Brasil decepciona e perde para Bulgária na decisão da Copa do Mundo de Quadribol

Placar da final da Copa do Mundo de Quadribol; Brasil terminou com o vice
Placar da final da Copa do Mundo de Quadribol; Brasil terminou com o vice

Publicado no ESPN

No futebol, decepção na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo – derrota por 3 a 0 para a Holanda, em Brasília. No quadribol, mais uma noite triste para o esporte brasileiro. A Bulgária derrotou o esquadrão nacional na decisão da Copa do Mundo de Quadribol por 170 a 60, disputada no Deserto da Patagônia, na Argentina.

Este foi o resultado final da competição esportiva mais popular no ‘Mundo bruxo’ de Harry Potter, franquia de livros de sucesso da autora J.K. Rowling, que decidiu aproveitar a repercussão do torneio de futebol para promover uma série de textos sobre a competição de quadribol.

A britânica, desde o início da Copa do Mundo no Brasil, publicou uma série de contos sobre o Mundial de Quadribol sob o codinome da personagem Rita Skeeter, repórter-sensacionalista dos livros.

Parte do relato sobre a decisão mostra a popularidade dos búlgaros, do ‘herói’ Viktor Krum – personagem presente no quarto livro da saga – e jogador experiente de quadribol; ele pegou o pomo de ouro que deu 150 pontos e decidiu o jogo para os búlgaros, e de como o Brasil teve um desempenho surpreendente na competição.

No relato, disponível no site insider.pottermore.com, Rita Skeeter e Gina Weasley, esposa de Harry Potter e jornalista, contam sobre o ambiente da final e até resumem a participação dos jogadores até a decisão.

Rita Skeeter, repórter-sensacionalista, escreve isso:

“Os camarotes estão cheios. O presidente da Federação Internacional de Quadribol, Mentor Metaxas, conversa com a presidente do Conselho de Magia da Argentina, Valentina Vázquez. Mas todos os olhares estão voltados para o camarote que abriga a “Armada de Dumbledore”, sentada sob forte esquema de segurança, para evitar um possível assédio da multidão exaltada. A família Potter – menos a mãe, Ginny Potter, que é claro, está aqui na sala de imprensa comigo – recebeu os melhores assentos. Todos estão vestindo o vermelho da Bulgária, exceto o filho do meio Albus, que usa o verde brasileiro.

O fato, sem dúvida, vai gerar muita fofoca. Que mensagem o jovem Albus quer passar para nós escolhendo torcer por um time diferente de seu pai? Estamos testemunhando uma exibição pública e extremamente feia de rivalidade entre pai e filho? Minha colega, Ginny Potter, que está sentada perto o suficiente para ler tudo que minha pena de repetição escreve, acaba de me informar que Albus é fã do jogador brasileiro Gonçalo Flores. Isso, claro, seria uma das possíveis explicações para esta estranha demonstração pública da discórdia familiar”

Já Gina Weasley:

“O estádio está cheio e o barulho é ensurdecedor. Aguardamos a chegada dos dois mascotes das equipes, que farão um show antes do jogo. Os búlgaros, claro, trazem sua célebre trupe de dançarinas ‘Veelas’, que é uma das principais razões da popularidade da equipe, pelo menos entre os homens. Os “curupiras” do Brasil, por sua vez, já pregaram um número inacreditável de peças durante o torneio, mas são igualmente populares, principalmente com as crianças.”

“Análise: Raul Almeida, goleiro do Brasil

Depois de um início lento no torneio, Almeida se tornou uma estrela na semi-final contra os EUA e é uma das principais razões para a presença de sua equipe na final. No entanto, muitos ainda se preocupam por conta fraca atuação diante do Haiti, ocorrida no primeiro jogo do Brasil; ele também sofreu um ferimento na cabeça desagradável nas quartas de final contra País de Gales.”

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