5 motivos para ler David Nicholls

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Aline T.K.M., no Livro Lab

David Alan Nicholls, ou David Nicholls, nasceu em 30 de novembro de 1966 na cidade de Eastleigh, condado de Hampshire, que fica no sudeste da Inglaterra.

Antes de começar a escrever, David Nicholls era ator. Ganhou uma bolsa de estudos em Nova York, na American Musical and Dramatic Academy; durante alguns anos atuou esporadicamente em peças de teatro – seu nome artístico era David Holdaway.

Querem 5 motivos para ler o autor?

1. Além de autor de ficção, David Nicholls é roteirista. Aliás, foi mexendo com roteiros que ele ingressou no universo da escrita. Provavelmente influenciado pela carreira de ator, ele começou com leituras de peças e roteiros de cinema como freelancer, o que o levou a trabalhar com leitura e pesquisa de roteiros na BBC Radio Drama, até que se lançou no campo de edição de roteiros. Foi quando ele começou a escrever.

Essa faceta de escritor de roteiros certamente influencia os romances de ficção do autor, em minha opinião. Não é à toa e nem por acaso que as obras do Nicholls possuem tamanha vivacidade. Os personagens são tão humanos quanto é possível ser. E os enredos, bem, eles não flertam com o real, eles são a própria realidade.

2. Nicholls escreveu também o roteiro das duas adaptações cinematográficas de seus livros: Starter for ten (no Brasil, Garoto Nota 10), adaptado do livro Resposta Certa; e One Day, adaptado do livro Um Dia. (Aliás, reservei, e com razão, o quinto motivo inteirinho para falar de Um Dia.)

Foi nomeado aos prêmios BAFTA, e dentre seus roteiros para TV, inclui-se uma adaptação moderna da comédia shakespeariana Much Ado About Nothing (Muito Barulho Por Nada).

3. Dentre os livros preferidos do autor estão O Apanhador no Campo de Centeio e O Grande Gatsby. Falando de filmes, David Nicholls coloca O Iluminado no rol dos seus favoritos. Bom gosto, não?!

4. Até livreiro ele já foi! Quando ainda seguia a carreira de ator, entre um trabalho e outro, Nicholls trabalhou na livraria Waterstones, em Notting Hill.

5. O grande – e forte o suficiente para fazer os quatro anteriores parecerem supérfluos – motivo atende por duas palavras: Um Dia. Enredo incrível, que brinca com a realidade e com o passar do tempo e seus efeitos, não hesitando em chamar o leitor para presenciar cada momento e pensar na própria existência. Como tudo no mundo, há quem goste e há quem não goste, porém é impossível ficar indiferente à história de Emma e Dexter.

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