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Lei contra biografias não autorizadas faz editora LeYa engavetar livro sobre José Dirceu
0Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo
A editora LeYa decidiu engavetar livro sobre a vida de José Dirceu que publicaria ainda neste ano. Motivo: a lei brasileira que proíbe o lançamento de biografias sem a autorização do biografado seria tão drástica que poderia gerar multas e punições que colocariam em risco a própria existência da empresa no país. O parecer foi dado pelo departamento jurídico da editora portuguesa.
FORO ÍNTIMO
“Não houve ameaça do José Dirceu. Nós é que tivemos dúvidas e decidimos consultar advogados. Mas o direito à reserva da vida privada é considerado absoluto no Brasil, o que faz com que seja impossível publicar livro sobre qualquer personagem histórico do país”, diz Maria João Costa, editora-executiva da LeYa. “Até personagens secundários citados em fatos irrelevantes poderiam processar a editora.”
DÁ UM FILME
A obra é assinada por Otávio Cabral, jornalista da revista “Veja”. “Cada linha do livro poderia ser provada. Já tínhamos comprado os direitos”, diz a executiva. “É absolutamente frustrante e algo que não ocorre em outros países democráticos. Aqui tudo é proibido. Histórias fantásticas não poderão ser contadas no Brasil.” Como a vida de Dirceu, que, segundo Maria João Costa, “é digna de cinema”.
NA GAVETA
Entre os precedentes que assustam a LeYa estão a vitória do cantor Roberto Carlos, que já conseguiu recolher e incinerar a edição de um livro sobre sua vida, e o processo que o dono de uma academia de boxe moveu contra editora que lançou a biografia de Anderson Silva.
Promoção: “Que tipo de esposa eu sou?”
11Em algum momento, você olhou sua imagem refletida no espelho e se perguntou: “Que tipo de esposa eu sou”? Ou: “como deve ser estar casado comigo”?
Você sabe como é ser casada com seu companheiro, mas quantas vezes você pensou em como é para ele ser casado com você? Esses questionamentos exigem muita coragem de nossa parte, pois as respostas podem não ser exatamente o que gostaríamos de ouvir.
Linda Dillow enche você de coragem para fazer essa autoavaliação e vai além, mostrando que é possível tornar-se a esposa que o seu marido deseja e merece e quanta alegria isso trará para sua vida e também para o relacionamento a dois.
Com base em sua experiência e também em diversas entrevistas feitas com mulheres casadas, a autora destrincha essa pergunta principal em diversos itens, para que você caminhe, um passo de cada vez, para a concretização do casamento dos seus sonhos.
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Vamos sortear 3 exemplares de “Que tipo de esposa eu sou?“, lançamento da Mundo Cristão. Para participar, basta completar a frase: “Meu casamento será mais feliz se eu………“.
O sorteio será no dia 17/5 às 17h30. O resultado será divulgado neste post e no perfil @livrosepessoas no Twitter.
Participe!
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Parabéns pra vocês: Débora Oliveira, Rosalina C. Araujo e Irene Borelli Viana. =)
Homem compra livro de Martin Luther King e descobre dedicatória e autógrafo do autor
0Título original “Compra livro de Luther King por 3,5 dólares e descobre dedicatória e autógrafo do autor”
Álvaro Cerqueira no PT Jornal

Um jovem comprou pela Internet uma cópia do livro ‘Força para Amar’, por 3,5 dólares (cerca de três euros). A surpresa veio a seguir: ao folhear o livro, descobriu uma dedicatória com autógrafo de Martin Luther King. Especialistas consideram que o livro deve valer uma pequena fortuna.
Pagou um valor quase simbólico pela publicação e terá feito o melhor negócio da sua vida… Comprou através da Internet uma cópia do livro de Martin Luther King, ‘Força para Amar’ e descobriu que o livro tem dedicatória do autor, com assinatura.
Mesmo sem este ‘pormenor’, o livro foi uma autêntica pechincha, porque é muito procurado quer por devoradores de livros, quer por colecionadores e, naturalmente, por apreciadores da escrita de Luther King. ‘Força para Amar’ é uma publicação histórica, com data de 1963.
A veracidade da assinatura do ativista afroamericano não é posta em causa: as semelhanças entre a assinatura de Martin Luther King e aquela que surge no livro são enormes.
O comprador anunciou o negócio na rede social Reddit, onde fala de “um dos maiores momentos de sorte” da sua vida.
Como as mídias sociais melhoraram a escrita
0Simon Kuper, na Folha de S.Paulo
Eis um pequeno diálogo que travei com um colega por e-mail outro dia:
Colega: “Achei mesmo que fosse fácil demais. Vou falar com eles e verificar os próximos horários.Obrigado Simon”.
Eu: “Desculpe por isso. Basta me copiar e eu cuido do planejamento e facilito sua vida”.
Colega: “Não me incomodo. Vamos ver o que ela tem a dizer, mas se a situação ficar complicada, eu me afasto”.
Trata-se de um fenômeno bastante moderno: uma comunicação escrita que leva jeito de conversa. Dia a dia, a prosa, felizmente, está ficando mais próxima da fala. As mídias sociais, os blogs e o e-mail melhoraram muito a forma pela qual escrevemos.
Antes da internet, apenas escritores profissionais escreviam. Lembro do semestre em que aprendemos a escrever ensaios, na escola. A maioria dos meus colegas mal suportava as aulas. Jamais haviam escrito seus pensamentos de maneira ordenada no passado, e estavam confiantes em que não precisariam fazê-lo no futuro.
Uma mulher que conheço diz que foi só depois que surgiu a internet que ela percebeu que sua mãe era semianalfabeta. Antes, elas sempre conversavam por telefone, mas com a internet sua mãe passou a enviar mensagens repletas de “!!!!!!!!!!!!!!!!” e “……..”.
O e-mail estimulou uma expansão sem precedentes no uso da escrita. Vivemos hoje a era mais literata da história. Lembro-me de perguntar a alguém o que era um blog, em 2003; em 2006, a NM Incite, uma empresa de análise, havia identificado 36 milhões de blogs no planeta; cinco anos mais tarde, o número havia subido a 173 milhões.
O uso de mídias sociais cresce a cada mês. De fato, a escrita superou a fala como forma mais comum de interação. A Ofcom, a agência que regulamenta as comunicações britânicas, afirma que os britânicos hoje preferem enviar mensagens de texto a amigos e parentes distantes do que ligar para eles ou conversar em pessoa.
Os pessimistas gostam de definir o processo como morte da civilização –a visão deles é de hordas de jovens mudos trocando mensagens semianalfabetas e solipsistas. John Humphrys, apresentador de TV e rádio da BBC, chegou a descartar os “garotos do SMS” como “vândalos que estão tentando fazer com a linguagem o que Genghis Khan fez com as nações vizinhas”.
Ele está errado. Como aponta John McWhorter, linguista da Universidade Columbia, de Nova York, os pedantes vêm lamentando o declínio da linguagem desde pelo menos o ano 63 d.C. Clare Wood, psicóloga do desenvolvimento na Universidade de Coventry, diz que existem poucas pesquisas que ofereçam sustentação a alegações como a feita por Humphrys. Os estudos dela com alunos de ensino básico sugerem que as mensagens de texto resultam em melhor capacidade de leitura. As mensagens, afinal, representam uma prática constante de leitura e ortografia. As crianças tendem a não pontuar suas mensagens de texto, isso é fato. Mas a maioria delas percebe que existem diferenças entre esse gênero de comunicação e as provas escolares, por exemplo. É uma distinção que nós, adultos, estamos lentamente aprendendo. Mal começamos a eliminar as vírgulas em nossas mensagens de texto.
Mas textos, blogs, e-mails, e posts no Facebook infectam outras formas de escrita, e os resultados são positivos no geral. Isso vem tornando o jornalismo, os livros e as comunicações profissionais mais coloquiais.
VANTAGEM
As mídias sociais oferecem um bom modelo sobre como escrever. Primeiro, as mensagens em geral são curtas. As pessoas que usam o Twitter muitas vezes omitem pronomes e artigos. O vocabulário tende ao casual; os blogueiros preferem “mas” a “no entanto”. Não alegam uma falsa onisciência, e preferem proclamar sua subjetividade. E a escrita em geral é bem crua, não muito editada. Isso é uma grande vantagem.
Em “Major Memory for Microblogs”, um recente artigo em “Memory & Cognition”, uma publicação científica, os pesquisadores apontavam que as pessoas têm mais facilidade para se lembrar da escrita casual de posts no Facebook ou comentários em fóruns de discussão do que de trechos de livros ou artigos jornalísticos. Um possível motivo é que “a produção espontânea e não muito filtrada da mente de uma pessoa é exatamente o tipo de coisa que a mente alheia armazena com facilidade”. É provavelmente por isso que o Twitter, o Facebook e os reality shows de TV se tornaram sucessos.
A produção não filtrada das mentes humanas é muitas vezes estúpida. Mas não necessariamente. Acadêmicos laureados com o Prêmio Nobel também usam o Twitter. Pode-se dizer coisas brilhantes em estilo casual e coloquial (a não ser, talvez, que você seja um astrofísico).A prosa coloquial aumenta as chances de que aquilo que você tem a dizer seja lido e compreendido. É verdade que outros estilos também são válidos. Jane Austen escrevia formalmente. Mas para um escritor médio, sem talentos especiais, o estilo coloquial parecer ser o melhor. (A outra dica para quem quer ser entendido é contar uma história humana, um conselho que sempre me sinto tentado a oferecer a palestrantes que palestram com ajuda de diagramas.)
É claro que a má escrita continua a ser abundante. A revista satírica “Onion” adora parodiar a prosa jornalística, como nessa falsa reportagem que aponta o líder norte-coreano Kim Jong-eun como o homem mais sexy do mundo: “Com seu rosto redondo e devastadoramente belo, seu charme juvenil, e sua estrutura robusta e forte, esse gostosão barbado de Pyongyang é o sonho de toda mulher”. E a escrita ao modo antigo também sobrevive, como em uma recente coluna sobre insônia: “As horas liminares entre a noite e a aurora continuam a assombrar minha práxis agora que o ninho se esvaziou”.
Mas no geral as mídias sociais ajudaram muito a escrita. George Orwell, em 1944, lamentava a distância entre a verbosidade e formalismo do inglês escrito e o ritmo muito mais animado da fala: “O inglês escrito está repleto de gírias”, ele escreveu, “é abreviado sempre que possível, e pessoas de todas as classes sociais tratam sua gramática e sintaxe com descuido”. O ideal dele era uma escrita que se parecesse com a fala. Por fim estamos chegando lá.
Tradução de PAULO MIGLIACCI.
dica de Will Cjc
Katy Perry assina contrato milionário para escrever biografia
0Publicado no Notícias BR
Após lançar em 2012 o filme Part of Me contando os bastidores da sua turnê de shows, a cantora Katy Perry deve lançar ainda este ano uma biografia sobre a sua vida.
De acordo com o tablóide inglês The Sun, a cantora assinou um contrato no valor de US$ 2 milhões, o equivalente a R$4 milhões para escrever uma obra sobre a sua vida.
O livro deve apresentar basicamente a versão de Katy sobre a história do seu casamento e do tumultuado divórcio com o comediante britânico Russell Brand.
O ex-casal permaneceu casado durante dois anos, e sem muitos detalhes, confirmaram a separação em dezembro de 2011.
De acordo com o tablóide inglês, várias editoras se aproximarem e demonstraram interesse em contar a história de Katy, e ela decidiu aceitar a oportunidade para que seus fãs não tivessem apenas a versão de Russell sobre o seu casamento.
O ex-marido da cantora já lançou dois livros de memórias, intitulados de My Booky Wook e My Book Wook 2: This time is Personal, ambas envolvem Katy, o casamento dos dois e principalmente o divórcio. Recentemente Russell confirmou que irá lançar seu terceiro livro para discutir sua relação de amor e ódio com a pop star. “Vou escrever mais um. Amo escrever. Há muito para cobrir. Talvez eu espere até eu me casar novamente ou ter mais filhos antes de eu escrever mais. Você não pode escrever coisas sobre a sua vida e não incluir as coisas que aconteceram em sua vida”, afirmou o comediante.
Nova fase de Katy Perry
Outra pessoa que certamente estará presente no livro da cantora é seu atual namorado John Mayer. Entre idas e vindas, o casal está junto desde agosto de 2012 e parece que agora o romance vai pra frente, já que o cantor deixou de lado sua fama de mulherengo e resolveu assumir de vez seu amor por Katy. Em fevereiro, durante uma entrevista, Mayer afirmou que pensa em se casar com a pop star e que já até deu um anel de compromisso para a amada.




















