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Brasil tem 18 universidades entre as melhores do mundo; veja quais são elas

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Luiza Belloni, no Brasil Post

Cerca de 18 universidades brasileiras estão no recente ranking das melhores universidades do mundo em 2015, elaborado pelo Center for World University Rankings (CWUR). A Universidade de São Paulo (USP) é a brasileira melhor colocada, no 132º lugar.

Atrás dela, as universidades federais lideram. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aparece na 322ª posição, a Universidade de Campinas, na 404ª colocação, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na 526ª, e a Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), está no 583º lugar.

O ranking mundial é liderado pela Universidade de Harvard, Stanford e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), todas norte-americanas. Em seguida estão as inglesas Universidade de Cambridge e Oxford.

No geral, as universidades dos Estados Unidos, do Reino Unido, Japão e da França são as mais citadas pelo ranking.

Para chegar ao top 1.000 do mundo, o CWUR compara as instituições ao redor do mundo de acordo com a qualidade da educação (número de alunos com premiações internacionais), mercado de trabalho (alunos que obtiveram posições prestigiadas em companhias ou que se tornaram empreendedores de sucesso), a qualidade do ensino (número de prêmios da universidade e dos professores), número de pesquisas publicadas, citações, número de patentes, entre outros critérios.

Veja abaixo as 18 universidades brasileiras citadas pelo ranking deste ano:

Posição mundial Universidade

132 Universidade de São Paulo (USP)
322 Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
404 Universidade de Campinas (UNICAMP)
526 Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
583 Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
589 Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
664 Universidade do Estado de São Paulo (UNESP)
826 Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
915 Universidade Federal Fluminense (UFF)
918 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
919 Universidade de Brasília (UnB)
934 Universidade Federal do Paraná (UFPR)
939 Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
941 Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)
961 Universidade Federal do ABC (UFABC)
974 Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
992 Universidade Federal da Bahia (UFBA)
998 Universidade Federal do Ceará (UFC)

Cotas sociais têm aprovação maior do que raciais, aponta pesquisa

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Hello Research diz que 48% apoia cotas sociais no acesso a universidades.
Total cai para 38% quando pergunta trata de afrodescendentes e minorias.

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Publicado no G1

Os brasileiros são mais favoráveis que universidades públicas adotem cotas sociais como políticas de inclusão de alunos do que cotas raciais, segundo pesquisa feita pela agência de pesquisa Hello Research no primeiro semestre de 2015.

De acordo com o levantamento, 48% dos pesquisados apoiam a política de cotas sociais no ensino superior, enquanto 38% aprovam o uso de cotas raciais.

No caso das cotas sociais, os pesquisados se posicionaram diante da pergunta dos entrevistadores sobre se apoiam a reserva de vagas para alunos que frequentaram o ensino público.

Já quando o levantamento abordou as cotas raciais, eles opinaram sobre reserva para afrodescendentes e minorias étnicas.

A pesquisa ouviu mil pessoas, maiores de 16 anos e em 70 cidades de todas as regiões do país. A margem de erro é de três pontos porcentuais e o índice de confiança é de 95%.

Quando o tema é seleção para o serviço público, 39% são favoráveis, enquanto 34% são contra.

Para Nelson Fernando Inocêncio da Silva, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade de Brasília (UnB), as pessoas ainda têm dificuldade para diferenciar cotas socias e raciais.

“Uma [cota] não anula a outra, mas precisam ser tratadas de formas distintas”, explica.

Cotas raciais são aquelas destinadas a pessoas autodeclaradas pretas, pardas ou indígenas. Já cotas sociais podem ser destinadas para egressos de escolas públicas ou para quem possui baixa renda.

O levantamento também aponta que a classe A é o grupo com maior rejeição à qualquer tipo de cota, sendo 58% contra às cotas raciais e 50% contra às cotas sociais. Segundo Nelson Inocêncio, os dados podem ser o reflexo da discussão sobre o tema no país.

“No Brasil não é difícil de reconhecer a pobreza como um fenômeno que atinge as pessoas. Não temos problema para discutir a pobreza, mas temos para discutir o racismo. É uma das limitações da nossa sociedade”, afirma o especialista.

Somadas, as regiões Norte e Centro-Oeste concentram o maior apoio às cotas, sendo 54% a favor das cotas sociais e 48% a favor das cotas raciais. Em contrapartida, a região Nordeste é a mais desfavorável sobre às cotas raciais (38%), seguida do Sudeste (33%).

Falha em interpretação
João Feres Júnior, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), acredita que a rejeição às cotas raciais se deve à má interpretação feita sobre elas.

“Existe ainda uma impressão disseminada de que as cotas sociais resolveriam o problema das cotas raciais, o que estudos contestam, já que existe desigualdade racial em qualquer faixa de renda”.

Mas o especialista discorda dos dados da pesquisa, já que, segundo ele, “existem pesquisas que apontam que a aceitação para cotas raciais está crescendo”.

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Política de cotas
Em agosto de 2012, o Ministério da Educação adotou a política de cotas sociais e raciais no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Em 2013, as universidades federais e institutos tecnológicos destinaram 12,5% das vagas para alunos de escolas públicas e, dentro deste universo, um percentual para estudantes autodeclarados pretos, pardos ou indígenas. Em 2014, 25%. Em 2015, 37,5%. Em 2016, 50% das vagas serão para cotistas.

Nelson Inocêncio aponta que ainda é necessária uma discussão profunda sobre as cotas raciais, já que elas remontam para o passado do país.

“O racismo no Brasil é histórico. Quando continuamos com esse medo de discutir a questão racial, o prejuízo vai ser para a sociedade brasileira, porque discutimos para superá-lo”.

O professor também afirma que a educação é essencial para entender a questão racial no Brasil. “Eu acredito que a gente precisa trabalhar com a informação, com a produção de conhecimento, com a nossa cultura e as nossas contradições. Os brasileiros precisam se conhecer mais, inclusive para ter uma posição crítica sobre eles mesmo”.

Os sete critérios para escolher as melhores universidades da América Latina

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USP ficou em 1º lugar no ranking das melhores universidades da América Latina (Foto: Wikimedia Commons)

USP ficou em 1º lugar no ranking das melhores universidades da América Latina (Foto: Wikimedia Commons)

Entre principais quesitos de ranking – que neste ano teve USP e Unicamp nos primeiros lugares – está avaliação com base em consulta a acadêmicos e empresas.

Publicado no G1

Novamente número 1. A Universidade de São Paulo (USP) voltou a ser escolhida como a melhor da América Latina.

É a quinta vez que a maior universidade pública do Brasil recebe a láurea desde que a consultoria de educação superior Quacquarelli Symonds (QS) começou a publicar o ranking em 2011.

Em apenas um ano – 2014 – a USP foi superada por outra instituição: Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC), que desta vez ficou em terceiro lugar.

Três universidades brasileiras (USP, Unicamp e UFRJ) e duas chilenas (UC e Universidade do Chile) ocupam o “top 5″.

Completam a lista das dez melhores universidades mais duas brasileiras (Unesp e UnB), duas mexicanas e uma colombiana.

Enquanto isso, na compilação das 100 melhores instituições de educação superior da região, o Brasil lidera com 18, seguido pela Argentina, com 15 e o Chile, com 14.

Mas em que se baseia este ranking?

Para obter a resposta, a BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, consultou a responsável pela lista, a QS, sediada em Londres, no Reino Unido.

A empresa se dedica a promover universidades e em 2004 criou um ranking das melhores instituições de ensino em todo o mundo.

O enorme interesse gerado pela lista levou a consultoria a criar compilações regionais, como é o caso do levantamento latino-americano, cuja publicação teve início em 2011.

Critérios

Martin Juno é o analista responsável pelo ranking latino-americano.

Juno explica à BBC Mundo que sete “indicadores” são usados para montar a lista.

Os dois primeiros são os mais importantes, respondendo por 50% da pontuação recebida por cada universidade.

Eles refletem a reputação da instituição de ensino, tanto entre outras universidades internacionais quanto entre empresas que empregam os recém-graduados.

Para medir tais parâmetros, o QS diz entrevistar mais de 50 mil acadêmicos e 13 mil empregadores em todo o mundo.

Os outros cinco indicadores têm menor peso (10% cada).

Um deles é a proporção entre alunos e professores.

Segundo QS, sete critérios são usados para montar compilação

Outro envolve a quantidade de professores que possuem doutorado.

A consultoria também dá especial valor ao tema da pesquisa científica e à publicação em revistas especializadas.

Tal indicador é medido avaliando o número de estudos nos quais cada universidade foi citada e quantas pesquisas foram realizadas por cada professor.

Finalmente, a QS avalia a página da universidade na internet, para saber se os estudos acadêmicos estão disponíveis online.

Parâmetros
Juno disse que a posição de uma universidade no ranking é diretamente relacionada com sua “internacionalização”, ou seja, como está conectada com o resto do mundo.

“Quanto mais parcerias internacionais uma universidade tem, melhor ela é”, diz ele.

Mas nem todos concordam com tais parâmetros de qualidade.

Especialista em educação, o chileno Mario Garcés Durán, diretor da consultoria ECO Educación y Comunicación, diz à BBC Mundo que há critérios mais importantes que não são levados em conta na avaliação da QS.

“Essa classificação aplica-se a uma lógica de (mais…)

Renomadas e gratuitas, universidades alemãs atraem cada vez mais alunos estrangeiros

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Instituições de renome não cobram matrículas ou mensalidades; vários cursos de graduação e mestrados são em inglês; para alemães, modelo traz benefícios.

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Publicado no G1

Certa noite, na cozinha de sua casa na zona rural do Estado da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, Hunter Bliss disse à sua mãe, Amy Hall, que pensava em se candidatar a uma vaga em uma universidade na Alemanha.

Hall pensou se tratar de uma brincadeira e riu, dizendo que, se ele fosse admitido, teria seu apoio.

“Quando Hunter foi aceito, comecei a chorar”, conta ela, que é mãe solteira. “Estava feliz por ele, mas tinha medo de deixá-lo ir para tão longe de casa.”

Nesta época do ano, muitos pais americanos veem seus filhos saírem do ninho para dar início aos estudos universitário, mas nunca foram tantos aqueles que têm como destino este país em um outro continente e a mais de 7,7 mil quilômetros de distância.

A razão disso está no acesso a uma educação de qualidade e gratuita, como a oferecida pelas universidades alemãs, uma combinação que atrai cada vez mais jovens americanos e de outros países.

Nos últimos três anos, o número de alunos americanos matriculados em universidades alemãs aumentou 20%, para 4,6 mil.

Enquanto a Alemanha aboliu a cobrança de matrícula para alunos do país e estrangeiros, neste mesmo período, o total das dívidas contraídas por estudantes dos Estados Unidos para pagar pela universidade aumentou para US$ 1,3 bilhões (R$ 4,9 bilhões).

Grande economia
Bliss hoje estuda Física na Universidade Técnica de Munique, uma das mais renomadas da Europa, e, a cada semestre, paga uma taxa de US$ 120.

Este valor inclui um cartão para usar o transporte público gratuitamente na capital da Baviera.

O seguro saúde de estudantes na Alemanha custa cerca de US$ 87 ao mês, bem menos do que sua mãe pagaria por um plano de saúde nos Estados Unidos.

Para cobrir a taxa, o seguro e outros gastos, como alojamento e alimentação, ela envia a Hunter entre US$ 6 mil e US$ 7 mil por ano, o que no seu país não seria suficiente para cobrir o custo da universidade mais próxima de casa, a Universidade da Carolina do Sul.

Mesmo com uma bolsa, o preço de estudar nesta universidade americana não seria menor do que US$ 10 mil ao ano. E o custo de alojamento, livros e outros gastos tornariam esta cifra ainda mais alta.

Por isso, Bliss só precisou de um pouco de ajuda da matemática para convencer sua mãe a deixá-lo ir para a Alemanha.

“Você quer pagar tudo isso ou só isso?”, disse ele para Hall, acrescentando que isso permitiria economizar cerca de US$ 60 mil ao fim de quatro anos.

Diferença notável
Katherine Burlingame também está aproveitando as vantagens financeiras de estudar na Alemanha.

Formada pela Universidade Estatal da Pensilvânia, ela está cursando um mestrado em Cottbus, no leste do país, por menos de US$ 570 por mês, incluindo alojamento, transporte e plano de saúde.

Além disso, recebe uma bolsa mensal do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD, na sigla em alemão) de US$ 815, com a qual cobre seus gastos.

“Fiquei surpresa quando me dei conta de que, assim como os alemães, também podia estudar gratuitamente”, diz Burlingame.

“Os processo de admissão é bem simples, e não cobram matrícula. Quando descobri isso, pensei: ‘que incrível!’.”

Em comparação, no ano acadêmico de 2014-2015, as universidades privadas americanas cobraram de seus alunos mais de US$ 31 mil em matrícula e mensalidades. Em algumas, este custo supera US$ 50 mil.

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Já as universidades públicas cobram US$ 9 mil daqueles que residem em seus Estados, mas quem vem de fora precisa desembolsar US$ 23 mil, segundo o College Board, uma organização sem fins lucrativos.

Enquanto isso, a única coisa que o estudante tem de pagar na Alemanha é uma taxa semestral, que raramente supera US$ 170, para financiar a associação estudantil e outras atividades; com frequência, esse valor inclui o direito a usar o transporte público.

E a barreira imposta pelo idioma não é um problema. Burlingame não precisa, por exemplo, falar alemão para fazer seu mestrado, no qual tem aulas com alunos de 50 nacionalidades. O curso é ministrado inteiramente em inglês.

Hoje, na Alemanha, há mais de 1.150 programas acadêmicos inteiramente em inglês, como resultado da Declaração de Bolonha, de 1999, que estimulou a livre circulação de estudantes da União Europeia e transformou o inglês em língua franca nas universidades dos seus países membros.

No entanto, de acordo com estudantes e especialistas, conhecer o idioma alemão é indispensável para aproveitar ao máximo a experiência. E, em alguns casos, um certificado de domínio desta língua ainda é pré-requisito para alguns cursos ou bolsas.

Quem ganha com isso?
A um custo médio de US$ 14,6 mil por estudante para o país, resta a pergunta: o que a Alemanha ganha com isso?

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Só em Berlim, por exemplo, há 25 mil estudantes estrangeiros, o que gera um custo anual de US$ 364,3 milhões, que é pago pelos contribuintes.

“Mas, para nós, não deixa de se atraente que pessoas de outros países tragam conhecimento e experiências que acabam criando postos de trabalho quando estes estudantes têm ideia para abrir um negócio e ficam em Berlim para concretizá-la”, diz o secretário para assuntos de ciência da cidade, Steffen Krach.

E, segundo Sebastian Fohrbeck, da DAAD, metade dos estudantes estrangeiros decide permanecer na Alemanha.

“Mesmo sem cobrar matrícula, basta que cerca de 40% fiquem por cinco anos, pagando impostos, para recuperarmos os custos. Ou seja, o sistema funciona bem”, explica Fohrbeck, para quem a imigração de pessoas qualificadas é uma boa solução para um país com uma população cada vez maior de aposentados e com cada vez menos jovens entrando no mercado de trabalho.

Fohrbeck vê os estudantes estrangeiros como uma possível solução para o problema demográfico da Alemanha: “Reter estes estudantes é a forma ideal de imigração: eles têm os diplomas necessários, não têm problemas com o idioma e em conhecer a cultura”.

Isso pode durar?
Segundo Krach, os estudantes alemães não têm com o que se preocupar, porque cidades como Berlim ampliaram muito suas vagas em universidades e há espaço para todos.

Wolfgang Hermann, da Universidade Técnica de Munique, acredita ser possível que, no futuro, os estudantes estrangeiros tenham que pagar para garantir que as universidades alemãs possam competir globalmente.

Mas tanto estudantes quanto educadores alertam que a eventual introdução de mensalidades baratas – que Hermann estimou em um valor entre US$ 5,4 mil e US$ 11 mil -, poderia impedir que estudantes talentosos de algumas regiões do mundo estudassem na Alemanha.

E, em Berlim, o governo local garante que, no momento, não planeja passar a cobrar. “Não vamos cobrar mensalidades de estudantes estrangeiros”, assegura Krach.

“Não queremos que a possibilidade de entrar na universidade dependa do status social nem que o intercâmbio entre países dependa unicamente de aspectos financeiros.”

Nos Estados Unidos, a mãe de Bliss se pergunta por que seu país não pode oferecer a seu filho uma educação de qualidade a um preço acessível.

“Sinto que ele tem uma educação maravilhosa, de forma completamente gratuita. Por que não podemos fazer o mesmo aqui?”

Fohrbeck, da DAAD, acredita que os Estados Unidos e outros países podem aprender algo com a experiência alemã.

“Se um país educa bem sua força de trabalho, isso beneficia todo o país.”

Greve atinge 39 universidades federais

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Publicado no Estadão [via UOL]

Com o corte de repasses do governo federal às universidades federais desde o início do ano e a falta de negociação sobre o reajuste salarial, professores e funcionários de 39 instituições decidiram nesta quinta-feira, 28, pela greve.

A paralisação de docentes foi aprovada em 18 universidades e a de funcionários técnico-administrativos, em 39. Eles pedem reposição de 27% de perdas salariais durante o governo Dilma Rousseff e revisão do contingenciamento de recursos às instituições. “O governo não negocia conosco, as federais vão fechar por inanição nos próximos meses se nada for feito”, disse Paulo Rizzo, presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).

Com R$ 7,5 milhões em dívidas e uma das situações mais críticas, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)enfrenta a partir de segunda, 1º, greve dos funcionários. A paralisação vai afetar também o Hospital São Paulo. Em nota, a universidade disse entender a importância da pauta dos servidores.

Na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a biblioteca ficou fechada nesta quinta e, a partir desta sexta, 29, o restaurante universitário só servirá refeições para os alunos bolsistas.

Em nota, o Ministério da Educação disse que mantém diálogo com todos os setores das universidades federais e que sempre atende “tanto quanto pode, segundo realidades conjunturais, recursos disponíveis, agendas e acordos consagrados”. Também criticou a decisão pela greve sem que “seja precedida por um amplo diálogo”.

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