Concurso Literário Cultural (185)

1490-20170605163222Eu venho de Alepo – Itinerário de um refugiado

Joude Jassouma, Laurence de Cambronne (autoria), Fernando Scheibe (tradução)

 

Junho de 2015. A cidade de Alepo afunda no caos. Como centenas de milhares de civis, Joude Jassouma decide fugir com sua esposa, Aya, e sua filhinha, Zaine.

A guerra civil na Síria se intensifica. Os confrontos entre o exército de Bashar al-Assad e as forças rebeldes lideradas pelos jihadistas da Frente al-Nusra e do Estado Islâmico se tornam diários. Joude, jovem professor de francês, recusa-se a tomar partido numa luta absurda, que não é a sua. Com sua família, tenta se proteger, muda de residência quatro vezes para evitar os bombardeios – e acaba resolvendo se exilar.

Dos bairros pobres de Alepo ao litoral norte da França, passando por Istambul e pelos campos de refugiados da ilha grega de Leros, este livro conta o êxodo de um dos milhões de sírios atingidos pela guerra. A odisseia de um herói anônimo que, arriscando a vida, atravessou o mar Egeu a bordo de um bote inflável em busca de uma vida decente para sua família.

***

Em parceria com a Editora Vestígio, vamos sortear 2 exemplares de “Eu venho de Alepo”, de Joude Jassouma.

Para concorrer, mencione na área de comentários de que forma podemos demonstrar empatia e acolher os refugiados.

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O resultado será divulgado dia 1/8 neste post.

 

Parabéns ao Carlos Júnior e Eric Silva! Entraremos em contato via e-mail. 🙂

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8 thoughts on “Concurso Literário Cultural (185)

  • 4 de julho de 2017 em 15:37
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    Não é porque eu não passei por uma situação parecida que não sei o que elas estão enfrentando, isso não é verdade, podemos nos colocar na situação delas, sentir a dor, as perdas, as lágrimas, os cheiros, os medos, sermos mais humanos. Muitos deles têm vindo ao nosso Pais, nada melhor que aproveitarmos esse momento pra nos transformarmos como pessoas, oferecendo serviços voluntários, amor, carisma, humanidade acima de tudo.

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  • 6 de julho de 2017 em 11:51
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    A melhor forma de ajudar refugiados de países em situação de conflitos é encaminhando-os a instituições especializadas sérias, as quais, através de sua rede de relacionamentos, estão aptas a fornecer aos acolhidos moradia e emprego. No Brasil, a MAIS realiza esse tipo de trabalho de maneira brilhante, com resultados maravilhosos.

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  • 9 de julho de 2017 em 19:25
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    Devemos nos colocar no lugar deles e tentar imaginar o sofrimento que eles estão passando. Um dos problemas de não conseguir entender e fazer algo pelos refugiados é achar que isso nunca ocorrerá conosco. Devemos mostrar empatia, ajudar e tratar com respeito, pois estamos todos nesse mundo de passagem e demonstrar amor pelo próximo é o mínimo que podemos fazer.

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  • 9 de julho de 2017 em 20:27
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    Creio que a melhor forma de ajudar aos refugiados seja aceitando sem preconceitos a sua cultura, que ele trará para a nova terra, ajudando-os a encontrar moradia, trabalho e na adaptação com a nova cidade e cultura. Quanto aos governos, eles precisam ter a consciência de que esta guerra não foi causada pelos refugiados, eles são vítimas, e, portanto, merecem todo o apoio dos governos e da sociedade civil. Negar ajuda aos refugiados é, no mínimo, desumano.

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  • 11 de julho de 2017 em 0:29
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    Eu acredito que a melhor maneira de ajudar os refugiados é abrindo um pouco do seu coração, doando seja ajuda com comida, abrigo, um cobertor, água e também um abraço, atenção. O correto seria abrir a mente das pessoas que promovem a guerra.

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  • 13 de julho de 2017 em 15:29
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    O caminho pra acolher da melhor forma possível os refugiados é apenas um: O respeito. Tratar a todos com respeito, entender e aprender com a força que cada um tem dentro de si para sair de suas nações em busca de dias melhores, vidas melhores. A despeito das dificuldades, sabemos o quanto é rica a experiência de conviver com pessoas com costumes, religião e cultura diferente da sua, isso é tão importante para o nosso crescimento em quanto pessoas, para exercitar o nosso lado humano e social. Empatia, solidariedade, generosidade, tudo isso contribui com a construção de uma sociedade justa e acolhedora para os refugiados, mas antes de tudo isso, vem o respeito.

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