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Consegue descrever a que cheira um livro antigo? Ferramenta inédita ajuda a traduzir o cheiro em palavras

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CHRISTOPHE SIMON/ Getty Images

CHRISTOPHE SIMON/ Getty Images

 

Um grupo de investigadores criou uma “roda dos aromas” para livros antigos, semelhante à que existe para o vinho, que ajuda a relacionar as subjetivas percepções olfativas com os químicos identificáveis

Publicado no Visão

Não se avalia um livro pela capa, mas… e pelo cheiro? Apesar de ser um dos primeiros aspectos que salta “à vista” num livro antigo, descrever a que cheira não é fácil. Num novo estudo, publicado no Heritage Science, um grupo de investigadores britânicos, da Universidade de Londres, tentou criar uma série de diretrizes para caracterizar, e até, possivelmente, recriar, cheiros antigos, recorrendo a um dos mais inequívocos: o dos livros.

Para isso, criaram uma ferramenta semelhante à que existe para classificar os vinhos, a que chamaram “Roda dos Aromas dos Livros Históricos”.

Em laboratório, a equipa fez uma análise química dos compostos orgânicos voláteis emitidos pelos livros, uma vez que o papel é conseguido atrás da madeira e se encontra em constante decomposição, libertando compostos químicos que se misturam, formando um aroma único. Através desta análise, os investigadores conseguiram analisar a “assinatura química” dos livros.

Com essa informação, esperam os autores do estudo, liderados por Matija Strlič, poderá ser mais fácil perceber o estado real de um livro e as possíveis ameaças à sua integridade. “Os cheiros têm informação sobre a composição química e a condição de um objeto”, explica Matija Strlič, ao Smithsonian.com.

Com a ajuda de visitantes do Museu e Galeria de Arte de Birmingham e de um painel de pessoas recrutadas para cheirar livros na história biblioteca de Wren, na Catedral de São Paulo, a equipa da Universidade de Londres levou depois a cabo uma análise sensorial. Aos visitantes do museu, foram apresentados oito aromas, que incluíam café, mercado de peixe e um livro antigo. Os participantes tinham de responder a um questionário, que incluía uma descrição dos cheiros.

Ao outro grupo foi pedido que descrevessem o que cheiravam quando entravam numa biblioteca, a partir de 21 aromas possíveis, como “amêndoa” ou “chocolate” mas podendo também usar as suas próprias palavras.

Se as palavras mais usadas pelos visitantes do museu para descrever o cheiro dos livros foram “chocolate”, “café” e “antigo”, os “cheiradores” escolheram descrições como “madeira”, “fumo” e “terra”. Foi a partir desta análise que os investigadores criaram a “Roda dos Aromas”.

Fotos “facebook” de livraria francesa tornam-se virais

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Publicado no CRI Online

A livraria Librairie Mollat em França está redefinindo o termo “facebook”. Uma série de fotos criativas postadas na sua conta do Instagram combinam capas de livros com o rosto de leitores ou funcionários da livraria. As fotos criam ilusões divertidas, se tornando populares nos meios sociais.

A conta no Instagram da livraria tem já 21 mil seguidores.

A Librairie Mollat, em Bordeaux, a primeira livraria independente na França, já se tornou uma atração turística e muitos visitantes têm passado pela livraria para encontrar um livro com o qual o seu rosto combine perfeitamente.

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Fonte: portuguese.people.com.cn

Fãs de Harry Potter poderão visitar a Floresta Proibida em Londres

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Simulação da nova área da Floresta Proibida no Warner Brothers Studios Tour, em Londres - Reprodução / Warner Brothers Studios

Simulação da nova área da Floresta Proibida no Warner Brothers Studios Tour, em Londres – Reprodução / Warner Brothers Studios

 

Área que será inaugurada em março no Warner Bros. Studios terá Bicuço em tamanho real

Publicado em O Globo

RIO – Cenário presente em todos os livros e filmes de Harry Potter, a Floresta Proibida será a nova atração do Warner Brothers Studios Tour, em Londres. A área será aberta oficialmente em 31 de março, mas os ingressos já estão sendo vendidos.

Os estúdios na capital britânica viraram grande atração turística graças aos cenários, maquetes e objetos usados nas gravações dos livros da saga e que levam os visitantes para dentro da história. A Forbidden Forest (em inglês) promete ser a mais imersiva das atrações do tour.

Para entrar na floresta, os visitantes precisarão de lanternas, já que o lugar deve ser realmente sombrio, como nos livros e filmes. Para dar um efeito mais realista, serão usadas as mesmas técnicas de cenografia e iluminação empregadas nos sete filmes.

O bosque terá 19 árvores, cada uma com 3,66 metros de diâmetro. Entre elas, estarão escondidas representações em tamanho real de alguns dos animais fantásticos mais famosos da série, como a aranha gigante Aragogue (e suas patas de 5,50 metros de comprimento) e o hipogrifo Bicuço (Buckbeak, em inglês).

Os visitantes – que, ao contrário dos estudantes de Hogwarts, terão permissão de entrar na floresta – também encontrarão por lá figurinos de personagens, como Hagrid.

A área The Forbidden Forest fará parte do tour completo pelo estúdio. Os ingressos custam 39 libras esterlinas para adultos, 31 libras para crianças de 5 a 15 anos, e 126 libras para uma família de dois adultos e duas crianças. Mais informações em wbstudiotour.co.uk.

Não ficção para jovens é um dos destaques da Feira de Frankfurt

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Visitantes chegam à feira de Frankfurt, que foi aberta com discursos dos presidentes da Alemanha e da Finlãndia, cujo país é homenageado deste ano (Foto: Daniel Roland/AFP)

Visitantes chegam à feira de Frankfurt, que foi aberta com discursos dos presidentes da Alemanha e da Finlãndia, cujo país é homenageado deste ano (Foto: Daniel Roland/AFP)

Roberta Campassi, na Folha de S.Paulo

Uma tendência notada na Feira do Livro de Frankfurt, maior evento editorial do mundo, que acabou no domingo (12), foi o aumento no número de obras de não ficção para jovens –público que já abocanha enorme fatia do mercado com livros de ficção.

Muitas dessas obras são adaptações de livros adultos –biografias, autoajuda, história– para os leitores jovens.

Nos EUA, alguns exemplos são a versão juvenil de “Invencível”, de Laura Hillenbrand, e de “O Poder dos Quietos”, de Susan Cain.

No Brasil, um sinal do interesse dos jovens adultos na não ficção foi a volta de “O Diário de Anne Frank” às listas de livros mais vendidos —tudo porque no romance “A Culpa É das Estrelas”, de John Green, os personagens vão ao museu Casa de Anne Frank.

“Quem compra o Diário’ é o mesmo jovem que lê ficção. É um público voraz”, afirma Bruno Zolotar, diretor de marketing da Record.

Na feira, a Record adquiriu o infantil “Malala, a Brave Girl from Pakistan/Iqbal, a Brave Boy from Pakistan”, de Jeanette Winter. A Companhia das Letras tem a versão juvenil de “Eu Sou Malala”, da Nobel Malala Yousafzai.

Para o público adulto, houve disputa maior por literatura de qualidade, na avaliação de Otávio Marques da Costa, publisher da Companhia. Provam isso as negociações concorridas de “The Girls”, de Emma Cline, e “Fates and Furies”, de Lauren Groff. Ambos ficaram com a Intrínseca.

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Frankfurt em números

270 mil
foi o número de visitantes, ante 275 mil no ano passado, a menor visitação em seis anos; para editores, a comunicação via internet reduz ano a ano a importância de encontro

58 editoras brasileiras
participaram do evento, ante cerca de 170 em 2013, quando o Brasil foi o país convidado da feira

US$ 2 milhões
é, segundo especulações do mercado, o valor pelo qual a Random House adquiriu a trilogia literária “The Girls”, da estreante Emma Cline, que aqui ficou com a Intrínseca

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