Concurso Cultural Literário (143)

1306-20160112113212

Orgulho & Preconceito

Jane Austen, Ian Edginton (adaptação) (autoria), Robert Deas (ilustração), Gregório Bert, Fernando Variani (tradução)

“É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro, de posse de boa fortuna, deve estar atrás de uma esposa.”

Elizabeth e suas quatro irmãs estão impossibilitadas de herdar a propriedade de seu velho pai e enfrentam a ameaça do despejo. As irmãs devem garantir sua segurança financeira por meio do casamento, mas nossa heroína tem outros planos. Ela fez votos de se casar somente por amor. Seu olhar acaba capturado pelo distinto Sr. Darcy, mas quem irá salvar os Bennets? Elizabeth deve se casar por amor ou deve salvar sua família?

Jane Austen se referia a Orgulho e preconceito (1813), o primeiro romance que escreveu, como seu “filho querido” – e gerações de leitores lhe têm dado um cantinho em seus corações desde então. A atração irresistível que ela retrata, entre a vivaz e independente Elizabeth Bennet e o austero e solene Sr. Darcy, se insere entre as maiores, mais românticas e mais engraçadas histórias de amor já contadas.

***

Em parceria com a Editora Nemo, vamos sortear 3 exemplares de “Orgulho e Preconceito”, livro de Jane Austen.

Para concorrer, responda na área de comentários:

Em geral, você fica satisfeito ou não com filmes adaptados de livros?

Se participar via Facebook, por favor deixe seu e-mail de contato.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos neste concurso cultural:

O resultado será divulgado dia 10/3 neste post.

Participe e divulgue!

ATENÇÃO PARA OS SORTEADOS:

Letícia Fávero, Lenir Camimura Herculano e César Oliveira. Parabéns! Entraremos em contato. 🙂

Comments

comentários

Powered by Facebook Comments

17 thoughts on “Concurso Cultural Literário (143)

  • 16 de fevereiro de 2016 em 6:58
    Permalink

    Geralmente fico sim! Pois a mídia é diferente e temos que entender que não vai ser igual ao livro. Mas claro, se nao perder a essência

    Resposta
  • 16 de fevereiro de 2016 em 8:39
    Permalink

    Não. Os diretores, em sua maioria das vezes, distorcem as cenas, mudam os finais e retiram os detalhes mais emocionantes e interessantes da trama. No final, muitas vezes a história nem faz tanto sentido mais. Fico imaginando que o autor deve pensar: “E agora, José? Qual era o objetivo dessa história mesmo?”.

    Resposta
  • 16 de fevereiro de 2016 em 9:05
    Permalink

    Em geral, como a boa maioria, não fico satisfeito. Por mais que o filme seja bom, o lado do fã da obra não permite as adaptações, as mudanças de cenas e finais, e você acaba decepcionado. Mas existem exemplos de grandes filmes adaptados, onde a genialidade do diretor unida a um bom roteiro, fazem um ótimo filme.

    Resposta
  • 16 de fevereiro de 2016 em 19:22
    Permalink

    Sendo bem sincera, depois que eu entendi que o filme é uma adaptação e que não tem a obrigação de ser idêntico ao livro, já que ele mesmo pode ser interpretado de diferentes formas, eu assisto a filmes adaptados e simplesmente aproveito.

    Resposta
  • 17 de fevereiro de 2016 em 1:47
    Permalink

    em geral não. os detalhes possíveis nos livros apenas junto com nossa imaginação são insuperáveis. prefiro ver um roteiro original a uma adaptação de livro.

    mas devo concordar que é uma porta excelente para conhecer obras, às vezes, pouco conhecidas.

    Resposta
  • 17 de fevereiro de 2016 em 23:58
    Permalink

    Como todo leitor, no início ficava com receio das adaptações, mas hoje acabo desejando que o livro vire filme. É uma forma de prolongar a história que tanto amamos, de dar vida aos nossos personagens queridos, de nos permitir comparar se o que imaginávamos no livro é semelhante ao que estamos vendo retratado . Então, sim, claro, com certeza fico satisfeita com as adaptações!!!!

    Resposta
  • 18 de fevereiro de 2016 em 13:35
    Permalink

    Depende da adaptação. Quando um livro vira filme, por mais fiel que se proponha a ser, sempre é uma versão, o que gera algumas mudanças, naturalmente. O livro permite que a imaginação corra solta e construa as cenas da forma que mais agrada ao leitor, que pode sentir-se frustrado quando não encontra no filme uma identificação com o que imaginou. Comi leitora, nunca fico satisfeita. Como espectadora, espero que o filme seja sempre o melhor possível.

    Resposta
  • 18 de fevereiro de 2016 em 16:27
    Permalink

    Não me sinto incomodada, mas também não é sempre que fico contente com o resultado. O fato é que adaptações são muito complicadas, pois envolvem não só a obra escrita e o conteúdo que vai para as telas, mas pontos de vista do que pode ser retratado. Muitas vezes, é deixado de lado algo importante para o leitor, mas ficou desinteressante para o diretor/roteirista do filme. Ou seja, são subjetividades para veículos diversos.

    Resposta
  • 29 de fevereiro de 2016 em 19:21
    Permalink

    Em geral, não fico satisfeita devido a mudanças no roteiro que não condizem com a história no livro. Entretanto, existem sim boas adaptações para o cinema, ainda que raras.

    Resposta
  • 2 de março de 2016 em 16:34
    Permalink

    Considerando que não é possível adequar todas as infinidades de detalhes das folhinhas de papel num dvd minúsculo de 2 hrs; que é impossível reunir todas as coincidências físicas das personagens livro x personagens filme; que cada leitor devora cada linha criando feições físicas, vozes, expressões, reações únicas e portanto, ao final de uma tarde de autógrafos com 100 vendas temos, num primeiro momento, exatos 100 personagem diferentes; e considerando que o filme só soma mais uma interpretação na nossa imaginação;
    Geralmente fico satisfeita com os filmes. É apenas a interpretação de algum diretor, tentando traduzir na telinha o que o autor disse. Assim como eu faço na minha imaginação, certamente eu decepcionaria outros leitores.

    Resposta
  • 2 de março de 2016 em 17:27
    Permalink

    Sim, com certeza, pois é apenas uma forma diferente de contar a mesma história. É como se o autor tivesse contado uma história ao diretor e com todos os recursos do cinema ele estivesse tentando lhe contar a história. Acho incrível para ser bem sincero.

    Resposta
  • 2 de março de 2016 em 21:19
    Permalink

    Geralmente fico satisfeita sim. Até porque mesmo com cortes do livro, fica uma versão legal e também apreciável. Só não gosto quando tiram muitas cenas importantes, daí perde um pouco da graça.

    Resposta
  • 3 de março de 2016 em 18:09
    Permalink

    Quando se trata de adaptações dificilmente o público se agrada muito. Geralmente irão preferir a obra original (seja livro, quadrinhos etc). Eu particularmente busco ver cada arte com suas peculiaridades. Livro é uma coisa, filme é outra completamente diferente. Posso citar um exemplo de adaptação de sucesso: O Senhor dos Anéis. Mas até neste exemplo muitos vão preferir os livros, criticar algo que tinha nos livros e não foi usado na telona ou algo que foi acrescentado, mas se você souber entender as diferenças entre um e outro, poderá apreciá-los melhor. Com isso minha resposta é que na verdade depende, pois existem casos e casos. O importante é manter a essência da história e das personagens porque isto é o que vai atrair mais as pessoas para assistirem o filme e não se sentirem “traídos” por uma adaptação que seja completamente infiel à obra original.

    Resposta
  • 4 de março de 2016 em 15:11
    Permalink

    Na maioria das vezes não fico satisfeita com os filmes adaptados de livros, porque como leitora considero essencias alguns pontos do livro que as vezes, ao olhar do ‘cinema’, nao sao tao importantes. Outras vezes, ja vi muitos, alteram-se nomes e caracteristicas dos personagens que sao cuidadosamente descritos pelo autor no livro (e, imagino eu, ser relevante para ele ser assim)… Mas existe tambem a graça de ver personificado aquele personagem e muitas vezes, de modo unico e com tanta sensibilidade que, aquelas cenas nao poderiam ser gravadas com outro(a) ator(atriz) senao aquele(a)! O cenário dos filmes envolvem as lembranças lidas e pelo menos pra mim, sao raras as vezes que as escolhas dos mesmos me decepcionaram. É sempre instigante saber do lançamento ou mesmo da intençao de se produzir um filme de um livro que li, principalmente se a leitura foi prazerosa. Independente dos resultados, gosto de assistir todos eles e saber se aquele fio de esperança e ansiedade que conservo sempre em todo “filme de livros”, virou laço ou foi cruelmente desfeito.

    [email protected]

    Resposta
    • 10 de março de 2016 em 11:35
      Permalink

      Não. Sempre o filme muda a história do livro para ser acessível a vários públicos, o que geralmente me deixa frustrada.

      Resposta
  • 7 de março de 2016 em 10:34
    Permalink

    É difícil eu não ficar satisfeita com uma adaptação, pelo contrário, na maioria das vezes eu aprovo. Quando eu não fico satisfeita é por mudanças muito drásticas no enredo ou quando a própria qualidade do filme é ruim, roteiro mal elaborado, atuações pouco convincentes, por exemplo.

    Resposta
  • 8 de março de 2016 em 16:54
    Permalink

    Não. Mesmo sabendo que não daria para retratar todo o livro em um filme, e mesmo que possível, este carrega muito da visão do diretor sobre o livro e como se sabe, o livro possibilita o leitor criar a sua própria “visão” do tema, mas no filme ficam limitados à visão do diretor, o que pode frustar o telespectador que teve uma daquela leitura, portanto é as vezes frustante retratar um livro em um curta ou longa metragem pois é impossível atender a todas as visões dos leitores daquele livro. Já o livro é mais amplo, mais livre.

    Resposta

Deixe uma resposta para Camila Peitz Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *