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Crossfire, série erótica de Sylvia Day, vai virar série de TV

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Publicado no Boa Informação

http://sobrelivros.com.br/imagens/novidades/toda-sua.jpg“Não consigo imaginar um bom romance sem sexo, não dá para entender quem gosta de romance sem a transa, isso é algo natural”, disse a americana best-seller da literatura erótica Sylvia Day. A autora deste novo gênero do romance erótico que mais vende no mundo esteve, neste sábado (7), na Bienal do Livro no Rio de Janeiro. Esta foi a primeira vez que Sylvia teve contato com fãs brasileiras.

Ela já vendeu 12 milhões de exemplares tendo sido traduzido em 38 idiomas. A série de maior sucesso da escritora erótica se chama Crossfire e está prestes a lançar o quarto livro que, por enquanto, só tem o título em inglês “Captivated by You” [cativado por você, em tradução livre].

A grande novidade da autora aos fãs brasileiros é que Sylvia acabou de vender seus direitos para transformar Crossfire em série de televisão nos Estados Unidos. Segundo Sylvia, o ator que mais se encaixa no perfil do personagem masculino Gideon é o americano Henry Cavill, que acabou de encarnar o Super-Homem. Já para viver Eva, na opinião da escritora, a atriz ideal é Scarlett Johansson.

Sylvia afirmou que espera que a série televisiva seja fiel à história. “Eles estão cientes e vão considerar a trama na hora de escolher o elenco, sabendo que vão ficar nus em muitos momentos”, comentou. “A pessoa certa existe”, diy Sylvia

Perguntada por quê gosta de incluir cenas sexuais em seus livros, Sylvia admitiu que só faz sentido escrever um romance quando há momentos de intimidade. “Eu escrevo sobre a relação de um homem e uma mulher que usam o que Deus lhes deu. Quando eu era mais jovem, tive sorte de ter homens como Gideon”, brincou.

Com um vestido super decotado, Sylvia foi alvo de muita curiosidade por parte das fãs que perguntaram em vários momentos se ela de fato acredita nas histórias que escreve. Sylvia garantiu que sim: “Com certeza, absolutamente. A pessoa certa existe para você, às vezes você pode ficar impaciente mas, desde que esteja aberta, você encontrará o homem certo. Acredito que o amor deve ser com quem você confia”, aconselhou.

Ela diz já ter vivido uma paixão picante como a descrita em Crossfire. “Já vivi uma paixão louca. Eu não poderia fazer isso sempre, foi muito exaustivo, espero que todo mundo tenha uma paixão louca, é definitivamente uma experiência”, ressaltou. Sylvia conta que não se imagina escrevendo outra coisa que não romance. “Não imagino nenhum herói que não gosta de transar, isso é natural”, brincou.

Perguntada sobre o que acha de ser inspiração para muitas mulheres leitoras em matéria de sexualidade, Sylvia respondeu ter ficado surpresa. “Claro que gostamos de fazer sexo, isto deveria ser algo que a gente possa falar livremente. Transar não polui, queima calorias e faz bem para a saúde. A vida fica muito melhor com sexo”.

Brasileiro ainda é “retrógrado” em sexo, diz fã
Para Elaine Esteves, 37, que está lendo já o terceiro livro da série Crossfire, o brasileiro ainda é “retrógrado” quando o tema é sexo. Ela diz que gostou das cenas picantes no livro. “A Sylvia conta da relação que vai e vem de um casal. Eles são mais modernos que a gente. Gosto de ler a Sylvia porque ela é criativa e conta coisas diferentes na cama”, disse ao UOL.

Já na opinião de adolescente Alexia Freitas, 16, a autora escreve em um tom um pouco “vulgar” na hora de narrar o sexo. Mas, garante que isso depende da interpretação e da idade, pois Bianca Benitez, de 35, rejeita à ideia de vulgaridade na literatura de Sylvia. “Não acho vulgar o que ela escreve. Os personagens terminam e voltam várias vezes. Ela atrai tanta gente pelo jeito de escrever, sempre deixa um pouco de suspense nos capítulos”, comentou.

Estudante de 11 anos é admitido em universidade do Texas

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Publicado no UOL

Com apenas 11 anos, Carson Huey-You está no primeiro semestre da Texas Christian University

Com apenas 11 anos, Carson Huey-You está no primeiro semestre da Texas Christian University

Com apenas 11 anos, Carson Huey-You é o aluno mais novo a ser admitido na história da Texas Christian University. Carson, que quer ser físico quântico, tem aulas de cálculo, física, história e religião no primeiro semestre da universidade.

O garoto tinha apenas 10 anos quando se candidatou para a graduação — ele fez 1.770 pontos de 2.400 possíveis no SAT (espécie de Enem americano) e fala mandarim. A mãe dele afirma que o menino já lia livros com dois anos e fazia contas de multiplicação e divisão aos tr~es anos.

Tendo em vista o ritmo de estudos de Carson, a estimativa é que ele pode se tornar PhD com menos de 20 anos.

O estudante prodígio disse à CBS 11 News que a universidade é divertida pois parece com a escola, só que em um campus maior e com mais gente. A mãe de Carson acompanha o garoto nas aulas.

O pai de Carson disse que não pressionou o filho para entrar na universidade e que, inclusive, tentou “segurar” o garoto.

*Com informações do Huffington Post e do New York Daily News

Autora de ‘Crepúsculo’ quer escrever sobre universo da Terra-Média de J.R.R.Tolkien

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Meyer

Meyer

Publicado por Tolkien Brasil

Em entrevista para o site Variety, tentando promover seu novo filme, “Austeland”, a escritora Stephepie Meyer, mais conhecida por ser a criadora da sequência de livros sobre vampiros “Crepúsculo”, afirmou que já está cansada de trabalhar nessas histórias e quer partir para algo diferente.

Ela diz que “Eu me afasto [de ‘Crepúsculo’] a cada dia”, disse Meyer. “Já superei e muito. Para mim, não é um lugar feliz para estar.” Mas a entrevista continua:”O que eu poderia fazer é preparar três parágrafos no meu blog dizendo quais personagens morreram”.

Até aí tudo bem. Ela é escritora dessa série e tem seu compromisso com ela. Mas a problemática vem na frase seguinte a essa na entrevista: “Estou interessada em passar um tempo em outros universos, como a Terra-Média”. Fazendo referência ao universo criado pelo professor J.R.R.Tolkien.

Talvez Meyer tenha observado o constante sucesso dos livros de Tolkien, que atravessa gerações. Ou tenha observado o atual sucesso dos livros da série “Crônicas de Gelo e Fogo” de G.R.R.Martin e o constante uso do nome de Tolkien para comparações como meio de Marketing para promoção dessa nova série. Ou tenha observado o sucesso decorrente dos filmes de Peter Jackson, em especial atualmente o Hobbit.

Evidente que ela não poderia escrever algo sobre a Terra-Média sem antes pedir a autorização da família Tolkien, que detêm os direitos autorais dos livros do professor. Mas tendo em vista a forma conservadora com que o Christopher Tolkien atua em relação a isso, dificilmente seria aprovado algum tipo de história ambientada nesse mesmo Universo.

Então ela teria que partir para a criação de um universo próprio, em um estilo próprio, ainda que utilizasse elementos comuns e algumas influências de Tolkien.

Mas qual o problema dela escrever algo ambientado em um mundo de fantasia medieval? Qual o problema uma escritora de sucesso mundial tentar expandir seus escritos em uma nova forma?

Bem, há realmente um problema aí… Especialmente porque essa escritora é conhecida por não ser uma boa escritora. Segue palavras de Stephen King, grande escritor da atualidade: “Stephenie Meyer can’t write worth a darn. She’s not very good” (Stephenie Meyer não consegue escrever algo que tenha valor. Ela não é muito boa).

É sabido que Tolkien não apreciava histórias com conteúdo simples, sem pretensão a uma realidade mais avançada ou alternativa. Tanto que declarou não gostar dos escritos de C.S. Lewis, em particular Crônicas de Nárnia. Podemos imaginar o pensamento do professor a respeito de tantas séries de livros, cujo único propósito parece ser o sucesso e posterior adaptação em séries e filmes…

Há cinco anos fizeram uma enquete ‘ interessante’ no yahoo: “Stephanie Meyer é a próxima J.R.R.Tolkien?” Será mais uma infindável rotina de comparações de livros, tendo Tolkien como parâmetro, apenas para que os novos livros utilizem seu nome para aumentar o seu sucesso?…

Concurso Cultural Literário (4)

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Após criarem o já clássico Estórias Gerais, o desenhista Flavio Colin produziu para o roteirista Wellington Srbek três outras HQs. Publicadas em revistas independentes, entre 2000 e 2002, “A Companhia das Sombras”, “Admirável Novo Mundo” e “Uma noite no fim do mundo” ganham agora sua primeira edição conjunta. A terceira delas, lançada na revista Fantasmagoriana, renderia a Srbek os troféus HQ MIX de “Melhor Graphic Novel Nacional” e Angelo Agostini de “Melhor Roteirista”. Tendo como tema o terror, esta coletânea de contos sombrios traz o traço de Colin em toda sua expressividade, incluindo a última HQ desenhada por ele.

Você que é fã de HQs tem a oportunidade de declarar sua paixão e concorrer a 3 exemplares de “Fantasmagoriana & Outros Contos Sombrios“.

Basta completar a frase: “Ler HQ é…………………“.

O nome dos ganhadores será divulgado no dia 22/8 às 17h30h neste post e no perfil @livrosepessoas no Twitter.

#Participe

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Parabéns aos ganhadores: Fernanda Bender, Leo Freitas e Angelo Dias. =)

Dostoiévski é “processado” 131 anos após morte

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Publicado no UOL

O escritor russo Fiódor Dostoiévski

O escritor russo Fiódor Dostoiévski

Cento e trinta e um anos após sua morte, o escritor russo Fiódor Dostoiévski, um dos maiores nomes da história da literatura mundial, foi processado por incitar o desrespeito a um tribunal. As informações são de reportagem da agência de notícias estatal russa Ria Novasti publicada na quinta-feira (1º).

O processo começou após um morador da longínqua região de Kamchatka, no nordeste da Rússia, usar a palavra “idiota” para se referir a um oponente durante um julgamento, em 2011.

Processado criminalmente por desrespeito ao tribunal, o homem alegou em sua defesa que a “perniciosa influência” da leitura de “O Idiota”, uma das obras-primas de Dostoiévski, publicada em 1869, o havia levado a ofender o adversário, e que o escritor deveria ser investigado por incitá-lo a desrespeitar o tribunal.

Após nove meses de supostas investigações sobre a alegação do homem, o processo foi finalmente arquivado no início deste ano pelo fato de o escritor estar morto desde 1881.

Autoridades judiciais russas são obrigadas a processar todos os requerimentos feitos ao Judiciário, independentemente de parecerem absurdos, segundo uma porta-voz.

O crime de desrespeito a tribunal prevê pena de até seis meses de detenção ou multa de 200 mil rublos (cerca de R$ 14 mil) na Rússia.

Inocentado neste processo, Dostoiévski passou grande parte da vida tendo problemas com a Justiça. Em 1849, o escritor foi condenado à morte junto com outras 19 pessoas por distribuir panfletos contra o governo, mas a sentença foi cancelada na última hora.

Caso tivesse morrido na ocasião, ele não teria escrito seus principais romances, como “Crime e Castigo”, “Irmãos Karamazov” e o livro que teria incitado o desrespeito a tribunal praticado pelo morador de Kamchatka.

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