Guia da Semana

Foto: Guia da Semana

 

Novidade chegou nesta terça-feira com seis livros especiais

Publicado no Terra

Nesta terça-feira, 18 de abril, é comemorado o Dia Internacional do Livro Infantil , e, para celebrar a data, o McDonal’ds leva ao McLanche Feliz os famosos quadrinhos da Turma da Mônica .

São seis livros especiais que acompanham o combo, que além de divertir a criançada, vêm como oportunidade de incentivar a imaginação por meio da leitura. A novidade já está disponíveis em todas as lojas da rede no Brasil.

Um-Amor-de-Ratinho

O-Papãozinho

O-Porcão

Magalancia

A-Maquina-que-copiava

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Após caso de sexting, professora do DF cria projeto e ganha prêmio

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Dos 187 alunos do 9º ano, 110 se engajaram na leitura dos livros sobre 'mulheres inspiradoras' e, ao final do ano, escreveram a biografia de uma personalidade feminina -- famosa ou não (Foto: Arquivo Pessoal)

Dos 187 alunos do 9º ano, 110 se engajaram na leitura dos livros sobre ‘mulheres inspiradoras’ e, ao final do ano, escreveram a biografia de uma personalidade feminina — famosa ou não (Foto: Arquivo Pessoal)

Edgard Matsuki, no UOL

Uma aluna de 13 anos do Centro de Ensino Fundamental 12, em Ceilândia, gostava de enviar vídeos em que ela dançava com poucas roupas. O material logo se espalhava e os colegas a reprovavam, faziam comentários hostis. Mas a garota seguia provocando a turma com novas publicações.

O caso de sexting, que aconteceu no ano passado, chamou a atenção da professora de português Gina Vieira Ponte. “O que eu percebi é que a menina encontrava nos vídeos uma forma de chamar atenção, de ser vista”, conta.

“Comecei a ver que eles postavam muito conteúdo erótico e que desvalorizava a mulher”, diz a professora. Ela mostrou aos alunos, no começo do ano, fotos de mulheres que estão na mídia e personalidades históricas: “Os alunos só reconheceram as famosas. Aí pude ter uma ideia do exemplo de mulher que eles tinham”.

Mulheres Inspiradoras

Gina elaborou, então, um projeto de valorização da mulher e incentivo à leitura para os alunos do 9º ano. Chamado de “Mulheres Inspiradoras”, ele foi criado no início deste ano e instituído na grade curricular dentro da disciplina Projeto Interdisciplinar.

Após o diagnóstico, seus 187 alunos leram seis livros. Entre as obras estavam “Quarto de Despejo”, da escritora brasileira Carolina Maria de Jesus, “Eu Sou Malala”, da paquistanesa Malala Yousafzai e “Diário de Anne Frank”.

A turma se engajou no projeto interdisciplinar e cerca de 110 alunos leram os livros e chegaram à fase final do projeto, que era criar uma biografia da “mulher inspiradora”. Como? Os estudantes conheceram biografias de mulheres que lutaram por uma causa. Depois, eles discutiram a posição da mulher na sociedade usando a internet para as conversas em grupo. Por fim, produziram seus próprios textos, sobre mulheres notáveis da história ou personagens de suas comunidades.

Mudança de comportamento

Para Gina, a história que mais chamou sua atenção foi a de Luísa*. Introspectiva, a menina de 14 anos costumava ficar isolada dos colegas. A professora já havia tentado, sem sucesso, descobrir qual era o problema dela.

De acordo com Gina, Luisa* se mostrou uma aluna brilhante durante o projeto. Após ler o Diário de Anne Frank, a aluna confidenciou que queria entrevistar a própria mãe, mas não achava que conseguiria.

Gina ajudou na conversa entre as duas. E Luisa* teve a entrevista que queria. “Em um início de semana, ela falou comigo emocionada que havia conseguido entrevistar a mãe. E que havia descoberto que era amada por ela [a mãe]”, relata a professora. Isso causou uma mudança de comportamento na garota. De menina que nunca falava nada, ela acabou recitando um poema para cerca de 120 alunos da escola em uma homenagem à Gina.

Também durante a disciplina nasceu a banda 11D3. A banda criou composições durante o projeto. Os próprios garotos dizem que saber das histórias das mulheres inspiradoras mudaram o jeito deles agirem: “Eu achava que as mulheres não podiam fazer tanto como os homens. Hoje, eu mudei”, diz Yury Gomes, de 15 anos.

Continuidade

No final de novembro, o projeto ganhou o 1º lugar do Prêmio Nacional Educação em Direitos Humanos, dado pelo MEC. O prêmio rendeu ao projeto R$ 15 mil. Gina disse que não sabe ainda como vai ser investido o prêmio. Porém, há o plano de transformar as redações dos alunos em um livro. A professora diz que o livro seria uma forma de documentar o que foi feito durante o ano.

De acordo com a diretoria da escola, o projeto deve continuar em 2015. Como novos alunos estarão no 9º ano, a turma será totalmente diferente. Ou seja, no ano que vem estudantes vão poder ter acesso novamente a histórias de mulheres inspiradoras.

‘Péssimo em matemática’, garoto de 12 anos escreve seu sexto livro

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Hector também é ilustrador e escreve livros com linguagem para crianças.
Jovem é responsável pela criação de seis livros infantis em cinco anos.

Mãe e avó de Hector se orgulham do garoto (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Mãe e avó de Hector se orgulham do garoto
(Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Publicado no G1

Um garoto de 12 anos, morador de Santos, no litoral de São Paulo, ganhou destaque ao escrever e publicar seis livros infantis. Hector Angelo começou a escrever contos infantis por volta dos sete anos de idade e, além de ser responsável pela redação, ele também é o ilustrador das publicações, mostrando talento para escrever livros com linguagem simples e dramas elaborados.

A avó do garoto, Valdisa Soares, mostra muito orgulho ao falar sobre as obras criadas pelo jovem. Ela, inclusive, aponta quais são as principais características do neto. “Observo que, além do lúdico, ele também aborda muitos problemas atuais e se preocupa com o ser humano. Percebo que ele tem uma preocupação especial com pessoas adotadas, com a inclusão dessas pessoas”, explica.

Hector exibe brinquedos criados a partir de suas obras (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Hector exibe brinquedos criados a partir de suas
obras (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

De acordo com a mãe de Hector, Isadora Melo, o talento do filho surgiu logo após ele ser alfabetizado e, no começo, a família não deu muita importância para as obras do garoto. “Nós estávamos em casa e ele disse que escreveria um livro. Nós não demos muita importância, mas pouco depois ele voltou com o livro pronto”, comenta.

O autor dos livros “A Girafa que foi ao Espaço”, “Maricota à Procura de Sapatos”, “A Trasnformação de Joca”, “4Stars – Um fenômeno pop”, diz ter dificuldades apenas em uma disciplina na escola. “Sou péssimo em matemática”, afirma o jovem escritor.

Além da criação de livros, o garoto possui um blog onde posta contos, novelas e seriados. Ele também frequenta cursos de teatro e animação. Para o futuro, ele pretende fazer faculdade de cinema e teatro com o objetivo de ser escritor de novelas e cineasta.

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