Cristina Danuta

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Posts by Cristina Danuta

Um céu numa flor silvestre

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Ver um mundo num grão de areia
e um céu numa flor silvestre,
ter o infinito na palma da sua mão
e a eternidade numa hora

(William Blake)

Em Um céu numa flor silvestre Rubem Alves parte do veros de William Blake e nos apresenta a beleza em diversas perspectivas nas vinte e cinco crônicas. Com sua peculiar maneira de falar das coisas simples de maneira tão envolvente e poética que prende o leitor da melhor maneira possível: você não quer parar de ler e reler.
Os olhos são as portas pela qual a beleza entra na alma(p.75)


• Um céu numa flor silvestre. Rubem Alves. Versus Editora. (164p.)

Cristo Senhor

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O pesquisador que talvez tenha me dado minhas conclusões mais importantes e que continua a fazer isso com sua enorme produção é N. T. Wright. Ele é um dos escritores mais brilhantes que já li e sua generosidade em aceitar os céticos e comentar seus argumentos é uma inspiração. Sua fé é imensa e seu conhecimento vasto.

Em seu livro The Ressurrection of the Son of God [A ressurreição do Filho de Deus], ele responde solidamente à pergunta que me perseguiu a vida inteira. O cristianismo chegou aonde chegou, segundo N. T. Wright, porque Jesus ressuscitou dos mortos.

Foi o fato de Jesus ter revivido que impeliu os apóstolos para o mundo com a força necessária para criar o cristianismo. Nada mais teria provocado isso, senão a ressurreição.

Wright faz muito mais para pôr essa questão inteira numa perspectiva histórica. Como posso ser justa com ele aqui? Só posso recomendá-lo sem reserva e continuar lendo seus trabalhos.
Do Epílogo (p. 252) de  Cristo Senhor: A Saída do Egito, de Anne RiceEditora: Rocco, 2007


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Walk On: a Jornada Espiritual do U2

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Se o U2 freqüentasse uma igreja nos Estados Unidos ou a 100 quilômetros ao norte de Dublin [uma região predominantemente protestante], na Irlanda do Norte, seria fácil ter sido sugado por uma subcultura cristã. Muitas bandas em situação semelhante são desencorajadas a tocar em espaços seculares, como bares ou clubes, porque cristãos não deveriam estar em lugares assim. A teoria é a de que você não deveria levar Jesus em lugares freqüentemente chamados de “antros de iniqüidade”. A única razão aceitável para freqüentar estes lugares seria a de ir para evangelizar os perdidos que vão ali.

Como conseqüência desta mentalidade, muitos músicos talentosos são introduzidos no cenário gospel, indo de igreja em igreja,cantando canções previsíveis, de conteúdo limitado. A platéia, que é quase que exclusivamente composta por cristãos e que em sua maioria já aceitou as crenças pregadas do palco, acaba não tirando proveito dos clichês. Uma indústria cristã segura, de gueto, é criada com pop stars e gravadoras. Há uma revista, a “Contemporary Christian Music – CCM”, que se tornou o selo de toda a indústria – uma indústria sempre exposta ao risco de acabar se tornando culturalmente irrelevante. Quando Jesus disse a seus discípulos que eles eram a luz do mundo (Mateus 5.14), como queria que eles brilhassem? Como raios de luz que fazem a luz brilhar cegamente sobre si mesma, ou como fachos de luz de vidas alternativas e radicais que cruzam a escuridão? Você culpa a escuridão por ser escura, ou a luz por não brilhar?

(Walk On – A jornada espiritual do U2, de Steve Stockman)

Steve Stockman é ministro presbiteriano na Irlanda, onde trabalha na capelania de Queen’s University, em Belfast. Conferencista, possui um programa de rádio na BBC Radio Ulster. Tem utilizado o trabalho da banda U2 em seus semões e palestras por mais de 20 anos.

(Trecho originalmente publicado em http://waltercruz.com/log/contracultura-ou-subcultura, em 29 de janeiro de 2007)

A era das máquinas espirituais

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O cérebro humano, presumivelmente, segue as leis da física, então deve ser uma máquina, ainda que muito complexa. Será que existe uma diferença inerente entre o pensamento humano e o pensamento de uma máquina? Para colocar a questão de outra maneira, quando os computadores forem tão complexos quando o cérebro humano, e puderem se comparar ao cérebro humano em sutileza e complexidade de pensamento, será que devemos considerá-los conscientes? Esta é uma questão difícil sequer de se perguntar, e alguns filósofos acreditam que não faz sentido; outros acreditam que ela é a única questão que faz sentido na filosofia. Esta questão, na verdade, remonta aos tempos de Platão, mas, com a emergência de máquinas que genuinamente parecem possuir volição e emoção, a questão se tornará cada vez mais importante.

Da Wikipedia: Raymond Kurzweil (Nova Iorque, 12 de fevereiro de 1948) é um inventor e futurista dos Estados Unidos, pioneiro nos campos de reconhecimento ótico de caracteres, síntese de voz, reconhecimento de fala e teclados eletrônicos. Ele é autor de livros sobre saúde, inteligência artificial, transumanismo, singularidade tecnológica e futurologia.

Entre outras coisas, prevê um fênomeno/evento chamado singularidade, onde as barreiras entre homens e computadores seriam finalmente extintas, levando ao surgimento de um novo tipo de homem. É mais conhecido pelos teclados e sintetizadores Kurzweil.

Mulheres de aço de flores

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Em Mulheres de aço de flores, Fábio de Melo tem o mérito de assumir para si um eu feminino e, na perspectiva feminina, nos presenteia com histórias diversas sobre o universo feminino. Se este é seu mérito, também é seu ponto negativo, por vezes Fabio de Melo soa clichê em alguns textos, mas nada, absolutamente nada, que desmereça a leitura.

• Mulheres de aço e de flores. Fábio de Melo. Editora Gente. (216p.)

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