Vitrali Moema

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Stephen King: o mestre do terror na literatura e no cinema

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Stephen King, que completa 71 anos nesta sexta-feira (21), é considerado um dos maiores escritores da literatura do terror e suas obras são inspirações para muitas adaptações de filmes e novos escritores

Publicado no 24Horas News

O autor Stephen King é considerado por muitos um mestre da literatura de terror por suas obras assustadoras e de ficção. O escritor completa 71 anos de idade nesta sexta-feira (21) e seu legado na cultura pop só tende a crescer.

Stephen King tem legiões de fãs pelo mundo todo e encanta muitos diretores de cinema. As obras de Stephen King vão muito além de terror. Seus contos abrangem suspense, drama, mistério, ficção científica, aventura e fazem muito sucesso. Uma das principais características do escritor é a criatividade e isso pode ser provado com suas obras.

Em cada livro, o escritor mostra que tem a capacidade de fazer com que histórias do dia a dia sejam reinventadas e transformadas em algo muito assustador e tenebroso, causando desconforto do leitor. Stephen King mexe com a imaginação dos leitores e telespectadores. Um simples palhaço não será visto da mesma forma após o famoso conto “It: A Coisa”.

King tem uma grande influência na cultura pop. Muitas de suas obras foram adaptadas para o cinema. “Carrie- A Estranha” foi a primeira obra de King que foi adaptada para as telonas em 1976. Foram os primeiros passos que levaram Stephen King ao sucesso e foi o marco de um dos maiores escritores das últimas quatro décadas.

A adaptação conta a história da adolescente Carrie White que enfrenta insultos dos colegas na escola e abuso em casa de sua mãe, uma fanática religiosa. Após diversos acontecimento estranhos, Carrie descobre que tem poderes sobrenaturais.

Outro livro de King adaptado no cinema e que fez grande sucesso foi “O Iluminado” em 1980. O filme fez grande sucesso nos cinemas mesmo King não gostando da versão do diretor Stanley Kubrick. A obra do escritor conta a história do perturbador Jack Torrance. Umas das cenas mais famosas do filme é de Jack com um machado na porta e a cena de sangue saindo pelo elevador.

Saindo um pouco dos filmes de terror, “À Espera de um Milagre” traz um assassino com poderes de cura e que é condenado à morte. Essa obra de King fez muitas pessoas se emocionarem e mostrou que Stephen King é um escritor excepcional em outras áreas da literatura.

Em 1990, o conto “It: A Coisa” ganhou uma adaptação em formato de minissérie. Uma pequena cidade foi aterrorizada por um ser chamado “ A Coisa”e após 30 anos o ele volta a assustar novamente as crianças da cidade. O palhaço assustador foi interpretado pelo ator Tim Curry. Em 2017, a obra ganhou outra adaptação que fez muito sucesso nos cinemas.

Além de escrever, Stephen King também já atuou como produtor em “11.22.63” que é uma minissérie americana de ficção científica e mistério baseada na obra de King. Produção conta a história de Jake Epping (James Franco), um professor de inglês que ganha a oportunidade de viajar de volta no tempo até o ano de 1960 em Dallas, Texas, por meio de um portal do tempo descoberto pelo seu amigo Al Templeton (Chris Cooper).

A famosa série “Stranger Things” tem referências de diversas obras escritas pelo escritor Stephen King. Por exemplo, a cena do nevoeiro no ferro velho em que o grupo fica esperando o demo-cão chegar faz referência ao conto de Stephen King chamando “O Neveiro”. A obra se passa em uma cidade de Brighton, no Maine. A população do local ficam encurralados pela névoa e por monstros que aparecem por todas as partes.

O legado de Stephen King está crescendo cada vez mais e sendo inspiração para novo escritores do ramo do terror e de outros áreas da literatura. Muitos escritores, roteiristas e cineastas se inspiram nas obras do escritor para compor sua própria história. Escritores como André Vianco, Raphael Draccon e Eduardo Spohr são autores que escrevem sobre terror e ficção científica e se inspiram em Stephen King.

É inevitável que as obras de Stephen King não sejam inspirações para cultura pop mundial. King tem o dom para contar histórias em alta qualidade e criatividade. O escritor já vendeu em todo o mundo 350 milhões de exemplares de seus livros e já ganhou mais de 50 prêmios, como o Prêmio Edgar e Bram Stoker Award.

O novo livro do escritor Stephen King chamado “Elevação” deve ser lançado dia 30 de outubro. Livro conta uma comovente história de um homem cuja aflição misteriosa une uma pequena cidade chamada Castle Rock. Scott Carey não quer que mais ninguém o conheça, apenas o Dr. Bob Ellis.
Fonte: IG Gente

Autor de ‘A Mulher na Janela’ presta tributo ao cinema noir na Bienal do Livro

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Publicado no Bem Paraná

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Imagine que você seja um romancista. Um dia, aquele seu editor –no ombro de quem você chora pitangas, reclama que seu livro não está nas livrarias, que isso e aquilo outro– vira um best-seller.

Não só isso: o danado ainda virou um sucesso mundial e agora pula de país em país dando entrevistas. Ao mesmo tempo, você se contenta com vendas mirradas e está no cheque especial.

Foi o que aconteceu ao americano Daniel Mallory, do lado mais vantajoso dessa situação.

Ele trabalhava na William Morrow, selo da HarperCollins, quando começou a tentar vender um original para diversas casas editoriais. Para não ser descoberto, adotou um pseudônimo, A.J. Finn, e viu oito editoras disputarem os direitos do suspense psicológico “A Mulher na Janela”.

De lá para cá, o romance foi comprado pela Fox para virar filme –com estreia em outubro de 2019– e vendido para 37 países. O Brasil entre eles e, por isso, Mallory é uma das atrações da Bienal do Livro de São Paulo, onde fala na tarde deste domingo (5), às 13h30. Seus ex-autores aprovaram?

“Muitos me apoiaram. Mas, sim, alguns se sentiram ameaçados ou mesmo traídos. Depois de dez anos como editor, percebi que escritores são criaturas frágeis e se sentem ameaçados facilmente”, diz.

Não à toa, Mallory até sente falta de alguns de seus autores –mas não todos, fique claro.

Histriônico e cheio de pausas dramáticas, ele conta à Folha de S.Paulo como tudo começou. Aos 31 anos, foi diagnosticado com uma depressão severa e tentou de tudo: medicação, meditação, hipnose, eletrochoque.

Só depois, já com outro psiquiatra, descobriu na verdade ter uma variante do transtorno bipolar –e, com os medicamentos certos, pôde reencontrar o prumo.

Era fã de Patricia Highmisth desde a adolescência, sobre quem já tinha feito um doutorado na Universidade de Oxford, no Reino Unido. Com a saúde mental em dia, assistia “Janela Indiscreta”, de Hitchcock, e especulava sobre a vida de uma vizinha que espiava do seu apartamento.

Assim nasceu “A Mulher na Janela”. Nele, o leitor encontra uma personagem com agorafobia que mistura remédios a álcool e fica obcecada pelos vizinhos do prédio em frente –até o dia em que acredita testemunhar um crime.

Para não ser reconhecido pelos colegas editores, adotou o nome A.J. Finn –mistura do apelido de sua prima Alice Jane com o nome do buldogue francês de um outro primo.

“Não quis escrever o genérico [de alguma moda]. Quando saiu ‘Cinquenta Tons de Cinza’, eu recebia vários livros semelhantes. E sabia que os autores tinham escrito aquilo porque queriam faturar em cima de uma moda”, diz.

Apesar disso, não é que “A Mulher na Janela” esteja fora de uma moda global.

Nos últimos cinco anos, o mercado está inundado de thrillers psicológicos com protagonistas femininas. Em especial depois do sucesso de “Garota Exemplar” e “A Garota no Trem”, quando começaram a pulular livros com títulos semelhantes –garota de não sei quê, garota de não sei onde.

Com o sucesso de Mallory, talvez a garota tenha crescido e –como o mercado editorial é previsível– em breve haja dezenas de livros com mulher no título.

“Não estou reinventando a roda, uso elementos do cinema noir. Mas acho que os leitores se conectam com a substância emocional do romance. A solidão é o tema principal do livro”, diz.

O autor acredita que o suspense psicológico não é uma onda passageira e que o tempo dos serial killers já era. Mas a história de mistério, diz, continuará como um sucesso na indústria da cultura, porque é uma reconfortante educação moral das massas.

“Ao fim, nós sabemos que o culpado será punido; o virtuoso, recompensado; e a justiça, feita. Em tempos de crises em todo o mundo, é reconfortante ler uma história em que o errado é substituído pelo certo. Sherlock Holmes pode resolver problemas de um jeito que o mundo real não é capaz.”

Amy Adams estrela adaptação de best seller, em minissérie da televisão

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Objetos cortantes é inspirado no livro de mesmo nome de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar
(foto: HBO/ Divulgação)

 

HBO aposta em adaptações televisivas de livros de sucesso, caso de Objetos cortantes

Adriana Izel, no Correio Braziliense

Quando lançou no ano passado a minissérie Big little lies baseada no livro homônimo de Liane Moriarty e com um time de estrelas composto por Nicole Kidman, Reese Whiterspoon, Laura Dern e Shailene Woodley, a HBO encontrou um filão para chamar de seu, que é comum nos cinemas: a adaptação televisiva de obras literárias de sucesso.

Tentando ter o mesmo resultado que conquistou com a versão do livro de Moriarty, que levou oito estatuetas do Emmy (principal premiação da tevê internacional) e garantiu uma segunda temporada — que passa o enredo do livro —, a emissora lançou no último domingo, às 22h, a minissérie Objetos cortantes (Sharp objects, em seu título original).

Com oito episódios, o seriado é protagonizado e tem produção-executiva da atriz Amy Adams, conhecida por sucessos nos cinemas como A chegada, Batman vs. Superman: A origem da Justiça e Animais noturnos, todos de 2016. Além da estrela, a minissérie tem direção de Jean-Marc Valée, diretor canadense responsável por Big little lies e também pelo filme Clube de Compra Dallas (2013).

A chegada do cineasta à produção foi um convite da própria Amy Adams. “Nós tínhamos um projeto juntos (sobre Janis Joplin), que não deu certo. E então ela recebeu essa oferta, enviou o livro para mim e disse: “Você gostaria de vir e se divertir comigo?” Eu nunca tinha feito tevê antes, quando ela veio até mim, Big little lies nem tinha começado”, revela o diretor ao Correio.

Enredo

A narrativa de Objetos cortantes acompanha a história da repórter Camille Preaker, que mora em Chicago, mas volta à sua cidade natal, Wind Gap, no estado de Missouri (EUA), para fazer uma cobertura jornalística do assassinato de duas pré-adolescentes. Ao mesmo tempo em que apura o caso, ela acaba se identificando com as vítimas e percebendo detalhes que têm relação com o seu próprio passado, que envolve a internação em uma clínica psiquiátrica. “Nós temos essa investigação, um mistério de assassinato, sobre quem está fazendo isso com essas jovens? E nós temos também esse outro mistério, que é essa mulher (Camille Preaker)”, adianta Valée.

Por ser uma obra de Gillian Flynn, que é conhecida no cenário literário pelo terror psicológico e reviravoltas, esses estratagemas também são aguardados na minissérie Objetos cortantes, que conta com a presença da autora norte-americana, que está entre as roteiristas ao lado de Marti Noxon, o showrunner.

Outra característica que deve ter destaque na minissérie, é a forte presença feminina, que tem no elenco ainda nomes como Patricia Clarkson e Elizabeth Perkins. “O timing é louco, como aconteceu com Big little lies, que podemos explicar o sucesso exatamente por causa do momento. E esse é outro projeto com mulheres fortes que não têm medo de assumir a diferença, embora elas estejam em uma história de abuso”, completa.

Para saber mais

Lançado em 2006, o livro de Gillian Flynn chegou ao Brasil em 2015 pela editora Intrínseca. A obra tem tradução de Alexandre Martins e conta com 256 páginas. Objetos cortantes é o romance de estreia da jornalista que trabalhou por 10 anos como crítica de cinema e televisão para Entertainment Weekly.

12 livros que virarão séries de TV nesse ano

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A ligação entre TV e livro está cada vez mais próxima, com grandes sucessos e novidades

Priscila Harumi, na Capricho

Depois do sucesso absoluto de The Handmaid’s Tale, Big Little Lies e 13 Reasons Why, as emissoras de TV estão apostando cada vez mais em adaptar livros de sucesso. Recentemente, tivemos algumas novidades vindas desse modelo.

Reese Whiterspoon (que é produtora de Big Little Lies e atua também na série) anunciou que irá produzir e estrelar a adaptação do livro Little Fires Everywhere, ao lado de ninguém menos do que Kerry Washington, que terminou seu trabalho em Scandal.

Além da Shay Mitchell, a eterna Emily de PLL, anunciou que vai voltar para a TV, em uma série listada abaixo, ao lado de Penn Badgley, o Dan de Gossip Girl.

O mundo da TV proporciona um espaço maior para contar a história do que o filme. Além disso, tem também a liberdade criativa de seguir mesmo quando não tem mais história no livro – vide os três sucessos que mencionei que irão continuar apesar de já terem contado a história inteira do livro. Eu acredito que é um risco enorme continuar além do livro (olha o que está acontecendo com a história, não a audiência, de Game of Thrones). Porém, uma vez que as emissoras sentem a glória e sucesso de uma adaptação de livro, dificilmente partem para outra sem espremer o máximo daquele universo.

Em todo caso, fico muito feliz de ver mais adaptações de livros para a TV. Por isso, decidi reunir alguns dos livros que irão ou já estão virando série de TV nesse ano e que acho que você vai gostar também:

1) You / Você, de Caroline Kepnes

(Freeform/Divulgação)

Como mencionei, esse é o livro que convenceu Shay Mitchell a voltar para a TV depois do final de Pretty Little Liars. Mas ela não volta sozinha, com Penn Badgley, o Dan de Gossip Girl, também no elenco. O livro é uma das coisas mais estranhas que foram lançadas recentemente. Ele é contado em segunda pessoa, quando um gerente de uma livraria chamado Joe começa a stalkear obessivamente uma cliente que ele conheceu. As coisas ficam cada vez mais intensas enquanto ele vai tentando se aproximar dela. Vibes de PLL e GG nos anos iniciais, hein?

2) O Tempo Entre Costuras, de María Dueñas

(Netflix/Divulgação)

Estava namorando começar esse livro recentemente e de repente abro a Netflix e lá está a adaptação dele para a TV. O livro acontece em quatros etapas, que são as reviravoltas na vida de Sira Quiroga, em que o drama entrelaça a história da protagonista com quatro personagens históricos. É um thriller que conta momentos históricos (eu amo séries que falam de História) e que tem muito romance também.

3) Sharp Objects / Objetos Cortantes, de Gillian Flynn

(HBO/Divulgação)

Ok, quem não ficou perplexa com Garota Exemplar? A mesma mente que criou aqueles personagens fascinantes também está ajudando a adaptar outro sucesso literário dela para a TV. No Brasil, o livro tem o nome de Objetos Cortantes, da editora Intrínseca. Na TV, chega pela HBO com Amy Adams no elenco e não sei se a emissora irá traduzir o título (Big Little Lies/Pequenas Grandes Mentiras não foi traduzido). Serão 8 episódios que prometem tirar nosso fôlego, mostrando uma repórter que volta para a cidade natal para explorar uma história de um duplo homícidio, enquanto lida com seus próprios problemas psicológicos.

4) Throne of Glass / O Trono de Vidro, de Sarah J. Maas

(Galera Record/Divulgação)

Essa série me lembrou muito os livros YA (young adults) da Kiera Cass, de A Seleção, mas a associação mesmo é com a Khaleesi de Game of Thrones. A autora tinha apenas 16 anos quando escreveu o primeiro dessa série de livros, que agora vai ser adaptado para a TV, quinze anos depois. A série ganhou o nome de Queen of Shadows e será exibida pelo Hulu. Ela irá contar a história de Celaena Sardothien, uma assassina profissional, com um passado misterioso.

5) Who Fears Death, de Nnedi Okorafor

(Penguim/Divulgação)

Em vez de estar trabalhando no final de Game of Thrones, George R. R. Martin está produzindo outra adaptação de livros para a TV. Dessa vez, não será um livro dele, mas vai também ser exibida pela HBO. A trama se passa na África, em uma era pós-apocalíptica e terá uma protagonista feminina. Ela é uma garota que nasce nesse mundo decaído, depois que sua mãe é estuprada e descobre que tem poderes especiais, o que a torna alvo de um poder malígno.

6) Good Omens, de Neil Gaiman e Terry Pratchett

(BBC/Divulgação)

Eu amei American Goods, a série adaptada do livro de Neil Gaiman para a Amazon. Esse novo livro que será adaptado para a TV, foi escrito junto com Pratchett, no ínicio dos anos 1990 e terá Michael Sheen e David Tennant no elenco. Eles serão um anjo e um demônio que decidem viver na Terra e salvar humanos dos Últimos Tempos. O próprio Neil está escrevendo essa adaptação.

7) Vulgar Favor, de Maureen Orth

(FX/Divulgação)

Esse livro está sendo uma das adaptação mais intensas da TV e não me espantaria levar vários Emmys no fim do ano. Na TV, virou The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story. Outro super gol de Ryan Murphy, que já tinha arrasado com o primeiro ACS que mostrou o julgamento de O.J. Simpson. Essa história do assassinato de Versace é hipnotizante, intensa e tem uma crítica poderosa. Será que veremos Darren Criss levar muitos prêmios?

8) Sweetbitter / Tintos e Tantos, Stephanie Danler

(Globo Livros/Divulgação)

A Starz tem apostado mais no público feminino depois do sucesso arrasador de Outlander. Esse livro é um bestseller que conta a história de Tess, uma garota de 22 anos que vai viver em Nova York e começa a trabalhar em um badalado restaurante na cidade, em que descobre um mundo cheio de fofocas e babados.

9) McMafia, de Misha Glenny

(BBC/Divulgação)

Essa é uma história sobre o crime organizado, de “atiradores na Ucrânia a lavagem de dinheiro em Dubai, passando por cartéis de drogas no Canadá a cyber criminosos no Brasil”! A série mostra Alex Godman, um homem que passa a vida tentando fugir da ligação da sua família com o crime organizado e acaba sendo sugado por esse universo. A série já está em exibição na Amazon Prime Video, apesar de ser uma produção da BBC.

10) The Patrick Melrose Novels, de Edward St. Aubyn

(Showtime/Divulgação)

Olha só quem está de volta na TV! Benedict Cumberbatch vai estrelar uma nova série de livros premiadas, como o protagonista Patrick Melrose. Será uma série em 5 partes, em que cada episódio será baseado em um livro diferente, desde os anos 60 no sul da França aos anos 80 em Nova York, passando pelo começo dos anos 2000 na Inglaterra. A série está sendo adaptada pelo escritor David Nicholls, que é o autor de One Day/Um Dia, aquele livro que foi adaptado para o cinema com Anne Hathaway de arrancar o coração.

11) The Little Drummer Girl, de John le Carré

(HBO/Divulgação)

Essa série só me chamou a atenção porque é do mesmo autor de The Night Manager, que na Globo passou como O Gerente da Noite. A série terá Florence Pugh e Alexander Skarsgard (que levou os prêmios tudo por Big Little Lies) no elenco. Ela se passa nos anos 1970 na Grécia, mostrando Charlie, uma menina que começa uma amizade com um estranho que conhece durante as férias. Esse estranho (Skarsgard) se chama Becker, um militar israelense que a envolve em uma trama que não é puramente romântica, como ela imagina no começo.

12) Outlander, de Diana Gabaldon

(Starz/Divulgação)

SIM! Eu sei que Outlander já está bem avançada e não é nenhuma novidade. Mas eu não ia perder a chance de vir falar dela para vocês mais uma vez! Eu comecei a ler os livros a partir do terceiro, porque a 3a temporada demorou uma vida para estrear. Eu estou ansiosíssima para assistir Claire e Jamie nos EUA, durante os anos iniciais da guerra pela independência contra a Inglaterra. Urgh, só espero que não demorem muito para anunciarem a data de início da 4a temporada!

Cachorro que “roubava livros” em universidade gaúcha faz sucesso nas redes sociais

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Vídeo do animal já tem mais de seis mil compartilhamentos

Publicado no Zero Hora

Já pensou estar trabalhando e, de repente, alguém te entregar um livro que foi “roubado por um cachorro”? Pois foi exatamente isso que aconteceu com a atendente da Infinity Livraria, localizada dentro da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo.

Pelas câmeras de segurança é possível ver o “cãozinho leitor” entrando no estabelecimento, mordendo o livro e levando porta afora. Após alguns minutos, um rapaz entra na livraria e devolve a obra à atendente.

As imagens foram divulgadas nas redes sociais e o post da livraria já tem mais de 6 mil compartilhamentos. Assista:

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