Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Nesta livraria é proibido usar tablets e smartphones: somente livros podem ser abertos

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Daia Florios, no Green Me

Em um mundo dominado pelo e-book e pela internet, ainda existem pessoas que preferem o livro de papel. Em Londres, os arquitetos espanhóis José Selgas e Lucía Cano projetaram a New London, uma livraria que proíbe o uso de quaisquer dispositivos eletrônicos, principalmente os celulares.

O interior da biblioteca se assemelha a um labirinto em que os leitores podem entrar e se perder entre as centenas de volumes. Os arquitetos se inspiraram no conto A Biblioteca de Babel do escritor argentino Jorge Luis Borges, onde o mundo é constituído por uma biblioteca infindável.

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Na New London, as prateleiras são feitas de materiais reciclados, são irregulares e posicionadas ao lado de espelhos que criam um efeito óptico particular. A única tecnologia presente, um computador, é utilizada para o inventário de livros porque para todo o resto, a palavra de ordem é no-tech.

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“Acreditamos no valor dos livros e da literatura, mas hoje muitas coisas são mortas pelo digital. Mas uma das maiores alegrias é comprar um livro de papel e as bibliotecas são o melhor lugar para encontrar novas ideias”, explica o co-fundador da biblioteca Rohan Silva, para o site Dezeen.

“O projeto da livraria enfatiza seja o artesanato seja a alegria da descoberta. As linhas suaves das prateleiras parecem refletir-se umas sobre as outras, que por suas vezes se refletem nos espelhos interiores. Isso permite que se encontre facilmente um livro, passando rapidamente os olhos para cima e expandindo o seu horizonte”, diz o outro fundador, Sam Aldenlton.

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Se você por acaso estiver em Londres e quiser se desligar da rotina tecnológica, a New London está localizada no número 65 da Hanbury Street.

Tecnologias estão mais presentes nas salas de aula na América Latina

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Investimentos, entretanto, ainda não impactam no aprendizado

Projeto chileno em escolas utiliza tecnologias para pensar soluções para diferentes realidades - GDA

Projeto chileno em escolas utiliza tecnologias para pensar soluções para diferentes realidades – GDA

Patricio Bernabé, no La Nacion [via O Globo]

No lugar do lápis e do caderno, os tablets e os smartphones aparecem cada vez mais nas salas de aula de diferentes países da América Latina. Pesquisadores apontam que este fenômeno estaria em seu impulso definitivo e que até poderia ser chamada de uma revolução tecnológica. Porém, tamanho aumento tem demonstrado carências e deficiências que a região ainda enfrenta. Entre os mais variados lugares, há iniciativas promissoras e inovadoras, mas o impacto das tecnologias no processo de aprendizagem ainda é um desafio sem resultado concreto.

Segundo o relatório do Sistema Informativo de Tendências Educativas na América Latina (SITEAL) de 2014 , a região é uma das mais ativas em termos de integração das Tecnologias da Informação e Comunicação, as TICs, mas ainda não possuiu uma boa formação de professores para a aplicação dessas plataformas. Além disso, existem problemas básicos como a universalização das práticas educativas.

Se por um lado ainda há desafios, por outro, a criatividade e a inovação, tanto no setor público como no privado, tentam superar barreiras. No Chile, por exemplo, onde pelo menos 81% dos estabelecimentos de ensino possuem acesso a internet, o site “Rede de Professores Inovadores de Educar Chile” coloca a tecnologia a serviço do ensino. Lá, profissionais de todo o país trocam métodos e experiências. Um deles é o professor de língua Roberto Flores, que, usando o Facebook, realizou um o trabalho baseado numa peça de Eugene Ionesco. Os estudantes tinham que fazer um perfil para cada personagem da história na rede social e interagir com seus pares de acordo com o texto do autor. Esta plataforma recebeu mais de 200 mil visitas em um ano e permitiu o download do material para que outros professores também pudessem utilizá-lo.

Outra iniciativa chilena inovadora foi feita através da Fundação Telefônica, que lançou um curso de robótica nas escolas técnicas profissionais. Além de aprender conceitos básicos de programação e eletrônica, os alunos desenvolvem competências e habilidades sociais, tais como trabalho em equipe, raciocínio crítico, entre outros. No Colégio Técnico de Las Nieves, 40 crianças construíram protótipos de uma casa automatizada sob diferentes condições climáticas. Em 2015, o projeto será expandido para regiões agrárias.

Já no Peru, os quadros interativos, os computadores e os softwares educacionais são algumas das ferramentas cada vez mais usadas em escolas. No país andino, os métodos de ensino estão passando por uma metamorfose para se adaptarem às atuais mudanças tecnológicas. Para o consultor educacional Ivan Montes, apesar do avanço, os novos dispositivos por si só não melhoram a qualidade do ensino.

— A questão é que você deve treinar professores para as ferramentas que são dadas, mas isso também não é suficiente. Um professor que não tem o hábito de leitura, que não tem o espírito de conhecimento, que não prepara as aulas, não vai tirar qualquer proveito das novas tecnologias — disse Montes.

Além disso, grande parte das escolas públicas do país não possui sinal de internet sem fio, o que limita o uso de dispositivos.

NO BRASIL, PROGRAMA LEVA TABLETS ÀS ESCOLAS

No Brasil, o governo federal também possui uma iniciativa chamada de “Tablet educacional”, que faz parte do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo Integrado). Todas as escolas indicadas pelos estados receberão um projetor para cada quatro salas e dois tablets de 9,7 polegadas.

Embora as novas ferramentas tenham permitido um salto no número de matrículas de ensino a distância (EAD) no ensino superior, as TICs ainda são uma realidade irrisória nas escolas brasileiras. A pesquisa TIC Educacional 2013, realizada pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), mostra que, num universo de 1.987 professores entrevistados em 994 escolas públicas e privadas, 52% não cursaram nenhuma disciplina específica sobre uso de tecnologia no ensino superior.

Na Colômbia, o governo federal também atuou para unir tecnologia e educação. O projeto “Computadores para Educar” beneficiou oito milhões de crianças em seus 15 anos de existência. É um programa conjunto do Ministério da Tecnologia da Informação (MINTIC), o Ministério da Educação e empresas privadas, que visa a melhorar a conectividade das escolas públicas e fornecer computadores e tablets de qualidade.

Já na Argentina, vários projetos refletem o potencial dos avanços tecnológicos aplicados à educação. Uma das primeiras instituições que aderiu a essa nova realidade foi a escola Belgrano Day School, no bairro de Belgrano. Lá, o processo começou em 2003 com a formação de professores, implantação da conectividade e compra de equipamentos (pendrive, câmeras digitais, projetores). Isto tudo como forma de preparação para aplicar a aula virtual.

O projeto simula uma reunião entre professores e seus alunos, disponíveis 24 horas por dia, com armazenamentos de materiais, sugestões de leitura e de outros recursos.

— Junto com o e-mail da escola, a aula virtual foi o principal recurso que permitiu que as crianças não perdessem dias de aulas durante a epidemia da gripe H1N1 em 2009, que forçou o fechamento da escola. Eles trabalharam de suas casas — lembra o diretor acadêmico nível primário, Andrea Pelliccia.

Apesar de todo esse investimento e da presença crescente das tecnologias nas salas de aula, a maioria das avaliações realizadas na região até o momento não identifica ganhos de aprendizado nos alunos.

Aparelhos para leitura de livros digitais são alternativa para quem lê muito e quer gastar pouco

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A publicitária santa-mariense Bruna Cipriani Luzzi, 27 anos, usa o e-reader Kobo desde 2013 Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS

A publicitária santa-mariense Bruna Cipriani Luzzi, 27 anos, usa o e-reader Kobo desde 2013 Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS

Leves e compactos, os e-readers possuem telas aprimoradas e recursos diferenciados que fazem com que esses dispositivos ganhem cada vez mais adeptos

Liciane Brun, no Diário de Santa Maria

Retirar um livro de uma prateleira, folheá-lo e sentir a textura das páginas geram um prazer praticamente insubstituível. Mas, hoje, consumidores ligados às novas tecnologias e têm encontrado outras maneiras de fazer suas leituras. Muitos usufruem do conforto dos livros digitais, os e-books. E isso está comprovado em pesquisas: no ano passado, pelo menos nos Estados Unidos, o faturamento de editoras em lojas online e vendas de e-books foi maior do que o de livrarias físicas, segundo levantamento divulgado pela BookStart.

Em 2013, as vendas virtuais corresponderam a U$ 7,54 bilhões, enquanto a receita vinda do modo tradicional de se vender livros foi de U$ 7,12 bilhões.

Tablets, notebooks, smartphones ou iPads já são possibilidades para quem gosta de ler livros nas telas digitais. Mas outros aparelhos estão disponíveis no mercado para serem usados especificamente para este tipo de leitura: são os chamados e-readers.

Diferentes dos tablets convencionais, esses aparelhos foram feitos para quem lê bastante e com muita frequência. Por isso, os e-readers têm, na tela, uma tecnologia chamada eletronic paper (papel eletrônico), também conhecida como tinta virtual. A tela busca imitar o papel dos livros convencionais, e traz um conforto maior para as leituras densas _ diferentemente dos trablets, que foram criados para outros objetivos além da leitura.

Pelo menos três destes dispositivos são vendidos por lojas especializadas. A Amazon comercializa o Kindle, a Livraria Cultura, o Kobo, e a Saraiva.

Mais de mil livros em um dispositivo

A publicitária santa-mariense Bruna Cipriani Luzzi, 27 anos, usa o e-reader Kobo desde 2013. Leitora assídua e administradora de um blog no qual escreve resenhas das obras que lê (viceconversa.blogspot.com), ela praticamente migrou dos livros físicos para os digitais. Hoje, vai à livraria para comprar edições especiais. No seu aparelho, que cabe dentro da bolsa e carrega por onde estiver, estão mais de 500 títulos, baixados gratuitamente ou comprados.

Para Bruna, uma das despreocupações com o uso do Kobo, é que pode marcar os textos à vontade sem estragá-los, além de poder lê-lo até no escuro, devido à tela especial.

_ O que eu gosto no e-reader é a possibilidade de poder experimentar mais livros. Não vou comprar 100 por mês, mas com e-books eu posso tê-los. E posso ter mil no meu Kobo. Onde eu conseguiria guardar mil livros em casa? _ pergunta a publicitária.

Para quem gosta de ler livros digitais, o site dominiopublico.gov.br oferece centenas de títulos clássicos de literatura de graça. Os preços dos aparelhos são geralmente mais baratos do que os iPads, e, no Brasil, variam entre R$299 e R$ 700.

Crianças de 1 ano já têm contato com tablets em escolas

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Publicado no Diário de Pernambuco

Mal deram os primeiros passos e os bebês já dominam tablets e smartphones. Mas os pais ainda têm dúvidas sobre a influência dos cliques no desenvolvimento infantil. Algumas escolas, de olho nas potencialidades pedagógicas, usam os aparelhos com alunos desde 1 ano de idade.

A bancária Vanessa Brandani deu um tablet de presente para a filha Isabela, que acabou de completar 3 anos. No aparelho, a criança curte brincadeiras tradicionais em versão high-tech, como jogo da memória e quebra-cabeça. “Mesmo novinha, ela manuseia com muita facilidade. Aprendeu quase sozinha. Parece que estava conectada desde a barriga”, brinca.

Para a mãe, há vantagens. “Ela identifica o próprio nome na tela. Tem aplicativos de pintar, desenhar. Desenvolve a coordenação motora”, disse. “Sei que alguns especialistas são contra. Mas no restaurante é um santo remédio. Ela se distrai”, afirma Vanessa, de 36 anos. “Controlo tudo o que ela acessa e não deixo usar por tempo demais.”

Em classe

No Colégio Mater Dei, no Jardim Paulista, zona oeste da capital, os games e a internet entraram na rotina dos alunos pequenos. O bebê, de só 1 ano, desliza o dedo pela tela em um teclado virtual. Em outro jogo, escuta o ruído de um animal ao clicar na foto correspondente. “É tudo adaptado para cada faixa etária, com planejamento e limite de horário”, explica Lucila Cafaro, coordenadora de educação infantil.

Os aplicativos ajudam na identificação de cores e formas, para os mais novos, e na grafia de letras ou quantificação de números na fase de pré-alfabetização. “E não são apenas joguinhos: eles também veem vídeos e fazem tour virtual por museus”, exemplifica. Mas a ideia, reforça Lucila, não é substituir as atividades físicas e manuais, mas complementar.

Mesmo antes de entrar em classe, a tecnologia tem efeitos. As crianças da era digital têm perfil diferente daquelas do passado. “Têm mais conhecimento prévio. E, por causa da tecnologia, são mais criativas”, descreve Lucila. “A maior dificuldade é o contato com o próximo. São mais individualistas.” Outra demanda, disse ela, é por dinamismo: têm ainda menos paciência para ficar muito tempo na mesma atividade.

Paola Carone, de 5 anos, está entusiasmada com os tablets em sala de aula. O uso da tecnologia começou no ano passado na Escola PlayPen, no Cidade Jardim, zona oeste. “É legal porque a gente pode escolher o jogo. Só não pede o que precisa escrever porque a gente não sabe ainda”, contou ela. Cada turma tem um pacote próprio de games para evitar contato precoce com alguns conteúdos.

Em casa, Paola usa o tablet dos irmãos, mas quer um próprio. Gabriel Penalva, de 5 anos, colega de Paola, já tem um aparelho. E a intimidade com o teclado faz o menino preferir escrever o nome na tela ao papel. “Às vezes eu não lembro como faz a letra ‘e’. Na tela, já aparece e aperto.”

Segundo Glaucia Rosas, coordenadora de tecnologia da PlayPen, os equipamentos facilitam um trabalho mais personalizado. “A professora consegue ficar com o grupo de alunos que precisa de atenção individual. Enquanto isso, pode deixar um grupo mais avançado sozinho porque o iPad já dá o feedback que o aluno precisa”, afirmou.

Oito razões para não desistir dos livros em papel

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Ao que parece, os jovens continuam a preferir os livros em papel aos e-books. Facilidades na compreensão, no envolvimento com a história e menos distrações justificam a preferência.

Publicado no Observador

O Huffington Post organizou uma lista que mostra como o anúncio da morte dos livros em papel pode ser exagerado, explicando também por que razão estes são melhores do que a alternativa eletrônica. Ora veja:

1. Os jovens tendem a acreditar que a informação útil está fora da internet

Um estudo do Pew Research, que revelou que a geração milênio (o grupo que nasceu entre o início dos anos 80 e o ano 2000) gosta mais de ler livros do que os adultos, descobriu também que é mais provável que os jovens acreditem que a informação útil se encontra nos livros em papel e não na alternativa eletrónica. Cerca de 62% dos entrevistados com idade inferior a 30 anos identificou-se com esta afirmação, enquanto apenas 53% dos inquiridos com idade superior a 30 anos responderam da mesma forma.

2. É mais provável que os jovens (e não tanto os adultos) comprem manuais de estudo em papel

Um estudo conduzido pelo Student Monitor mostrou que 87% dos gastos em manuais no início do ano letivo de 2014 foi em livros físicos e não em livros eletrônicos.

3. Estudantes preferem estudar humanidades em livros do que através de cópias digitais gratuitas

Quando se trata de ciências e de matemática, os manuais eletrônicos servem. Mas no que toca às humanidades já não é assim, segundo um estudo da Universidade de Washington que concluiu que 25% dos estudantes de humanidades compram versões físicas dos livros pedidos pelos professores.

4. Os jovens preferem livros físicos mesmo quando não se trata de manuais

Já vimos que os estudantes preferem manuais não eletrônicos. Um estudo da Nielsen de 2014 revelou que esta preferência se aplica também aos livros mais pessoais. O que leva os jovens a comprar livros, questionava o inquérito. As respostas “pesquisar em bibliotecas”, “pesquisar em livrarias” ficaram à frente das recomendações nas redes sociais ou em sites de venda de livros.

5. Os estudantes não desenvolvem uma ligação emocional com os textos que leem no tablet e têm uma menor compreensão daquilo que leram dessa forma

Ler a mesma história na tela ou no papel e perceber as diferenças no envolvimento do leitor relativamente à narrativa foi a proposta de um estudo realizado em 2012. Resultado? Aqueles que leram a história no iPad não conseguiram ficar absorvidos pela história e foram incapazes de se envolverem com as personagens e com o enredo a um nível emocional. Em 2013, o jornal USA Today também publicou as conclusões de um estudo que descobriu que os estudantes compreendem menos aquilo que leem se o fizerem no tablet.

6. Juntos, pais e filhos também preferem os livros aos livros eletrônicos

Um estudo do instituto Joan Ganz Cooney Center do Sesame Workshop, responsável por investigar a leitura na infância, descobriu que nas leituras antes de deitar, os pais preferem ler aos filhos livros em papel, por considerarem que as aplicações disponibilizadas em alguns livros eletrônicos infantis, como vídeos e gráficos interativos, levam a distrações.

7. Os livros eletrônicos prejudicam o sono

Os pais podem ter razão. Pelo menos foi o que concluiu um estudo da Universidade de Harvard, que descobriu que se o livro eletrônico emitir luz, a pessoa que o lê tem mais dificuldade em adormecer, demorando, em média, mais dez minutos até conseguir fechar os olhos e descansar.

8. É difícil evitar a distração enquanto se leem livros eletrônicos

No livro Words Onscreen: The Fate of Reading in a Digital World, Naomi S. Baron escreveu que os jovens têm mais dificuldade em concentrar-se quando leem no tablet porque é mais provável (três vezes mais provável do que ao ler livros em papel) que a sua atenção se disperse por várias tarefas ao mesmo tempo.

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