O Pequeno Príncipe em 3D estreia nos nos cinemas nesta quinta

Foto: Divulgação
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Publicado na Tribuna da Bahia

A animação O Pequeno Príncipe, inspirado pela obra-prima de Antoine de Saint-Exupéry, escrita em 1942, estreia nos cinemas nesta quinta-feira. Dirigido e produzido por Mark Osborne e roteiro escrito por Irena Brignull e Bob Persichetti, a história é centrado na amizade entre um excêntrico velho, O Aviador e uma garotinha bem crescida que se muda para a casa ao lado com sua Mãe. Através das páginas do livro do Aviador e seus desenhos, a menina descobre a história de como ele há muito tempo caiu em um deserto e encontrou o Pequeno Príncipe, um menino enigmático de um planeta distante. As experiências do Aviador e o conto das viagens do Pequeno Príncipe para outros mundos fazem a menina e o Aviador ficarem muito próximos, embarcando juntos em uma aventura memorável.

O filme produzido por Aton Soumache, Dimitri Rassam e Alexis Vonarb, sócios do No Animation Studios ganhou as vozes de Jeff Bridges/ Marcos Caruso (O Aviador), Rachel McAdams/ Priscila Amorim (a mãe), Marion Cotillard/ Aline Ghezzi (A Rosa), James Franco/ Hércules Franco (A Raposa), Albert Brooks/ Élcio Romar (O Homem de Negócios), Mackenzie Foy/ Larissa Manoela (A Menina), Benicio Del Toro/ Marco Antonio Costa (A Cobra), Ricky Gervais/ Marcio Simões (O Homem Vaidoso), BudCort/ Isaac Bardavid (O Rei) e Riley Osborne/ Mattheus Caliano (O Pequeno Príncipe).

Segundo o diretor, o mundo da menina e sua mãe são apresentados no mais avançado estilo de animação CGI, usado habilmente como moldura para a clássica história do Pequeno Príncipe, que vem à vida de uma forma com a técnica de stop-motion, representando os olhos e a imaginação da menina. A música do filme é composta por Hans Zimmer. “Em 2009, meu agente me perguntou se eu sabia do livro, porque dois produtores franceses queriam fazer um grande filme de animação baseado nele”, lembra Mark Osborne, contando que, conhecia o livro muito bem e é por isso seu primeiro instinto foi dizer não. “Eu acreditava que não havia nenhuma maneira que permitisse fazer uma adaptação. Mas eu pensei mais sobre isso e percebi que o material era bom demais para dizer não. Era a chance de uma vida para construir uma história deste ponto de partida; os temas do livro são tão ricos e emocionam tanto. Além disso, a oportunidade de unir o livro com o filme era algo que eu não podia deixar passar. Quando eu sugeri que construíssemos uma história em torno do livro, para protegê-lo, em vez de expandi-lo, eu estava exultante que seria bom para a propriedade intelectual”.

Osborne revela que o livro o afetou profundamente em nível pessoal, quando anos atrás sua esposa, ainda sua namorada, lhe deu um exemplar. Os dois eram estudantes universitários e tentavam manter vivo seu relacionamento à distância. “O Pequeno Príncipe nos manteve juntos”, ele admite, explicando que, “significa muito para mim e para todos os que leram o livro, porque ele conecta você com as relações e amizades significativas em sua vida”.

O diretor diz que ele se aproximou do filme como um enigma a ser resolvido. “A grande questão era como você pode fazer uma experiência cinematográfica paralela ou igual à experiência emocional muito profunda da leitura do livro?”, diz o diretor, contando que, a grande idéia era explorar a relação comovente entre a versão mais antiga e excêntrica do Aviador e a menina que se muda para a casa ao lado. “Eu senti que finalmente teria de ser a história da menina aprendendo a dizer adeus a uma amizade, fazendo profundamente o paralelo com o livro. Parecia o caminho certo para abordar este material muito delicado. Mas, honestamente, eu nunca esperava que tudo fosse acontecer”, afirma.

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