Vitrali Moema

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Starbucks lança Frappuccino inspirado em ‘Harry Potter’ no Brasil

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Butter Frappuccino do Starbucks em ambiente que lembra muito ‘Harry Potter’
Foto: Instagram / @starbucksbrasil / Estadão

Butter Frappuccino lembra muito a ‘cerveja amanteigada’ dos livros e filmes do bruxinho

Publicado no Terra

A Starbucks lançou no Brasil o Butter Frappuccino [‘Frappuccino de manteiga’ ou ‘Frappuccino amanteigado’, em tradução livre], bebida inspirada na cerveja amanteigada das histórias de Harry Potter, na terça-feira, 4.

Apesar de não citar diretamente os livros e filmes do bruxinho, a imagem divulgada pelo Starbucks traz a bebida em um ambiente que lembra muito a saga Harry Potter, com ‘feijõezinhos de todos os sabores’ (jujubas), um livro velho e até mesmo uma varinha.

Segundo a marca, a novidade é inspirada “na magia das histórias de mistério e aventura”: “Nossos magos criaram uma bebida cremosa, com nuts caramelizados e especiarias encantadas.”

A novidade foi lançada na última terça-feira, 4, mas ficará disponível por tempo limitado, somente até o dia 13 de dezembro.

Confira abaixo:

Starbucks lança café em homenagem a Harry Potter

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A nova versão da Butterbeer, a cerveja amanteigada, chama-se Smoke Buttersortch Latte

Publicado no Pure Viagem

Quando o Wizard World of Harry Potter foi lançado na Universal Studios, uma das coisas que mais se comentavam, além dos brinquedos super realistas, é claro, era sobre a famosa “Butterbeer”, que poderia ser finalmente experimentada pelos fãs do bruxinho. Agora, o Starbucks decidiu lançar sua própria versão da bebida para homenagear Harry, a Smoke Buttersortch Latte.

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A cerveja amanteigada original era a bebida preferida dos bruxos no filme. Sempre que os personagens estavam no bar Três Vassouras, a butterbeer acompanhava os papos dos jovens

O problema era que, até então, quem quisesse ter um gostinho que fosse da famosa cerveja precisava visitar a Universal Studios, na Flórida ou Califórnia. Não que isso fosse algo chato de fazer, mas nem sempre dá para estar por lá, né? Então poder beber da cerveja em uma loja Starbucks, facilmente encontrada a cada esquina, ajuda e muito, os fãs do bruxinho.

A famosa cafeteria resolveu dar sua própria roupagem a bebida e lançar uma versão única da mesma. A Smoke Buttersortch Latte é um tipo de latte amanteigado que tenta imitar o sabor original descrito nos livros de J.K Rowling.

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A bebida só está a venda nos Estados Unidos. Caso o produto funcione no mercado norte-americano, existe a possibilidade dele passar a ser vendido em outros países, incluindo o Brasil.

O gosto ainda divide muitos fãs. Enquanto alguns dizem que a cerveja é realmente parecida com a original, outros não veem semelhança alguma. Se a Smoke Buttersortch Latte é realmente parecida com a Butter Beer vendida nos parques da Universal Studios, nós não sabemos. Vai ser preciso provar e ver pra crer! E ai? Partiu Estados Unidos?

Starbucks vai oferecer cursos universitários gratuitos para funcionários nos EUA

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Tammie Lopez (centro) trabalha no Starbucks em tempo integral e frequenta a faculdade à noite

Tammie Lopez (centro) trabalha no Starbucks em tempo integral e frequenta a faculdade à noite

Richard Pérez Peña, no UOL [via The New York Times]

A rede de cafeterias Starbucks vai oferecer formação universitária gratuita online para milhares de seus funcionários – sem exigir que eles permaneçam trabalhando na empresa depois de formados – por meio de um acordo incomum com a Universidade do Estado do Arizona, anunciaram nesta segunda-feira (16) a empresa e a universidade.

O programa é aberto a qualquer um dos 135 mil empregados da Starbucks nos Estados Unidos, desde que eles trabalhem pelo menos 20 horas por semana e tenham as notas e os resultados nos testes necessários para serem admitidos pela Universidade do Estado do Arizona.

Para os baristas que tiverem pelo menos dois anos de créditos universitários cumpridos, a empresa pagará a mensalidade integralmente; para aqueles com menos créditos, a Starbucks pagará uma parte dos custos. Mas, apesar desse critério, para muitos desses funcionários os cursos serão gratuitos, com o auxílio do governo e da universidade.

“A Starbucks está realizando algo que nenhuma outra grande corporação realizou até o momento”, disse Jamie P. Merisotis, presidente e principal executivo da Fundação Lumina, organização focada na promoção da educação. “Para muitos desses funcionários da Starbucks, um curso universitário online é a única possibilidade razoável que eles têm para obter um diploma de bacharel”.

Muitos empregadores oferecem a seus funcionários o reembolso das despesas com mensalidades escolares. Mas esses programas geralmente têm limitações: às vezes, o custo total do curso não é pago pela empresa, os novos empregados ficam excluídos, existe a exigência de que os trabalhadores permaneçam na companhia durante vários anos após o término do curso ou há a limitação dos reembolsos apenas para cursos relacionados às funções desempenhadas pelos trabalhadores dentro da empresa.

A Starbucks está, na realidade, convidando seus funcionários, desde o dia em que eles são contratados pela empresa, a estudarem o que quiserem e, em seguida, se sentirem livres para deixar a companhia quando quiserem também – mesmo sabendo que muitos deles, com o diploma nas mãos, trocarão a rede de cafeterias por empregos mais bem remunerados em outras corporações.

Mas, mesmo que esses funcionários venham a deixar a Starbucks, a experiência deles “seria acrescentada à nossa marca, à nossa reputação e ao nosso negócio”, disse em entrevista Howard D. Schultz, presidente e principal executivo da empresa. “Eu acredito que esse programa diminuirá o desgaste natural do quadro de funcionários, ou seja, reduzirá a eliminação das vagas causadas pelas demissões voluntárias ou pela aposentadoria de funcionários, aumentará o desempenho dos empregados e atrairá e reterá colaboradores de melhor qualidade.”

Michael Bojorquez Echevarria, funcionário do Starbucks em Canoga (EUA), trabalha 60 horas por semana e estuda sociologia

Michael Bojorquez Echevarria, funcionário do Starbucks em Canoga (EUA), trabalha 60 horas por semana e estuda sociologia – Monica Almeida/The New York Times

Em um setor de serviços no qual as remunerações são baixas, a Starbucks vem se comportado há décadas de maneira incomum e fazendo coisas como o oferecer planos de saúde até mesmo para os funcionários de meio período e dar a seus funcionários opções de compra de ações. (Assim como outras cadeias que comercializam alimentos e bebidas, a empresa também foi acusada de utilizar táticas agressivas e impróprias para combater os movimentos em prol da sindicalização de seus empregados.) Quer seja por causa dessas vantagens ou apesar delas, a empresa tem sido muito bem sucedida: suas ações, que fecharam na sexta-feira passada em US$ 74,69, tiveram seu valor multiplicado mais de 100 vezes desde a oferta pública inicial, em 1992.

O presidente da Universidade do Estado do Arizona, Michael M. Crow, defensor ferrenho da educação online, se uniria nesta segunda-feira a Schultz e a Arne Duncan, o secretário de Educação, para anunciar o programa em Nova York. A Universidade do Estado do Arizona tem um dos maiores e mais conceituados programas de formação universitária online dos Estados Unidos, com 11 mil alunos e 40 cursos de graduação.

A universidade e a empresa dizem que não sabem quantos funcionários da Starbucks utilizarão o programa, que inclui ajuda com a papelada e orientação acadêmica, mas eles esperam que milhares de pessoas se inscrevam. Crow disse que a Universidade do Estado do Arizona se preparou para receber um grande aumento no número de matrículas. A mensalidade para os cursos de graduação online da Universidade do Estado do Arizona geralmente custa cerca de US$ 500 por crédito e são necessários 120 créditos para obter um diploma de bacharel.

Ajuda
O programa da Starbucks soa como uma bênção para Abraham G. Cervantes, 24, que vive na região de San Pedro, em Los Angeles, com sua mãe e dois irmãos, e seria o primeiro de sua família a obter um diploma universitário. “Eu sou o único na família que tem um emprego estável”, disse ele. Na verdade, Cervantes tem dois empregos – um na Starbucks e outro em um estúdio de música.

Enquanto estudava em uma faculdade comunitária (que oferece cursos de dois anos), ele descobriu a música clássica e se apaixonou por Chopin, Bach e Beethoven, embora em casa ele só consiga praticar em um piano velho e desgastado. Ele disse que sonhava em ser professor de música, mas que, depois de cinco anos de tentativas para combinar os horários de suas aulas e de seus dois empregos, não conseguiu terminar o curso nem obter seu diploma.

“Quando você trabalha em dois empregos, nem sempre tem tempo para frequentar a universidade”, disse ele.

O novo programa da Starbucks “seria um benefício enorme para mim”, disse Cervantes, pois lhe proporcionaria flexibilidade e eliminaria o tempo gasto no trajeto entre o trabalho e a universidade.

Schultz, o presidente e principal executivo da Starbucks, disse que tais histórias o tocam pessoalmente. Ele cresceu em um conjunto habitacional público no Brooklyn e uma bolsa de estudos permitiu que ele fosse o primeiro de sua família a frequentar a faculdade, na Northern Michigan University.

Ele e Crow disseram que se encontraram pela primeira vez há alguns anos, quando Schultz falou na Universidade do Estado do Arizona, e que se conheceram enquanto trabalhavam com a Fundação Markle, uma instituição de caridade voltada para políticas públicas. Eles descobriram que compartilhavam as mesmas origens modestas e que tinham uma preocupação em relação à crescente desigualdade social nos EUA.

“De muitas maneiras, a classe média está sendo muito prejudicada”, disse Crow. A não ser que mais pessoas recebam uma formação, disse ele, “todos nós talvez venhamos a testemunhar um desastre social no futuro”.

Tradutor: Cláudia Gonçalves

Inaugurada a 1ª biblioteca pública 100% digital do mundo

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Publicado por Nation Time

Você consegue imaginar uma biblioteca sem livros de papel? Dia 14 de setembro inaugura em San Antonio, Texas, a primeira biblioteca pública de livros digitais dos Estados Unidos. Tratase de um novo conceito. Ela dispõe de área de lazer para criança, com contação de histórias e uma cafeteria no estilo Starbucks. Também oferece aulas de informática para as pessoas que ainda não estão familiarizadas com a tecnologia.

Com o nome de “BiblioTech”, sua estrutura envidraçada lembra mais uma loja da Apple. São 10 mil livros digitais (ebooks), de todos os gêneros, como se espera de uma biblioteca. Eles podem ser lidos em 600 e-readers (Kindle e Nook), 2oo e-readers só para material infantil, 48 computadores e 40 tablets e 10 laptops. O sistema inédito permite que cada pessoa leve para casa os livros nos dispositivos eletrônicos e-reader, e serão devolvidos dentro do prazo estipulado. Ou seja, o “empréstimo” não é da obra e sim do aparelho.

O projeto da Bibliotech custou 2 milhões e meio de dólares e seu principal alvo é a nova geração de leitores. As crianças e adolescentes da região serão beneficiadas porque a biblioteca digital fará uma parceria com as bibliotecas das escolas. San Antonio é a sétima maior cidade dos EUA.

Alguns anos atrás, surgiram em algumas universidade, pequenas bibliotecas digitais, mas o foco era em material de perfil técnico. Em 2002, a Biblioteca Pública de Tucson-Pima, no Arizona tentou um sistema 100% digital. Mas a tecnologia era diferente e o público não se acostumou. Depois de um tempo, ele voltou a oferecer livros impressos. Outros países fizeram esforços semelhantes, mas nenhum deles era tão grande e inovador quanto a BiblioTech.

2Maureen Sullivan, presidente da American Library Association comemora: “Biblioteca não é mais um lugar onde você entra e a coisa que chama mais atenção é o acervo de livros. Agora é um lugar onde, quando você entra, entra imediatamente em sintonia com a variedade de maneiras como as pessoas estão usando esse espaço”.

Mas esse tipo de mudança radical não é tão fácil. Seis grandes editoras americanas ainda se negam a fornecer ebooks para bibliotecas. Elas querem preços muito elevados pois alegam que perderão nas vendas. Por outro lado, se as pessoas não encontram o livro que procuram, o mais provável é que procurarão pela versão impressa em outra biblioteca.

O prefeito de San Antonio anunciou que a Bibliotech terá um orçamento anual de 1,2 milhão de dólares para aquisição de material. Com isso será permitido comprar cerca de 10.000 ebooks. Ele explica que seu desejo é negociar com as editoras individualmente a aquisição de livros para manter o acervo sempre atualizado. Nos últimos anos os municípios têm cortado os investimentos em bibliotecas, diminuído o número de empregados. Algumas foram fechadas, num movimento que acompanhou a falência de grandes cadeias de livrarias como a Borders.

Conheça mais sobre o projeto aqui. Com informações de Nation Time.

Tradução: Jarbas Aragão

10 Lugares que nós lemos – e porquê nós lemos neles!

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Monique Almeida, no Literatortura

A leitura é um prazer que nos é transmitido por meio dos pais, professores, mestres, bibliotecários, enfim, todos aqueles que de uma maneira ou outra aproximam o nosso contato com o sentimento de folhear páginas lotadas de letras e, às vezes, imagens.

Chega um nível, porém, em que o hábito atinge tamanha proporção que não se restringe mais a lugar nem hora, então ler se torna uma necessidade sem fronteiras. Nisso, precisamos adaptar diferentes locais para satisfazer o vício, mas você sabe quais são os 10 lugares preferidos dos leitores e o motivo da escolha?

Provavelmente o que mais te agrada está nessa lista, se não, coloque nos comentários abaixo os “cantinhos de leitura” que te acompanham no dia-a-dia.

Bem, a divisão é feita entre locais “públicos” e “privados”.

PÚBLICOS:

Parques: Os parques com seu aspecto de calmaria, o sol no rosto e a brisa suave, com certeza não poderiam deixar de integrar essa lista. Seja por causa de um piquenique com a família, ou apenas para se divertir num final de semana à tarde, a leitura no parque é sempre boa por relaxar e deixar os ares abertos para imaginação, além de, nas pausas, possibilitar que você tente encontrar seus personagens favoritos nos contornos das nuvens.

Livrarias/Bibliotecas: Um lugar clássico, onde o silêncio é lei. Nas bibliotecas a leitura te devora, afinal, quem não sente aquele estímulo de folhear um bom livro quando rodeado de tantas obras? A energia do lugar já é propícia, sem contar que se você estiver numa livraria, pode aproveitar e levar o seu “mais novo amigo” consigo para casa.

Cafeterias: Um lugar aclamado por hipsters, a cafeteria é sempre uma ótima opção, principalmente em dias frios. Lembro-me de um dia na Paulista entrar no Starbucks para comprar chocolate quente e aqueles sofás, junto ao calor do ambiente, implorarem para que eu sentasse e abrisse um bom livro. Quem nunca teve essa sensação, não sabe o que está perdendo.

Ônibus/Trens: Apesar de às vezes ser difícil manter a concentração, por causa daquela senhora que decidiu fazer todas as suas lamentações por telefone ou de algum mal humorado querendo discutir com o cobrador, os transportes públicos são sempre um lugar mágico para a leitura. Eles podem complementar o cenário dos livros, além da diversão em olhar o rosto das pessoas e imaginar se elas parecem ou não com os personagens daquela página. Quantas vezes já não foi encontrada “aquela (ou aquele) inspiração” apenas numa viagem de ônibus?

Praças: Mais comuns no interior dos estados, as praças também fazem parte dos lugares públicos preferidos. A atmosfera é tomada por lazer, com jovens conversando e senhores jogando xadrez ou damas, o que torna as praças bem parecidas com os parques, só que em uma versão reduzida. Além do mais, sentar nos bancos brancos ou acinzentados e apreciar uma grande obra é um sentimento renovador.

PRIVADOS:

Cama: Se você é daqueles que consegue se manter acordado quando opta por ler nesse local, então com certeza a cama é um dos seus lugares preferidos para leitura. A versatilidade com que podemos nos mover para encontrar a posição mais confortável e a sensação de um lugar seguro com o qual já estamos familiarizados torna a cama um clichê, mas dos bons, para apreciar seu título favorito.

Banheiro: Apesar de parecer engraçado, a associação sobre revistas X no 2 fez com que o banheiro se tornasse um excelente local para leitura. É silencioso e não oferece muitos elementos para distração, a não ser que você tenha vizinhos que adoram deixar o som alto, enfim, uma opção de um dos locais mais privados para ler.

Sofá: O parque está para a praça, como o sofá está para a cama. A vantagem do sofá é também termos a possibilidade de procurar a posição mais confortável, só que com menos riscos de ler mais páginas e acabar dormindo. Isso sem contar que o sofá é um espaço que não tem hora para um bom livro, seja chegando tarde do trabalho, depois do almoço ou apenas para relaxar antes de começar o dia.

Carro: Em grandes metrópoles, o carro se tornou item obrigatório nessa lista. O motivo? Quando você se depara com 300 km de trânsito, com certeza não há programa de rádio que seja suficiente para vencer o tédio de olhar a escuridão do lado de fora e se manter a 0 km/h. Não obstante, você também não pode cochilar dentro do carro, então é sempre uma alternativa para trânsitos infinitos ou viagens longas para os que não se sentem enjoados com o movimento do veículo.

Special Spot: Um coringa para essa lista, o special spot (ou lugar especial) faz parte somente da seção de locais privados porque todos nós temos o nosso canto íntimo para leitura que pode ter sido esquecido. Pode ser o prazer de uma escrivaninha, quando se precisa de uma leitura que requer mais atenção, ou aquele quartinho que você dedicou para ser sua biblioteca pessoal, enfim, os special spots são aqueles não citados que você pode deixar no comentário ou que esteve pensando com carinho enquanto lia essa matéria.

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