A caverna (5)

“São os velhos que em cada hora envelhecem um dia, é o trabalho que deixou de ser o que havia sido, e nós que só podemos ser o que fomos.”

“Enquanto houver vida, haverá esperança.”

“As demonstrações de afecto, para serem viris, têm de ser rápidas, instantâneas.”

“Há certas coisas que se chegam a dizer-se uma vez é para nunca mais.”

“Na vida tudo são fardas, o corpo só é civil verdadeiramente quando está despido.”

José Saramago, em A caverna (Companhia das Letras).

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One thought on “A caverna (5)

  • 29 de abril de 2009 em 12:39
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    não é a toa que o cara ganhou o nobel né?

    poxa, estou me interesando neste livro

    Resposta

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