Concurso Cultural Literário (147)

1313-20160205150430Depois da chuva, de Maria Clara Mattos

Se a vida é a ficção que existe entre a verdade e a mentira, será que um escritor pode roubar a alma de uma pessoa?

Laura gostava de chuva… a garoa era reconfortante. Sua vida era perfeita como um lago de águas calmas: ela era uma editora consagrada, tinha um marido amoroso e uma filha carinhosa e esperta. Mas quando Edgar apareceu em seu escritório com um semblante misterioso e o manuscrito de uma história ruim, ela sentiu que uma tempestade estava prestes a começar. Algo nele era tão desconcertante que Laura não conseguiu dispensar aquele arremedo de escritor.

Edgar estava no olho do furacão. Era um cara viajado, interessante, falava vários idiomas, mas não estava preparado para ser pai nem para a aspereza de um casamento sem afinidades. Ele nunca se sentiu atraído pela trivialidade de uma vida cotidiana, mas tampouco lhe interessava a ideia de ser trocado, de ver sua mulher se apaixonar por um exemplar corriqueiro de terno e gravata, e testemunhar a aproximação entre sua filha e um pai que não era ele. Decidiu que não aceitaria isso de mãos atadas.

Foi numa avenida com jeito de encruzilhada que eles se encontraram. Que se olharam, mas não se viram. Mas foi na Literatura que eles se perceberam, se descobriram… E quando duas vidas se cruzam no meio de uma tarde chuvosa, o amor pode vir de onde a gente menos espera.

Mas o que acontece quando o amor acaba? Quando cada esquina é uma possibilidade de encontro e cada curva é uma chance de recomeço, como saber qual caminho seguir?

***

Em parceria com a Gutenberg, vamos sortear 3 exemplares de “Depois da chuva, de Maria Clara Mattos.

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O que fazer quando o amor acaba?

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O resultado será divulgado dia 19/4 neste post.

Participe e divulgue!

 

E os ganhadores são…

Tania Vieira, Brandão Alves e Regina Mara Junqueira. PARABÉNS! 

 

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11 thoughts on “Concurso Cultural Literário (147)

  • 22 de março de 2016 em 11:22
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    Amor é uma escolha, e se ele acabou é porque a pessoa deixou de escolher ter aquela companhia para a sua vida.O que fazer é escolher alguém para amar, pois sem amor a vida é triste.

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  • 22 de março de 2016 em 16:06
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    Acho que é importante reconhecer o fim de algo, para só depois tomar qualquer decisão. As vezes o amor acaba e ficamos presos na ideia do que poderia ter sido. Depois de reconhecer é importante dar tempo para a mente, para o corpo e para o coração se curarem, e só então se permitir amar novamente!!

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  • 23 de março de 2016 em 13:57
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    O amor nunca acaba,ele se transforma ora transbordando de alegria ora de tristeza.

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  • 29 de março de 2016 em 17:56
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    TENTAR SEGUIR A VIDA SEM A COMPANHIA DO OUTRO, SABENDO QUE UM AMOR NOVO SÓ PODE CHEGAR, QUANDO DEIXAMOS O OUTRO IR. É NISTO QUE RESIDE A SABEDORIA. DEIXAR O CORAÇÃO LIVRE PARA DAR ESPAÇO AO NOVO SENTIMENTO, LEMBRANDO DO QUE SE FOI COM A MESMA DOÇURA DO INICIO E GUARDANDO APENAS AS MELHORES RECORDAÇÕES DOS DIAS VIVIDOS JUNTOS.

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  • 30 de março de 2016 em 17:12
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    Se o amor acabar, repense e siga em frente, pois se acaba é porque no fundo nunca foi amor, era alguma outra coisa, logo cabe a cada um descobrir quem é o seu, não importa o que já passou.

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  • 19 de abril de 2016 em 0:08
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    Na minha opinião, o amor não acaba, apenas se transforma.

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  • 19 de abril de 2016 em 0:17
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    O amor nunca acaba, o amor é o combustível da vida…
    Quando se pensa que acabou, ele se renova!
    O melhor a se fazer é respirar fundo e preparar o coração pra receber e doar mais amor, seja lá para quem for!
    Porque o amor é o que faz pulsar. Deixar de acreditar nele é morrer um pouco a cada dia…
    Um ciclo se encerra para que outro inicie… Temos que nos permitir.

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  • 19 de abril de 2016 em 12:07
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    É engraçado a tendência que nós temos a pensar sempre no fim. Mesmo que tenhamos acabado de entrar em um novo começo, já nos pegamos imaginando o que fazer quando esse novo ciclo acabar. Mas a vida não é feita de felizes para sempre, de um impactante “the end” numa tela preta, de pontos finais. A vida é feita de vírgulas, no máximo reticências indicando uma preve interrupção do velho para algo novo surgir. Com o amor não é diferente. Ele se reinventa e se perpetua na sua história. O amor é um breve infinito.

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