Pesquisadores encontram indícios de que Shakespeare fumava maconha

Único retrato de Shakespeare feito em vida, de 1600-1610. Reprodução
Único retrato de Shakespeare feito em vida, de 1600-1610. Reprodução

Publicado na Folha de S.Paulo

Cachimbos seculares encontrados no jardim da casa onde viveu William Shakespeare (1564-1616) apresentam vestígios de maconha, segundo um estudo da Universidade de Witwatersrand, de Johannesburgo.

O estudo, publicado no South African Journal of Science, analisou 24 fragmentos de cachimbos achados em escavações na cidade do escritor, Stratford-Upon-Avon, na Inglaterra, alguns deles em sua antiga residência.

Foram encontradas substâncias ligadas à maconha em oito deles, sendo quatro provenientes do jardim da casa de Shakespeare, segundo o jornal britânico “The Telegraph”.

Evidências de cocaína peruana também constavam em outros dois fragmentos, mas estes não foram achados na mesma propriedade.

Os pesquisadores ressaltam que, na época em que viveu o escritor, as folhas de maconha muitas vezes eram consumidas como se fossem tabaco, por engano. Por isso, o estudo sugere que Shakespeare pode ter escrito algumas de suas obras sob o efeito da erva.

dica do Rogério Moreira

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