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Prefeitura de Ribeirão Preto planeja criar ‘Uber do Professor’

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Professor seria acionado por meio de aplicativo(Foto: ThinkStock)

Professor seria acionado por meio de aplicativo(Foto: ThinkStock)

Proposta, ainda em fase de elaboração, é chamar substituto por aplicativo quando docente faltar; categoria é contrária

Publicado na PEGN

Um projeto da prefeitura de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, quer criar um sistema de trabalho que foi apelidado pelos servidores de “Uber da Educação” ou “Professor Delivery”. A ideia é pagar por aulas avulsas a docentes, sem ligação com o município, sempre que faltarem profissionais na rede municipal de ensino.

O professor não teria vínculo empregatício com a prefeitura e o acionamento se daria por aplicativos, mensagens de celular ou redes sociais. Após receber a chamada, o professor teria apenas 30 minutos para responder se aceita a tarefa e uma hora para chegar à escola –caso contrário, outro seria acionado no seu lugar.

Mesmo sem chegar oficialmente à Câmara da cidade, o projeto já foi parar no Legislativo neste mês. Um grupo de professores distribuiu aos vereadores cópia da proposta preliminar e reivindicou que a ideia seja barrada. Um dos argumentos é de que o projeto seria inconstitucional.

Suelly Villela, secretária municipal de Educação da gestão Duarte Nogueira (PSDB), defende a importância do projeto para a rede local de ensino. O objetivo, de acordo com ela, é “solucionar a grave situação de ausências de professores em sala de aula, motivadas por faltas ou licença-saúde, em período inferior a 30 dias”.

De acordo com Suelly, que atuou como reitora da Universidade de São Paulo (USP) entre 2005 e 2009, a falta de professores traz prejuízo à formação dos alunos, que “são dispensados das aulas com frequência”, principalmente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

O projeto, explicou ela, foi submetido à consulta da comunidade escolar e está em fase de análise das sugestões enviadas à secretaria.

Críticas. O Conselho Municipal de Educação (CNE) fez parecer contrário à proposta do Executivo. Segundo a análise do órgão, a alternativa terá lacunas do ponto de vista qualitativo e criará regime laboral precário. O órgão recomenda estudos mais aprofundados antes do envio da matéria à Câmara.

Na opinião do professor Sandro Cunha, que leciona História na rede municipal, o projeto fere o princípio da isonomia, por tratar de forma desigual os funcionários a serviço da prefeitura. Já na avaliação da advogada trabalhista Danielle Dias Moreira, a contratação de professores substitutos não é ilegal, mas pode trazer questionamentos futuros nos tribunais. “O professor chamado várias vezes poderá ir à Justiça e pedir o reconhecimento do vínculo empregatício”, argumenta.

A rede municipal de Ribeirão Preto tem 109 escolas da rede direta e outras 24 conveniadas. O sistema tem 3.159 professores, sendo 400 emergenciais, de acordo com dados da própria secretaria. São cerca de 48 mil estudantes matriculados.

A escola de onde os alunos não querem sair

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 Estudantes são encorajados a utilizar a tecnologia durante as atividades escolares Foto: Deutsche Welle

Estudantes são encorajados a utilizar a tecnologia durante as atividades escolares
Foto: Deutsche Welle

 

Publicado no UOL

Do alto do pátio da Escola Municipal André Urani dá para ver, olhando para baixo, o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e a Lagoa, ícones da cidade rica. Para cima, surge a comunidade da Rocinha – a maior do país, com quase 70 mil habitantes, símbolo da desigualdade.

“Tem até um muro ali, tá vendo?”, aponta o aluno João Paulo do Nascimento, de 14 anos. “Ele simbolicamente divide a cidade em duas.”

“E nós estamos bem no meio, entre elas”, acrescenta o também estudante João Victor Luiz, de 15 anos.

A metáfora da cidade partida não poderia ser mais apropriada, sobretudo partindo das observações e conclusões dos dois meninos.

A escola, onde estudam 240 adolescentes da Rocinha e comunidades vizinhas, é um Ginásio Experimental de Tecnologias Educacionais (Gente) – uma parceria da Prefeitura com a iniciativa privada, cujo objetivo é testar metodologias de ensino inovadoras.

Aqui, não existe quadro negro, nem carteiras individuais. Desaparecem as turmas tradicionais, surgem os times, que reúnem, em um grande salão, alunos do sétimo, oitavo e nono anos. A internet não é proibida, pelo contrário, ela é parte central do aprendizado.

Munidos de computadores e livros, os estudantes se sentam em mesas hexagonais, uns de frente para os outros, e estudam juntos. Na verdade, eles seguem planos de estudo personalizados, disponíveis em seus laptops, mas contam com a ajuda dos colegas e de suas próprias pesquisas online. Tudo isso sob a monitoria de professores de diferentes disciplinas.

“Um médico do século 19 que chegasse hoje a um hospital não conseguiria fazer absolutamente nada, porque tudo mudou”, compara o diretor-presidente da Fundação Telefônica-Vivo, uma das empresas parceiras da escola. “Mas um professor não, é basicamente a mesma coisa. Ou seja, temos escolas do século 19 para alunos do século 21. As escolas inovadoras são muito poucas.”

Laboratórios como estímulo

Nos chamados laboratórios, mais parecidos com as salas de aula tradicionais, os jovens recebem um reforço de conteúdo nas disciplinas em que apresentam mais dificuldades. São sete horas dentro da escola – duas a mais do que as escolas brasileiras oferecem em média – e ninguém parece ter pressa de ir para casa.

“Só mais meia hora”, pedem os alunos da professora de Português Luana Rezende, que transformou o ensino da língua em um divertido jogo. “Por favor!” A turma só se convenceu a descer para almoçar depois que Luana prometeu retomar o jogo exatamente do mesmo ponto, na semana seguinte. “Eu estou muito cansada, gente”, justifica ela, orgulhosa, o sorriso de orelha a orelha.

No total, são 16 professores trabalhando em tempo integral na escola. Nos projetos especiais, os alunos trabalham com várias disciplinas ao mesmo tempo. Foi assim ao longo da última semana de outubro, por exemplo, quando eles estudaram o Halloween, tanto nas aulas de inglês quanto de história, e, por fim, fizeram uma festa.

Foi assim também que eles estudaram o nazismo, construindo uma maquete de Auschwitz, no laboratório de ciência, e escrevendo cartas, nas aulas de história, como se fossem prisioneiros do campo de concentração em 1944. “Temos cartas de judeus, claro, mas também de comunistas, de ciganos, de todos que estiveram presos no campo”, explica João Paulo.
Silêncio e concentração

A escola experimental atende alunos do sétimo ao nono anos apenas. Eles vêm de escolas tradicionais na própria comunidade e, depois, seguem estudando em lugares convencionais.

“No começo, é difícil”, conta a diretora da André Urani, Marcela Oliveira. “Eles chegam aqui esperando receber ordens, querem que a gente resolva os problemas. Por outro lado, quando percebem que têm autonomia, deixam de fazer os trabalhos, começam a burlar as regras. Depois, com a orientação dos mentores, eles vão se adaptando.”

A adaptação é surpreendente. Em toda a escola, reina um silêncio inesperado para um local repleto de adolescentes. Mesmo na hora do recreio, o burburinho é mínimo.

“Eles são adolescentes, continuam sendo, mas têm autonomia, não precisam mostrar toda a sua indignação”, explica Marcela. “Daí o silêncio que você está vendo.”

Os alunos se entristecem ao falar de sua saída eminente da escola.

“Estamos tentando convencê-los a fazer uma sala de aula extra para que possamos continuar aqui”, diz João Victor.

“Não queremos ir embora de jeito nenhum”, garante João Paulo.

Resignados, no entanto, eles fazem planos de voltar em dez anos.

“Eu vou ser professor de História”, conta João Paulo.

“E eu de matemática”, arremata João Victor.

 

Não consegue se concentrar por muito tempo? Entenda por que isso não é ruim

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Hugoa Araújo, no UOL

Se gosta de estudar pelo computador, você provavelmente não percebe, mas, quando começa a navegar por diversas abas, assistir a vídeos e até conversar com amigos, também está aprendendo

Se gosta de estudar pelo computador, você provavelmente não percebe, mas, quando começa a navegar por diversas abas, assistir a vídeos e até conversar com amigos, também está aprendendo

Você consegue ficar por horas no computador, navegando pela internet, assistindo a vídeos e interagindo nas redes sociais. Mas, quando chega a hora de estudar ou fazer qualquer outra tarefa, não fica concentrado por muito tempo e logo perde o foco. E com os prazos chegando ao fim, logo bate o desespero.

Mas, calma: não ficar concentrado por longos períodos não é necessariamente ruim. Segundo a neurocientista Carla Tieppo, que também é professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o ideal é estabelecer um tempo no qual você sabe que ficará concentrado na tarefa. Passado esSe intervalo, você deve fazer uma pausa para depois voltar.

E, acredite, as tecnologias podem ser suas aliadas na hora de estudar. Segundo Camila Alexandrini, professora de português e literatura da plataforma “Me Salva!”, os estudantes são capazes de aprender em ambientes comumente considerados como de “dispersão”. Ou seja, o jovem consegue fazer associações entre a vídeo-aula, o debate na rede social e as anotações escolares. “É muito coerente com a vida dos estudantes hoje pensar que esta dispersão é um novo processo de aprendizagem, que não se dá em linha reta e, sim, em redes”, explica.

De todo modo, é necessário cautela. Ou seja, se você gosta de estudar fora do computador, não precisa largar os livros e se forçar a entrar para os meios digitais. Também não vale ficar todo o tempo nas redes sociais em assuntos não relacionados ao que você deseja aprender.

O ideal é achar a plataforma que melhor funciona para você e apostar nela. Seja digital ou analógico, você deve arrumar um tempo para se dedicar e manter a concentração, mesmo que não seja necessariamente longo. O UOL listou algumas dicas que podem ajudar a encontrar o equilíbrio ideal na hora de buscar concentração:

1. Defina seu tempo

“A coisa mais importante é você saber quanto tempo fica concentrado”, afirma Carla Tieppo. Para isso, durante as tarefas diárias, você deve observar quanto tempo consegue render. Na leitura de um texto, por exemplo, durante qual período você realmente apreende o que está escrito ali? Quando começar a se cansar ou ter de reler muitas vezes, é sinal de que seu período ideal já passou.

2. Use as tecnologias a seu favor

Para controlar seu tempo, Eduardo Valladares, professor de português da plataforma “Descomplica”, afirma que você pode utilizar o celular. “Em geral, só se diz que a tecnologia do celular atrapalha. Que nada! Você pode baixar um aplicativo para ajudar a controlar o tempo e a organizar suas tarefas. Trello, Evernote, Pomodoro, HabitBull, Habitica são ótimos exemplos”, conta.

3. Faça pausas

Depois de estudar durante o período que você estabeleceu, a neurocientista Carla Tieppo recomenda que você faça uma pausa. “Você pode checar as notificações do celular, comer algo leve, tomar água, levantar da cadeira”.

4. Faça uma lista de músicas

Outra dica da neurocientista Carla Tieppo é fazer uma playlist com a mesma duração do tempo que você separou para estudar. As músicas devem ser conhecidas e ideais para ficar de plano de fundo — ou seja, aquelas que você gosta de cantar junto não valem! “Não é para ouvir no randômico, e, sim, naquela sequência certa que você definiu. Isso ajuda a diminuir a ansiedade. Você não fica pensando quanto tempo tem de estudar antes de parar. O seu inconsciente vai saber quando está chegando a hora da pausa”, explica.

5. Concentre-se nas redes

Se gosta de estudar pelo computador, você provavelmente não percebe, mas, quando começa a navegar por diversas abas, assistir a vídeos e até conversar com amigos, também está aprendendo. Você faz ligações entre estas diferentes plataformas e vai construindo seu aprendizado, mesmo que não fique muito tempo concentrado na mesma tarefa. “Enquanto está lendo em um site e, em seguida, clica em um vídeo, você continua pensando sobre o que estava estudando. É uma forma de estudar em rede”, explica a professora Camila Alexandrini.

6. Divida as tarefas e se organize

“Divida as tarefas grandes em pedaços menores. Faça uma coisa de cada vez. O menos é mais”, sugere o professor Eduardo Valladares. Para evitar o cansaço, é ideal que você separe as atividades de cada dia e semana. “Há tempo para tudo: lazer, descanso, comer, obrigações e estudo. Faça intervalos e mescle com algo prazeroso. Estudo pode ser divertido”, conclui.

5 tendências de tecnologia em educação para 2016

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A maioria já está sendo colocada em prática, mas deve se fortalecer nesse próximo ano

Dirceu Minetto, no Administradores

A cada ano assistimos à chegada de inovações que facilitam o dia a dia e mudam nossa forma de viver. O que era novo há um ou dois anos atrás já se popularizou ou tornou-se obsoleto. A educação não foge desse panorama: cada vez mais a tecnologia invade a área do ensino e revoluciona o processo de aprendizagem.

Para 2016, podemos esperar algumas novidades interessantes na área de educação. A maioria já está sendo colocada em prática, mas deve se fortalecer nesse próximo ano.

Confira a lista que preparamos com essas tendências:

1) Gamificação

A proposta da gamificação é deixar o aprendizado mais atrativo para os alunos. Para isso, a ideia é trazer elementos dos videogames, como rankings e desafios, para aplicativos e plataformas de educação. Dessa forma, os estudantes tendem a absorver melhor os conteúdos e se interessam mais por aquilo que é transmitido. Esse é um processo que já está em prática há alguns anos, mas que vem ganhando força recentemente.

2) Aprendizado Informal / Ideal colaborativo

Em tempos de economia compartilhada e redes sociais, as relações entre “pessoas reais” se intensificaram. Hoje, todos estão conectados e dispostos a compartilhar conhecimento. Esse cenário é ideal para a criação de ambientes virtuais de aprendizagem, que ofereçam cursos informais sem vínculos com uma instituição de ensino. Assim, a tendência é que as pessoas compartilhem cada vez mais seus conhecimentos, aumentando o número de vídeos, tutoriais, textos e outros formatos possíveis de ensino.

3) Ensino Personalizado

Cada pessoa tem suas preferências, interesses e facilidades de aprendizado. Mas sempre foi inviável pensar em um ensino personalizado, que atendesse as particularidades de cada indivíduo. A tecnologia rompe esse paradigma e cria uma nova oportunidade. Os alunos podem ser direcionados por meio de diversos recursos, como vídeos e infográficos.

Com a multiplicidade de conteúdo disponível online, os estudantes também ficam livres para construir o seu próprio caminho de aprendizagem.

4) Blended Learning (Ensino Híbrido)

A tecnologia também vai entrar nas salas de aula e fazer parte do currículo escolar. A tendência é que os ambientes de ensino mesclem o online com o offline, o que caracterizamos de “Ensino Híbrido”. Essa estratégia contribui para a personalização do ensino, já que coloca o aluno no centro do processo e deixa as aulas muito mais dinâmicas.

5) Vídeos e novos formatos

Os vídeos já se consolidaram como ferramenta fundamental para vários segmentos, inclusive a educação. Mas a tendência é que eles se tornem mais dinâmicos, sejam utilizados de modo estratégico e atinjam mais pessoas. Outros formatos inovadores também devem ganhar força como o streaming de aulas e animações.

Dirceu Minetto – CEO e fundador da Edumais, uma rede social que integra cursos online e aproxima professores e alunos. Possui 20 anos de experiência como professor em escolas como SENAI e SENAC.

Só computador não melhora educação, diz chefe do Plan Ceibal

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"Atualmente, cerca de 95% das crianças de 6 a 13 anos têm um computador", disse Gonzalo Pérez

“Atualmente, cerca de 95% das crianças de 6 a 13 anos têm um computador”, disse Gonzalo Pérez

Daniel Barros, na Exame

O uruguaio Gonzalo Pérez, responsável pelo maior programa de distribuição de laptops para estudantes da América Latina, admite que apenas equipamentos não melhoram educação.

Tecnologia na educação inspira cuidados. Há muito entusiasmo de políticos pela compra de equipamentos, mas frequentemente eles ficam pegando poeira enquanto os estudantes continuam aprendendo do mesmo jeito de sempre.

O foco no hardware inspirou ceticismo em relação ao programa de distribuição de laptops do governo uruguaio, o Plan Ceibal.

O diretor do órgão que cuida desse programa faz uma defesa das suas conquistas, mas diz que elas estão mais no campo da inclusão digital do que no do ensino.

Ele participará do evento Transformar 2015, que discute inovação na educação e acontece em São Paulo no dia 25 de agosto. Abaixo, trechos da conversa.

Como surgiu a ideia do programa Plan Ceibal?

Quando começamos, em 2006, a tecnologia era muito diferente. Os tablets não existiam. As redes sociais não eram tão importantes. Era um outro mundo.

A inspiração foi dar um laptop a cada criança, seguindo uma ideia do cientista do Massachussets Institute of Technology Nicholas Negroponte. Mas o foco não era apenas melhorar a educação e sim promover a inclusão digital.

O que o programa alcançou?

A diferença de tecnologia entre ricos e pobres era muito grande. O objetivo primordial era reduzir esse abismo.

Em 2006, só 5% dos mais pobres tinham acesso a computador em casa. Entre os mais ricos, a taxa era 55%. Hoje, 72% dos mais pobres e 88% dos mais ricos têm computadores.

A diferença diminuiu consideravelmente. Claro que parte disso é o desenvolvimento natural do acesso à tecnologia, mas parte se deve a essa política.

Atualmente, cerca de 95% das crianças de 6 a 13 anos têm um computador. Mais de 80% das escolas urbanas estão conectadas com fibra ótica, na velocidade de internet de 40 megabytes.

Mas os resultados do Uruguai em matemática e ciências não melhoraram em exames nacionais e internacionais.

Descobrimos que ter acesso a um computador não faz o aluno saber mais matemática instantaneamente. Desde 2012 estamos focando em oferecer plataformas adaptativas que esperamos que terá impacto sobre a aprendizagem.

Como funcionam?

A plataforma de matemática tem algoritmos que identificam áreas de força e de debilidade no conhecimento do estudante. Você sabe rapidamente, por exemplo, se ele entende bem as frações.

Se o estudante tem dificuldades, o sistema sugere livros e exercícios. O aluno pode revisar o conteúdo ali mesmo.

Quantos alunos adotam o sistema?

A tecnologia está aberta a todos, mas os professores têm liberdade de escolher se e como usam. Cerca de 20% da rede usa regularmente. De 2014 para 2015 o número de acessos dobrou.

Os professores não se inibem com a tecnologia e tendem a evita-la?

Sim, mas estamos tentando conscientizá-los com capacitações. É o único jeito.

Qual é o custo do Plan Ceibal?

São 730 000 beneficiários e cada um custa 100 dólares anuais. Isso inclui a internet, o laptop com manutenção e troca a cada quatro anos, capacitação dos professores etc. No fim das contas, o gasto equivale a 5% do que o Uruguai dispende com educação.

Vale a pena?
Sim. Estamos aprendendo como usar a tecnologia no ensino para obter o maior impacto. Isso por si só é valioso.

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