Dothraki, Klingon ou Élfico, escolha a sua língua favorita

Publicado por Revista Bang!

Com a recente notícia do lançamento de uma aplicação no iTunes para aprender a língua Dothraki, decidimos fazer uma breve pesquisa ao maravilhoso mundo das línguas inventadas de fantasia e saber o que tem sido feito em interação com a tecnologia das aplicações.

Khal Drogo e Daenerys Targaryen na série “Guerra dos Tronos” (HBO)
Khal Drogo e Daenerys Targaryen na série “Guerra dos Tronos” (HBO)

Na verdade, George R. R. Martin não desenvolveu grandemente a língua Dothraki (ou mesmo a Valiriana). Criou algumas palavras, mas deixou ao linguista norte-americano David J. Peterson a tarefa de desenvolver a sintaxe, semântica e vocabulário da tribo dos cavaleiros nómadas. Graças a essa nova aplicação, é possível aceder a jogos interativos, 300 fichas de vocabulário, resumos de gramática, dicas sobre a cultura dos cavaleiros e sugestões de diálogos para treinar o idioma.

Mas não é só o Dothraki que se encontra disponível em aplicação. Há muito que os amantes de literatura fantástica sabem que uma das línguas mais interessantes desenvolvidas nos reinos de fantasia é a linguagem élfica de J. R. R. Tolkien. Tendo o autor sido um professor de Filologia e amante das línguas, devotou muito do seu tempo livre à criação do Quenya, a língua primordial dos elfos (mais tarde surgiu a variante do Sindarin). Foi do seu intenso amor por línguas que nasceu depois a mitologia que deu origem à Terra Média e a Valinor. Não podia faltar uma aplicação gratuita de Elvenspeak, um guia para a cultura e língua Quenya; contém um dicionário Inglês-Quenya, curso de língua, alfabeto, vocabulário, lições e tudo o necessário para aprender a ter uma conversa em élfico.

“Morgoth e Fingolfin” de John Howe
“Morgoth e Fingolfin” de John Howe

Mas a linguagem ficcional mais popular do mundo não é o élfico nem dothraki. Essa honra cabe à língua Klingon, do universo de ficção científica Star Trek. Os Klingon são uma raça extraterrestre com uma cultura guerreira e códigos de conduta marciais. A língua criada por Marc Okrand já está desenvolvida o suficiente para permitir uma tradução de Hamlet de Shakespeare para Klingon (!) ou do clássico universal Gilgamesh. Não se surpreendam por saber que existe um Instituto de Língua Klingon e muitos fãs dedicados estudam a língua e desenvolvem-na em comunidade.

Avatar de James Cameron foi um sucesso tão esmagador, com a promessa de mais filmes nos próximos anos, que os fãs ganharam a oportunidade de aprender melhor a linguagem Na’vi, falada pelo povo que habita a lua Pandora. Paul Frommer começou a criá-la em 2005 e esta constitui parte essencial do enredo do filme. O Avatar de Jake Sully é levado por Neytiri ao seu clã Na’vi, sendo forçado a aprender a língua e os costumes.

Avatar de James Cameron
Avatar de James Cameron

Para os interessados em aprender um pouco mais sobre a criação fascinante destas quatro línguas artificiais, sugerimos a visualização do vídeo “Serão o Élfico, Klingon e Na’vi línguas verdadeiras?”

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