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O que pode ser cobrado sobre as obras obrigatórias do vestibular?

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Tem coisa melhor do que ler? ❤ (Beauty and the Beast/Disney/Giphy)

Tem coisa melhor do que ler? ❤ (Beauty and the Beast/Disney/Giphy)

 

#ClubedoLivroGE: professores dão dicas para te ajudar com a leitura. Leia a segunda matéria da série

Publicado no Guia do Estudante

A carga de leitura de quem está prestando o vestibular já é alta só por conta da quantidade de conteúdos disciplinares cobrados nas provas. Além disso, ainda há a lista de livros obrigatórios – só a Fuvest, maior vestibular do país, tem oito obras que são cobradas especificamente. É muita coisa, a gente sabe. E, por isso mesmo, fomos conversar com alguns professores em busca de dicas que possam te ajudar na hora de enfrentar os livros. Mãos à obra?

Todos os professores com quem a gente conversou concordam em um ponto: o contexto. Você precisa saber em que meio o livro em questão foi escrito. “O aluno precisa entender que a arte, de um modo geral, é um produto de uma época sob o olhar do pintor, escritor, entre outros”, explica a professora Elaine Antunes, do colégio Dínamis.

Diogo Mendes, do Descomplica, desenvolve: “No estudo das obras exigidas pelos vestibulares, é muito importante compreendermos o estilo de época no qual elas se inserem. Assim, podemos perceber mais facilmente as motivações políticas, sociais e culturais do escritor. Ao ler Iracema, por exemplo, não podemos ignorar que o espírito nacionalista estava em alta à época, estimulado pelo, então, recente processo de independência. Já em O cortiço, muitos dos preconceitos ali presentes refletem diretamente o pensamento determinista, bastante em voga no período”.

Elaine Antunes acrescenta que a comparação com outros autores do mesmo período pode lançar luz sob as subjetividades do autor, perceptíveis, por exemplo, na sua linguagem e em seu posicionamento ideológico. “É sempre bom comparar com outros escritores da época a fim de entender que uma obra é um olhar a respeito do tempo em que se vive”, ela explica.

Ele também alerta para quando os livros são da autoria de escritores estrangeiros. “Para o estudo dessas obras, é imprescindível o conhecimento do contexto histórico no qual os enredos se desenvolvem, diminuindo as diferenças históricas e culturais que distanciam os vestibulandos brasileiros do que é nelas contado”, diz o professor.

Também vale se atentar para a construção dos personagens. O professor João Jonas, do Colégio Cervantes, enumera: “Os perfis traçados, tanto psicológicos quanto sociais, os retratos de época e os diálogos estabelecidos com questões sociais universais e da época”. Falando em contextualizações históricas, Péricles Polegatto, editor de Linguagens e Códigos dos materiais didáticos da Pearson Brasil, dá outra dica: “É comum que os vestibulares cobrem a relação das obras com algum contexto atual da nossa sociedade”.

Então nunca se esqueça de ficar de olho nos jornais, ok? E também dê uma olhada nas provas antigas para se adaptar ao estilo das questões.

No que prestar atenção ao ler obras obrigatórias do vestibular?

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(kurmyshov/iStock)

(kurmyshov/iStock)

 

#ClubedoLivroGE: professores dão dicas para te ajudar com a leitura. Leia a primeira matéria da série

Odhara Caroline Rodrigues, no Guia do Estudante

A carga de leitura de quem está prestando o vestibular já é alta só por conta da quantidade de conteúdos disciplinares cobrados nas provas. Além disso, ainda há a lista de livros obrigatórios — só a Fuvest, maior vestibular do país, tem oito obras que são cobradas especificamente. É muita coisa, a gente sabe. E, por isso mesmo, fomos conversar com alguns professores em busca de dicas que possam te ajudar na hora de enfrentar os livros. Mãos à obra?

Nesta primeira matéria da série de obras obrigatórias, a gente vai falar a respeito do que você precisa prestar atenção quando estiver lendo os livros. O professor André Valente, do Cursinho da Poli, ressalta três aspectos: o estrutural o temático e o das relações que a obra estabelece com o contexto histórico, social e literário em que foi produzida. “A estrutura diz respeito à forma”, ele ensina. “É prosa ou verso? Romance, conto, crônica?”.

A temática é o assunto do qual a obra trata; e contexto pode nos explicar o porquês das escolhas feitas e posições assumidas pelo autor durante o livro. “Precisamos nos lembrar de observar a construção narrativa — o tipo do narrador e a intencionalidade que há na escolha do foco narrativo. E, fundamentalmente, o tipo de discussão que a obra sugere e propõe”, lista o professor João Jonas, do colégio Miguel de Cervantes.

Péricles Polegatto, editor de Linguagens e Códigos dos materiais didáticos da Pearson Brasil, faz um adendo: “A memorização não é tão importante nesses casos”, explica. “Nas provas, não serão cobrados detalhes, mas concepções, contextos e valores estéticos”.

Ele também destaca o estilo do autor. Diogo Mendes, professor do Descomplica, acrescenta: “Alguns autores alcançam uma visão mais atemporal em suas obras, como é o caso de Machado de Assis e seu irreverente Memórias Póstumas de Brás Cubas, ou mesmo Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Nesses casos, estudar marcas peculiares do estilo do autor é fundamental. Por exemplo: ler Machado sem se atentar a característica ironia machadiana é perder boa parte do que a obra tem para oferecer”.

Já sabe quais anotações fazer nas margens do livro e o que grifar, né? Na segunda matéria da série, nós vamos conversar sobre o que mais costuma cair nas provas. Até lá!

Sleeping Beauties | Livro de Stephen King ganha série antes mesmo de sua publicação

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Stephen King

Stephen King

Luis Esteves, no Observatório do Cinema

Os livros de Stephen King têm ganhado inúmeras adaptações como filmes e séries ao longo dos anos. A mais recente diz respeito a Sleeping Beauties, um trabalho em parceria com seu filho Owen King, que ainda nem mesmo foi publicado, mas já ganhou série.

Em Sleeping Beauties, as mulheres são envolvidas em uma espécie de casulo enquanto dormem. Se forem despertadas ou se tiverem as gazes que envolvem seu corpo violadas, elas se tornam feras violentas. E, enquanto dormem, as mulheres vão para outro lugar.

“Os homens de nosso mundo estão abandonados, à mercê de seus dispositivos mais primitivos. Uma mulher, entretanto, a misteriosa Evie, é imune à benção ou maldição da doença do sono. Evie seria uma anomalia médica a ser estudada ou um demônio que deve ser destruído?”, disse King ao Deadline.

Criador de “Game of Thrones”, George R.R. Martin, abre estúdio de cinema

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George-RR-Martin

HBO estreia a sétima temporada, baseada na série de livros, em julho desse ano.

Vitor Cayres, no Nerd Site

Enquanto os fãs estão ansiosos aguardando pelo sexto livro de “Crônicas de Gelo e Fogo”, o autor de “Game of Thrones“, George R.R. Martin, segundo o Albuquerque Journal, Martin está criando um estúdio de cinema em Santa Fé, no Novo México, e uma companhia sem fins lucrativos, a Stagecoach Foundation.

Ainda, segundo o jornal, um morador da cidade doou para Martin um edifício de 2 mil metros quadrados, para que o escritor “fizesse algo de bom com ele”. O espaço do estúdio de Martin receberá “tanto produções grandes de Hollywood quanto cineastas em começo de carreira”, e a ideia da fundação é tornar o estúdio acessível para que artistas digitais e de cinema possam criar com custo menor.

Enquanto o autor não anuncia a data oficial de lançamento do sexto livro, a HBO trará a sétima temporada, baseada na série de livros, em julho desse ano.

Intrínseca lança no país “Como Combater a Fúria de um Dragão”, de Cressida Cowell

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Como combater a fúria de um dragão

Como combater a fúria de um dragão

 

Livro finaliza série de sucesso “Como Treinar o seu Dragão” de forma maravilhosa, e vai agradar em cheio os fãs da história

Publicado na Cabine Cultural

Cressida Cowell pode ser considerada uma mente brilhante, ao menos na arte de criar histórias sensacionais, recheadas de criatividade e contando com uma mitologia toda própria. Foi assim que ela começou, tempos atrás a construir o seu principal legado: a série de livros “Como Treinar o seu Dragão”. A série, que teve mais de dez livros lançados, chega ao seu final, e coube a Editora Intrínseca lançar a obra que finaliza a história com chave de ouro.

Assim, chega ao país o livro “Como Combater a Fúria de um Dragão”, prometendo dar continuidade à longa batalha que vai mostrar para os fãs os desfechos e o destino dos vikings e dos dragões.

O livro, com um projeto visual que novamente impressiona, é um deleite para os amantes de uma boa aventura, com muita ação, humor e mensagens inspiradoras, que marcam a série desde o seu primeiro livro.

A série Como Treinar o seu Dragão – A série de livros conta a história de Soluço Spantosicus Strondus III, que morava na pequena Ilha de Berk com um dragão de caça chamado Banguela e um dragão de montaria chamado Caminhante do Vento, em um mundo repleto de dragões. Apesar de pequeno e magricela, era um dos poucos capazes de falar a língua dos dragões. Um dia, libertou sem querer um enorme Dragão-marinho conhecido como dragão Furioso, que estava acorrentado havia mais de cem anos. Esse dragão deu início a uma Rebelião com a intenção de exterminar todos os humanos, e por isso homens e dragões entraram em guerra.

Essa é a história que vem conquistando adolescentes, crianças, adultos e velhinhos, sem discriminação alguma. Essa inclusive é a palavra chave dos textos de Cressida Cowell. Formada em Literatura Inglesa pela Universidade de Oxford e em Design Gráfico pela St. Martins University, Cressida consegue de uma forma inteligente e extremamente inclusiva criar uma narrativa que todos podem ler e se divertir. Basta amar a arte da leitura.

Como combater a fúria de um dragão
O livro que fecha de modo brilhante essa história começa no Dia do Juízo Final de Yule. Alvin, o Traiçoeiro, está prestes a ser coroado Rei do Oeste Mais Selvagem na ilha do Amanhã, e ele planeja começar seu reinado de terror com a extinção de todos os dragões. Para impedir esse acontecimento trágico, Soluço precisa provar que é o verdadeiro Rei, ser coroado no lugar de Alvin, enfrentar o dragão Furioso e salvar os Vikings e os dragões. Tudo seria um pouco mais fácil se nosso Herói não tivesse perdido a memória e conseguisse lembrar quem ele é…

Óbvio que para a leitura de “Como combater a fúria de um dragão” ser fantástica é necessário conhecer toda a série de livros. Como qualquer saga, ela deixa centenas de rastros e uma mitologia para ser entendida e contemplada. A série de Cressida Cowell segue neste contexto, mesmo não tendo nenhuma mitologia complicada, afinal de contas, estamos falando de uma linda narrativa infantojuvenil.

O livro chegou às livrarias no mês de janeiro e todos os fãs já podem de deliciar com o desfecho da Como Treinar o seu Dragão. Certamente irão se surpreender, pois o final acaba sendo tão maravilhoso quanto o seu início, fazendo assim a leitura de todos os livros da série uma experiência das mais gratificantes e divertidas.

Agora só nos resta esperar pelas próximas sequências cinematográficas. A próxima, do terceiro filme, chega em 2019 e conta com nomes como Cate Blanchett, Berard Butler, Kristen Wiig e Jonah Hill.

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