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Enem 2016: Como estudar para prova de inglês se divertindo

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Fonte: Shutterstock

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Veja formas fáceis de aprender inglês para o Enem 2016 se se divertindo

Publicado no Universia Brasil

A prova de inglês do Enem dá medo em muita gente. Ela tem textos longos e exige bastante das suas habilidades de interpretação. Ela costuma pedir o significado de frases a partir de textos ou tirinhas, normalmente em português. Em outras palavras: não basta ter vocabulário para se preparar para esta prova. Você precisa ter experiência com interpretação de textos em inglês.

A boa notícia é que eles não precisam ser textos chatos. Existem vários tipos de texto fáceis de ler e até mesmo divertidos (até se você não gosta de livros). E mais: você não precisa ter um nível altíssimo de inglês para entender.

A seguir, conheça alguns meios de exercitar a sua interpretação no inglês sem morrer de tédio:

1. RELEIA (EM INGLÊS) UM LIVRO QUE VOCÊ GOSTA
Esse é um ótimo jeito de começar! Afinal, você já conhece a história. Isso diminui bastante a chance de você se perder, mesmo se as coisas começarem a se embaralhar. Outra vantagem é que você já vai entrar preparado para a linguagem do livro. Quando você for escolher o seu livro, pense se a linguagem dele é de fácil entendimento. Se o livro era complicado em português, ele vai ser muito mais difícil de entender numa língua em que você não é fluente.

2. INVISTA NOS LIVROS PARA JOVENS ADULTOS
Os livros para jovens adultos (conhecidos como YA, ou young adults), são boas escolhas por serem escritos para ser de fácil entendimento e terem histórias envolventes e divertidas. Aqui vão algumas sugestões de livros:

Percy Jackson e os Olimpianos – Rick Riordan (Percy Jackson and the Olympians)
Jogos Vorazes – Suzanne Collins (The Hunger Games)
A Saga dos Corvos – Maggie Stiefvater (The Raven Cycle)
Maze Runner – James Dashner
Os Instrumentos Mortais – Cassandra Clare (The Mortal Instruments)

Você, provavelmente, pensou também em Harry Potter, mas cuidado para não levar um susto com o inglês britânico. O inglês ensinado no Brasil costuma ser o norte-americano, e algumas expressões e construções de frase típicas dos ingleses pode acabar confundindo alguém, principalmente em uma primeira leitura.

3. LEIA TRABALHOS DE FÃS
Se o seu medo é o tamanho dos livros, trabalhos escritos por fãs (conhecidos como fanfictions, ou fanfics) são uma boa opção. Sites como o Archive of Our Own oferecem uma coleção enorme de textos de todos os tamanhos sobre séries, filmes e livros. Todos são gratuitos e podem ser lidos no próprio site ou baixados para o seu celular em vários formatos (inclusive pdf e epub, o formato aceito pelo Play Books).

Por exemplo, se você leu Percy Jackson (em português ou em inglês), pesquisando o nome no AO3 é possível descobrir vários textos sobre a obra. Eles podem ser continuações da história ou histórias completamente diferentes com os personagens do livro. É só pesquisar o que você quer, e provavelmente alguém vai ter escrito algo sobre isso. Não se esqueça de conferir a classificação indicativa dos textos e as tags antes de ler, elas costumam dar uma noção bem precisa do conteúdo do trabalho.

4. LEIA LETRAS DE MÚSICAS
Essa dica é ótima para quem já gosta de músicas em inglês. A letra da maior parte das músicas é simples de interpretar. Por mais que a prova de inglês do Enem exija um pouco mais do que a interpretação necessária para entender uma letra de música, elas são ótimas para construir vocabulário e deixar lhe dar mais confiança antes de você partir para textos mais complexos.

Para aumentar a efetividade dessa técnica, é importante que as letras estejam disponíveis no seu dia-a-dia. Dificilmente você vai querer parar o seu dia para ler uma letra da Rihanna. Mas se ela estiver disponível no tempo gasto esperando um ônibus por exemplo, as chances de você parar para ler são muito maiores. Por isso, aplicativos para celular como o Musixmatch, que mostra a letra de uma música (com tradução!) quando ela começa a tocar, são muito úteis.

Se você ainda está inseguro, lembre-se que existem várias ferramentas para lhe ajudar. Se você estiver lendo um e-book, alguns aplicativos podem ser bem úteis. O Play Books, por exemplo, oferece o significado de uma palavra quando você toca nela. Para livros físicos, anotar palavras desconhecidas para consultar mais tarde oferece mais confiança e ainda ajuda você a construir seu vocabulário. E lembre-se, nos seus estudos, o Google Tradutor é seu amigo.

Estudante brasileiro ganha prêmio da Academia Americana de Neurologia

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(Foto: Arquivo Pessoal)

(Foto: Arquivo Pessoal)

 

Bruno Vaiano, na Galileu

Gusthavo Cândido não é fácil. Entre 2014 e 2015, por meio do programa Ciência sem Fronteiras (CsF), passou parte da graduação na Universidade de Wiscosin e na célebre Universidade de Harvard, considerada a melhor do mundo, ambas nos Estados Unidos. Em Boston, também fez estágio obrigatório em um hospital pediátrico.

Como se a visita não fosse suficiente, o aluno de medicina da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em Minas Gerais, superou os próprios colegas e foi agraciado pela Academia Americana de Neurologia (AAN) com um prêmio intitulado “Estudante de Medicina por Excelência em Neurologia”. A premiação é anual e exclusiva para estudantes de universidades americanas e canadenses. A avaliação considera todo o desempenho acadêmico do aluno, entre notas, cartas de recomendação e sua trajetória pessoal.

Além das disciplinas de graduação tradicionais, ele participou de projetos científicos com a pós-graduação. Em Wiscosin, pesquisou a regeneração axonal em pacientes que sofreram lesões na medula espinhal e, em Harvard, a morte súbita por epilepsia, conhecida no jargão médico como SUDEP. Nas faculdades de medicina americanas, projetos como esse, análogos à iniciação científica brasileira, são uma disciplina do currículo básico chamada “estudos dirigidos”, e não atividades paralelas à grade horária.

“No laboratório há alunos de graduação, pós-graduação e pós-doutorado”, explica Cândido em entrevista à GALILEU. Para ele, isso faz toda a diferença. “Essa disciplina tem muito mais recursos. Há um tempo já reservado para dedicar às atividades. Isso une a prática à teoria e a pesquisa.”

O estudante considera o modelo melhor que o adotado pela iniciação científica (IC) das nossas universidades. “Aqui a IC é algo particular, você precisa se desdobrar, arranjar um tempo. Por vezes, não temos apoio. Lá é algo muito mais formalizado”, afirma. Cândido também acredita que as universidades brasileiras devam adotar os métodos de seleção utilizados no exterior.

(Foto: Arquivo Pessoal)

(Foto: Arquivo Pessoal)

 

“Nosso vestibular é lamentável. Aqui, a avaliação teórica é 100% do processo seletivo. Lá, a prova é só um terço ou até um quinto do que é levado em consideração, é muito mais amplo”, explica o estudante. “O resto consiste em entrevistas dirigidas, que vão realmente identificar seu perfil, seus interesses, projetos e aspirações, além de seu histórico profissional e acadêmico e cartas de recomendação de gente que realmente conhece você e a área em que você quer se especializar”.

O futuro médico, porém, tem esperança. “Acho que ainda vamos avançar nisso. Precisamos ampliar as oportunidades.” Para ele, o Ciência sem Fronteiras foi uma porta aberta para a ciência e o ensino em universidades que estão entre as melhores do mundo, e uma oportunidade de conviver com pessoas de todas as origens e culturas. Sobre a supervisão de seu desempenho acadêmico, ele garante: a convivência com alunos e professores talentosos é o único estímulo necessário para manter as próprias médias em dia.

“Quando alguém vai fazer graduação fora, o objetivo é aprender. Ter um bom desempenho e se aprimorar. Quando você supera seus próprios limites e, além de aprender, contribui e propõe novas ideias, é emocionante”, comenta Cândido. “A situação da ciência brasileira não é boa, e esse é um estímulo para lidar com as adversidades que ainda vamos encarar.”

Se depender dele, que pretende continuar a carreira acadêmica na neurociência e nas ciências cognitivas, o país só pode melhorar.

*Com supervisão de Isabela Moreira

Fuvest 2017: Inscrições para o vestibular começam nesta 6ª-feira

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Candidatos aprovados no vestibular 2016 na Universidade de São Paulo (USP) recebem trote com tintas e confetes (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)

Candidatos aprovados no vestibular 2016 na Universidade de São Paulo (USP) recebem trote com tintas e confetes (Ricardo Matsukawa/VEJA.com)

 

O prazo para os candidatos interessados começa às 10 horas de amanhã e termina às 23h59 do dia 8 de setembro

Publicado na Veja

O período das inscrições para a Fuvest 2017 começa nesta sexta feira às 10 horas da manhã. Segundo a Fundação Universitária para o Vestibular, responsável por organizar o vestibular, o prazo para os candidatos realizarem a inscrição no site termina às 23h59 do dia 8 de setembro. Este ano, a taxa custa 160 reais e pode ser paga até 9 de setembro, no horário comercial dos bancos. Em 2015, os candidatos deveriam pagar de 145 reais para realizar a prova. O resultado do pedido de isenção da taxa será divulgado também amanhã.

Nesta edição, serão selecionados 8.734 alunos para carreiras na USP e 120 para os cursos de medicina na Faculdade Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Em 21 de novembro ocorre a divulgação dos locais da primeira fase e as provas de conhecimentos gerais serão aplicadas em 27 de novembro. Já em 19 de dezembro, a Fuvest vai disponibilizar a lista dos aprovados para a segunda fase do vestibular, que ocorre nos dias 8, 9 e 10 de janeiro. Os portões se abrem 12h30 e fecham às 13 horas.

Sisu na Usp

A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e a Escola de Comunicação e Artes (ECA) já decidiram destinar parte de suas vagas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que prevê a entrada de candidatos pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A Escola Politécnica (Poli) reservou 10% das vagas no sistema de seleção, sem destinar vagas exclusivamente para os alunos oriundos do ensino público.

O número de vagas no Sisu subiu de 1.996 para 2.338.Em comparação com o vestibular 2016, houve um aumento de 45%.

Obras obrigatória
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Em março deste ano, os organizadores também divulgaram a lista de livros que os estudantes devem ler para realizar a prova. Estão relacionadas para a seleção deste ano nove obras, e a novidade é o romance Mayombe, do autor angolano Pepetela. É a primeira vez que um escritor africano aparece na relação da Fuvest.

Saiba de 6 vícios que você precisa eliminar agora da sua redação

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É preciso saber escrever com objetividade, clareza e coerência

Publicado no Paraíba Total

1369752179479-concursoNum mundo dominado por e-mails, redes sociais e aplicativos de mensagens como o WhatsApp, a comunicação escrita tem um espaço central no cotidiano. Mais do que nunca, é preciso saber escrever com objetividade, clareza e coerência — ainda mais em situações profissionais.

Ter uma boa redação não é um “luxo” dispensável: a competência é decisiva para o sucesso em qualquer segmento de atuação.

“A excelência na escrita tem impacto direto sobre a carreira”, diz Rosângela Cremaschi, professora de comunicação da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e consultora na RC7. “É comum que ela se traduza em promoções, aumentos salariais e visibilidade no mercado de trabalho”.

Além de trazer benefícios para o indivíduo, o cuidado com a linguagem também faz bem para a saúde das empresas: quanto maior a qualidade do diálogo entre as pessoas, mais fáceis se tornam os acordos. Bons textos geram bons negócios.

Mas como aperfeiçoar a sua redação e gerar oportunidades para si mesmo e para o seu empregador? Um bom começo é conhecer alguns vícios muito comuns, mas fáceis de eliminar, como os que você verá a seguir:

1. Usar expressões “difíceis” (que não significam o que você pensa)

Quem nunca leu (ou escreveu) algo como “Essa questão deve ser discutida junto ao departamento de RH”? Segundo Cremaschi, a expressão “junto a” significa “perto de”. Pode até parecer mais culto dizer que você discutiu a questão junto ao departamento, mas isso não faz sentido: escreva simplesmente que a discutiu com o departamento.

“Posto que” é outra expressão elaborada que muita gente emprega equivocadamente, afirma Diogo Arrais, professor de português do Damásio Educacional. O sentido correto é adversativo (como “embora”), e não causal (como “já que”). A norma culta prevê que você diga algo como “Posto que estivesse chovendo, fui à praia”, e não “Posto que fizesse sol, fui à praia”.

Outro exemplo é a palavra “assertivo”, muito usada no discurso corporativo com o sentido de “preciso”, “exato” e “correto”, talvez pela semelhança sonora com a palavra “acerto”. O significado, porém, é outro: uma pessoa assertiva é aquela que expõe e defende suas ideias com firmeza, autoconfiança e vigor.

2. Insistir em fórmulas prontas

Segundo o professor Diogo Arrais, do Damásio Educacional, muitos profissionais ainda enfeitam suas redações com frases consagradas, que pouco ou nada acrescentam à mensagem. Exemplos típicos da correspondência profissional são “Venho por meio desta” ou “Sem mais para o momento”.

Além de soarem pouco naturais, essas fórmulas alongam o texto desnecessariamente e criam barreiras para a compreensão do seu recado. Quer manter um diálogo mais claro e genuíno com o seu leitor? Revise seu texto e corte todas as frases e expressões que estão ali só por convenção.

3. Repetir, repetir, repetir

“Muita acredita que, para que o interlocutor compreenda bem sua mensagem, é preciso ‘reforçar’ o texto com a repetição de informações e palavras”, diz Cremaschi. Na verdade, é o contrário: a redundância só serve para cansar e desconcentrar o outro.

Para sanar o problema, a dica é usar conjunções, como “entretanto”, “porém” e “embora”, e pronomes relativos, como “dos quais”, “onde” e “cujo”, que criam conexões entre as ideias e dispensam a necessidade de retomá-las várias vezes.

Pesquisar sinônimos para as palavras que precisam ser repetidas também é interessante, recomenda Arrais. O dicionário não é o “pai dos burros”, como se costuma dizer, mas o aliado dos curiosos.

4. Ignorar possíveis duplos sentidos

Na frase “A diretora discutiu com o gerente o seu descontentamento com a equipe”, de quem é o descontentamento: da diretora ou do gerente? Desprovida de recursos como o tom de voz e as expressões faciais, a comunicação escrita é especialmente suscetível a mal-entendidos. Um erro bastante comum é negligenciar esse risco, deixando de ler o texto com o olhar do interlocutor.

“Ao escrever, dê uma pausa, vá buscar um café e depois o releia, a fim de checar se não há dupla interpretação”, diz Cremaschi.

Cuidar da pontuação também ajuda a evitar a ambiguidade. Basta ver a diferença entre “Pegue o livro, que está na gaveta” e “Pegue o livro que está na gaveta”. No primeiro caso, há um único livro, e seu lugar é a gaveta. No segundo, pode haver vários livros, mas apenas o que está na gaveta deve ser pego.

5. Cometer velhos erros

Mesmo profissionais de alto gabarito hierárquico escorregam em velhos tópicos de gramática, endereçados desde os tempos de escola. Os verbos “haver” e “fazer” são exemplos típicos. Muita gente já sabe que ambos devem permanecer no singular quando têm sentido de existência ou tempo transcorrido. No lugar de “Fazem dois anos” e “Haviam dados”, deve-se escrever “Faz dois anos” e “Havia dados”. Mas a forma incorreta ainda aparece em muitos textos profissionais, diz Cremaschi.

Em parte, a reincidência em erros antigos se explica pela correria da rotina. Mas não é apenas isso. “A maioria das pessoas escreve com pouquíssima atenção”, explica Arrais. “Para evitar esses lapsos, você precisa pensar no seu leitor e fazer uma revisão do que redigiu antes de apertar o botão ‘enviar’”.

6. Falhar na padronização

Outro vício comum é negligenciar regras básicas sobre sinais e abreviações. Não é mero formalismo: num texto profissional, a padronização ajuda a deixar a comunicação mais limpa e clara. “Quando o texto respeita um sistema conhecido, a leitura se torna mais fluida”, explica Cremaschi.

A professora chama a atenção para a notação do horário: o símbolo de hora é “h”, o de minuto é “min” e o de segundo é “s”. Para descrever uma duração, usa-se “das 9h às 10h30″, por exemplo. O símbolo “min” só será obrigatório se também forem citados os segundos. Você pode escrever, por exemplo, que uma determinada prova olímpica dura 1h15min10s.

As siglas também precisam seguir um padrão. Na primeira vez em que citar algo como o BNDES, escreva primeiro o nome correspondente por extenso, desta forma: “Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”. A partir daí, fique à vontade para usar só a sigla quando mencionar a instituição.

11 filmes que vão te ajudar a estudar para o vestibular

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(Foto: Divulgação) "A Lista de Schindler"

(Foto: Divulgação) “A Lista de Schindler”

 

Quem disse que só dá para estudar com uma apostila?

Publicado na Galileu

Se seus olhos não aguentam mais correr por páginas de conteúdo para o ENEM, não se preocupe. A GALILEU fez uma seleção especial de filmes nacionais e estrangeiros que irão te ajudar a entender melhor vários capítulos dos seus livros de história e geografia.

1. OLGA (2004)

A história de Olga Benário Prestes, alemã judia de orientação comunista. Ela vai a Moscou para um treinamento militar e é enviada ao Brasil com Luís Carlos Prestes para liderar a Intentona Comunista de 1935. A revolta fracassa, e Olga, grávida de sete meses, é deportada pelo governo de Getúlio Vargas para a Alemanha Nazista, onde vai parar em um campo de concentração. Essencial para entender a situação política do Brasil durante a ascenção de Hitler.

2. ADEUS LÊNIN (2004)

A professora Kathrin Sass, moradora da antiga Alemanha Oriental e ferrenha defensora do regime soviético, tem um ataque cardíaco e entre em coma. Nos oito meses que passa desacordada, o Muro de Berlim vai para o chão, a Guerra Fria acaba e a Coca-Cola chega ao lado leste da capital alemã. Alexander, seu filho, sabe que o choque da mudança seria forte demais para a saúde da mãe, e arma uma enorme encenação para que a professora pense que tudo ainda está como antes. Essencial para entender a última grande mudança na geopolítica internacional.

3. O NOME DA ROSA (1986)

A adaptação cinematográfica do livro mais famoso de Umberto Eco, dirigida por Jean-Jacques Annaud, conta a história do frade franciscano Guilherme de Baskerville e seu aprendiz Adson von Melk, que são chamados para desvendar um crime insólito: sete monges foram mortos ao longo de sete dias e sete noites em uma abadia. A história é fictícia, mas a ambientação medieval é precisa, e dá uma ideia excelente do que era a Europa na época.

4. CENTRAL DO BRASIL (1998)

A histórica estação de trem do Rio de Janeiro dá nome ao clássico brasileiro dirigido por Walter Salles, que retrata a história de Dora, uma mulher que trabalha no terminal ferroviário carioca redigindo cartas para pessoas analfabetas. Entre os viagentes que atende, estão Ana e seu filho Josué, do sertão nordestino. Quando Ana morre atropelada ao sair da estação, Dora assume a missão de levar o garoto de volta para casa. O filme faz um retrato socioeconômico do Brasil capaz de gabaritar qualquer prova.

5. LINCOLN (2012)

O drama histórico dirigido por Steven Spielberg narra os últimos meses da vida do 16º presidente americano, quando ele pressionou a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos a aprovar uma emenda à Constituição que iria abolir formalmente a escravidão no país. Um capítulo essencial dos livros de história.

6. NASCIDO EM QUATRO DE JULHO (1989)

O soldado americano Ron Kovic, interpretado por Tom Cruise, volta paraplégico da Guerra do Vietnã e se torna um ativista político. A história mostra as condições a que eram submetidos os militares que voltavam debilitados do front e a reação da opinião pública americana à intervenção no sudeste asiático durante a Guerra Fria. Um retrato da turbulência política nos EUA das décadas de 1960 e 1970.

7. CORAÇÃO VALENTE (1995)

O filme dirigido por Mel Gibson conta a história de William Wallace, guerreiro escocês e herói medieval que lutou contra a opressão do rei inglês Eduardo I no século 13. Houve críticas a certas imprecisões históricas no roteiro, mas o longa ainda é uma das melhores formas de conhecer uma operação militar do final da Idade Média.

8. 12 ANOS DE ESCRAVIDÃO

Mais real do que isso, impossível. O filme foi baseado na autobiografia de Solomon Northup, um homem negro que nasce livre no estado de Nova York, no norte dos EUA, mas é capturado e vendido como escravo em Louisiana, onde trabalha por 12 anos. Um aula sobre o país no século XIX, dividido entre o norte progressista e o sul conservador.

9. A LISTA DE SCHINDLER (1993)

A história de Oskar Schindler, empresário alemão que salvou mais de mais de mil judeus durante a Segunda Guerra Mundial contratando-os para trabalhar em sua fábrica. Um clássico essencial para compreender o Holocausto.

10. SPARTACUS (1960)

O escravo que liderou uma revolta contra a decadente República Romana ganha vida nas mãos do diretor Stanley Kubrick. Na história, por sua desobediência, ele é sentenciado a combater como gladiador. Uma ótima alternativa para entender a cultura, a política e os costumes romanos na virada para o Império.

11. GANDHI (1982)

O filme biográfico épico narra a vida de Gandhi, que liderou o movimento de desobediência civil não-violenta na defesa da independência da Índia, que passou a primeira metade do século XX como colônia britânica. A direção de Richard Attenborough rendeu ao filme oito Oscars, incluíndo o de melhor filme.

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