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7 ideias para aliar livros e decoração

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Karina Belluzzo, no Pode Entrar

(Foto: Divulgação Dennys Tormen)

Quando meu marido e eu mudamos de apartamento, enfrentamos certa dificuldade em encontrar um móvel para guardar nossos livros. Encontrávamos várias estantes, mas todas muito quadradas. Buscávamos certo design, algo mais colorido e divertido.

Cansamos de procurar e resolvemos pedir para um marceneiro elaborar nossa pequena biblioteca – unindo nossos objetivos com esse móvel e adequando à estrutura da sala. O resultado ficou ótimo, com muita praticidade, otimizando o espaço e trazendo cor para a casa.

Para ajudar quem está enfrentando dificuldade similar ou quer apenas mudar um pouco o lugar dos livros, reúno algumas ideias!

Aproveite! Mude e decore com livros!

(Foto: Divulgação David Garcia Studio) Móvel com cara de escultura, do estúdio dinamarquês David Garcia. A inclinação varia de acordo com a quantidade e peso dos livros.

(Foto: Divulgação Nobody & Co) Nada melhor que a união de livros e poltrona. Foi o que fez a Nobody & Co, que transformou os objetos em um único móvel!

(Foto: Divulgação Nobody & Co)

(Foto: Divulgação Nobody & Co)

Você pode escolher entre a Bibliochaise ou a Bibliopouf. Há também uma prateleira cheia de estilo.

(Foto: Divulgação Shawn Soh Design) Livro e brincadeira. Essa opção transforma a leitura em um universo ainda mais mágico. Criada pela design Shawn Soh é feita de metal e não de madeira. A artista buscou preservar as árvores nessa criação. É uma opção divertida para quarto infantil, mas pode ser adaptada para qualquer ambiente.

(Foto: Divulgação Studio Ginepro)

De volta aos anos 80. Essa é a proposta dessa estante, inspirada no videogame Pacman.

(Foto: Divulgação Presse Citron) Essa opção é no formato de prateleira, mas também pode ser adaptada para um nicho, decorado com moldura.

(Foto: Divulgação Jocelyn Deris) Essa é boa para decorar um canto que esteja perdido na casa. A estante e a escada se tornam uma peça única e que se completam. Esse móvel, de Jocelyn Deris, cabe até 100 títulos.

(Foto: Divulgação Dennys Tormen)

E para terminar, a minha peça preferida – estante Vaco! Ela é idealizada pelo design industrial brasileiro Dennys Tormen. O móvel é montado exclusivamente pelo encaixe de peças cortadas a laser. Em 2010 esse projeto foi vendido para a PepsiCo, que atualmente detêm os direitos de uso dentro do ramo alimentício e de bebidas. A Vaco foi publicada na AT Magazine de Israel e escolhida como uma das 10 melhores estantes para livros pela holandesa DePers.

Nada a perder, muito a ganhar

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Segundo volume do livro de Edir Macedo lidera lista geral

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Repetindo a estratégia usada no primeiro livro (mega lançamentos com milhares de fiéis), Nada a perder vol.2 (Planeta) disparou na liderança da lista geral, vendendo 31.123 exemplares, três vezes mais do que o 2º lugar, 1889 (Globo). “Perder”, só no nome mesmo.

Em 3º lugar, com uma diferença de apenas 40 exemplares, ficou Kairós (Principium), que ainda trouxe de volta para a lista de autoajuda, Ágape (Globo), do mesmo autor Padre Marcelo.

Um 20º lugar na lista de ficção pode parecer pouco, mas para um selo recém chegado no mercado, com apenas 5 livros publicados, é um resultado surpreendente. O livro De repente, o destino, da Única, selo de ficção da Editora Gente,vendeu 638 exemplares e garantiu seu lugar na lista de ficção.

Steve Jobs ainda continua influenciando o mundo e a lista dos mais vendidos. Com a estreia do filme Jobs, dois livros sobre o tema voltaram para a lista: O fascinante império de Steve Jobs (Universo do Livro) e Steve Jobs (Companhia das Letras). A velha dobradinha de sucesso, pipoca e livro.

Outras novidades na lista da semana foram: em ficção, Peça-me o que quiser (Suma das Letras) e Uma prova de amor, da autora Emily Giffin Novo Conceito); infantojuvenil, De volta aos quinze (Gutenberg), Chico Bento moço (Panini) e Risque, rabisque, desenhe e pinte para meninas (Usborne); negócios, Terapia financeira (DSOP).

No ranking das editoras, a Sextante manteve o 1º lugar, com 15 livros, Intrínseca, 2º lugar, com 13, e Record em 3º lugar, com 10. Em 4º lugar, Vergara & Riba, com 8. Todos da coleção Diário de um banana.

Dicionário reúne frases machistas que dão uma ideia de como o sexo feminino é percebido

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Publicado no Nem Lolita Nem Balzaca

Reprodução

Doutora em Literatura Portuguesa e autora de mais de 20 livros, a escritora Salma Ferraz acaba de lançar uma obra diferente das usuais, o Dicionário Machista – Três mil anos de frases cretinas contra as mulheres (Jardim dos Livros, 175 págs., R$ 19,90). A compilação reúne citações de pensadores, músicos, celebridades e anônimos, que dão uma ideia mais seletiva do que os homens pensavam sobre as mulheres e o que as mulheres pensavam sobre elas mesmas.

– Mas o principal motivo é mostrar a estupidez e irracionalidade do machismo, deixar registrado isto, para que sigamos em direção a um mundo melhor. Demorou 2 mil anos para que as mulheres conquistassem seu espaço no Ocidente. Sempre digo que a iluminação não tem volta. Temos que caminhar para a frente. Homens não são superiores às mulheres e vice-versa – explica a autora.

Ao escrever sobre o tema, Salma percebeu que a sociedade avançou, mas precisa levar a conquista adiante.

– Estou lendo livros da escritora de Moçambique Paulina Chiziane e fiquei impressionada com o machismo reinante em muitos países da África – conta.

No livro aparecem ideias de Jesus Cristo a Nietzsche, de Machado de Assis a Vinicius de Moraes, de Marilyn Monroe a Carla Perez e, segundo a autora, a maioria das frases foi pesquisada no contexto em que foram escritas.

– Quanto à frase atribuída a Jesus (“Toda mulher que se fizer homem entrará no Reino dos Céus”), pensei bem e vejo que teria sido melhor ter sido deixada de lado, porque esta frase pertence aos Apócrifos, que são textos não canônicos. Mas é importante notar que puseram uma frase machista na boca de Jesus, que em absoluto, nunca foi machista. Pelo contrário, ele foi talvez o primeiro feminista da história do Ocidente: defendeu as mulheres, andava rodeado de mulheres e apareceu primeiro a uma mulher – diz.

Garante, ainda, que as mulheres são muito mais machistas do que os homens:

– Sim, afinal quem cria e educa os homens?

Avanços e retrocessos — Os avanços, segundo Salma, são consideráveis. Dizem respeito aos movimentos feministas (principalmente na década 1960), a criação no Brasil das Delegacias da Mulher, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, em 2003, no Governo Federal, da Lei Maria da Penha, em 2006.

Apesar disso, diz que é preciso tomar cuidado com o chamado “machismo cordial”.

– Lógico que as mulheres no Ocidente já têm um lugar ao sol, ou pelo menos direito a um raio de sol, muito diferente do Oriente, em especial, países muçulmanos. Mas existe ainda um ranço de machismo suave, aquele que transforma a mulher num mero objeto sexual descartável. No Brasil, há outro tipo de escravidão, a da Bunda, na qual a mulher dança com o rosto voltado para a parede. Não importa seu nome, só sua bunda que fica voltada para o público masculino, é o que eu denomino de a hiperbunda midiática – critica.

Mesmo com todas as críticas, Salma cuida, no entanto, para não distorcer as impressões.

– Também não podemos radicalizar e tirar o que é espontâneo no brasileiro. A mulher geralmente sabe identificar e separar uma brincadeira de uma frase com cunho machista – completa.

Algumas frases citadas no livro:

“Mulher só é fiel à moda”. Justino Martins

“A mulher sem filhos é uma mulher morta”. Talmude

“Fraqueza, teu nome é mulher”. Shakespeare, em Hamlet

“Há sempre um macaco na mais bela e angelical das mulheres”. Balzac

“A mulher ideal é sempre a dos outros”. Stanislaw Ponte Preta

“Mulher é igual a música: depois que fica velha ninguém canta”. Para-choque de caminhão

“A mulher, quando pensa, pensa mal”. Publílio Siro

“Só respeitamos as mulheres que não desejamos”. Roland Dorgelès

“A mulher é um homem que não trabalha”. Esther Vilar

“Vais ver mulheres? Não esqueças o açoite”. Nietzsche

Bienal do Rio termina com mais vendas em relação a 2011

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Foram vendidos 3,5 milhões de exemplares contra pouco mais de 2,8 milhões na edição anterior

Publicado na IstoÉ Dinheiro

A Bienal do Livro de 2013 vendeu quase 700 mil livros a mais que a edição de 2011, conforme divulgado neste domingo (8) pelos organizadores do evento. Foram 3,5 milhões de exemplares em 2013, contra pouco mais de 2,8 milhões de dois anos atrás. Apesar do crescimento, o número de frequentadores diminuiu: este ano, foram 660 mil visitantes, 10 mil a menos que os 670 mil de 2011.

Sônia Jardim, presidenta do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, chamou a atenção para a presença de jovens no evento. “Passaram por nossos corredores autores de diferentes perfis, mas é impossível não destacar a grande presença dos jovens. Eles sempre deram brilho à Bienal, mas nos últimos anos vêm se tornando o maior público leitor do país”.

Tradicional destino de excursões escolares, a Bienal de 2013 recebeu 145 mil estudantes, quase um quarto do público total.

O número de autores presentes no evento, 163 brasileiros e 25 estrangeiros, foi um recorde, segundo os organizadores. Neste ano, foram investidos R$ 5 milhões na programação cultural, 20% a mais que em 2011.

Outro dado foi o número de livros vendidos por comprador, que saltou de 5,5 para 6,4, de 2011 para 2013, uma alta de pouco mais de 16%.

Em 2014, o evento ocorrerá em São Paulo. A Bienal do Livro volta à capital fluminense entre 20 e 30 de agosto de 2015.

Bruna Vieira lança De Volta aos Quinze: “É um livro que fala sobre escolhas, fases e destino”

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Leia entrevista com a blogueira e baixe o primeiro capítulo de sua nova obra

Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

Bruno Dias, na Capricho

Depois do sucesso do livro Depois Dos Quinze – Quando Tudo Começou a Mudar (Editora Gutenberg), um apanhado de crônicas e contos publicados no blog depoisdosquinze.com, Bruna Vieira pegou gosto em escrever livros e acaba de lançar seu primeiro romance: De Volta aos Quinze (Editora Gutenberg), uma trilogia sobre uma garota de 30 anos chamada Anita, que volta no tempo para tentar entender melhor as escolhas do presente.

De Volta aos Quinze teve seu lançamento oficial no dia 1º de setembro, dentro da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, onde esgotou todos seus exemplares no local e de quebra entrou para a lista de livros mais vendidos da livraria Saraiva.

Antes de fazer mais uma sessão de autógrafos na Bienal do Rio, no próximo sábado (7), Bruna Vieira conversou com o site da CAPRICHO e falou tudo sobre sua nova empreitada literária. A blogueira e escritora também liberou com exclusividade pra gente o primeiro capítulo de De Volta aos Quinze, que vocês podem baixar aqui e aqui.

CAPRICHO – O que as meninas podem esperar do seu primeiro romance, De Volta aos Quinze?
Bruna Vieira – É um livro que fala sobre escolhas, fases e destino. Uma história que tem tudo a ver com esse nosso universo atual de blogs, redes sociais e internet, mas que também, graças a viagem no tempo, possui referências dos anos 90. A personagem principal, Anita, tem trinta anos e acha que a felicidade está nas escolhas certas que deixou de fazer, mas descobre que no final das contas, se a gente olhar de uma perspectiva diferente (no caso dela, literalmente! hehe), tudo tem um bom motivo pra acontecer – até aquelas coisas deixam nosso coração apertadinho antes de dormir.

Quanto tempo você levou para escrever o livro?
Escrevi o De Volta aos Quinze em mais ou menos cinco meses, mas passei um bom tempo só olhando pro Word em branco, esperando a inspiração aparecer. Foi complicado porque nesse mesmo período muitas coisas aconteceram na minha vida. Acabei transferindo a intensidade dos meus sentimentos para a personagem. Como já disse uma leitora do blog, sou tipo a Taylor Swift dos livros. hahaha

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Porque você optou por uma trilogia? Já começou a escrever pensando nesse formato ou ele surgiu depois que você já tinha começado?
A editora sugeriu e como a história rendia bastante, decidimos dividir em três obras. Anita volta no tempo em períodos diferentes, então cada livro fala sobre um deles. No De Volta aos Quinze, primeiro livro da trilogia, ela tem 15 anos de novo e está prestes a enfrentar o primeiro dia de aula, no ensino médio. Sabemos muito bem que isso pode ser assustador, né?

Seu primeiro livro é autobiográfico. O que tem de Bruna Vieira em De Volta aos Quinze? Em que a Anita se parece com você?
O primeiro livro foi um copilado de crônicas e contos que publiquei no blog e outros inéditos que escrevi entre os 15 e 18 anos. A ideia inicial era transformar o blog em um produto e permitir que as leitoras do Depois Dos Quinze, que acompanharam toda minha trajetória até ali, se sentissem ainda mais próximas. O projeto deu tão certo (já são 4 edições) que recebi o convite pra publicar outro livro. Apesar de termos feito essa brincadeira com os nomes das obras, a segunda não é autobiográfica. Anita também veio do interior, mas vê e vive a vida de um jeito bem diferente.

Você se inspirou em alguém para criar a personagem Anita?
Desde que mudei pra São Paulo comecei a andar com pessoas bem mais velhas. Ainda não entrei na faculdade, então acabei me aproximando da galera que conheci graças ao blog – todos de agência, editora, produtora, etc. Esse choque de gerações, já que eles estavam formados há anos e eu havia acabado de terminar o ensino médio, me ensinou muitas coisas. Conviver diariamente com pessoas de outras épocas me fez perceber que os principais conflitos de quando ainda somos adolescentes continuam com a gente de certa forma na fase adulta, só que com as experiências da vida, vamos aprendendo a lidar com eles de um jeito diferente.

Anita tem um pouquinho de cada amigo com mais de vinte anos que conheci durante os últimos meses. Inicialmente ela é insegura e acredita que sua vida não é exatamente como sempre sonhou porque fez as escolhas erradas quando mais nova. Com a viagem no tempo e a possibilidade de mudar o passado, vai aprendendo que os erros são tão importantes quanto os acertos.

De Volta aos Quinze esgotou na Bienal do Rio e já entrou para lista de mais vendidos da Saraiva. Você esperava essa repercussão? Como as meninas tem recebido seu novo livro?
Confesso que quando comecei a escrever o romance achei que não conseguiria chegar até a última página. Escrevo na internet desde os quinze, mas são textos bem curtos e quase sempre sobre a minha própria vida. Criar uma história e ficar tanto tempo em uma personagem só foi um desafio, mas acabei me divertindo muito. Anita virou minha amiga e me ajudou a entender certas coisas. Fico realmente muito feliz por saber que os leitores estão gostando da história e já cobrando uma continuação. Participar da Bienal e saber que todos os livros foram vendidos na primeira hora de autógrafos foi surreal. Espero que seja assim nos outros estados também.

No dia 7 de setembro você vai estar novamente na Bienal do Rio. Pretende fazer alguma surpresa pra quem aparecer por lá?
Hummmmm. Estamos preparando uma surpresa que tem tudo a ver com moda. Ainda não posso dar muitos detalhes, mas acho que os leitores vão adorar a novidade. Ah, e claro, prometo o tradicional look do dia, batom vermelho e delineador.

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Já se acostumou com o título de escritora?
Sempre quando perguntam minha profissão fico pensando na hora de responder. Algumas pessoas menosprezam o título de blogueira, como se fosse alguém que fica o dia inteiro atoa na internet, mas tenho muito orgulho em dizer que só consegui realizar meus maiores sonhos, incluindo publicar um romance, graças ao Depois Dos Quinze. Então acho que minha profissão oficial ainda é blogueira de comportamento, pois o que eu gosto mesmo de fazer é contar histórias. Seja em uma página na internet, para uma amiga no restaurante ou em um livro com 200 páginas.

Quais são os autores que te inspiram na hora de escrever?
Gosto do John Green e da Paula Pimenta, suas histórias são envolventes e sempre nos ensinam alguma coisa sobre a vida. Também costumo ler crônicas da Martha Medeiros e da Tati Bernardi. Esses autores me fazem querer terminar seus livros logo para poder ligar o computador e escrever também. Adoro!

E quem não conseguir ir até a Bienal do Rio, Bruna Vieira fará o lançamento de De Volta aos Quinze no dia 19 de setembro, às 18h, no shopping Pátio Paulista, em São Paulo.

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