Vitrali Moema

Posts tagged Sylvia Plath

Como a literatura pode nos ajudar a falar sobre suicídio

0
(Sylvia Plath Page/Reprodução)

(Sylvia Plath Page/Reprodução)

Pamela Carbonari, na Superinteressante

Quando li pela primeira vez A Redoma de Vidro, de Sylvia Plath, não consegui terminar a leitura em uma tacada só. Me obriguei a intercalar a história de Esther Greenwood com outros livros, dilui-la na minha cabeceira. Mas quem conhece a depressão profunda como a narrada no romance único de Plath sabe que não é só fechar a página e colocá-la para dormir no criado mudo. A depressão é uma doença insone.

A história de uma jovem brilhante do subúrbio que chega em Nova York para estagiar em uma revista feminina e passa do fascínio de ter chego à aquele mundo até então inatingível ao total desespero com a realidade é também a história de Sylvia.

Apesar do romance ser considerado “semi-biográfico”, a frustração por não se sentir realizada, a distância que Esther sente das preocupações mundanas, a pressão pela pureza, as dúvidas sobre as próprias escolhas, o sentimento de esvaziamento e a sensação de estar “inexpressiva e parada como um bebê morto” são narradas por Sylvia com a crueza de quem conhece de perto esse abismo. A personagem é internada em uma clínica psiquiátrica e o livro termina com um final bastante aberto. Para Esther, as respostas de como deixar a redoma de vidro estavam no mundo. As respostas de Sylvia, infelizmente, não. No dia 11 de fevereiro de 1963, menos de um mês depois de ter publicado seu romance, a escritora americana cometeu suicídio.

Enquanto lia A Redoma de Vidro, tive dificuldades em dissociar a autora da personagem. A imagem de Sylvia de franjinha esvoaçante perseguiu Esther durante toda a leitura, assim como achei que seriam seus destinos. Na época, conversei com algumas pessoas que também leram o livro e, apesar de alguns terem me advertido a só voltar a ler quando me sentisse em pleno domínio da minha saúde mental, uma amiga em especial me contou que se sentiu acolhida pelo sofrimento da protagonista. Na redoma de vidro de Esther, minha amiga, que já havia passado por um tratamento para depressão, viu que as frustrações que vieram junto com a sua doença não eram uma anomalia, ela não era a primeira pessoa a se sentir assim. O que para mim pareceu uma pedrada à primeira vista, para ela funcionou como um conforto.

Não que Sylvia Plath tenha escrito o romance como um chamado panfletário de união às pessoas que sentem o vazio que ela sentia. Talvez escrever fosse uma das únicas maneiras para preencher-se. Mas o fato é que meu desconforto frente à doença foi insignificante se comparado ao alento que o livro causou a minha amiga.

A melancolia é uma das grandes matérias-primas da arte. Mas como tudo que é humano também é hipócrita, se leva mais a sério a ressalva de maneirar na dose do que de realmente discutir como resolver os problemas de saúde pública como a depressão e o suicídio. Todas as vezes em que o suicídio aparece na arte e na mídia, o principal argumento para puxá-lo de volta para a gaveta dos assuntos que não podem ser nomeados é para que não cause o “Efeito Werther”.

Diversos clássicos da literatura já abordaram o assunto de maneira semelhante, como Romeu e Julieta, de Shakespeare, e Anna Karenina, de Tolstói, por exemplo. Mas o nome do fenômeno vem do romance Os sofrimentos do jovem Werther, do alemão Johann Wolfgang von Goethe, cujo protagonista se mata após ser rejeitado por sua amada Charlotte. O tom realista, depressivo e passional do livro, publicado em 1774, quando a literatura era a principal mídia entre os adolescentes, provocou uma comoção entre os jovens da época, que seguiram Werther e também se suicidaram. O livro foi banido em diversos lugares, retirado de circulação, queimado em praça pública por um Arcebispo de Milão e algumas edições chegaram a incluir um aviso: “Seja homem e não me siga”.

Por isso, o termo é usado para descrever o aumento das mortes quando um suicídio é midiatizado. O fenômeno goethiano é comprovado pela ciência: médicos da Universidade de Viena analisaram 98 casos de suicídio de famosos e perceberam que reportagens sensacionalistas que glamourizavam a morte de celebridades estimulavam o “suicídio por imitação”. A recomendação das autoridades de saúde é que não se simplifique, romantize, mostre a forma como alguém cometeu suicídio e nem justifique o comportamento suicida como heroísmo ou vingança.

No clássico O Mito de Sísifo, Albert Camus descreve o ato como a única questão filosófica realmente séria: “Julgar se a vida vale ou não a pena ser vivida significa responder à questão fundamental da filosofia”. Único ou rodeado por outros problemas filosóficos, o fato é que precisamos falar sobre as vítimas, as causas, as pessoas afetadas e as formas de evitá-lo. Enquanto os índices de suicídio têm diminuído na maioria dos países, as taxas brasileiras avançam. Entre 2002 e 2012, o número de casos subiu 33,6%, bem acima dos 11% de crescimento da população no mesmo período. Entre adolescentes de 10 a 14 anos, o aumento chegou a 40%, de acordo com o último levantamento do Mapa da Violência.

“As pessoas que se matam não querem necessariamente morrer, elas querem se livrar do sofrimento. E quanto mais tabu existir, ao invés de acolhimento, mais são as chances dele acontecer. O primeiro passo para a prevenção é falar sobre o suicídio”, diz a psicóloga e coordenadora do Instituto Vita Alere, que faz prevenção ao suicídio, Karen Scavacini. Essa é também a visão da OMS.

E, aliada à terapia médica, a literatura também pode ter um papel importante nesse processo de quebra de tabu. Como não existe ficção sem que antes existisse a realidade para servir de inspiração, compartilhar narrativas de transtornos psicológicos é uma maneira de sensibilizar e informar quem prefere que essas doenças permaneçam à margem das discussões e confortar quem convive com elas. No guia Farmácia Literária, as autoras Ella Berthoud e Susan Elderkin sugerem 400 livros úteis para auxiliar no tratamento de centenas de males. No capítulo dedicado à depressão, elas descrevem o mesmo sentimento da minha amiga ao ler A Redoma de Vidro:

“É pouco provável que seu ânimo melhore com uma leitura leve e alegre. Um romance desse tipo pode até fazê-lo se sentir pior – culpado por não conseguir rir, irritado por algo que lhe parece um otimismo ingênuo e com ainda mais raiva de si mesmo. Pode parecer contra-intuitivo a princípio, mas, nessas horas, um romance que conte a situação como ela é, com personagens que se sintam tão deprimidos quanto você, ou com uma visão de mundo inflexivelmente desoladora, tem mais chance de tocá-lo, de estimulá-lo a ser mais gentil consigo mesmo e de apoiá-lo de maneira mais apropriada; um romance que possa acompanhá-lo a seu lugar melancólico e escuro, reconhecendo-o e articulando-o, para que você perceba que outros já estiveram ali e que, afinal, você não é tão diferente ou não está tão terrivelmente sozinho.” Dentre os livros descritos na receita, as biblioterapeutas indicam A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera, Ao Farol, de Virgínia Woolf, e O Olho Mais Azul, de Toni Morrison.

E se a ficção não for o bastante, o que não falta é realidade na literatura. Inclusive, o Instituto Vita Alere está promovendo um concurso literário sobre histórias de sobreviventes do suicídio. Poemas, contos e crônicas de quem conviveu com o comportamento suicida, perdeu alguém dessa maneira ou enfrenta o tabu de alguma outra forma estarão online no site do Instituto a partir da próxima semana. “Queremos dar espaço para que sejam contadas histórias relacionadas ao tema suicídio, contribuindo para a diminuição do tabu, o aumento da consciência pública do assunto e compartilhando histórias no que diz respeito à experiência, superação e aprendizado, honrando as histórias e memórias daqueles que convivem ou conviveram com o suicídio”, afirma a coordenadora do Instituto Vita Alere, Karen Scavacini.

A dor de quem convive com uma doença psicológica ou luta contra o comportamento suicida não passa sem tratamento adequado. Mas para que mais gente consiga pedir ajuda sem julgamento, ter acesso a instituições de apoio e tratamento qualificado, é preciso reconhecer: discutir saúde mental é obrigatório. Com Sylvia, Esther ou Werther, que, pelo menos, a literatura sirva como acolhimento em uma sociedade que insiste em silenciar o suicídio. O que não falta na literatura são exemplos das realidades que preferimos ignorar.

As últimas cartas de grandes escritores

0
ernest hemingway

Hemingway, sempre tão fotogênico, com sua máquina de escrever. / Kurt Hutton/Getty Images

O que autores como Hemingway, Plath, Lorca e Faulkner escreveram antes de morrer

Eduardo Laporte, no El País

Estes escritores alcançaram a imortalidade com suas obras, mas isto não impediu que sua hora chegasse. Antes houve uma última carta, um efêmero legado que todo escritor inevitavelmente deixou e do qual recuperamos uma pequena seleção.

A paisagem é linda por aqui, e tive a oportunidade de ver parte do maravilhoso campo ao longo do Mississippi, onde costumavam transportar os troncos nos velhos tempos da indústria madeireira, e as rotas por onde chegaram os primeiros colonos do norte. (…) Não sabia nada do alto Mississippi até agora, e realmente é um país maravilhoso, que se enche de faisões e patos quando o outono chega.

(…)

Meus melhores desejos para toda a família. Estou bem e muito contente pelas coisas em geral, com vontade de ver todos vocês em breve.

Papai

Extrato das 210 últimas palavras que Ernest Hemingway enviou pelo correio pela última vez. Dirigiam-se ao filho de um amigo, de 9 anos, doente do coração. Foram escritas 17 cartas antes de seu suicídio e, segundo Paul Hendrickson – que explora o tema em seu livro Hemingway’s Boat: Everything He Loved in Life, and Lost – são uma prova de beleza, coragem e lucidez.

4 de fevereiro, 1963

Querida mãe,

(…) Eu jamais poderia ser autossuficiente nos Estados Unidos; aqui tenho os melhores médicos completamente grátis e, com crianças, isto é uma verdadeira bênção. Além disso, Ted [Hughes] vê as crianças uma vez por semana e isto faz com que se sinta mais responsável na hora de pagar a pensão. Simplesmente, terei que continuar aqui me virando sozinha.

(…) Agora as crianças precisam de mim mais do que nunca, de modo que durante mais alguns anos tentarei continuar escrevendo de manhã e dedicando-me a elas durante a tarde, e verei meus amigos ou lerei e estudarei de noite.

Começarei a ir à consulta de uma doutora, também a cargo da Seguridade Social, que me recomendou um médico do bairro muito bom que conheço, e confio que me ajudará a superar esses tempos difíceis. Mande meu beijo carinhoso a todos.

Sivvy

Uma semana separa a última carta de Sylvia Plath (1932-1963) da noite, segunda-feira, lua quase cheia, em que abriu a válvula de gás do forno e enfiou ali a cabeça até morrer intoxicada. Seu ex-companheiro, o poeta Ted Hughes, havia definido a escritura de cartas como “um excelente treinamento para aprender a conversar com o mundo”. Não sabia que também servia para se despedir dele. Excelente escritor de cartas, Hughes redigiu textos secos e frios para comunicar a notícia fatal:

Querida Olwyn:

Na segunda-feira de manhã, às 6 da madrugada, Sylvia se suicidou asfixiando-se com gás. O funeral será em Heptonstall na segunda que vem. Ela me pediu ajuda, como muitas vezes fazia. Eu era a única pessoa que podia tê-la ajudado, e a única tão cansada de suas exigências que não foi capaz de reconhecer quando realmente precisava de ajuda. Escreverei mais para você depois.

Com carinho,

Ted

[Cartas de Arthur Rimbaud, extraídas, respectivamente, dos livros Cartas a mi madre, Mondadori, 2000, e Postdata: historia curiosa de la correspondencia, de Simon Garfiel, Taurus, 2015]

Áden, 30 de abril de 1891

Minha querida mamãe,

(…)

Estou prostrado, com a perna vendada, atado, amarrado, acorrentado para que não possa mexê-la. Me transformei num esqueleto: dou medo. A cama acabou provocando feridas na minhas costas: não consigo dormir nem um minuto. E aqui o calor é muito forte. A comida do hospital, apesar do preço que pago por ela, é muito ruim. Não sei o que fazer.

(…)

Não se assustem com tudo isso. Dias melhores virão. É uma triste recompensa depois de tanto trabalho, privações e penas. Ai, que miserável é nossa vida!

Rimbaud

Três semanas depois, o autor de Uma Temporada no Inferno sofreria a amputação de sua perna doente, após chegar a Marselha. Mas cortar o mal pela raiz não surtiu efeito no seu caso, porque a infecção cancerosa se alastrou e ele morreu meses depois, em novembro de 1890. Na véspera, em pleno delírio, deixou uma nota dirigida ao diretor do correio marítimo de Marselha, que dizia:

Estou completamente paralisado. Portanto, desejo estar a bordo ao raiar do dia. Diga-me a que horas devem me levar a bordo.

[Cartas extraídas de Cartas de África, Gallo Nero, 2012]

Paris, 15 de março de 1938.

Meu prezado e recordado amigo:

Um terrível abatimento me deixou prostrado de cama há um mês, e os médicos não sabem quanto ainda conseguirei seguir assim. Preciso de um longo tratamento e, como estou sem recursos para prossegui-lo, pensei no senhor, don Luis José, no grande amigo de sempre, para pedir a sua ajuda a meu favor. Em nome de nossa velha e inalterável amizade, permito-me esperar que o querido amigo de tantos anos me estenderá a mão, como uma nova prova deste nobre e generoso espírito que sempre o animou e que todos conhecemos.

Agradeço de antemão, com um abraço apertado, seu firme e invariável amigo.

César Vallejo.

Autor de Trilce, o peruano César Vallejo deixou uma última carta que revela suas dificuldades econômicas, graves a ponto de ter que (mais…)

Mais obras de Sylvia Plath, entre textos inéditos e relançamentos, chegam às livrarias

0

plath

Uma das obras ‘A redoma de vidro’, considerado ‘semiauotobiográfico’

Mariana Filgueiras, em O Globo

RIO – Além de poeta e romancista, Sylvia Plath passava horas desenhando animais, cadeiras, cestas, barcos e situações cotidianas de Londres, que desde o fim do ano passado podem ser conferidos na bela edição que a Biblioteca Azul põe nas prateleiras, “Desenhos de Sylvia Plath” (Tradução: Matilde Campilho).

Um de seus sonhos, relatados em seus diários, era que a revista “New Yorker” publicasse seus desenhos junto a seus textos.Plath desenhou sua lua de mel com Ted Hughes em Paris e a temporada que o casal passou na Espanha. No poema “Drawings”, o próprio Ted Hughes fala como o hábito acalmava Sylvia, como ela ficava concentrada e quieta, e como, “enquanto as horas passavam, os objetos que ela representava eram torturados até que toda cena ficasse confinada para sempre”. Ela gostava dos pintores Gauguin, Henri Rousseau, Paul Klee e De Chirico. Parte dos desenhos foi doada por Ted Hughes aos filhos pouco antes de morrer, em 1998, e só vieram a público em 2011, quando comprados pela Mayor Gallery, de Londres

Outra obra do selo, que vem relançando a obra de Plath desde 2014, é “A redoma de vidro”, considerado “semiauotobiográfico”, e publicado meses antes de sua morte, em 1963. Ainda este ano, será lançado o inédito infantil dePlath “The it doesn’t matter suit and other stories”, com tradução do Alípio Correia de França Neto.

Lisa Simpson lê mais do que você! 10 livros que a personagem já leu:

0

1

Julia Romeu, no Literatortura

Quem assiste o seriado Os Simpsons sabe: Lisa é uma leitora voraz, daquelas que buscam tudo nos livros, desde a resposta para qualquer pergunta até as amizades que não consegue encontrar no mundo real (as outras crianças de Springfield não são tão ilustradas quanto ela). Alguém até já criou um tumblr (aqui) só para compilar as imagens que mostram a irmã do meio dos Simpsons lendo livros e revistas, tanto reais quanto fictícios. Aí vão dez exemplos que mostram que você ainda vai ter que exercitar muito seus músculos da leitura para chegar perto de Lisa:

1

1. Aqui Lisa aparece lendo The bell jar, traduzido para o português como A redoma de vidro, único romance da poetisa americana Sylvia Plath e um dos livros mais belos e perturbadores de todos os tempos.

2

2. Nessa imagem, Lisa está com um volume de fábulas dos Irmãos Grimm, considerado um dos livros que fundou a literatura ocidental.

3

3. Lisa mostra que também curte não-ficção lendo o clássico da história, Ascensão e queda do Terceiro Reich, de William L. Shirer.

4

4. Enquanto os outros fazem bagunça no colégio, Lisa mergulha na poesia triste e bonita de Emily Dickinson.

5

5. Aqui, Lisa lê um livro do Harry Potter, mas não parece muito impressionada com ele. É tudo pose: quando conheceu J.K. Rowling num episódio passado na Inglaterra, ela confessou que seu sonho era casar com o bruxo mais famoso de todos os tempos quando eles crescessem. (mais…)

10 filmes baseados em poemas

0

1

Tamires Martins, no Vá Ler um Livro!

Todos os anos nós vemos muitos livros serem adaptados para filmes. São tantos títulos que fica difícil contabilizá-los aqui. Mas, juro que nunca havia parado para pensar que existem poemas tão famosos que caíram no gosto cinematográfico. Então, a lista a seguir nos propõe conhecer os poemas e seus respectivos filmes. Começamos com cinco poemas famosos publicados pelo site Flavorwire.

1.Lady Lazarus: Este filme de 1991 foi feito pela feminista e cineasta Sandra Lahire. O longa é todo experimental e centrado em torno famoso poema de Sylvia Plath Lady Lazarus, levando o áudio da própria leitura do poema, assim como Cut, Daddy, Ariel e Ouija de Plath, bem como trechos de uma entrevista de 1962. Segue trechos traduzidos por Mariana Ruggieri:

Lady Lazarus de Sylvia Plath

Eu o fiz de novo
Um ano em cada dez
Eu agüento

Um tipo de milagre ambulante, minha pele
Brilhante tal qual um abajur nazista
Meu pé direito

Um peso de papel,
Minha face, como um pano inexpressivo, delicado
Em linho judeu.

Tire o lenço
Ó, meu inimigo
Eu te assusto […]

2. E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?: Em 2000, a comédia dos irmãos Coen foi baseado no poema épico de Homero, a Odisséia, com George Clooney como Ulysses Everett McGill, que traz um Ulisses moderno. No Brasil, o filme recebeu o título de E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? Segue um pequeno trecho do poema.

“O Muse!
Sing in me, and through me tell the story
Of that man skilled in all the ways of contending,
A wanderer, harried for years on end …”

3. Mulan: Baseado na lendária Hua Mulan, o poema chinês do século VI, Ballad of Mulan, ficou famoso nas telas com o famoso filme da Disney, Mulan. Há sites como esse que trazem o poema escrito em chinês, como este: http://www.chinapage.com/mulan.html

4. O Estranho Mundo de Jack: O diretor Tim Burton começou a escrever esse poema em 1982, enquanto estava trabalhando como animador na Disney. Oito anos mais tarde, ele assinou um contrato com a empresa para transformar o poema em uma produção. Você pode lê-lo aqui. No Brasil, o filme ficou como O Estranho Mundo de Jack.

5. Coração Valente: O filme Coração Valente de Mel Gibson foi baseado em um poema épico por século 15, intitulado As Actes e Deidis do Illustre e Vallyeant Campioun Schir William Wallace, ou simplesmente o Wallace, que canta a vida e obras de escocês William Wallace. (mais…)

Go to Top