Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Belas Maldições | Foto inédita da série de TV de Neil Gaiman mostra o visual do Arcanjo Gabriel

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Mensageiro de Deus será vivido por Jon Hamm na adaptação

Arthur Eloi, no Omelete

Belas Maldições, adaptação televisiva da obra de Neil Gaiman, teve uma nova imagem divulgada que mostra o visual do Arcanjo Gabriel, o mensageiro primário de Deus que será vivido por Jon Hamm (Mad Men, Baby Driver) – veja abaixo:

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A trama será ambientada nos últimos dias que antecedem o apocalipse enquanto a raça humana se prepara o julgamento final, acompanhando a procura do anjo enrolado Aziraphale e do demônio Crowley pelo anticristo.

Com David Tennant e Michael Sheen vivendo os protagonistas, o elenco também contará com Jack Whitehall, Michael McKean e Miranda Richardson. Whitehall será Newton ‘Newt’ Pulsifer, um balconista fracassado que torna-se caçador de bruxas; McKean viverá o sargento Shadwell, líder do exército caçador de bruxas; já Richardson será a madame Tracy, uma médium e cortesã que ajuda os dois a salvarem o mundo do apocalipse.

Recentemente a produção também adicionou Anna Maxwell Martin (Philomena) como Belzebu; Mireille Enos (The Killing) viverá Guerra, enquanto Lourdes Faberes (Knightfall) será Poluição.Yusuf Gatewood (The Originals), por sua vez, dará vida a Fome. E o quarto cavaleiro, a Morte? Neil Gaiman brinca: “Torcemos para que a Morte seja interpretada pela Morte”.

Gaiman servirá como roteirista e showrunner dos seis capítulos, que ainda não têm data de estreia definida. A série será uma parceria entre a BCC e a Amazon. O serviço de streaming também abriga Deuses Americanos, outra adaptação da obra do escritor britânico.

Jô Soares lança primeira parte de autobiografia ‘desautorizada’

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Perto dos 80 anos, apresentador ‘exibido’ revisita longa carreira na TV e no teatro

Perto dos 80 anos, apresentador ‘exibido’ revisita longa carreira na TV e no teatro

Jô Soares lança sua biografia – Marcos Alves / Agência O Globo

Patrícia Kogut, em O Globo

SÃO PAULO — Quando Jô Soares completou 18 anos, seus pais perderam tudo. O garoto que tinha estudado nas melhores escolas, uma delas na Suíça, e morava no anexo do Copacabana Palace, viu seus planos de cursar o Instituto Rio Branco serem interrompidos. Em vez disso, foi trabalhar numa firma de exportação de café, desempenhando pequenas tarefas de escritório.

Por força desse golpe do destino e do seu talento incontestável (e inescapável) de criador, entretanto, aos poucos, acabou enveredando pelo show. Aonde ele chegou com isso é notório.

Em “O livro de Jô — Uma autobiografia desautorizada” (escrito com Matinas Suzuki), o artista, que completa 80 anos em janeiro, relata esse caminho. Na sua narrativa, não há acerto de contas, algo tão comum no gênero. Em contrapartida, sobra generosa diplomacia, reforçando a impressão de que o Itamaraty perdeu um ótimo quadro.

Jô é pródigo em lembranças gentis, engraçadas e em boas palavras para todos os que menciona. Vai emendando uma história deliciosa na outra, num fluxo que rompe a ordem cronológica — embora ela esteja na estrutura do texto, que começa com seu nascimento. Ele avança e recua diversas vezes no tempo quando é preciso abrir um parêntese para contar algum caso — e toda hora essa situação se apresenta.

— O livro é assim porque não tenho recalques, a vida me abençoou. É como eu sou, não estou me gabando — esclarece, acrescentando que o trabalho ainda não terminou, pois falta o segundo volume (a ser lançado no segundo semestre de 2018), mas chegou perto da conclusão.

Jô faz os relatos para Matinas, que organiza e mais tarde reenvia para que ele escreva o texto final. É, resume, “um trabalho de estivador”. As longas conversas deles acontecem entre livros e perto do computador. Lá, conserva arquivos e arquivos com registros da carreira e que servem a confirmar datas. Nessa biblioteca, há preciosidades como a “Enciclopédia Larousse” “que foi do vovô Leal e diz, num verbete, que o avião é uma invenção de futuro improvável”. Tudo serve como fonte para a pesquisa, que escava os primórdios da TV no Brasil, os anos dourados no Rio, o mundo do teatro e o da música.

Poliglota, “exibido” (por autodefinição), afiado, o escritor, dramaturgo, ator, diretor, músico, enfim, homem renascentista, ele imprimiu todas essas marcas nessas 445 páginas iniciais. A autobiografia é “desautorizada” porque “nela, não há censura. É diferente de uma biografia não autorizada, que alguém escreve à revelia da pessoa retratada”, diz.

A censura, aliás, é um tema recorrente na conversa. Jô conta que uma das grandes alegrias que teve foi ler a Constituição de 1988, ainda em copião. Ele recebeu o texto das mãos de Ulysses Guimarães, então presidente da Assembleia Nacional Constituinte.

— A censura não volta graças a uma cláusula pétrea e a Dr. Ulysses. Mas essas patrulhas que existem hoje no Brasil são a coisa que mais me choca.

CONTRA QUALQUER ATAQUE À ARTE

Jô fala das críticas sofridas por Daniela Thomas pelo seu mais recente longa, “Vazante” (filme, que foi apontado por alguns como uma “obra racista”).

— É uma sacanagem o que disseram de “Vazante”, tive nojo. O filme é lindo. Condeno veementemente esses ataques. Eles não refletem um zelo com a nossa cultura, ao contrário, espelham um recalque, uma tristeza de quem não tem sucesso. Nada disso aniquila o talento da Daniela.

Em suas memórias, Jô relembra a peça “Timbira”, encenada em 1958, em que Jardel Filho, louro de olhos azuis, interpretava um índio. Antes de entrar em cena, o ator tinha seu corpo inteiramente pintado, trabalho que demorava horas. Depois, colocava uma peruca para completar a caracterização do índio que dava título ao espetáculo. Como isso seria recebido hoje?

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— Algumas pessoas de algum movimento diriam que o ator escalado teria de ser um índio. Mas qualquer um pode fazer qualquer papel, é teatro!

Da mesma forma, Jô acredita que o humor não deve nunca ter barreiras ideológicas.

— Há uma vigilância equivocada, que faz com que muita gente esqueça que o principal é a irreverência. O limite do humor é só o que não é engraçado, o resto é livre. Um exemplo é o Fábio Porchat, que tem um talento natural. Ele pode falar sobre o que quiser! Fez um esquete sensacional sobre uma empresa de telecomunicações que é a patrocinadora do seu espetáculo.

Outra armadilha perigosa, lembra, é a da autocensura prévia. Foi o que quase aconteceu com o Capitão Gay. O personagem foi uma das estrelas de “Viva o Gordo”, nos anos 1980, e um de seus prediletos entre inúmeros que marcaram a carreira. Mas quase não foi ao ar.

— Um belo dia, levantei da cama com uma ideia: criei um personagem gay, uma bicha colorida, alegre — conta. — Quando contei minha intenção, o Borjalo (Mauro Borjalo, que cuidava de controle de qualidade na Globo) resistiu. Disse que havia um militar de alta patente em Brasília cujo sobrenome era Gay e que pareceria uma provocação. Eu reagi, dizendo que não poderíamos censurar o que ainda estava dentro da gaveta. Boni me apoiou, e o personagem foi ao ar, tornando-se um sucesso instantâneo. Anos mais tarde, eu estava num aeroporto e fui interpelado por um desconhecido que se apresentou: “Sabe quem eu sou? O coronel Gay! Quero dizer que adoro o Capitão Gay”. Ou seja, a gente ia censurar uma coisa e o cara ali, adorando.

Na véspera dessa entrevista, Jô tinha gravado o “Conversa com Bial”, no mesmo estúdio que ocupou por tantos anos na Globo (o programa está no Globoplay). Foi comovente para ambos (“chorei, o Bial chorou”):

— Fiquei emocionado por estar ali na posição do entrevistado. Só no dia seguinte, me dei conta de que ele inverteu a ordem da mesa, e eu estava sentado à direita, onde sempre fiquei posicionado no meu programa a vida inteira. Por isso fiquei tão à vontade!

Ao ouvir que essa parece uma observação de um psicanalista, diz que nunca fez análise, embora tenha lido Freud e, mais ainda, Jung.

— Eu quero conviver com meus mistérios. Não sou contra. Acho que todo mundo deve fazer, menos eu. Minha análise é minha profissão.

Perguntado se tem planos na televisão, faz uma negativa com a cabeça:

— Viu a força com que mexi a cabeça? Quase destronquei o pescoço! Depois de 58 anos sem parar, quero parar de fazer TV pelo menos pelos próximos 20.

Em contrapartida, tem muitos projetos no teatro. O primeiro deles é a direção de “A noite de 16 de janeiro”, da russa Ayn Rand (“não resisto a uma peça que tem o nome do dia em que nasci”). Também quer voltar a atuar em “A lição”, de Ionesco. Finalmente, a atriz Bete Coelho, sua amiga, convidou-o a fazer uma adaptação de “The wisdom of Eve” (de Mary Orr). Além da TV, ele só abriu mão do trompete (“não tenho mais saco, exige muita dedicação. Você fica uma semana sem ensaiar e perde o biquinho”).

Instado a escolher, entre tantas áreas de atuação — humorista, escritor, diretor, ator — uma que o defina, sintetiza:

— Sou um artista. Tudo o que faço são dedos da mesma mão.

Hebe, A Biografia, está entre os 10 livros mais vendidos do Brasil

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O livro que conta a vida e a obra de uma das maiores divas da TV brasileira está entre os 10 mais vendidos das livrarias

Publicado no A Crítica

Durante o ano e meio em que se dedicou ao livro, Artur Xexeo conviveu com alguns dos parentes de Hebe, entrevistou seus amigos e gente que trabalhou com ela e mergulhou nos arquivos de sua trajetória. O resultado é um texto incrível, que convida o leitor a fazer parte dessa história, como se estivesse sentado em sua poltrona. Hebe abriu caminhos, foi precursora, apresentou o talk show o Mundo é das Mulheres em uma época em que isso era realmente quebrar padrões. Durante o relato sobre a vida e a obra da diva, é possível também conhecer bastidores e principais personagens que fizeram parte da TV brasileira. O livro foi o primeiro passo de um projeto maior, a Plataforma Cultural Hebe Forever, que terá um musical com estreia prevista para outubro deste ano e ainda, até 2018, exposição com acervo pessoal de Hebe, minissérie para TV, filme, documentário, livro fotográfico, entre outros. Os projetos da plataforma estão em fase de captação de recursos e já tem como principais parceiros Prossegur, EMS, Zurich Seguros, Sony Music, AGP Blindagens, Ibar Refratários, Rio Quente Resorts, Tintas Lukscolor e Global Participações.

O livro de Artur Xexeo e que conta a trajetória de vida e obra de uma das maiores divas da TV brasileira / Divulgação

O livro de Artur Xexeo e que conta a trajetória de vida e obra de uma das maiores divas da TV brasileira / Divulgação

Sobre o autor

Carioca, 65 anos, formado em Comunicação Social, Artur Xexéo é jornalista há quarenta anos. Nesse período, trabalhou nas redações do Jornal do Brasil, do Globo e das revistas Veja e IstoÉ. Autor da biografia Janete Clair: A usineira de sonhos e do livro de crônicas O torcedor acidental, é comentarista da Globo News e da Rádio CBN e colunista do jornal O Globo. Autor teatral, escreveu os musicais Nós sempre teremos Paris e Cartola: O mundo é um moinho. Foi roteirista dos seriados Pé na cova e Sexo e as Negas, da Rede Globo. E espectador a vida inteira dos programas da Hebe Camargo.

Sobre a Plataforma Cultural

Liderado por Cláudio Pessutti, o projeto iniciado com a biografia de Hebe e que segue com o Musical terá ainda diversos eventos culturais, que serão lançados em 2017 e 2018, como a EXPOSIÇÃO com todo o acervo da apresentadora, como roupas e joias, e um FILME, que será desmembrado em uma MINISSÉRIE para TV e um DOCUMENTÁRIO. O anúncio dos próximos passos será realizado em breve, bem como as parcerias de peso que cada produto terá.

“The Raven Cycle”: saga de livros de fantasia será adaptada para TV pelo canal Syfy

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Arthur Brendher, no Series em Cena

Os fãs de sagas e livros de fantasias podem se animar! Entre os novos projetos do canal norte-americano Syfy, destacam-se as adaptações da saga “The Raven Cycle” da autora Maggie Stiefvater, e o drama pós-apocalíptico intitulado “Sand” do autor Hugh Howey.

The Raven Cycle conta a história de Blue Sargent, um garota de 17 anos que se envolve com um grupo de quatro garotos, de uma escola privada e privilegiada, em busca de uma fonte de poder mítico e misterioso escondido em Virgínia. Quanto mais eles se aproximam do controle de seu destino, mais ameaçadoras serão suas jornadas físicas e emocionais, pois Blue descobre que está destinada a matar um dos garotos.

Andrew Miller (The Secret Circle) assumiu o cargo de showrunner da adaptação. Ele vai produzir juntamente com Michael London (The Magicians) da Groundswell Productions e Catherine Hardwicke (Twilight), que também está escalada para dirigir o piloto. A autora da saga, Maggie Stiefvater, irá ser co-produtora e executora da série.

10 livros que estão sendo adaptados para séries de TV

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Fernando Vital, no Café Radioativo

Se você é daquelas pessoas que gostam de estar sempre à frente do restante da humanidade, aqui vai uma lista que deve te fazer feliz. Confira abaixo 10 livros que estão sendo adaptados para a televisão e saiba antes dos seus amigos tudo sobre os prováveis próximos hits da TV.

1. The Nix, de Nathan Hill

A adaptação deste livro de 2016 só tem gente importante envolvida: é produzida por J.J. Abrams (Star Wars), tem como showrunner o John Logan (Penny Dreadful) e será estrelada por ninguém menos que Meryl Streep. Na história, uma senhora hippie vira notícia nacional ao jogar pedras num candidato a governador, em meio à campanha presidencial. Seu filho, um professor fracassado, se encarrega então de escrever um perfil negativo sobre ela e ganhar alguma visibilidade com a publicação do texto.

2. The Underground Railroad – Os Caminhos Para A Liberdade, de Colson Whitehead

Da sinopse oficial: Cora é uma jovem escrava em uma plantação de algodão na Georgia. Quando um recém-chegado da Virgínia, Caesar, revela uma rota de fuga chamada a ferrovia subterrânea, ambos decidem escapar de seus algozes. Mas nada sai como planejado. Cora e Caesar começam a ser caçados, correndo o risco de a qualquer momento serem levados de volta a uma existência terrível sem liberdade. Se isso não bastou, saiba que a produção da Amazon será dirigida por Barry Jenkins, de Moonlight.

3. Today Will Be Different, de Maria Semple

Essa produção da HBO, que terá Julia Roberts como produtora e protagonista, adapta uma comédia que segue um dia desastroso na vida da personagem Eleanor Flood. Disposta a fazer com que aquele dia fosse especial, os imprevistos da vida acabam atrapalhando o plano inicial, que só piora cada vez mais.

4. Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit, de John Douglas e Mark Olshaker

Baseado no suspense policial lançado em 1996, essa série da Netflix com data de estreia marcada para outubro deste ano levará para a tela alguns casos do agente especial do FBI John Douglas. Estrelada por Jonathan Groff, a produção tem como nome principal o cineasta David Fincher (Clube da Luta e Garota Exemplar), além do envolvimento também de Charlize Theron.

5. Vulgo Grace, de Margaret Atwood

Atenção fãs de The Handmaid’s Tale! Mais um livro da incrível Margaret Atwood vai ser adaptado para a televisão. Da Netflix, essa produção contará a história de uma criada do século 19 acusada de matar seus patrões e, por isso, condenada a prisão perpétua. O suspense literário deixa para o leitor o mistério de “será que ela fez isso mesmo?” que deve funcionar muito bem no formato da TV.

6. Objetos Cortantes, de Gillian Flynn

A autora de Garota Exemplar está diretamente envolvida na produção dessa adaptação de seu livro, que segue a protagonista Camille Preake (interpretada por Amy Adams) enquanto ela volta à sua cidade natal para investigar o caso do assassinato de duas adolescentes. Da HBO, a série de oito episódios será dirigida por Jean-Marc Vallée, que também dirigiu toda a primeira temporada de Big Little Lies.

7. Midnight, Texas, de Charlaine Harris

Muitos vampiros, muitos fantasmas, muitos anjos e muitas criaturas sobrenaturais nessa adaptação de outra série literária da mesma autora de True Blood. Tendo como base o programa da HBO protagonizado pela garçonete Sookie Stackhouse, essa vai ser outra produção muito ruim que a gente vai amar mesmo assim.

8. The Miniaturist, de Jessie Burton

De acordo com a sinopse oficial deste thriller, a casa onde a história se passa esconde paixões proibidas e segredos perigosos, debaixo de muita beleza e privilégio. O que isso significa só lendo o livro ou aguardando a estreia da série produzida pela BBC, que tem no elenco a maravilhosa Anya Taylor-Joy (A Bruxa).

9. Swing Time, de Zadie Smith

Essa história é sobre a amizade de duas jovens garotas apaixonadas por dança, mas que são forçadas a seguirem caminhos diferentes na vida. Com as locações indo de Londres para a África, a própria autora será uma das responsáveis pela adaptação.
10. The Twelve Lives of Samuel Hawley, de Hannah Tinti

O produtor de Brokeback Mountain é um dos envolvidos nessa adaptação, que contará a história de um pai solteiro tentando dar uma vida normal à filha enquanto mantém escondido alguns segredos do próprio passado e da vida da mãe da garota.

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