Concurso Cultural Literário (150)

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A cura invisível

Andrew Smith (autoria), Rodrigo Seabra (tradução)

ALIADOS. INIMIGOS. HERÓIS. SANGUE.

Três garotos subiram a montanha, mas nenhum deles voltou…

Ainda muito jovem, Troy Stotts viu sua mãe definhar e morrer diante de seus olhos. Inconformado com a perda, Troy mal fala com o pai, mas encontrou um refúgio para curar sua dor no afeto e na camaradagem de seus melhores amigos: Tom Buller, um rapaz audacioso e destemido, filho de um alcoólatra; Gabriel Benavidez, um garoto inocente e bondoso, mas esperto o bastante para saber que seu pai nunca o considerará digno de herdar o rancho da família; e Luz, irmã de Gabriel, uma garota astuta e valente, por quem Troy é apaixonado desde a infância.

Tudo o que eles querem é passar as férias de verão aproveitando aquilo que Troy chama de cura fantasma, que é quando o tempo parece parar, e então eles não precisam lidar com o passado nem encarar o futuro. Mas antes que o verão termine, os garotos vão trilhar caminhos fatais e perigosos, e vão cruzar com pessoas que mudarão suas vidas: Rose, uma misteriosa anciã que vive sozinha em terras dominadas por cavalos selvagens; e Chase Rutledge, o filho delinquente e arrogante do xerife.

Depois de uma sucessão de eventos terríveis e inesperados, Troy e seus amigos só queriam desaparecer. Mas, em vez disso, eles serão obrigados a enfrentar seus fantasmas interiores e vão descobrir que não há cura alguma que possa impedir ou adiar a morte, a não ser uma cura invisível.

***

Em parceria com a Gutenberg, vamos sortear 3 exemplares de A cura invisível, o novo livro de Andrew Smith.

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Como curar as feridas do passado?

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O resultado será divulgado dia 26/4 neste post.

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Atenção aos ganhadores: Marcos Antonio da Silva, Paulo Neto e Willian Siller. Parabéns!

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9 thoughts on “Concurso Cultural Literário (150)

  • 21 de março de 2016 em 22:32
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    A cura para as feridas da alma está na compreensão de que aquilo que nos aconteceu serviu para um bem maior e reconhecer que somente o perdão para quem nos ofende e o perdão de nós mesmos, retirará os ressentimentos do nosso coração.

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  • 29 de março de 2016 em 18:07
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    PARA CURAR AS FERIDAS DO PASSADO, DEVEMOS RESPEITAR O TEMPO E O SILÊNCIO. AMBOS NOS FAZEM REFLETIR E ACALMAR O CORAÇÃO. AOS POUCOS AQUILO QUE DOÍA MUITO, VAI SE ABRANDANDO E DEIXANDO ESPAÇO PARA NOVAS E MELHORES EXPERIÊNCIAS, E QUANDO MENOS PERCEBEMOS, A FERIDA CICATRIZA. OLHAR PARA ELA TODOS OS DIAS, SÓ NOS FAZ LEMBRAR DA DOR, MAS ESPERAR COM PACIÊNCIA QUE O TEMPO A CURE, NOS TORNA MAIS FORTES E PREPARADOS PARA LIDAR MELHOR COM AS SITUAÇÕES DA VIDA.

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  • 1 de abril de 2016 em 11:33
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    Comparando com “Bombeiros”, apagar o fogo. O tempo…Ah! O tempo…Este ajuda, não cura mas é necessário. Dar-se um tempo . Depois é necessário fazer o “rescaldo”…com amor, paciência, aceitação.

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  • 15 de abril de 2016 em 23:35
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    É a resposta é clichê, mas acho que só o tempo mesmo. Mas, se pararmos pra analisar ele não as cura completamente, melhora o aspecto, faz surgir uma casquinha, mas as feridas de verdades estão sempre lá e são facilmente reabertas, as vezes basta uma palavra, um vislumbre e tudo se inflama.

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  • 23 de abril de 2016 em 17:59
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    Me deixo entrar bem fundo na ferida. Sofro mais, choro mais, quase morro pra depois renascer e me reerguer aceitando o que eu nao puder fazer nada pra mudar.

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