Posts tagged Volta
Promo de quinta (9)
0Olá, devoradores de livros.
Hoje é dia de blockbuster na “Promo de Quinta”. A V & R volta a marcar presença com a gente, desta vez com com o volume + recente da bombadíssima série Diário de um banana. #osmanopira
Confiram a sinopse do livro:
O Dia dos Namorados está chegando e Greg Heffley continua sozinho. Mas um baile organizado pela escola pode mudar tudo. Ele precisa encontrar uma garota urgentemente. Para isso, conta com a ajuda de outro “solteirão”, Rowley, seu melhor amigo.
Nesta semana, o livro deu a Jeff Kinney o prêmio de “Autor do ano” no Children’s Book Council. É a segunda vitória seguida do escritor. Para ficar por dentro de todas as notícias, recomendamos curtir a fan page da série e juntar-se a + de 370 mil fãs. :-O
E aê, quer concorrer a 2 exemplares de Diário de Um Banana 7 – Segurando Vela? É facinho: basta seguir os perfis @diariobanana @PublishNews @LivrosePessoas e tuitar (ou dar RT) na mensagem abaixo, com a hashtag #AmoLer:
Curto livros legais e quero ganhar “Diário de um Banana – Segurando Vela”, presente do @PublishNews e @LivrosePessoas #AmoLer
Às 17h30 divulgaremos os nomes dos sortudos internautas premiados. Semana que vem tem + prêmios, people.
Até lá! ![]()
Big abraço
Parabéns aos ganhadores: Rangel Lobo e Nane Pereira. =)
Poeta, morador de rua volta para casa depois de 30 anos
0Publicado no UOL
Raimundo Arruda Sobrinho, que viveu 35 anos na rua, 18 deles em um canteiro central em uma área nobre da zona oeste da capital paulista, foi morar na casa de familiares em Goiânia. Poeta, ele foi localizado pelo irmão após ter seu trabalho divulgado por uma admiradora.
Sasha Grey: a ex-estrela pornô lança o seu primeiro romance
0Entrou em mais de 200 filmes para adultos, mas nos últimos anos deu um novo rumo à sua carreira. Agora estreia-se na literatura.
Publicado por Público
Entrou em mais de 200 filmes para adultos, mas nos últimos anos a americana Sasha Grey, 25 anos, tem dado um novo rumo ao seu percurso.
Primeiro foi a protagonista do filme The Girlfriend Experience de Steven Soderbergh, tendo depois participado em vários projectos no universo da arte contemporânea (por exemplo, o artista plástico Julião Sarmento criou retratos dela) e lançou-se também na música com o projecto aTelecine, para além de actuar regularmente na condição de DJ pelo mundo. Faltava a literatura.
Dizemos faltava, porque acaba de lançar o seu primeiro romance, The Juliette Society, à volta de uma mulher que entra para um clube secreto, explorando os universos do sadomasoquismo. Trata-se de uma novela erótica que está a gerar enorme expectativa. Em Inglaterra diz-se mesmo que o seu livro se poderá tornar no sucessor do enorme sucesso de Cinquenta Sombras de Grey de EL James (Lua de Papel) , o livro em torno do sexo que se tornou num êxito o ano passado, vendendo pelo mundo cerca de 40 milhões de cópias.
O livro vai ter edição em mais de 40 territórios e, ao que parece, Hollywood já mostrou interesse em passar a história para o ecrã. Sasha Grey retirou-se da indústria porno há quatro anos. Agora escreve sobre Catherine, uma jovem estudante de cinema, que entra para um clube de sexo secreto. À imprensa tem dito que tentou criar qualquer coisa de muito diferente. “A maior parte das novelas desde género existem num mundo híper-fantasista, na linha das comédias românticas. Eu quis criar qualquer coisa que as pessoas pudessem sentir que lhes poderia acontecer também a elas. O meu personagem não anda à procura do par ideal.”
No livro, sexo e violência, andam a par, o que tem gerado algumas críticas junto das poucas pessoas que já leram a obra. Mas ela defende-se: “algumas coisas podem ser vistas como ofensivas por algumas pessoas, mas é preciso entender que existe uma larga comunidade de pessoas à volta do mundo que se sente ostracizada pelas suas manias sexuais e é necessário falar disso de uma forma totalmente aberta”, justificou.
Admirável mundo sem livros
0Sérgio Rodrigues, na Veja
O Pop Literário de Sexta volta com o curta-metragem inglês The last bookshop (“A última livraria”), de Richard Dadd e Dan Fryer, produção independente recém-saída do forno que imagina um futuro distópico com toques de “Admirável mundo novo” e “1984”.
Resta no mundo uma única – e maravilhosa – livraria. Essa notável resistência comercial se deve exclusivamente à teimosia do velho dono, que não vê um cliente cruzar a porta da loja há vinte e cinco anos. Até que um dia aparece por lá um garoto e…
Um alerta: com vinte minutos de duração, o filme tem diálogos e não está disponível em versão legendada. Atenção para o nome do Grande Irmão, que é revelado perto do final triste e pessimista (mas não completamente): GamaZone. (Via Paris Review.)
Clarice Lispector e a procura do livro desejado
0Marcela Ortolan, no Livros e Afins
Já vi em alguns lugares a seguinte fala: “Não existem pessoas que não gostam de ler, existem pessoas que ainda não encontraram um livro que gostem de ler”. Gostei do mote da campanha.
Uma das variações é dizer que “a pessoa não achou o seu livro preferido”, que me fez pensar: simplesmente não é possível achar um livro preferido lendo apenas um. Para descobrir que aquele é seu livro preferido a pessoa vai ter que ler, pelo menos, alguns livros para comparar. Além disso, é possível ter vários livros preferidos ao longo da vida.
De toda forma não é esse o foco da discussão que proponho aqui.
O fato é que leitores habituais ou esporádicos volta e meia estão atrás de um livro que os encante. Aquele livro mágico que os faça querer ler em qualquer lugar e momento, que diga mais sobre o leitor do que ele podia desconfiar.
E a gente nunca sabe que livro é esse, mas o queremos.
A notícia que trago para aqueles que já passaram por isso é que não estamos sozinhos: mesmo grandes autores passam por isso. Pelo menos é a conclusão que cheguei após ler este pequeno texto que faz parte da coletânea de crônicas A Descoberta do Mundo, de Clarice Lispector:
O Livro Desconhecido
“Estou à procura de um livro para ler. É um livro todo especial. Eu o imagino como a um rosto sem traços. Não lhe sei o nome nem o autor. Quem sabe, às vezes penso que estou à procura de um livro que eu mesma escreveria. Não sei. Mas faço tantas fantasias a respeito desse livro desconhecido e já tão profundamente amado. Uma das fantasias é assim: eu o estaria lendo e de súbito, a uma frase lida, com lágrimas nos olhos diria em êxtase de dor e de enfim libertação: “Mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!” p. 233, Clarice Lispector, A Descoberta do Mundo (1999/1984)
Estamos todos sempre a procura do livro desconhecido.
A minha sugestão é: continue a sua busca. Leia, leia, leia. Talvez você nunca ache o livro perfeito, entretanto esse caminho será ainda mais prazeroso e cheio de descobertas do que seria sem todos estes livros.
Boa procura.
























