John Green revela quais são seus livros e casais preferidos da literatura YA

Emanuelle Najjar, no Cabine Literária

Em entrevista para o The Wired, John Green revelou ao público quais são os seus livros young adults preferidos.

Durante a conversa, Green se declarou fã dos livros do gênero: “nós somos muito sortudos por termos um acervo muito grande de literatura Young adult – muitos e ótimos livros YA.”. Ao ser perguntado se haveria casais adolescentes nos filmes e na literatura que pudessem tê-lo inspirado o autor listou seus interesses:

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“Todos os casais das novelas de Maureen Johnson e Sarah Dessen. E. Lockhart escreve grandes histórias de amor, simplesmente deliciosas. Essas são as inspirações para mim, eu acho. Gosto também de alguns romances adolescentes em filmes, realmente gosto do casal em “Meninas Malvadas” (Cady – Lindsay Lohan – e Aaron – Johnattan Bennet)” declarou o autor.

“Outro filme que vem à mente é “Easy A” (No Brasil como “A Mentira”), um filme muito inteligente e interessante sobre a adolescência.”, respondeu também, sem se lembrar do nome dos personagens.

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Quando perguntado sobre o que o atrai em um romance, John foi categórico: “Tem que haver um obstáculo em um romance, certo? Eu gosto quando o obstáculo é autêntico. Eu amo o casal Eleanor e Park (“Eleanor & Park” de Rainbow Rowell) e o que eu adoro na história é que o obstáculo não é como oh, ela tem um namorado ou qualquer coisa assim. O obstáculo é o mundo. O obstáculo é a vida.”

John Green usou também os livros The Disreputable History of Frankie Landau-Banks (“O Histórico Infame de Frankie Landau-Banks”, de E. Lockhart) e “Two Boys Kisssing” (de David Levithan) como exemplos de temáticas que o atraem.

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“Acho que o amor de verdade está ligado a temas maiores. Acho que quando você se apaixona por alguém, está em um determinado ponto da sua vida e certas coisas estão acontecendo no mundo e é uma grande interação. Acho que é particularmente importante agora. Temos um monte de histórias de amor, não necessariamente nos livros, mas na vida real, que não teriam sequer sido possíveis há 50 anos porque as pessoas não podiam ser elas mesmas. Esse é um momento de o amor moldar a história e também a história moldar o amor.”

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