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The Witcher | Diretor de Game of Thrones irá comandar alguns episódios da série

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Alik Sakharov também já trabalhou em séries como “The Americans”, “House of Cards” e “Ozark”.

Livia Saenz, no Cinema com Rapadura

Segundo informações do Omega Underground, Alik Sakharov, que já havia sido confirmado como produtor executivo de “The Witcher”, nova série da Netflix baseada na saga de livros homônima do escritor Andrzej Sapkowski, também será responsável pela direção de alguns episódios.

Sakharov já dirigiu episódios de séries como “Game of Thrones”, “Black Sails”, “Boardwalk Empire”, “The Americans”, e já trabalhou em parceria com a Netflix em “House of Cards”, “Marco Polo” e “Ozark”.

Ainda segundo o site, as filmagens devem começar no dia 5 novembro, com locações em Budapeste, Hungria, Eslováquia e África do Sul, com provável data de encerramento em maio do ano que vem.

Encomendada pela Netflix, a série “The Witcher” acompanhará a história de Geralt de Rívia, um dos últimos bruxos restantes durante a Idade Média. O escritor Andrzej Sapkowski, deve atuar como uma espécie de consultor da série. A roteirista Lauren S. Hissrich (da série “Os Defensores“) já tem o episódio piloto completo, e pretende adaptar os dois primeiros livros da série, “A Espada do Destino” e “O Último Desejo“.

Sean Daniel, Jason F. Brown (ambos da série “The Expanse“), Jarek Sawko e Tomek Bagiński (ambos da série “Polish Legends“) produzirão a série, com o último dirigindo pelo menos um episódio da primeira temporada. O projeto contará com roteiristas de “Jessica Jones” e “Demolidor“, outras produções da Netflix.

Informações sobre o elenco ainda estão em fase de definição. A série ainda não tem data de estreia definida, mas deve estrear somente em 2020.

Livros que ganharão adaptações no cinema e na TV em 2018

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Os livros que serão adaptados para cinema e TV em 2018 (//Divulgação)

Os livros que serão adaptados para cinema e TV em 2018 (//Divulgação)

 

Dá tempo de correr até a livraria e se preparar para ver filmes e séries que prometem

Publicado na Veja

A literatura é campo prolífico para o cinema e a televisão. E não serão diferentes os seus reflexos em 2018, quando boas obras escritas ganham versões em filmes e séries que merecem um espaço na agenda.

Confira abaixo 14 livros para ler antes da estreia nos cinemas ou na TV.

O que te faz mais forte

Jeff Bauman foi uma das principais vítimas do atentado terrorista de Boston, em abril de 2013. O rapaz, que perdeu as duas pernas, estava na linha de chegada da maratona quando a primeira bomba explodiu perto dos seus pés. As memórias de Bauman, parte do livro O Que Te Faz Mais Forte, misturam detalhes da readaptação à vida ao mesmo tempo em que narram detalhes da caçada aos irmãos chechenos apontados como autores do crime. No cinema, o filme está previsto para 8 de fevereiro, com Jake Gyllenhaal na pele do protagonista.

Aniquilação

O primeiro livro da bem-sucedida trilogia Comando Sul chegará aos cinemas em 22 de fevereiro, com Natalie Portman como protagonista. No mundo sombrio criado pelo autor Jeff VanderMeer, uma parte dos Estados Unidos é isolada devido a anomalias misteriosas. Nenhuma expedição até o local tem sucesso. Os estudiosos envolvidos têm finais trágicos, como suicídio ou câncer. O grupo que encara a 12ª incursão é composto por quatro mulheres que são tratadas por suas especialidades: uma bióloga (Natalie), uma topógrafa (Tessa Thompson), uma psicóloga (Jennifer Jason Leigh) e uma antropóloga — que, ao que tudo indica, será vivida por Gina Rodriguez, com algumas alterações na personagem.

‘O Conto de Aia’ (‘The Handmaid’s Tale’)

O drama The Handmaid’s Tale, original do serviço de streaming Hulu, ainda não disponível para os brasileiros, chega ao Paramount Channel em fevereiro. A trama que ganhou oito estatuetas no Emmy é inspirada no romance O Conto de Aia, lançado pela canadense Margaret Atwood em 1985, e mostra uma sociedade em que mulheres são escravas de um sistema religioso e totalitário. A protagonista, vivida por Elisabeth Moss, é uma das últimas mulheres férteis obrigadas a repopular o planeta.

‘Roleta Russa’ (‘Operação Red Sparrow’)

Lançado em 2013, o drama policial Roleta Russa conquistou a crítica internacional ao narrar a trama de uma bailarina recrutada pelo serviço secreto russo. Ela é direcionada para um instituto chamado Escola de Pardais, onde homens e mulheres são treinados para seduzir e espionar. O autor da obra, Jason Matthews, é ex-integrante da Diretoria de Operações da CIA e lança mão de seus conhecimentos para enriquecer a narrativa com detalhes e manobras de tirar o fôlego. O filme no Brasil adaptou o nome original da obra escrita, Red Sparrow, e está previsto para estrear em 1º de março, com Jennifer Lawrence na pele da protagonista.

‘Uma Dobra no Tempo’

Clássico da literatura, o romance de Madeleine L’Engle, publicado em 1962, mistura ficção científica e fantasia ao abrir caminho entre dimensões, enquanto narra a trama de uma garota em busca do pai desaparecido. A série é composta por cinco livros com outras aventuras da família. No cinema, a direção ficou com Ava DuVernay (Selma) e o roteiro com Jennifer Lee, vencedora do Oscar por Frozen. O elenco traz Oprah Winfrey, Chris Pine, Reese Witherspoon, entre outros. Previsto para 29 de março, o filme é uma das superproduções do ano, com orçamento estimado em mais de 100 milhões de dólares.

‘Jogador Nº 1’

Apesar de ter sido lançado em 2011, o livro Jogador Nº 1 já é tratado como cult pelos fãs de ficção científica. Steven Spielberg assumiu a direção da adaptação, marcada para estrear em 29 de março. A história ambientada em 2044 mostra uma Terra devastada por fome, guerras e pobreza. Para fugir da realidade, pessoas se conectam ao OASIS, uma utopia virtual global, que dá aos participantes a chance de ser e fazer o que quiser. A realidade paralela também esconde segredos que, se desvendados, podem render uma fortuna.

‘Simon vs. a agenda Homo Sapiens’ (‘Love, Simon’)

Aos 16 anos, Simon enfrenta um dilema: como assumir para amigos e familiares que é gay? Tudo fica ainda mais complicado quando ele se apaixona por um rapaz misterioso na internet. O romance adolescente de Becky Albertalli fez sucesso em 2015 ao tratar com bom humor as agruras do amadurecimento. Tanto que sua adaptação já chega aos cinemas americanos em março de 2018. Ainda não há data marcada para a estreia no Brasil. Dirigido por Greg Berlanti (Juntos por Acaso), o elenco traz Josh Duhamel e Jennifer Garner na pele dos pais de Simon, que é vivido por Nick Robinson (de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros). Katherine Langford, a Hannah de 13 Reasons Why, reforça o elenco jovem da trama.

‘Mulheres Alteradas’

Os quadrinhos da argentina Maitena Burundarena chegam aos cinemas em 5 de abril com uma adaptação brasileira. Em uma leitura livre da obra da quadrinista, o filme traz quatro mulheres encarando diferentes problemas. Deborah Secco interpreta uma personagem em crise no casamento, ao contrário de Sônia, vivida por Monica Iozzi, que está cansada da vida doméstica e tem saudade de quando era solteira. Alessandra Negrini dá vida a Marinati, jovem viciada no trabalho, e Maria Casadevall interpreta Leandra, que sofre as inseguranças de não ter constituído família. Os cinco volumes com as tirinhas femininas foram lançados pela Rocco no começo dos anos 2000.

‘Minha Fama de Mau’

A autobiografia de Erasmo Carlos, lançada em 2009, acompanha o músico desde a infância no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, passando pelo sucesso com a Jovem Guarda, nos anos 1960, e com o amigo Roberto Carlos até o começo da década de 1990. Outros nomes da música nacional são personagens do livro, como Tim Maia, Wanderléa e Carlos Imperial. As páginas são recheadas de divertidas anedotas de bastidores. No cinema, o Tremendão será vivido por Chay Suede, Roberto Carlos ficou sob a responsabilidade de Gabriel Leone e Wanderléa será interpretada pela atriz Malu Rodrigues. Nara Leão, será interpretada por Bianca Comparato. O filme está previsto para estrear em 19 de abril.

‘Objetos Cortantes’

Da autora Gillian Flynn, conhecida pelo best-seller A Garota Exemplar, Objetos Cortantes será transformada em uma série de oito episódios pela HBO. Prevista para junho, a atração traz Amy Adams na pele da protagonista, a repórter policial Camille Preaker, que acaba de sair de uma passagem por um hospital psiquiátrico. Ela é incumbida da missão de voltar à sua pequena cidade, onde ocorreu o assassinato de duas pré-adolescentes. A narrativa tensa monta um interessante quebra-cabeça, daqueles rapidamente devorados pelo leitor.

A atriz Amy Adams será protagonista da série ‘Objetos Cortantes’ (Alberto E. Rodriguez/Getty Images)

‘O Paciente’

O novo filme de Sergio Rezende (Zuzu Angel) trará Othon Bastos na pele de Tancredo Neves. O roteiro é inspirado no livro O Paciente – O Caso Tancredo Neves, de Luis Mir, lançado em 2010. Na obra, o pesquisador acompanha, com direito a reprodução de prontuários, a controversa história que levou à morte o primeiro presidente eleito no país após a ditadura militar. Neves nunca tomou posse. Foi internado com dores abdominais, passou por diversas cirurgias e morreu vítima de infecção generalizada. Previsto para chegar aos cinemas no segundo semestre de 2018.

‘Estranha Presença’

A autora Sarah Waters é conhecida por histórias de mistério, ambientada na era vitoriana e com um forte tom sexual. É dela o livro que deu origem ao filme A Criada (2016). Ela volta aos cinemas este ano com a adaptação de Estranha Presença, trama que se passa no Reino Unido após a Segunda Guerra Mundial. Dr. Faraday (Domhnall Gleeson) é um médico que atende um chamado em uma antiga mansão de uma família em declínio. O local sinistro e o passado dos personagens criam o cenário de terror que será dirigido pelo cineasta Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack). O longa está previsto para estrear no fim de agosto nos EUA.

‘A Garota na Teia de Aranha’

O quarto livro da série best-seller Millennium, do escritor sueco Stieg Larsson, chega aos cinemas em outubro, pelas mãos do diretor Fede Alvarez, do intenso O Homem nas Trevas. Quem assina a continuação da obra é David Lagercrantz, autor eleito pela família de Larsson para dar continuidade à história da hacker Lisbeth Salander e do jornalista Mikael Blomkvist. Na nova trama, Lisbeth, agora interpretada por Claire Foy, invade computadores da NSA, a agência de segurança dos EUA. Esta será a segunda adaptação da série por Hollywood, que lançou em 2011 Os Homens que Não Amavam as Mulheres. Na Suécia, a trilogia completa chegou aos cinemas.

‘A Amiga Genial’

A tetralogia napolitana assinada por Elena Ferrante vai ganhar uma série com oito episódios pela HBO, baseados no primeiro livro, A Amiga Genial. Ainda não há data de lançamento nem informações de elenco. Sabe-se que a produção será conduzida pelo cineasta Saverio Costanzo, do filme A Solidão dos Números Primos (2010), e que tem por cenário a cidade italiana de Nápoles. Os quatro livros da saga acompanham seis décadas da amizade de Elena Greco e Raffaela Cerullo, chamada pela narradora de Lila. A obra inicial começa na década de 1950, quando a dupla passa da infância para adolescência.

Netflix quer levar seus sucessos para os quadrinhos

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Samir Naliato, no Universo HQ

A Netflix rapidamente se tornou uma gigante da indústria de entretenimento. Agora, o maior serviço de streaming de filmes e séries do mundo quer expandir seus negócios para outras áreas.

A empresa busca um executivo para gerenciar a concessão de licenças de suas séries e filmes originais para serem criados produtos como livros, brinquedos e, claro, quadrinhos.

“Estamos apostando em produtos de consumo e em promoção associada, porque acreditamos que isso gerará uma exposição significativa para nossos programas, com formas mais tangíveis de interagir com os nossos conteúdos mais populares. Queremos fazer licenciamentos para ajudar a promover nossos títulos, para que eles se tornem parte cultural por longos períodos de tempo”, afirmou a Netflix.

Recentemente, uma parceria com a Hot Topic gerou produtos como camisetas, bonés, canecas e joias baseados em Stranger Things. A ação serve de teste para a expansão em novos segmentos.

Isso significa que, em breve, poderemos ter (pelo menos em teoria) revistas em quadrinhos de Stranger Things, Black Mirror, Orange is the New Black, House of Cards, Marco Polo, Sense8, Narcos, The OA e vários outros.

As informações são do site Bloomberg, especializado em informações do mercado financeiro.

Professor faz ‘CSI’ em escola e desafia estudantes a resolverem ‘crimes’

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Estudantes montam cenários e solucionam homicídios cenográficos (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

Estudantes montam cenários e solucionam homicídios cenográficos (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

 

Estudantes montam cenários e solucionam ‘homicídios’ em Jundiaí.
Gosto de alunos por séries policiais virou assunto em aula de biologia.

Jomar Bellini, no G1

Marcas de “sangue” espalhadas pelas paredes e um “corpo” jogado no chão com supostas marcas de tiros nas costas. A cena, que até então poderia ser de um crime ou seriado policial como CSI: Crime Scene Investigation, nada mais é do que um dia de aula para estudantes de 14 anos de uma escola em Jundiaí (SP). O gosto deles por programas de TV fez um professor de ciências biológicas levar o assunto para o ambiente escolar, desafiando os alunos a resolverem os “homicídios” cenográficos.

Alunos analisaram pistas para desvendar 'cenas de crimes' (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

Alunos analisaram pistas para desvendar ‘cenas de crimes’ (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

“A ideia surgiu quando comecei a discutir sobre o corpo humano, dentro do conteúdo curricular, onde quis investigar os conhecimentos prévios que os alunos tinham sobre os órgãos e os sistemas que formam o nosso corpo. Fiz perguntas para eles – como, por exemplo, em lado do corpo humano fica o fígado – e, para minha surpresa, muitos alunos tinham uma boa noção sobre a anatomia humana por serem fãs ávidos de séries como ‘CSI’, ‘Dr House’, ‘Monk’ e ‘Law & Order'”, conta o professor Erivaldo Ribeiro Júnior.

O professor lançou então a ideia de montar o projeto em que os estudantes seriam os próprios construtores e investigadores de uma série criada por eles. Júnior conta que a proposta, até então considerada ousada, causou estranheza, mas empolgou os estudantes. “O objetivo era conhecer o corpo humano e desenvolver habilidades de observação e crítica.”

Crimes cenográficos
Divididos em grupos, os alunos montaram os cenários usando a criatividade junto com as dicas em sala de aula e o que já viram na televisão. Eles usaram lupas, microscópio, sangue falso vendidos em lojas de fantasias, corda, algodão e perucas para construção das vítimas, além de tecnologias para gravar e simular os cenários.

Em cada aula, uma equipe apresentava o crime que deveria ser investigado pelos outros estudantes. Após isto, deveriam fazer entrevistas com funcionários de escola e agir como verdadeiros peritos policiais, coletando pistas e analisando os detalhe dos corpos.

Tudo isso para preencher um questionário e fazer uma apresentação respondendo perguntas sobre a identidade da “vítima”, os motivos da “morte” e como o crime teria acontecido, além de explicar como poderiam testar as hipóteses e as evidências encontradas.

“Na área de Ciências Biológicas, já estamos acostumados a tratar de assuntos polêmicos, como o aborto, a eutanásia, clonagem, sexualidade, origem da vida, evolução humana, entre outros temas. Esse foi mais um desafio que valeu a pena”, diz ao afirmar que a proposta também contou com ajuda de professores de disciplinas como geografia, língua portuguesa, história, artes e educação física.

O projeto, que foi desenvolvido na forma de um piloto, teve duração de dois meses, mas já empolgou a direção da escola. No ano que vem, o “CSI na sala de aula” deve agregar ainda outras disciplinas da grade curricular e ser realizado por um período maior.

Professor desafia estudantes a resolverem crimes cenográficos (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

Professor desafia estudantes a resolverem crimes cenográficos (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

 

Professores listam seriados e filmes para estudar história

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Séries como "House of Cards" podem ajudar a entender contextos históricos, econômicos e até questões contemporâneas que pareçam super complexas nos livros

Séries como “House of Cards” podem ajudar a entender contextos históricos, econômicos e até questões contemporâneas que pareçam super complexas nos livros

 

Hugo Araújo, no UOL

Na sua rotina de escola ou cursinho pré-vestibular, provavelmente você deve ter aquele tempo de descanso em que assiste a seu seriado favorito ou vai ao cinema, não é? Essas estão entre as formas de diversão mais populares na correria entre escola, casa e obrigações.

Mas saiba que, enquanto você se diverte, dá para memorizar um conteúdo que aprendeu na escola de uma forma descontraída e humanizada. Você entende contextos históricos, econômicos e até questões contemporâneas, que podem parecer super complexas nos livros, por meio das histórias de personagens. É uma maneira divertida de estudar.

Danilo Zanetti, professor de história da escola Dínamis, listou seriados que retratam diferentes momentos históricos. Já Camila Alexandrini, professora de português e literatura da plataforma “Me Salva!”, selecionou filmes que tratam de questões contemporâneas. Confira a lista abaixo:

1. “House of Cards”

Para o professor Danilo Zanetti, o seriado é interessante para observar as questões políticas, a disputa de poder e as articulações nos bastidores do governo norte-americano. “É bom lembrar que estamos em ano de eleição presidencial nos Estados Unidos, então, assuntos relacionados ao País, como sua independência, Constituição, política externa e interna e a questão racial são frequentemente cobrados nos vestibulares”, diz.

2. “Anti-herói americano

A professora Camila Alexandrini recomenda o longa também para pensar sobre os Estados Unidos. Inspirado na história real do quadrinista Harvey Pekar, o filme, segundo ela, serve de ponto de partida para refletir sobre “a crise do sonho americano”. “Esse assunto tem sido bastante frequente com as eleições norte-americanas e a candidatura do republicano Donald Trump”, conta.

3. “Downton Abbey”

“A história deste seriado começa no dia do naufrágio do Titanic e acompanha as consequências do evento na vida de uma família nobre da Inglaterra. Podemos observar a Primeira Guerra Mundial, a luta pelo voto feminino, os conflitos políticos e a decadência do sistema social”, conta o professor Danilo Zanetti.

4. “Cidade de Deus – 10 anos depois”

A professora Camila Alexandrini recomenda o documentário “Cidade de Deus – 10 anos depois” para refletir sobre a questão negra. “Ele fala sobre os atores do filme ‘Cidade de Deus’, que são quase todos negros, e quais são as carreiras que eles tiveram dez anos depois. Em resumo, muitos não trabalham mais com televisão ou cinema ou, se atuam, é como um personagem que é ladrão ou morador de rua. Eles sofrem preconceito também no cinema”, explica.

5. “The Tudors”

Para o professor Danilo Zanetti, o seriado “The Tudors” ajuda a estudar a Reforma Protestante na Europa e a formação da Igreja Anglicana. “É uma série baseada na história de Henrique VIII, rei da Inglaterra e responsável por fundar sua própria igreja, além de se separar de sua primeira esposa para casar com outra, atitude impensável para a época”, conta.

6. “Transamérica”

Para refletir sobre a questão da transexualidade, a recomendação da professora Camila Alexandrini é o filme “Transamérica”. “Ele fala sobre uma transexual e todo processo pelo qual ela passa para conseguir a identidade, ser aceita na sociedade e também o quanto ela reproduz um padrão de mulher que talvez deveria combater”, afirma.

7. “Anos Rebeldes”

Esta série brasileira retrata o Rio de Janeiro durante o período da ditadura militar. “Ela tem uma visão romantizada e própria da classe média da época, porém mostra parte da realidade vivida no período da ditadura civil-militar de 1964, tema recorrente nos vestibulares e na nossa contemporaneidade”, explica Danilo Zanetti.

8. “Xingu”

O filme brasileiro “Xingu” pode ser interessante para aprender sobre a questão indígena, segundo a professora Camila Alexandrini. O longa narra a história dos irmãos Villas-Boas, durante uma expedição que percorreu a área central do Brasil nos anos 1940.

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