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Jude Law revela primeiros detalhes de “Sherlock Holmes 3”

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Robert Downey Jr. e Jude Law em cena de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras” Imagem: Reprodução

Rodolfo Vicentini, no UOL

Jude Law vai voltar como John H. Watson na saga “Sherlock Holmes” e revelou alguns detalhes iniciais de como será o terceiro filme da franquia protagonizada por Robert Downey jr.

“Esperamos ainda amarrar a história. Como sempre, a essência da trama será a codependência entre eles. Vamos brincar– já que faz muitos anos que eles não aparecem — que eles também estão há muito tempo sem ser ver”, disse o ator para o “Enterteinment Weekly“.

A última vez que Downey Jr. usou as vestes icônicas do detetive mais famoso do mundo foi há sete anos, em “O Jogo das Sombras”.

A expectativa é que Rachel McAdams volte ao elenco como a misteriosa Irene Adler. “Sherlock Holmes 3” deve chegar aos cinemas em 2020.

‘O Mundo Perdido’, de Conan Doyle, é ótimo para pegar gosto pela leitura

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Adultos não sisudos também vão gostar de obra situada na Amazônia

Ivan Finotti, na Folha de S.Paulo

Na história que inspirou ‘Jurassic Park 2’, aventureiros vêm descobrir dinossauros esquecidos num platô

A despeito do sucesso alcançado quando foi publicado, “O Mundo Perdido” realmente se perdeu na bibliografia de sir Arthur Conan Doyle (1859-1930).

Pelo menos no Brasil, onde nada se lê, grande parte da população conhece Sherlock Holmes, mas quase ninguém ouviu falar desse livro que se passa aqui mesmo.

A história se desenrola na Amazônia, há cerca de cem anos, quando um grupo de aventureiros londrinos vem descobrir dinossauros esquecidos num platô.

A viagem é boa parte da obra e os conflitos entre os personagens, alguns cômicos, dão o ritmo. Um jornalista na expedição narra a odisseia ao editor por cartas, enviadas à civilização por índios. Ao final, todos participam de um genocídio entre índios e homens.

Sir Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, em 1923   – Associated Press

Nos EUA, “O Mundo Perdido” foi inspiração para a segunda parte de “Jurassic Park”, livro de Michael Crichton (1995) e filme de Steven Spielberg (1993), nos quais os americanos chegam a uma ilha em que dinossauros clonados vivem livremente.

O livro de 1912 não se passa numa ilha, e sim na nossa floresta tropical, inacessível no século 21, imagine há cem anos. Começa assim: “Relato das maravilhosas aventuras recentes do professor George E. Challenger, lorde John Roxton, professor Summerlee e do sr. E.D. Malone da Daily Gazette”.

Só por esse subtítulo dá para sacar duas coisas. Pelo estilo da escrita, parece que estamos diante de um livro juvenil. E estamos mesmo. Assim como a vasta bibliografia de Sherlock, “O Mundo Perdido” é um livro ótimo para a garotada que está aprendendo a curtir literatura. Ou para adultos não sisudos, é claro, o que não há muito por aí.

Com a palavra, sir Arthur: “Minha ambição é a de fazer pelos livros para garotos o que Sherlock Holmes fez para as histórias de detetives”. É o que conta o tradutor Samir Machado de Machado no posfácio da edição da Todavia. Doyle teria dito isso ao seu editor, mas chegou tarde.

Júlio Verne já tinha se refestelado com esse público 50 anos antes —e manteve a coroa. “Viagem ao Centro da Terra” (1864), do francês, já era estrelado por animais pré-históricos. Por outro lado, Doyle parece ter originado uma onda. Edgar Rice Burroughs, criador de Tarzan, escreveria livros com dinossauros após ler “O Mundo Perdido”.

Outra coisa que o subtítulo faz gritar é como o romance é eurocentrista. Natural. Doyle era escocês e jamais veio ao Brasil. Certamente leu a capa do New York Herald de 1911: “Monstros pré-históricos na selva amazônica”, na qual um alemão dizia ter encontrado um bicho à prova de balas. Só com essa manchete já dava para desenvolver seu argumento.

Pediu ajuda a amigos que viajaram ao nosso país. Entrevistou o coronel Fawcett, que buscava a tal cidade de Z na Amazônia. E enviou o quarteto ficcional a Belém do Pará, após algumas aventuras e diatribes em Londres.

“Doyle era homem de seu tempo e, ainda que fosse abolicionista e tenha promovido campanhas contra a exploração do trabalho escravo no Congo Belga, sua linguagem é fruto de sua época —bem como são os estereótipos e noções raciais que por vezes surgem no texto”, escreve o tradutor. É algo justo de se explicar, para se prevenir daqueles que querem mudar o passado.

Eis algumas partes “daqueles”: “Mas já contratamos empregados. O primeiro é um preto gigantesco chamado Zambo, um Hércules negro solícito e inteligente como um cavalo.”

“Conversei com nosso mestiço bilíngue, Gomez —um sujeito trabalhador e dedicado, mas acometido, suponho, pelo vício da curiosidade, comum nesse tipo de homem. Na noite passada, ele parecia ter se escondido perto da barraca onde discutíamos nossos planos e, tendo sido avistado pelo imenso negro Zambo, que nos é fiel como um cão e tem o ódio que toda sua raça nutre pelos mestiços, foi arrastado e carregado até nossa presença.”

“Trinta ou quarenta morreram ali mesmo. Os outros, gritando e se debatendo, foram atirados ao precipício, em direção aos afiados bambus quase duzentos metros abaixo, como seus prisioneiros haviam sido. O reino do homem estava para sempre garantido. Os homens-macacos machos foram exterminados. A Cidade dos Macacos foi destruída, as fêmeas e os jovens, levados para viver como escravos e a longa rivalidade de séculos incontáveis chegara ao seu final.” Boa leitura.

Criadores da série Sherlock anunciam uma ‘nova aventura’ do detetive

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Novo vídeo dos criadores da série atiçou a curiosidade dos fãs
(foto: BBC Sherlock/Divulgação)

 

No Dia Internacional de Sherlock Holmes, os fãs receberam a surpresa mais de ano após o último episódio da série britânica

Publicado no Correio Braziliense

No Dia Internacional de Sherlock Holmes, os criadores da série britânica Sherlock têm uma surpresa para os fãs. Não é um novo episódio, outra temporada nem um filme da versão modernizada da história do detetive, mas sim “uma nova aventura” que ainda não foi revelada.

No site thegameisnow.com, há um vídeo de Stephen Moffat e Mark Gatiss, criadores de Sherlock, explicando que a novidade é uma “nova aventura de verdade, que envolve as pessoas que você espera que estejam envolvidas em uma aventura de Sherlock Holmes”. No site, é possível inscrever um e-mail para receber conteúdo exclusivo.

O primeiro é uma novidade envolvendo dois personagens queridos da série: os irmãos Holmes. Interpretados por Benedict Cumberbatch (Sherlock) e Mark Gatiss (Mycroft), os fãs da série podem ouvir uma ligação entre os dois, que parecem estar tramando alguma coisa juntos que envolve “pessoas de verdade”.

Como tudo que tem a ver com Sherlock, ainda há muitos mistérios envolvendo esse anúncio. Porém, antes e depois do vídeo, uma mensagem diz “chegando a Londres em 2018”, então poderia muito bem se tratar de uma exposição ou evento da série. Que comecem as deduções!

Sherlock Holmes 3 estreará em 2020

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Warner Bros./Divulgação

Filme deve ter o retorno de Robert Downey Jr. e Jude Law

Mariana Canhisares, no Omelete

A Warner Bros. revelou que Sherlock Holmes 3 chegará aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2020, de acordo com o CBM. Assim, a estreia acontece nove anos depois do último filme da franquia, O Jogo de Sombras.

A expectativa é que Robert Downey Jr. e Jude Law reprisem os papéis de Holmes e Dr. Watson, respectivamente. Por enquanto, não há nenhum nome atrelado à direção do projeto. Sabe-se apenas que Chris Brancato, roteirista da série Hannibal, assina a nova trama.

Os dois primeiros filmes da também estrearam na época do Natal, em 2009 e 2011, com bom desempenho na bilheteria: enquanto o primeiro filme fez US$ 524 milhões no mundo inteiro, a sequência gerou US$ 545 milhões.

Millie Bobby Brown protagonizará irmã de Sherlock Holmes no cinema

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Foto: Reprodução/Facebook

Giullia Gusman, no Pop Cultura

A atriz mirim Millie Bobby Brown, mais conhecida por interpretar a personagem Eleven [Onze] em “Stranger Things”, série original da Netflix, será a irmã mais nova de Sherlock Holmes nos cinemas.

A produção será uma adaptação dos livros de Nancy Springer, no qual Enola Holmes, aos 14 anos, foge de casa ao descobrir que seus irmãos mais velhos têm a intenção de mandá-la a um internato, após o sumiço de sua mãe, e começa a investigar diversos mistérios, seguindo os passos de seu irmão, Sherlock.

O primeiro livro, que recebeu o nome de “O caso do marquês desaparecido”, foi lançado em 2006. Desde então outros cinco títulos foram lançados com a personagem.

Este será o segundo papel de Millie Bobby Brown nos cinemas. A primeira participação, em “Godzilla: Rei dos Monstros”, já foi gravada, apesar de o filme só ser lançado em 2019.

Até o momento, não há previsão para o início da produção das histórias de Enola Holmes.

Em outubro, a atriz esteve de volta em “Stranger Things”, interpretando Eleven – também conhecida como Jane – após a estreia da segunda temporada da série que se tornou muito popular ao redor do mundo.

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