Concurso Cultural Literário (127)

Foto: Universo dos Leirtores
Foto: Universo dos Leirtores

Pílulas azuis

Frederik Peeters (autoria), Fernando Scheibe (tradução)

Nesta narrativa gráfica pessoal e de rara pureza, por meio de um roteiro simples e de temas universais (o amor, a morte), Frederik Peeters conta sobre seu encontro e sua história com Cati, envolvendo o vírus ignóbil que entra em cena e muda tudo, e todas as emoções contraditórias que ele tem de aprender a gerenciar: amor, raiva, compaixão.

Pílulas azuis nos permite acompanhar, sem nenhum vestígio de sentimentalismo, através de um prisma raramente (senão nunca) abordado, o cotidiano de uma relação cingida pelo HIV, sem deixar de lançar algumas verdades duras e surpreendentes sobre o assunto.

Apesar da seriedade do tema, Pílulas azuis é uma obra cheia de leveza e humor. Não é à toa que é considerada por muitos a obra-prima de Frederik Peeters. Uma das mais belas histórias de amor já publicadas. Leia um trecho.

***

Em parceria com o Universo dos Leitores e a Nemo, vamos sortear 3 exemplares de “Pílulas azuis“, graphic novel sensacional de Frederik Peeters.

Para concorrer, responda na área de comentários:

Qual pílula você receita para diminuir o preconceito no mundo de hoje?

Se participar via Facebook, por favor deixe seu e-mail de contato.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos neste concurso cultural:

O resultado será divulgado dia 20/8 neste post.

Boa sorte!

Confiram os sorteados:

Elton dos Santos

Tatiana Barboza

Erivaldo Figueredo

 

Parabéns!

 

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14 thoughts on “Concurso Cultural Literário (127)

  • 24 de julho de 2015 em 17:52
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    A pílula da empatia. Ao engolir essa pílula tomaríamos o lugar do outro por dia, toda vez antes de julgarmos. Seria de grande ajuda para repensarmos nossos preconceitos e julgamentos.

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  • 24 de julho de 2015 em 22:39
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    A pípula: DOL = “Do outro lado”.
    Gerando o efeito de obter a capacidade de se colocar no lugar dos outros.
    Pois, geralmente, quem sofre de SDP (Síndrome do Preconceito), jamais
    vivenciou as dores das vítimas. Caso viessem a estar no lugar delas, sentiriam as dores das feridas provocadas na alma, estariam do outro lado. Só assim, desenvolveriam a parte atrofiada do cérebro
    na qual as impedem de ter sensibilidade, respeito e consideração pelo próximo, abrindo então, a porta do coração para que o amor ao próximo possa entrar e construir morada.

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  • 24 de julho de 2015 em 22:43
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    Deixei meu e-mail no primeiro comentário. (Priscilla Raquel) Não utilizo/possuo Facebook. Obrigada!

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  • 25 de julho de 2015 em 10:20
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    Uma pílula de gentileza, porém com placebo.
    Pessoas não deveriam ser forçadas a se sentir de uma forma ou de outra por qualquer tipo de mecanismo.
    Um placebo de gentileza faria com que as tivessem a confiança de estarem agindo sob o efeito de algo quando na verdade estariam agindo de acordo com aquilo que elas realmente gostariam de ser – ou de agir. Seria o início de uma mudança de dentro pra fora, real e particular a cada um de nós, mas que após a compreensão da natureza da pílula alteraria o status de todo o nosso coletivo através de nós mesmos.

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  • 25 de julho de 2015 em 16:44
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    Pílula da boca fechada e do pensamento aberto…
    Ao engulir essa pílula fecharemos a boca pra não falar besteira e ficaremos com o pensamento aberto para novas idéias.

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  • 25 de julho de 2015 em 19:12
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    Leitura. Somente ela liberta e desacorrenta de preconceitos, expandindo nossa mente para novas ideias, auto-análise e principalmente a auto-crítica. A partir daí conseguimos aceitar os espaços e as diferenças em nossa humanidade. Somos todos iguais, filhos do mesmo meio – a natureza.

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  • 26 de julho de 2015 em 0:35
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    Uma pílula formada por três ativos: empatia, amor próprio e solidariedade, que fosse capaz de fazer com que quem tomasse fosse capaz de entende re respeitar as particularidades alheias, se sentir bem consigo mesmo ao mesmo tempo que pensasse menos em si próprio/a e mais na coletividade. Muitos complexos, explorações e opressões diminuiriam com essa pilulazinha milagrosa.
    Advertência: a pílula EAS pode conter o gosto amargo do autoconhecimento e reconhecimento das próprias falhas e preconceitos. Podem surgir sintomas como desorientação e constrangimento, que desaparecem assim que o organismo se adaptar ao medicamento (o tempo de adaptação varia de acordo com o histórico do paciente).

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  • 1 de agosto de 2015 em 1:01
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    A pílula do umbigo. Ela impede de julgar o outro nos obrigando a olhar para o nosso próprio umbigo.

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  • 3 de agosto de 2015 em 13:18
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    Pílulas de aceitação com dose diária de. ” cuide de sua vida!”,afinal vivemos em um mundo de coisas caras,pessoas baratas e sentimentos em liquidação.

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  • 14 de agosto de 2015 em 10:56
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    Assim como o vírus HVI, o preconceito é um organismo maligno e complexo. Deste modo, é preciso mais que uma pílula, é preciso um coquetel de pílulas para travar o bom combate contra o preconceito. A cura só vem após um longo tratamento.
    Uma das pílulas deste coquetel seria a da Sensibilização, pois a consciência de certo e errado é algo racional e não é suficiente, é preciso sentir o outro como ser humano, suas dores e alegrias, para então gerar empatia.
    É somente nesta fase do tratamento, quando emerge a empatia, que as pilulas de Respeito se tornam altamente eficazes, elas são capazes de conciliar as desavenças, produzir harmonia mesmo quando reina o desacordo entre pensamentos, visto que o Respeito age no ser humano fazendo o perceber que cada um tem a liberdade de ser e pensar do modo que quiser.
    Finalmente, quando o Respeito consegue abrir caminho para a liberdade é que deve ser inserido na prescrição médica os comprimidos de amor, um amor livre e libertador que sauda o ser humano em toda sua diversidade que tem como efeito colateral a afirmação de indivíduos felizes.

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  • 14 de agosto de 2015 em 12:56
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    A pílula da educação.
    A educação é capaz de gerar a compreensão do mundo, das diferenças e do direito de igualdade.
    [email protected]

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  • 21 de agosto de 2015 em 2:45
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    Uma pílula só não adiantaria. Iria criar um coquetel, assim como é feito no tratamento do HIV. Mas as pílulas presentes nele seriam: A pílula da tolerância, para que todos possam respeitar suas diferenças; a pílula da humildade, para que quem tome não pense que é melhor do que os outros e nem que o seu pensamento faça ele usar a força para tentar provar isso; a pílula da beleza interna, para que só a beleza interna seja a mais importante e a pílula da igualdade, para que o preconceito deixe de envenenar a mente e a alma do paciente.
    Assim, a cura do preconceito seria completa e sem chance de recaída.

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