Embora em queda, mercado editorial dá sinais de melhora

Visitantes desfrutam da instalação 'aMAZEme', um labirinto feito com livros no Southbank Centre em Londres, Inglaterra (Peter Macdiarmid/Getty Images)
Visitantes desfrutam da instalação ‘aMAZEme’, um labirinto feito com livros no Southbank Centre em Londres, Inglaterra (Peter Macdiarmid/Getty Images)

 

Em comparação a 2015, o período de junho a julho deste ano apresentou a segunda melhor variação do ano nos quesitos faturamento e volume de livros vendidos

Publicado na Veja

Embora ainda não possa festejar uma retomada, o mercado editorial começa a dar sinais de recuperação. Comparado com o mesmo período em 2015, o intervalo de 20 de junho a 17 de julho registrou um aumento de 2,78% no faturamento e uma retração de 5,51% no volume de livros vendidos. Trata-se da segunda melhor variação verificada neste ano, segundo pesquisa da Nielsen BookScan Brasil. Os dados foram apresentados no 7º Painel das Vendas de Livros do Brasil, uma co-iniciativa do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (Snel) e da Nielsen.

Um dos principais motivos para a aparente melhora de agora é o fato de que, no mesmo período do ano passado, a venda dos livros de colorir para adultos, um verdadeiro fenômeno comercial de 2015, começava a arrefecer. A base comparativa, portanto, é menor do que a dos períodos anteriores a junho do ano passado.

O resultado também mostra o crescimento da importância do gênero “Não Ficção Especialista” dentro do mercado editorial, ao passo que a fatia dos livros de “Não Ficção Trade” sofreu queda percentual de 22,2%.

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