Robô que dança e conta histórias é atração na Bienal do Livro do Rio

Robô interage, conta histórias e dança (Foto: Cristina Boeckel / G1)
Robô interage, conta histórias e dança (Foto: Cristina Boeckel / G1)

PiKachu e Lindo se apresentam para os visitantes.
Crianças são as mais impressionadas com as habilidades dos robôs.

Cristina Boeckel, no G1

Robôs humanoides chamam a atenção na Bienal do Livro do Rio. Ele interage, conversa, conta histórias e dança para o encantamento dos visitantes no estande da Editora Elsevier. Quando ele começa a se apresentar, forma-se uma pequena aglomeração de pessoas que desejam conferir a performance tecnológica.

O “equipamento”, batizado de NAO, é produzido pela francesa Aldebaran Robotics e faz parte de um grupo de cinco robôs da equipe de robótica Jaguar do campus de Volta Redonda do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRJ). No curso do Ensino Médio integrado ao técnico em automação da instituição, os alunos aprendem programação no curso do Ensino Médio integrado ao técnico em automação.

No estande, fazem o sucesso os robôs Pikachu, que dança Gangnam Style e Thriller e Lindo. Além de dançar, PiKachu conversa sobre carreiras profissionais de publicações da editora e entretém crianças contando histórias interativas, como a dos Três Porquinhos.

Robô que dança e conta histórias chama atenção das crianças na Bienal do Livro (Foto: Cristina Boeckel / G1)
Robô que dança e conta histórias chama atenção
das crianças na Bienal do Livro
(Foto: Cristina Boeckel / G1)

“O robô e controlado via Wi-Fi ou pela programação dele. O próximo passo é ele aprender a jogar futebol”, afirma Helton Sereno, professor dos estudantes da equipe Jaguar.

Um dos que foram atraídos pelos encantos de PiKachu foi o operador industrial Rómulo Aurélio, que ficou surpreso em ver de perto o robô: “Eu já tinha visto algo parecido em matérias de TV sobre tecnologia. Achei uma engenharia muito interessante. Parei só para ver isso”.

Os mais encantados com a apresentação são as crianças. Matheus, filho da professora Simone Jardim, ficou parado diante do show do robozinho. “Eu gostei porque ele dança”, afirmou o menino. A mãe afirmou que é um interesse comum: “Ele fala isso porque também gosta de dançar”.

Para Wanessa Martins, que faz parte da equipe Jaguar, as reações dos pequenos fazem valer a pena o tempo todo que passa na bienal. “Os rostos das crianças olhando para o robô e o mais encantador”, afirma a estudante, que já coleciona flagras dos rostos surpresos ao verem as apresentações do robozinho.

Cada um dos robôs custou cerca de R$ 100 mil e pesa 10 quilos. PiKachu e Lindo vão se apresentar na Bienal do Livro do Rio até o dia 7 de setembro.

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